Arquivo para 6 de novembro de 2007

CPMF – COMPLEXO DE PROJEÇÃO DOS MEUS FRACASSOS

O senador do PSDB, na tribuna do senado, afirma com veemência que seu partido é o único com obrigação de votar contra a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), já que foi ele quem a criou (1997 com alíquota de 0,2% para a arrecadação ser aplicada na saúde). E que a palavra “Provisória” significa que um dia tem que acabar (em junho de 1999 foi prorrogado até 2002 com alíquota de 0,38% ). O senador do PFL (é inconcebível chamar de Democrata, posto que um truque lingüístico não modifica um discurso cristalizado), também, veemente, afirma que seu partido tem obrigação de votar contra, pois foi um dos que a aprovou, na época, a CPMF. E que não há motivo para prorrogação. Ela foi criada em um tempo em que a economia não ia bem, mas agora vai bem, quer dizer… (quase reconhecia) devia está melhor, e seu objetivo foi desvirtuado.

Pois bem, em psicanálise, um complexo é um conjunto de elementos corporais e incorporais manifestados no sujeito em formas de idéias e afetos, consciente ou inconscientes, responsáveis por sua forma de comportamento interdito. Já a projeção é um recurso usado pelo sujeito para se livrar, ilusoriamente, das idéias que lhe perturbam projetando no outro aquilo que é de si mesmo. Por exemplo, um sujeito hétero, com insegurança e conflitos sexuais, projetando conteúdos homossexuais no outro. Foi elaborado por Freud no momento em que ele estudava o delírio paranóico de negação. Ou seja, a projeção é a negação de minha realidade perturba projetada no outro. “Ele é isto, não eu”. Atentando para os 8 anos do (a)governo de Fernando Henrique, estas duas enunciações freudianas aparecem justamente como a neurótica posição da chamada oposição. O discurso manifesto tenta ocultar o latente: a ineficácia político-administrativa que o Brasil foi submetido pelos partidos siameses: PSDB/PFL. Meus fracassos. Incapaz de construir uma política econômica produtiva para atingir os seguimentos básicos do estado, FH resolveu lançar mão de um modelo tributário imitativo (o IPMF – Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, 1993) e estabelecer a CPMF. Um achado sem nenhum esforço de inteligência administrativa. Uma mágica para resolver o problema da saúde nacional financeiramente. Na verdade não era problema da saúde, mas sim das enfermidades. A saúde por ser saúde está sempre bem, a preocupação tem que ser com as doenças. Que continuaram evoluindo mesmo com a salvadora CPMF. Que o diga a dengue, a malária, verminoses, cáries, apesar de toda manipulação de informações do ministro Serra e a escamoteação de notícias exercida pela mídia sequelada, eterna subserviente das idéias reacionárias. O que o doutor Jatene, autor da idéia, tão cantada em verso e prosa como uma grande sacada política, não pôde contornar. Entrou numa roubada demagógica. Competente médico, não foi competente politicamente. Não percebeu que não se tratava apenas de investir mais no setor saúde, mas sim, construir uma política econômica forte para implementar políticas públicas e criar novas percepções e comportamentos na população, como faz o governo Lula, quando investe, por exemplo, em saneamento básico. Razão de seu argumento para a prorrogação. Todavia, isso era impossível em um governo apaixonado pelo neoliberalismo privatista tirano da auto promoção do estado brasileiro. Agora, com um governo não submisso as determinações política/econômica do poder internacional, com o processual de políticas públicas atingindo seguimentos variados da sociedade, mais o contínuo fortalecimento da economia, a CPMF, embora no momento seja necessária, já começa, latentemente, a entrar no processo de desprendimento da rede tributária como fator de economia política. E até 2011, como acredita o governo, completará seu ciclo. O resto será só silêncio. Isto é, se a chamada oposição curar o seu status quo de ressentimento, CPMF – Complexo de Projeção de Meus Fracassos, pois o governo Lula não tem participação nenhuma na produção desta neurose de base/invejosa.

MANAUS: UM PASSEIO PELA NÃO-CIDADE

A Classe Artística, os Blocos de Ressentimentos e a Linha de Fuga *

Uma das formas de manifestação dos fluxos comunitários de uma cidade se dá através da potência artística de seus habitantes. Nela, é possível engendrar novas formas de percepção e de afecções, que expandem a consciência, fortalecem as linhas de fuga que compõem processuais de singularização, e enfraquecer modos de existir que se encontram paralisados e são diminuidores das potências de agir das pessoas.

Assim, fica fácil compreender que a classe artística de uma cidade é importante no sentido de questionar os aspectos materiais e imateriais que a compõem. Quando Pablo Picasso compôs sua obra Guernica, foi possível vislumbrar através do olhar que o artista compôs, novas formas de ver os acontecimentos, e permitiu-se a abertura de formas alternativas de resistência à guerra e à ditadura. Um tanto diferente, mas com um efeito igualmente revolucionário, Van Gogh libertou as cores, as quais antes não se podiam fazer aparecer numa obra humana. Neste sentido, a obra de Van Gogh é necessária a milhões de pessoas e à inteligência coletiva, na medida em que empurrou os limites da percepção e da afetividade humanas, “limando pacientemente o muro”.

Infelizmente, em Manaus, desenvolve-se um outro tipo de classe artística, que carrega, ao invés, o ranço da debilidade dos imitadores e que perpetuam uma arte de classe, uma cultura de dominação pela estupidez e pela aridez perceptivo/afetiva, e um conceito de cultura reacionário e enfraquecedor das potências criadoras comunitárias.

CULTURA E DEPENDÊNCIA

Uma cidade, para existir, precisa carregar dois elementos que fundamentam e constroem as linhas necessárias ao seu existir: primeiro, é necessário que ela seja comum, que a sua dinâmica de existência, os atos, os fatos, sejam realizados e compreendidos dentro de um entendimento comum. Assim, os habitantes desta cidade concebem o seu corpo e o seu espírito (idéia) como necessários a si e ao outro como força criadora. Cada qual, dentro do que os seus percursos lhe proporcionaram em termos de habilidades, de saberes e de gostos, utiliza seu talento, inteligência e potência criadora no sentido de produzir material e imaterialmente produtos que auxiliem no fortalecimento dessa comunalidade. Assim, todo objeto é político. Assim o foi na Grécia, quando os homens livres, através da inteligência e linguagem construíam a cidade. Os artistas, neste sentido, tem em suas produções obras que exprimam rupturas no cotidiano,que alterem o estado de a-phatia que a ausência do movimento produz. A partir deste entendimento, toda obra do homem, todo objeto ‘humanizado’ pelo toque humano (trabalho), é parte costitutiva de sua Cultura.

No entanto, quando estas produções são selecionadas, classificadas e valoradas de acordo com um olhar criado para segregar o outro e tornar o comum uma propriedade, desfaz-se o aspecto político da obra, ela deixa de ser artística (no seu sentido de produção de comunalidades) para se tornar um objeto de arte-mercadoria. E o artista, um produto. Este conceito de Cultura, chamado pelo filósofo francês Félix Guatarri de Cultura-Valor, é próprio da sociedade de consumo, que relativiza os objetos em nome do capital.

Assim, este conceito de cultura-valor está bem disseminado no chamado mercado das artes, e a maior parte dos governos tirânicos (principalmente os que se dizem democráticos) procura se apropriar dessas produções artísticas e de seus produtores. É quando o artista deixa de sê-lo – se é que algum dia o foi – para se tornar uma mercadoria dentro do mercado do entretenimento que transformou as artes em descartáveis objetos de consumo.

“O problema de Manaus é que quando mostram aqui, só mostram floresta. Não procuram explorar outros aspectos da cidade. Até o ritmo da música é uma exploração do regionalismo”.

 

Duas Ilustrações manoniquins:

O BOI COCANESTLELIZADO E O FESTIVAL FOLCLÓRICO: o filósofo da liberdade, Sartre, em sua psicanálise existencial, explica que uma das estratégias que os impotentes criaram para suportar a sua impossibilidade de criação foi o sentimento de apropriação. Se não podem ser (=fazer), então eles têm. O ter aqui significa se apossar da produção alheia e apresentá-la ao olhar do outro como sua, criando a ilusão do existir pela exaltação da dor. Assim o Estado procura apresentar como produção sua aquilo que se engendrou num contexto social, político-existencial, e que é produção autêntica da inteligência coletiva. O boi parintinense que tomou conta de Manaus nada tem a ver com as produções resultantes das relações do negro, do chamado índio, do cafuzo, do caboclo, da produção econômica da pecuária, das diferenças econômicas e de classe no Brasil colonial e que engendraram o bumba-meu-boi. Os bois de Manaus aceitaram a sela dos governos e agora neles montam candidatos zil, a se aproveitar do rastro quase inexistente da produção subjetiva artística que um dia carregaram estas manifestações.

OS ARTISTAS CABOS-ELEITORAIS: no afã de ocupar o buraco existencial-barrigal, alguns que se acreditaram em algum momento artistas, embora nada produzam que carregue partículas comunitárias, se lançam ao chamado mercado artístico local. Como a voracidade globalizante e o ranço do complexo de inferioridade herdado da dependência do Grão Pará e dos imbricamentos microfascistas do Forte de São José do Rio Negro fizeram de Manaus terreno fértil para os aplausos ao extraterreno (xenofilia) e à indiferença às produções locais, a produção artística-comunitária também acabou sufocada. Manaus é uma cidade onde quase não existem trabalhos de grupos independentes do capital de Estado, e que pense uma arte mais próxima do real. E o que hoje é considerado como movimento artístico (o Clube da Madrugada, como ilustração) nada mais são do que produções individuais ou grupais advindas não de uma experimentação do mundo para além do si, mas de fantasias e de imagens-clichê de quem foi capturado pela subjetividade decadente do capital. No entanto, no momento em que interessa aos governos criar uma ilusão da pujança cultural para a não-cidade, começa-se a trabalhar marketeiramente essas produções clichezadas, forçando uma valorização que não se deu pelas movimentações afetivas, mas por decreto tirânico de quem se acredita proprietário dos saberes e da linguagem. Assim, cria-se uma subjetividade onde ser artista é aderir ao mercado de entretenimento, e ser dependente das verbas governamentais e do lusco-fusco da ilusão do olhar midiático. Episódios como o da eleição municipal anterior, onde praticamente todos os cantores locais prestaram apoio ao então candidato Amazonino Mendes, gravando até jingle comercial para a TV, e na iminente derrota do admirado patrão, no dia seguinte, como fez o narcisado Zezinho Corrêa, rei morto rei posto, correr dos braços do derrotado para os pés do eleito, como se fossem amigos de velha data, são evidências desta subjetividade de linha dura da normatização dos modos de existir. Outro exemplo destes artistas sujeitos-sujeitados à ordem do lucro são os chamados intelectuais da literatura amazônida, que nunca pisaram numa escola pública, não saem de casa senão para as nababescas autopromoções das associações culturais e literárias (dirigidas por eles mesmos, que premiam a si mesmos), admirarem-se de não serem conhecidos pelos estudantes manoniquins. Descobriram, atônitos, que de nada valeu obrigar os vestibulandos a ler livros da literatura amazonense; restou então aceitar humildemente verba municipal para tardes de sarau literário nas escolas amazonenses, sob o beneplácito da secretaria de educação, projeto de máximo zelo pela cultura local. Sem falar – já falando – no humanista Thiago de Mello, esfinge erguida a um passado de lutas contra a ditadura, esquecendo que o tempo-passado não conta senão nas contabilidades funestas do julgamento divino, e atualmente ferrenho defensor de políticas segregacionistas do interior – sobretudo Barreirinha, onde reside – e cabo eleitoral eterno de Amazonino Mendes.

“Com os artistas de Manaus não ocorre uma arte como transformação da cidade. Por exemplo, o forró daqui não envolve nada de social e de político em suas músicas”.

 

MIGRAÇÃO E XENOFOBIA

Recentemente, o ícone-mor da cultura erudita manauense, o ex-presidente da FUNARTE do governo FHC por 8 anos, escritor com livros adaptados pela sapientíssima rede globo para a TV, Márcio Souza, afirmou que a migração de paraenses, maranhenses e outros para Manaus, desvirtua e enfraquece a cultura local. Talvez o supracitado intelectual enuncie, sem o saber, a partir do conceito de cultura-alma coletiva (Guattari), que credita origens étnicas e propriedade intelecual para as produções humanas, e creia na impossibilidade de acasalamento entre as culturas amazônidas, paraenses, maranhenses, etc. Mas neste caso, o que dizer do boi? E do teatro, que sob este ponto de vista seria grego, e do qual ele se arvora ser representante oficial referendado pelo governo e prefeitura? Talvez ainda o referido teórico da arte dirigida a poucos, rescaldos dos governos FHC, que Gilberto Gil desmontou e continua desmontando com maestria, que estes extraterrenos cheguem aqui sem nenhum arcabouço cultural que seja relevante para o enriquecimento da pujante cultura manauense (Cultura-Valor). O que poderiam trazer do Maranhão, do Pará, do Ceará, do Piauí, que fosse relevante ou importante para Manaus?, perguntar-se-ia. Mas neste caso, não poderia, como o fez, exaltar o teatro Amazonas, ícone do chamado Período da Borracha, época de grande circulação de capitais na cidade, quando foi erguido, por conta do delírio xenófilo dos barões da borracha, e ao custo do suor e sangue dos arigós – migrantes nordestinos, principalmente cearenses, e do Pará -, seja nas matas e seringais, seja na construção do teatro, que ceifou muitas vidas.

“Eu achava que quando chegasse aqui só iria encontrar índio, porque na televisão só passa comercial de índio”.

 

Porém, para aqueles que saem de casa, que percebem as diferenças dos modos de existir e de compreender o mundo trazidas pelos migrantes das diversas regiões que vêm para Manaus, pode perceber que estas diferenças não estão apenas nas concepções, mas nas atitudes. A maior parte dos migrantes e seus descendentes carregam os fluxos comunitários criados pela população do local onde viveram, e esta envolve seu modo de ser, suas crenças, atitudes e concepções. Muitos deles estranham a mesmice e o marasmo que toma conta de Manaus quando aqui chegam. Começam, então, a realizar suas produções, e envolver pouco a pouco vizinhos, colegas, amigos, contaminando as pessoas ao redor e produzindo micromovimentos artísticos, políticos, afetivos, econômicos, e logo se percebe a diferença. Talvez os imbricamentos resultantes destes corpos-afetantes do maranhense, do paraense, piauiense, rondoniense, roraimense, acreano, goianiense, matogrossense, paulista, gaúcho, pernambucano, baiano, cearense, venezuelano, boliviano, peruano, guianense com os amazonenses, possa produzir encontros que aumentem as potências de agir, e polarizem linhas afetantes produtoras de novos afetos e percepções. E nada assusta mais um falso artista do que a possibilidade de produções autênticas onde antes só se acreditava na arte como ilusão pela força da dor e do ressentimento.

Esta coluna acredita nos processuais de encontros entre todas as expressões existenciais, independente das coordenadas geopolíticas, para o enfraquecimento desta subjetividade linha dura que impede Manaus de ser uma cidade. Assim como o companheiro Waldeci, 18 anos, cantor e compositor vindo lá de Macapá, que aqui chegou, foi sacando a jogada, empunhou seu violão e foi à luta. Sobre o olhar de alguns ditos artistas amazonenses, Waldeci comunica seu entendimento:

“Em Macapá, tu vê mais os artistas tentando quebrar a rotina do realismo, tirando mais aquela pintura de paisagem. Eles querem quebrar com isso. Aqui, não. Aqui é só ‘natureza’, eles não tentam quebrar com o realismo. Eles vivem só batendo na mesma tecla, não tentam evoluir, mudar a arte. A arte é mudança. Os caras querem produzir, mas só pegam aquela mesma paisagem para pintar, que já está no cotidiano de todos. Os caras aqui não criam, acabam só explorando o que já tem”.

* Os toques em destaque são de estudantes que participaram das discussões sobre este post.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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