Arquivo para 13 de novembro de 2007

MANAUS: UM PASSEIO PELA NÃO-CIDADE

 

Roteiro de Um Caso Ortopédico

Uma Análise BioPolítica —

O recente e ainda não terminado caso do metropolitano itacoatiarense acompanhado pelo Bloguinho Intempestivo evidencia o entrecruzamento dos diversos discursos que compõem a chamada medicina moderna, ou medicina de mercado, que é aplicada com especial esmero em Manaus e no Estado do Amazonas. Uma vez que foi possível a elucidação dos erros que quase custaram a perna do cidadão, e que os personagens finalmente foram conhecidos, esta coluna convida o leitor a tentar escutar o que alguns enunciados proferidos nesta história exprimem, e de que forma se constitui um serviço público de saúde que não leva em conta os aspectos mínimos para a criação de comunidades.

1. O ENUNCIADO DA BUROCRACIA INEFICIENTE DO MARKETING GOVERNAMENTAL

O cidadão não conhece a cidade, não sabe para onde se dirigir. A ambulância o leva para a rodoviária, ainda que sem ter recebido sequer os primeiros cuidados necessários à sua moléstia. A situação evidencia duas contradições criadas pelos próprios governos municipal e estadual. Primeiro, a ausência de um serviço de saúde que atenda os municípios do chamado interior do Estado, fazendo com que as pessoas tenham que sair dos seus locais de residência e encarar, muitas vezes sem nada conhecer de Manaus, o que já é difícil para os próprios manauenses: conseguir um atendimento efetivo na área da saúde.

O marketing metropolitano não contava com essa. Se levarmos em conta a organização administrativa e política da Região Metropolitana de Manaus, que engloba o município de Itacoatiara, o cidadão não pode sequer ser acusado de ter procurado o serviço de saúde errado, já que as duas cidades fazem parte agora, administrativamente, da mesma jurisdição social. Evidência de que a RMM não existe nem no papel. Com a situação cotidiana de centenas de interioranos que precisam vir a Manaus para tratamentos de saúde, ou mesmo para situações mais simples, pelo fato de não haver nas proximidades de sua residência nenhum serviço mínimo de atendimento médico, se evidencia o buraco no marketing governamental, e a falha na burocracia de governo.

2. O ENUNCIADO DO CORPO COMO PRODUTO-PRODUTOR

A medicina de Estado, que se formou em conjunto à formação dos Estados burgueses tem por objetivo menos um conhecimento do corpo como matéria de expressão singular no auxílio ao desenvolvimento de seus fluxos biopolíticos do que o controle destes fluxos, sua normatização e formatação em função da produção da mais-valia. Para tanto, a medicina ‘evoluiu’ no sentido de manter o corpo em funcionamento para a produção do capital. Os saberes constituintes engendrados nas relações existenciais e sociais que já existiam desde o tempo de Hipócrates foram capturados pelo saber constituído do Estado, de forma que a medicina passou a ser de exercida somente sob sua tutela, e o saber médico, passado mediante o ritual da faculdade: o curso de medicina.

Assim, a medicina passou a produzir enunciados sob o corpo, criando um corpo de saberes que outorga ao médico uma força institucional capaz de retirar inclusive os direitos civis de um paciente. Uma vez que é o Estado quem dá ao cidadão que se submete ao ritual do curso de medicina o direito de atuar como médico, usando estes saberes, é também responsabilidade do Estado quando este profissional desconhece sua importância comunitária e que seus saberes pertencem à coletividade. Há responsabilidade ainda por parte das entidades de classe, que infelizmente atuam somente em defesa da individualidade da profissão, sem analisar a partir de uma perspectiva diversa do corporativismo. Quando o médico-interceptor enuncia uma terapêutica diferente da prescrita pelo médico-professor, sendo esta ineficiente e até mesmo prejudicial à cura da moléstia, como vimos, segundo o médico do CEFRAM, ele o faz por acreditar erroneamente que os saberes lhe pertencem, e que por isso pode emitir sentenças sem o exame necessário da situação. Oh, ilusão! Mais constrangedor ainda – para eles – é perceber, pela reação do médico-aluno em aceitar a terapêutica do interceptor em detrimento da do professor sem questionamento, é perceber que médicos com este tipo de atitude não são exceção, e que na hierarquia interna, aceitar este tipo de inferência sem o questionamento crítico faz parte do aprendizado dos recém formados.

3. O ENUNCIADO ECONÔMICO SOBRE O CORPO-CONSUMO

Pode-se dizer que a medicina de Estado é completada pela medicina de mercado. A medicina no capitalismo financeiro se transformou em uma espécie de mercadoria especial: com a idéia do Estado mínimo em deixar de ser o provedor dos serviços necessários ao funcionamento de uma cidade, e apenas ser a instância que garante a prestação destes serviços (leia-se privatizações), a saúde também resolveu entrar na jogada. Em Manaus, que é foco da análise da coluna, o gerenciamento e administração direta do serviço médico na rede pública é feita pelas cooperativas. No caso do HUGV, o recursos são repassados via UNISOL, que é uma fundação criada pela própria universidade, para gerenciar os recursos advindos da União. No entanto, este sistema de cooperativas já demonstrou que obedece à lógica de mercado, em detrimento do corpus científico da medicina, ou mesmo do bom senso.

O médico-interceptor tem seu diagnóstico e indicação terapêutica carregados pelo enunciado econômico, sem ter feito a leitura deste enunciado. Por isso ao mesmo tempo em que responsabiliza o SUS (erroneamente) pela falta de material, toma a decisão de não internar paciente que necessita deste procedimento, alegando questões de ordem de gestão financeira. Em seguida, quando confrontado pelo médico-aluno, que contrapôs o seu enunciado ao do médico-professor, o interceptor carrega a força do saber médico para intimidar o aluno, e faz um diagnóstico fora do real. Confusão enunciativa? O resultado não tem nada de confuso: o paciente certamente perderia a função da perna, caso sua acompanhante não questionasse a fala do ‘doutor’.

FIM DA AGONIA?

Da mesma forma os governos que agem em função da contenção de gastos (saúde é gasto?), e delegam a responsabilidade sobre a saúde, que é constitucionalmente sua, a entidades particulares, com fins lucrativos, deixando a população à mercê do saber/poder médico institucionalizado, perdido em meio aos diversos enunciados que atravessam seu corpo, sem que ele tenha chance de compreendê-los.

É necessário que as pessoas que trabalhem a medicina comecem a fazer a leitura de sua realidade social, e de onde estão inseridas, a fim de utilizar estes saberes, que pertencem à comunidade, a fim de enfraquecer esta linha dura do Capital, que pretende os corpos objetos dóceis a serviço do lucro.

Colabore com a colunaManaus: um passeio pela não-cidade, e enfraqueça os blocos de afetos e percepções clichezadas que impedem o engendramento das comunalidades. Mande sua sugestão de tema paraafinsophiaitin@yahoo.com.br.

DAS VÃS TENTATIVAS NEOLIBERAIS DE CAPTURAR FERNANDO PESSOA

DOS ENTENDIMENTOS DO SECRETÁRIO

No início de 2007, numa reunião dos diretores de escola do Distrito Rural, quando se usava uma poesia de Fernando Pessoa numa daquelas dinâmicas inúteis, o Secretário de Educação de Manaus, Cyrino Júnior, querendo demonstrar a sua verve pedopoiética, resolveu falar da “dialética” da poesia de Fernando Pessoa. Como essas reuniões são exaustivamente burocratizadas, o Secretário talvez achasse que faria algum comentário fortuito e passasse logo à pauta mais “séria”, mas um gestor presente resolveu entrar na discussão, dizendo-lhe de chofre que “Fernando Pessoa nada tem a ver com dialética”. O Secretário estufou-se, empostou a voz, e foi buscar autores como Lênin e Engels para confirmar o que dissera. Ao que o gestor, mostrando a que viera e sua autonomia não subserviente à hierarquia dos cargos, falou de uma dialética falseada, usada como válvula de escape dos intelectualóides bem situados à esquerda faminta e, a partir dos estudos do filósofo italiano Toni Negri, passou a expor a diferença entre teoria marxista realizada com características específicas de acordo com o tempo em que Marx viveu, mas, como Marx pensava num grau muito elevado de entendimento, há a presença de enunciados que se atualizam constantemente — e prática marxista — a linha de atuação para modificação e suplantação do estado de coisas capitalístico. E terminou dizendo que não se pode dizer que Fernando Pessoa produza uma dialética, o que ele cria é uma linha contínua, que parte do infinito-antes-de-tudo num movimento intensivo desterritorializante…

Chegou até este bloguinho que no Manaus Educa realizado pela SEMED, o Secretário Cyrino Júnior recitou (não declamou) uma poesia de Fernando Pessoa. Dessa vez será que o Secretário leu ou continua apenas a preencher as lacunas administrativo-pedagógicas justamente com o poeta português que criou uma linha philopoietai diferente de toda falseação e travamento da vida. Se os entendimentos do Secretário continuam os mesmos, a lacuna que separa ele de Fernando Pessoa é a eternidade.

DOS ENTENDIMENTOS DO SENADOR

Depois de presentear várias ‘autoridades’ com o livro no qual Gustavo Franco rebatizou oportunisticamente alguns textos econômicos de Fernando Pessoa (o qual publicamos abaixo), o senador Arthur nosso orgulhoNeto (PSDB-AM), vem agora dizer que para quem for contra a Globalização, a Privatização, ele não usará nenhum economista não, mas o poeta Fernando Pessoa.

Seria por isso que a SEMED contratou o atucanado Gabriel Chalita para palestrar no Manaus Educa? No caso do senador, parece que ele força em permanecer em perpétuo enunciado da galhofa moral que confirma o desentendimento do que vem a ser a poesia de Fernando Pessoa. Sabendo-se que a poesia de Pessoa e seus heterônimos é uma poesia para sentir com alma, coaração e tudo, pode-se inferir que há blocos rígidos de discursos dominantes que se ressentem, não se deixando abstrair no corpo senatorial a suavidade para passar os fluxos de alegria intensiva liberadores das potências da vida.

Como nossa contribuição político-educativa dos sentidos e do espiritual, vai aí o artigo que fizemos quando do lançamento do errôneo livro de Gustavo Franco, ou melhor, da aberração que ele tenta cometer aos escritos de Fernando Pessoa, enquanto o poeta-filósofo caminha incapturável.


DOS MAUS INTERPRETADORES DE FERNANDO PESSOA

Nietzsche fala de bons interpretadores e maus interpretadores. Os que pegam a flecha deixada por outro filósofo e a movimentam e os que interrompem o movimento deviniano do ser, reduzindo a velocidade de suas partículas quantuum, paralisando-o e absorvendo seus fluxos no buraco negro.

Entre estes péssimos interpretadores está Gustavo Franco, segundo alguns, na paranóia-personificação, o verdadeiro pai do Plano Real, que colocou-o como irmão enjeitado do dólar a partir da falseada “paridade”, o que fez Fernando Henrique, com a ajuda da mídia golpista, ganhar a presidência do Brasil por duas vezes. Sendo eles, então, Gustavo Franco e FHC, que consolidaram a economia brasileira à mercê do Fundo Monetário Internacional (FMI) e devolveram a pátria inanimada à nefasta alternância inflação/deflação. (O governo Lula pode até ter seus equívocos, mas quem ouve ainda o apito do FMI no nosso quintal? As notícias (como novidade) sobre a inflação são sempre de queda. Alguém lembra ainda o que é deflação?). Pois não foi esse mesmo Gustavo Franco que resolveu pegar alguns textos sobre economia, de Fernando Pessoa — o poeta que esquizofrenizou, cindindo as crostas do real e fazendo saltar a multiplicidade do ser —, e tenta assassinar uma das singularidades que compõem a heterogeneidade pessoana a partir de sua má interpretação. Aliás, pior, nem a isso chega, é apenas deturpação, má-fé, aviltamento, pois ele apenas republicou os textos, colocando oportunisticamente outros títulos de acordo com sua concepção de economista neoliberal: privatização, globalização, marketing, entre outras, são algumas das sugestivas intitulações, que servem à tentativa de enquadrar a heteronomia econômica de Fernando Pessoa como um neoliberal, como ele afirma e gostaria que fosse.

COMÉRCIO EXPLOSIVO E MERCADO GLOBAL

Franco não entendeu francamente o conceito de ‘comércio’ de Pessoa, que nada tem a ver com globalitarização e privatizações. É uma idéia de quem pensava pelas causas e não pelos efeitos. Está na origem do comércio, enquanto relação que escapa ao estado constituído em todas as épocas. Na modernidade, o comércio vai possibilitar que as produções materiais e imateriais sejam negociadas livremente do controle do estado aristocrático, como afirmaria Habermas. O Estado que se livra da responsabilidade de serviços públicos indispensáveis com subterfúgios nefastos nas regras cristalizadas no Mercado Global, como a privatização, tornando a população refém de ‘oligopólios’ (outra expressão que, na era pós-Lula, perdeu um pouco a sua força), está associado ao enfraquecimento de relações comerciais claras e sua apropriação, agora, pelo Capitalismo Mundial Integrado, como fala o filosófo da ecosofia, Félix Guattari. Portanto, Fernando Pessoa nada tem a ver com o Neoliberalismo. Coisa que os neoliberais tipo Gustavo Franco e Fernando Henrique, etc, não têm os elementos perceptivos e afetivos para compreender; uma vez que, ao contrário do philopoietai, não vêem ou sentem o mundo, apenas tentam manipulá-lo conforme seus mesquinhos interesses.

Talvez o pai do quimérico ‘real’ fhciano apenas esteja querendo parecer entre os seus iguais inteligente e sensível. Faltou inteligência para “ler dentro do enunciado”, ele somente “preencheu lacunas”, como diria Deleuze; os sentidos foram embrutecidos, por isso ele afirma com “orgulho” (que é pior até do que a abjeção, segundo Spinoza) que “faria tudo de novo do mesmo jeito”.

BEM-AVENTURADOS MEUS IMITADORES…

…porque deles serão meus erros. E não é que a sumidade maior da política amazoniquim resolveu entrar na jogada? O verborroso senador Arthur Neto, que, na sua limitação intelectual, não pôde dar o toque filo-econômico ao amigo, passou foi a divulgá-lo, presenteando-o a uma lista de ilustres; consta que FHC e Lula estão entre os presenteados. Primeiro, Gustavo Franco não leu Fernando Pessoa; ler não é tão somente decodificar os signos lingüísticos. Segundo, Arthur, que leu Gustavo Franco, é que não leu mesmo. Dos presenteados, FHC nem precisava, porque contou com os francos entendimentos de Franco nos seus meio (governo Itamar) e dois mandatos tanto como secretário do Ministério da Fazenda quanto como presidente do Banco Central; o resto da história é conhecida na realidade que a população passou devido à fantasia deles. Lula se aceitou foi só pra mostrar que não tem ressentimento àqueles que o fizeram trabalhar dobrado para arrumar a casa, como se diz.

Assim, como no caso do envelope com um pozinho branco, ano passado, que lhe enviaram no congresso, assinado Nietzsche, e que Arthur, querendo-se humorista, disse não vir de alguém da esquerda, porque senão assinaria Marx e não um filósofo de direita, o supra-sumo da inteligência política barezinha mais uma vez nada entendeu.

Daqui a pouco essas sumidades dirão que Fernando Pessoa era até a favor da colonização, só porque não compreendem a vitalidade de suas Mensagens:

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:

Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo
e a (minha alma) a lenha desse fogo.

EM TEMPO…

O Teatro-Esquizo da AFIN, desde 2001, tem levado, gratuitamente, a escolas, associações, univer- sidades, comunidades, o vetor teatral “O Filósofo Fernando Que Não Era Só Pessoa”, composto de poemas e prosa de Fernando Pessoa e seus heterônimos.

A quem interessar também uma conversação filopoética sobre a obra desse multifacetado poeta, filósofo, economista, o núcleo Esquizo-Literário da AFIN se dispõe a compor, gratuitamente, apenas pela comunalidade poetizante…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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