Arquivo para 10 de setembro de 2007

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

 

# “Cara, ainda existe este ente azóico chamado de festival?”, perguntou, surpresa, a Zuma, comendo vorazmente macarronada, depois de vinte anos sem vir a Manaus. “Querida, esta história de morar na fronteira te deixou defasada. Festival sempre existiu e existirá. Os gregos eram geniais com suas dionisíacas teatrais. Com direito a classificação e prêmios aos melhores. E tem mais, com patrocínio do Estado, já que o teatro era considerado serviço público”, afirmou o Eudo, chupando um pedaço de cana. “Tá bom, grególogo festivo. Mas tu estás te esquecendo que as dionisíacas, no estado atheniense, na moral socrática, é demonstração da decadência da estética trágica de Dionísio, como diz Nietzsche, e a supremacia da tragédia aristotélica como purgação da dor. Ou seja, a famosa catarse. A inauguração da estética ressentida que interessava ao nobres e sacerdotes. Mater destes festivais que julgam para dar um tom de seriedade”, comentou a Vany, tentando um bronzeado. “Tens razão, bela Vany-Afrodite. Festival com julgamento é fruto de ressentimento: agradar o outro como tirano que possui o conhecimento classificador. A arte não é para ser julgada, e sim, para ser mostrada. Todo objeto que, para acreditar que existe, necessita do julgamento de um corpo de jurados, pode ser tudo, menos arte. Mais um produto da sociedade de consumo”, analisou o Kuki, entortando uma dose de “Não Chores Por Mim, Dendeca”. “A Papita, ainda me convidou para ir ao FECANI, mas desconsiderei”, falou a Dona, dando peito para Tulinha na rede.

# Para mim, que não fui ao FECANI, mas vi o que as câmaras de TV me permitiram inferir, foi uma tripla segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual. Se quiser continuar, é preciso urgentemente uma desconstrução do que está posto, para a construção de um novo festival. Este foi deprimente. O filósofo da música e da audição, o alemão Adorno, morreria outra vez tal a violência sonora com seus tons repetitivos. E o outro filósofo alemão, Nietzsche, se desapaixonaria de Lou Salomé ao ler os textos que se queriam amorosos, mas de profundos ressentimentos perversos e sonambúlicos. E para coroar o caricatural sonoro, apareceu o representante do PFL e PSDB, Peteleco da Viola, com o clichê midiático, “Fala Sério!”. Letra politicamente bem incluída no bloco dos cansei. Falou de mensalão, Valério, Genuíno, Lula e outros, mas não falou dos outros, Sérgio Mota, ministro de Fernando Henrique, pai do mensalão, que comprou votos dos deputados para reeleição de seu chefe. E não falou também do senador Azeredo, do PSDB, tio do valerioduto. E, para expor o sensível e o intelectível dos jurados, foi classificada. É o que dá querer fazer sátira social com elementos supersticiosos. Sem vivência política quântica. De bom mesmo foi a chuva da sexta-feira, que abafou as vozes do apresentador com inflexão de apresentador de boi de Parentins e da apresentadora com inflexão de concurso de miss rodeio.

# Foi um verdadeiro Festival Antalógico. Antropomorfizaram através dos instrumentos musicais os próprios animais, trazendo-os ao palco, onde no centro apareceu uma anta. Coitados dos animais que, depois de sofrerem tanto com a antropomorfização, ainda tiveram que tocar em pé. E assim o Festival Antalógico se distanciou de qualquer possibilidade de construção de ritornelles (Deleuze/Guattari) dos negros, dos selvagens americanos, que, numa relação de vizinhança, deviniaram na habilidade/inteligência destes com a potência sonora daqueles, criando-se novos sons que carregavam todo um povo. Nada da adequação psicoantropormorfizante do antalógico FECANI.

# “Manhê! É verdade que o Maradona vai ser preso quando voltar pra Argentina?”, perguntou o Zezo, botando uma camisa dez da seleção portenha. “Não, minino, quem inventou essa? A imprensa infantilizada?”, respondeu a Deca, empurrando uma lasca de surubim frito e emborcando uma cerveja. “Não, foi o pai do Biu, que me viu falar que ia botar essa camisa aqui pra jogar bola e disse que o Maradona vai ser preso na Argentina e que nunca foi craque, que só fazia aquelas jogadas por que tava cheio de cocaína”. “Onde já se viu cocaína fazer alguém virar craque. Pelo contrário, o Maradona foi cracasso apesar da dependência química, e não por causa dela, já que a cocaína acaba com os ossos e a sensação de euforia, que é rapidíssima, acaba numa puta depressão. Se cocaína tornasse perna-de-pau craque, o brasileirão tava assim ó, de golaço nos gramados”, falou a Leidiani, ajeitando a gola da camisa do Zezo. A Deca secou o copo e acrescentou: “O que acontece é que ele vai depor num inquérito de atropelamento que aconteceu anos atrás, e que por conta dos problemas de saúde dele, nunca deu para ir, é só isso”. “Então deixa eles com o Pelé, que a gente fica com o Maradona, né, tia!”. “Isso aí, maninho, cada um tem o craque que merece”.

# Festival de Veneza diminuiu a intromissão hollywoodiana e deu ênfase ao cinema asiático. Apesar de várias premiações para os filmes (não cinema) americanos, o Leão de Ouro de São Marcos, premiação máxima do festival, foi nesse sábado para ‘Still Life’, do chinês Jia Zhang Ke. Entre as várias categorias, estava presente provavelmente o mais velho diretor em atividade, o português Manoel de Oliveira, com o seu ‘Belle Toujours’, seqüência de ‘A Bela da Tarde’ (‘Belle du Jour’), que Manoel diz ser uma homenagem ao cineasta espanhol Luis Buñuel. O cineasta-filósofo, Alain Resnais, da Nouvelle Vague, levou o Leão de Prata de melhor direção. Mas para este já não existem nem homenagens nem premiações, pois que o kinema de ‘Hiroshima Mon Amour’, ‘Muriel’ e ‘O Ano passado em Marienbad’ movimenta-se além da adequação memorial do olhar cristalizado…

        Cansei do Rock!

                    Mas não visto rosa choque

                                Mesmo que a vaca se enforque

                                                Pelo vaqueiro Mardoque.

Beijos e abraços Vertebrais!

UM FILME HOLYWOODIANO: RASTROS PARA FORMAÇÃO DE UM PSICÓLOGO JUDICATIVO

Um rastro carrega elementos indicativos do objeto que o originou. Como um signo, ele carrega, sem ser o objeto, características que permitem ao observador conhecer o objeto que o produziu. O que é um rastro de existência? Conhecemos uma pessoa por aquilo que ela produz, o que ela deixa no ambiente como conseqüência daquilo que produziu, seja na sua fala, no seu comportamento, convicções ou ações. Se essa existência tiver sido capturada em sua origem por uma subjetividade reativa, ela só se tornará produtiva se operá um corte que a fará entrar na ordem do devir, que ativará o aumento de sua potência.

COMPOSIÇÃO DA PERSONAGEM ou CENAS DE LOCAÇÃO E SEUS ENUNCIADOS

Imaginemos então uma personagem composta pelos enunciados da subjetividade-moral cristã (sem Cristo) e capitalista. Tal personagem certamente estaria mais para uma produção com tendências stanislawskianas para a exacerbação enfática de um personagem construído para produzir empatia no outro e não o distanciamento brechtiano que lhe levaria ao exame da realidade constituída, que lhe levaria a ser o sujeito que estranha o que não for estranho. Seria essa personagem apenas uma conseqüência destas forças, um imbricamento destes enunciados, sujeito de enunciado, não de enunciação. O Psicólogo Judicante. Examinemos:

Um rastro (enunciado da dogmática cristã): no seminário capuchinho

I Cena: em dias de visitas à Santa Casa de Manaus, vai à frente, em marcha militar, liderando a fila dos capuchinhos, um atrás do outro, distribuir as benesses do amor ao próximo.

II Cena: estudante de Teologia do Cenesc, é escolhido para ser auxiliar do Pe. Mauro Fancello, italiano e capelão militar.

III Cena: segundo relatos da época, exerceu funções litúrgicas em Manaus e no Nordeste, sem ter sido ordenado.

Outro rastro (enunciado panóptico da mídia): como apresentador de programa de TV e articulista de jornal

I Cena: surge como apresentador do programa Alô Manaus!, lá pelos idos de 80, e passa a aparecer como o grande comunicador local.

II Cena: publica em jornal um artigo sobre “os subterrâneos da igreja católica de Manaus”, adequando os acontecimentos da época, quando o então bispo Dom Mílton havia falecido, a seus próprios devaneios.

Outro rastro (do vazio do poder como ilusão do existir): anos depois, como psicólogo formado pela ULBRA

I Cena: como psicólogo, se aproxima da vertente psicanalítica Kleiniana, que carrega fortes cores da moralidade burguesa-cristã (não Cristo) que serve de sublimação para o sentimento de culpa fetichizada no binômio seio bom/seio mau da posição esquizoparanóide.

II Cena: torna-se presidente da Associação dos Psicólogos do Amazonas.

III Cena: na imobilidade compulsiva, vira coordenador do CARMA (Coordenação Amazonense das Religiões de Matrizes Africanas e Ameríndias).

IV Cena: no giro circunferente da imobilidade, integra chapa para o Sindicato dos Psicólogos (SINPSI/AM).

V Cena: na delusão que a imobilidade gira, tenta eleição para o CRP/AM, com farta campanha eleitoral, desta vez sendo derrotado.

ROTEIRO MIDIÁTICO

Para a mídia oficial, o fato é apenas um justificativa para o marketing. A nótícia é propaganda travestida de informação. E quando não há o fato, é necessário simulá-lo. Por isso a linguagem da mídia é carregada de clichês, palavras de ordem que não tem a função de comunicar, mas de ordenar (Deleuze), posicionar. É o trinômio identificar-classificar-ordenar: identificar o acontecimento, classificá-lo segundo a sintaxe vigente e ordená-lo dentro da burocracia do Estado, tornando-o inócuo.

O termo “Amor Bandido” é uma destas frases-clichê. Aos olhos da moral e da legalidade policial que a mídia carrega, a frase diz respeito aos relacionamentos entre mulheres (principalmente das classes média e alta), que trocariam um ambiente socialmente aceito e confortável para se relacionar amorosamente com homens que atuam fora da legalidade do Estado, geralmente de classes economica e moralmente mais baixas. Dupla perversidade: adesiva à mulher a condição de submissa aos caprichos do homem (também estereotipado), e impõe a ela com o olhar julgador uma condição econômica determinada. Uma chaga moral que só atinge à população feminina, de acordo com os preceitos do psicólogo judicante. Só há “amor bandido” no relacionamento com as classes baixas? Uma mulher de senador, ou deputado, ou prefeito, ou governador, ou vereador que permita que o marido use seu nome como laranja para suas trambicagens não seria, por esta lógica, também uma vítima do “amor bandido”? A jornalista que teve um filho com o ex-presidente FHC, e que teve a pensão alimentícia paga pela Globo, é uma vítima deste tipo de amor? É que a adesivagem, o clichê, só interessam no sentindo de impôr à mulher uma condição de objeto de consumo, manipulável e vendável. A lei do tirano só vale para condenar o outro, nunca a si próprio. E como toda moral é uma moral de classe…

Tal juízo moral da mídia (justificada, como veremos, pelo olhar julgador da nossa personagem) bem poderia ser considerado uma ofensa à condição das mulheres, passível de enquadramento na lei Maria da Penha.

Para oficializar e dar um verniz de real àquilo que só interessa ao olhar decadente que cultua a dor, a mídia oficial convoca o saber de Estado: o especialista que irá sublinhar a notícia e compor uma ilusão de que ela tem relação com o real. Eis que entra em cena nossa personagem.

CLÍMAX

Na primeira frase, deixa escapar sua cumplicidade com a estratégia marketista da mídia, confirmando o clichê como real: “o amor bandido sempre existiu e sempre existirá”. Procura a Psicologia/Psicanálise para justificar o factóide, mas recai na moralidade. Psicologia é análise dos modos de existência do ser humano no mundo, para além do constituído. Para compreender o atual, é necessário escapar pelo inatual, pelo intempestivo (Nietzsche). Nossa personagem não sai do moralismo rasteiro.

Preso em sua compulsão pela Lei (Norma Moral), é para ele – o psicólogo judicante – imprescindível o julgamento e condenação do outro. Padece do mesmo sintoma que acometeu Paulo, na estrada para Damasco, quando delira, compreendendo a impossibilidade de capturar o devir-cristo, não suportando e pregando eternamente um substituto na cruz, inventando a religião da dor e da dívida eterna. Precisa, para ter a ilusão de sua própria existência, subjugar o modo de ser alheio, para que possa se tomar como objeto privilegiado deste olhar. Por isso a necessidade/compulsão pelos cargos da burocracia de poder do Estado. Por isso também – outro sintoma da compulsão – a adequação constante do real ao seu delírio. Há, por outro lado, uma dificuldade quase intransponível de transitar por outras afecções que não as da dor e do ressentimento. Tudo o que é aberto, que faz conexões, que permite a passagem dos fluxos de afetos, que potencializa os modos de ser, que anima o ser desejante, é um potencial perigo para o psicólogo judicante, já que o impossibilitaria de agir como juiz, aniquilando seu modo de ser.

THE END?

Evidente que tal personagem, dentro de uma subjetividade de censura à inteligência, onde o capital financeiro dos mercados dita as formas de relações entre as pessoas, destaca-se e encontra aí lugar profícuo para se desenvolver. Numa sociedade onde houvesse fluxos democráticos, no sentido da construção de comunidades de afetos e com-vivência política, tal personagem não teria vez. Sequer existiria. Pelos rastros que deixa por onde passa, percebemos facilmente que se trata de um personagem-produto, conseqüência da subjetividade atual.

O RITO DOS INCLUÍDOS

Um rito é uma performance coletiva ou individual cuja ação se processa pelos entrelaçamentos de elementos materiais (móveis e indumentárias) e imateriais (idéias), sejam elas racionais ou imaginativas, supersticiosas. Mas sempre apresentando uma crença projetiva: querer alcançar um bem ou tornar o já alcançado permanente. Pois bem, os incluídos não compareceram ao grito dos excluídos para, com suas bonanças legislativas e executivas, escarnecerem dos humilhados e ofendidos. Aos que as políticas sociais não atinge. A não ser para lembrarem que a democracia é apenas um inscrição constitucional, dado a negação de seus direitos como sujeitos juridicamente constituídos como fundamento da existência do estado. Ausência que produziu em alguns excluídos, opiniões sintetizadas em dois visíveis privilégios:

Privilégio 1- Como estão abonados e bem nutridos, seja como vereador, deputado, secretário ou outras sinecuras, não precisam mas se juntar à plebe ignara. Este lumpemproletariado exalador de odores não humanos, que envergonham o planeta errante. Agora é momento de só manter o status quo, tão duramente conseguido.

Privilégio 2– Em seus arrogantes e prepotentes desejos, acreditam que no momento nada de dar bola a estes mortos à fome e seus patrocinadores teológicos, porque, ano que vem, tempo de eleição, se pressentirem a ameaça da volta do cipó de arueira no lombo de quem mandou dar, eles voltam a se excluírem para promoverem junto a esta plebe ignara a vitória revolucionária da democracia. Quiçá, do socialismo ajuricabano. Porque esta gente é assim mesmo: quanto mais apanha e é enganada, mais ama seu senhor. Olha como é serva de igrejas delirantes e programas de TV covardes que exploram suas misérias. A pobreza a faz nossa refém. Entretanto, o que estes incluídos em suas reduções perceptivas e cognitivas, que os fazem calculistas, não compreendem é que os excluídos se encontram muito bem incluídos na observação, comparação e análise da realidade social que os massacra e sabem muito bem quem são seus promoteres. Daí porque não são mais joguetes destes pervertidos democratas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.244.871 hits

Páginas

setembro 2007
D S T Q Q S S
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Arquivos