O teatro não é só uma arte. O teatro, por essencialidade ontológica, é a fundamentação da existência humana. O atuar político do homem como sujeito produtor de sua história, como arte, traduz o jogo do existir como representação para ser observado, analisado e transformado. Daí que, como arte-política, carrega enunciações visuais e conceituais como corpus de entretenimentos-afetivos e corpus-cognitivos.
É entendendo estes significados do teatro que o pré-assentado do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Agostinho Reis, desenvolve cursos de teatro e encenações de peças nos acampamentos dos movimentos, em Brasília, acreditando que esta arte e atuar social, pode auxiliar os membros desta organização social a ver, analisar e entender suas condições na sociedade brasileira, e, então, procurar produzir novas formas de relações sociais que libertem as famílias das forças opressivas.
Conhecedor do Método do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, Agostinho, que começou a estudar teatro na Pastoral da Juventude da Igreja Católica, faz dessa pedagogia a forma de conduzir os temas que tocam diretamente as existências dos membros do MST, depois de seu “amor à primeira vista”, quando visitou pela primeira vez um acampamento.
Embora as encenações sejam direcionadas ao público interno dos assentamentos, onde são eles mesmos que pautam os temas, todavia, as apresentações não se reduzem apenas ao interior destes acampamentos. São apresentadas também nas ruas das cidades.
Para Agostinho, um dos temas mais apresentados é o que diz da discriminação que se faz do movimento. Inclusive taxando-o de terrorista. Além da leitura e interpretação cênica da Constituição Brasileira, mostrando os direitos dos cidadãos, como também, às vezes que o Estado, quando erra, não é punido.
No momento encenam a peça “A Crise não é nossa”, cuja personagem principal é a Voz Coletiva.
É o teatro, como diz, Brecht, realizando sua ação política para transformação da sociedade dominada pelos pruridos burgueses.










Meu nome é Marcos, e durante muioto tempo fiz parte de alguns movimentos que apoiavam o MST, sendo que dutrante algum tempo me afastei.
Solicito que me seja enviado mpor mensagens uma peqquena história das conquistas sociais deste movimento que muioto governos tomaram como suas esta luta, demistificando esta história construída com muita luta e corageem de mostrar para sociadedade que a luta pela terra é justa.
Marcos,
você pode visitar a página virtual do MST:
http://www.mst.org.br/
e recompor a proximidade de aumento da potência de agir em um novo encontro com esse movimento de resistência importante não só para os sem-terra, mas para todos que comungam por uma nova forma de sociedade.
Abraços!
Ola Marcos!Realmente e muito justo reinvidicar,principalmente pelas desigualdades sociais na distribuiçao de terras.Entretantos fatores quando o movimento levanta bandeiras do PC DO B torna movimento politico,enquanto isso acontecer cada vez mais os politicos fazen manobras de maneira a conduzir injustiçados das cidades pros acampamentos,tentando justificar o injustificavel,como por exemplos varios, seus gordos salarios,mordomias etc,e vao se mantendo no poder e mantendo os injustiçados longe da corte.Abraços e desejos de vitoria mais do que justa todos tanto no MST como en outros movimentos sociail e individual sao legitimos,boa sorte e prosperidade a todos.