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	<title>Comentários sobre: O “FUNDAMENTAL” DO RESSENTIDO GIANOTTI</title>
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		<title>Por: Satyagraha XI - Pela defesa de um espelho no estúdio da Globo News. &#171; Relatividade</title>
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		<dc:creator>Satyagraha XI - Pela defesa de um espelho no estúdio da Globo News. &#171; Relatividade</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:02:01 +0000</pubDate>
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		<description>[...] A pouco terminou o programa Globo News Painel, com três cientistas políticos entrevistados, o apresentador William Waack, e o tema Daniel Dantas como centro. O debate como sempre é muito superficial na TV, além do fraquíssimo rigor científico dos citados &#8220;cientistas políticos&#8221;, críticos de uma suposta politicagem dominante no Brasil, os mesmos, sem exceção, praticam um sinônimo para a ciência política. No painel, assim como em toda a mídia oficial, toma-se um exacerbado cuidado para não falar do judiciário, uma instituição “intocável” ainda nesse país, mas que, igual as outras, gosta de se pronunciar não tecnicamente semanalmente, bem como, cuida-se para que, ao falar sobre a pessoa de Daniel Dantas e seus possíveis crimes, se passe batido por cima, virando essa centralidade, apenas um debate sobre quem acumulou com sua prisão e o mal esclarecido afastamento do delegado Protógenes. Fim ao cabo, o programa prestou-se unicamente para avaliar o papel do estado no caso, um esforço conjunto de entrevistados e entrevistador, um esforço para chegar em especial no Presidente Lula. Lá pelas tantas, os três “grandes” cientistas políticos, denunciam uma política-sindicalista no governo, ainda que os mesmos, estejam ali prestando-se para a mesma falácia. Já no meio do painel, quase em uníssono, pequenos nuances de diferença, os três afirmam que estamos em meio a uma crise, ao falarem de como devemos sair desta crise, responsabilidade essa única do Estado pela fala deles, teremos grande dificuldade de sermos bem sucedidos, pois os atores capazes disso, estão “estão envelhecidos”, sobre esse ponto em especial e o painel em geral, quero em duas a três frases citar duas questões. 1) Perde-se enorme chance de abrir a maior caixa preta de nosso país, o judiciário, bem como, debater-se com profundidade o crime de colarinho-branco em nosso país; 2) Um pedido: coloquem um espelho no estúdio, pior que sugerir o envelhecimento dos agentes políticos em ação no cenário nacional, é ter a certeza do envelhecimento político das pseudo-teses dos entrevistados e seu sindicalismo-político sem rigor científico algum, mera recitação de chavões, como que se este soltos dessem guarida aos seus ataques políticos. Se tivéssemos um espelho no estúdio, quando falassem asneiras como as de hoje, poderiam eles, os entrevistados do dia, verem suas caricaturas refletidas ao espelho, imagem essa que nós vemos. (Na foto Arthur Gianotti, um dos entrevistados, os outros dois nunca ví e igualmente por sorte, nunca precisei ler os mesmos, nas cadeiras de Ciência Política. Lembro de Gianotti pois é uma &#8220;figurinha&#8221; já conhecida da recente história política nacional - AQUI.) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] A pouco terminou o programa Globo News Painel, com três cientistas políticos entrevistados, o apresentador William Waack, e o tema Daniel Dantas como centro. O debate como sempre é muito superficial na TV, além do fraquíssimo rigor científico dos citados &#8220;cientistas políticos&#8221;, críticos de uma suposta politicagem dominante no Brasil, os mesmos, sem exceção, praticam um sinônimo para a ciência política. No painel, assim como em toda a mídia oficial, toma-se um exacerbado cuidado para não falar do judiciário, uma instituição “intocável” ainda nesse país, mas que, igual as outras, gosta de se pronunciar não tecnicamente semanalmente, bem como, cuida-se para que, ao falar sobre a pessoa de Daniel Dantas e seus possíveis crimes, se passe batido por cima, virando essa centralidade, apenas um debate sobre quem acumulou com sua prisão e o mal esclarecido afastamento do delegado Protógenes. Fim ao cabo, o programa prestou-se unicamente para avaliar o papel do estado no caso, um esforço conjunto de entrevistados e entrevistador, um esforço para chegar em especial no Presidente Lula. Lá pelas tantas, os três “grandes” cientistas políticos, denunciam uma política-sindicalista no governo, ainda que os mesmos, estejam ali prestando-se para a mesma falácia. Já no meio do painel, quase em uníssono, pequenos nuances de diferença, os três afirmam que estamos em meio a uma crise, ao falarem de como devemos sair desta crise, responsabilidade essa única do Estado pela fala deles, teremos grande dificuldade de sermos bem sucedidos, pois os atores capazes disso, estão “estão envelhecidos”, sobre esse ponto em especial e o painel em geral, quero em duas a três frases citar duas questões. 1) Perde-se enorme chance de abrir a maior caixa preta de nosso país, o judiciário, bem como, debater-se com profundidade o crime de colarinho-branco em nosso país; 2) Um pedido: coloquem um espelho no estúdio, pior que sugerir o envelhecimento dos agentes políticos em ação no cenário nacional, é ter a certeza do envelhecimento político das pseudo-teses dos entrevistados e seu sindicalismo-político sem rigor científico algum, mera recitação de chavões, como que se este soltos dessem guarida aos seus ataques políticos. Se tivéssemos um espelho no estúdio, quando falassem asneiras como as de hoje, poderiam eles, os entrevistados do dia, verem suas caricaturas refletidas ao espelho, imagem essa que nós vemos. (Na foto Arthur Gianotti, um dos entrevistados, os outros dois nunca ví e igualmente por sorte, nunca precisei ler os mesmos, nas cadeiras de Ciência Política. Lembro de Gianotti pois é uma &#8220;figurinha&#8221; já conhecida da recente história política nacional &#8211; AQUI.) [...]</p>
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