Arquivo para 19 de dezembro de 2007

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

Θ ‘EL FLACO’ MENOTTI – UMA RESISTÊNCIA DO FUTEBOL. O quase septagenário Cesar Luis Menotti, treinador argentino campeão da copa de 1978, comunista, crítico da ditadura militar dos anos 70, é hoje um ácido crítico também do futebusiness, que cada vez mais se alimenta do futebol, enfraquecendo o jogo em favor do negócio. De passagem pela Argentina, como treinador do time mexicano Tecos Guadalajara, ele falou ao periódico Olé sobre o futebol argentino, sobre a mediocrização do jogo e outras linhas de resistência (trechos, tradução livre):

[penso] Que o futebol argentino está em um estado de crise terminal, não digo morto… Mas basta verificar a realidade da sua economia, onde os tempos dos negócios devoraram os do futebol”.

Hoje é tudo uma questão de marcas, Copa Nissan, Toyota. Amanhã será Honda, Ford, a cerveja não-sei-o-quê… E aí vão os jogadores, sobem em um avião por 30 horas para jogar um Mundial de Clubes que não existe… Se joga para as pessoas, ou não?

[o Milan] Deu bola pra esse campeonato porque está a 14 pontos abaixo do líder do Calcio. (…) Os argentinos sim: são quatro milhões de dólares. Por quatro milhões de verdinhas os dirigentes te fazem jogar no mar, na montanha, na neve…

Uma vez Che Guevara havia dito que queriam fazer uma revolução de qualidade… E o jornalista perguntou o que era qualidade: “Respeito ao povo”, respondeu. Sabes o que é futebol de qualidade. Um tem a aspiração de jogar ou tocar bem, mas a obrigação é te preparar para ele… Se sou ator e me dão um livreto de uma obra de teatro hoje, para ir ao palco amanhã, não estou respeitando nada. É o mesmo com o futebol, a qualidade já se foi…

O Futebol já não sabe o que é…

Θ DUNGA E O FUTEBOL CONTABILIDADE. Impossibilitado de votar em Kaká na eleição do melhor do mundo FIFA, o técnico da seleção-nike, Dunga, preferiu o volante italiano Pirlo às opções Messi e Cristiano Ronaldo. Nada mais natural, se levarmos em conta que Dunga carrega ainda um grande ressentimento por ter sido clivado pela imprensa no início da década de 90 como o ícone do futebol feio. Levou chagão de Maradona na copa de 1990. Quatro anos depois, ganha como capitão um título soporífero numa copa em que Maradona mijou e perdeu (com dúvidas fortíssimas sobre o resultado do exame). Ao levantar a taça, vociferou a raiva contida dos críticos: mas não mostrou a eles que estavam equivocados. Venceu o futebol de resultados, feio e capenga, o mesmo de 1990. Anos depois, no Internacional, levou banho de cuia de Ronaldinho Gaúcho e não gostou. Hoje, como técnico, o futebol da seleção, com 3 volantes de contenção, embora tenham vencido a copa América, não convenceram. Embora tenham vencido o selecionado uruguaio, levaram olé. Então, nada a se surpreender que Dunga tenha escolhido alguém que jogou em sua posição, e que, embora muito mais técnico que ele, venha da escola futebolística em que a estratégia e o resultado sejam mais importantes que a beleza e o desfrutar.

Θ CHAMPIONS LEAGUE na expectativa do sorteio que definirá os confrontos das oitavas-de-final. O sorteio rola na sexta-feira, e você fica sabendo do resultado na próxima edição desta coluna.

Θ TAÇA LIBERTADORES. A principal competição do continente sudamericano, que já foi Copa Toyota Libertadores, agora é Copa Santander Libertadores. Quem sabe o rei Juan Carlos não venha dar o pontapé inicial… Mas em meio aos patrocínios, evidência da má gestão do torneio, que poderia muito bem se vender sozinho, aconteceu hoje o sorteio dos grupos que irão se degladiar em 2008 pelo título continental e pelo direito de viajar a Tóquio para encarar o torneio FIFA O torneio em sua fase pré-classificatória começa no dia 30 de janeiro, os grupos começam a se definir em 13 de fevereiro, e a grande final será no dia 02 de julho. Os grupos:

GRUPO 1

San Lorenzo (ARG)

Real Potosí (BOL)

Caracas FC (VEN)

Vencedor do confronto entre Cruzeiro (BRA) e Cerro Porteño (PAR).

 

GRUPO 2

Estudiantes de La Plata (ARG)

Danubio (URU)

Deportivo Cuenca (EQU)

Vencedor do confronto entre Lanus (ARG) e Olmedo (EQU).

 

GRUPO 3

Boca Juniors (ARG)

Colo Colo (CHI)

Unión Atl. Maracaibo (VEN)

Vencedor do confronto entre mexicanos e bolivianos (3ª vaga).

 

GRUPO 4

Flamengo (BRA)

Nacional (URU)

Coronel Bolognesi (PER)

Vencedor do confronto entre Wanderers (URU) e Cienciano (PER).

 

GRUPO 5

River Plate (ARG)

2º representante do Chile (ainda a ser definido).

Universidad San Martín (PER)

2º representante do México.

 

GRUPO 6

Santos (BRA)

San José (BOL)

2º representante da Colômbia

Chivas Guadalajara (MEX)

 

GRUPO 7

São Paulo (BRA)

Sportivo Luqueño (PAR)

Atlético Nacional (COL)

Vencedor do confronto entre 3ª vaga (COL) e Audax Italiano (CHI).

 

GRUPO 8

Fluminense (BRA)

Libertad (PAR)

LDU Quito (EQU)

Vencedor do confronto entre Arsenal (ARG) e Mineros de Guayana (VEN).

OLHOS ATENTOS! RASTEIRA DA CMM NOS ESTUDANTES DE MANAUS!

Atenção, atenção, estudantes da Manô! Neste exato momento, na Câmara Municipal de Manaus, vereadores próximos aos empresários do transporte coletivo tentam forçar a barra para tramitar um projeto de lei alterando a meia-passagem. Chamado de Passe Livre, o projeto – trazido debaixo do braço pelo vereador Massami Miki, com a lacônica conivência das lideranças do prefeito e da maioria dos vereadores – tem por objetivo extinguir a meia passagem e instituir um passe livre a partir de indicadores econômicos e de distância, sem um estudo científico que leve em conta a realidade da cidade. O projeto, segundo o vereador José Ricardo, é claramente favorável aos empresários, e danoso aos estudantes. Ele, Waldemir José e Lúcia Antony, além de representantes de várias entidades estudantis estão neste momento na CMM forçando a barra contra esta tentativa, no lusco-fusco da madrugada, de subtrair um direito adquirido pela categoria nas suas manifestações políticas! Olho neles e cuidado com a rasteira!

E amanhã você confere aqui no Bloguinho o texto completo sobre o tema.

PROJETO POSEIDON, METEORO, KAFKA E COMUNALIDADE

Quando leitores do bloguinho viram a publicação anterior do Projeto Poseidon, expressaram-se dizendo parecer que caíra um meteoro na que nunca foi rua Rio Jaú. Havia crateras, havia um lago no meio da ex-rua, que estava servindo de viveiro senão aos ovos do Aedes aegypti, o popular mosquito da dengue. Os bueiros ficaram abertos aos céus e às crianças, pois uma delas caiu e teve de ser socorrida por moradores. E ainda terá quem diga que é negligência dos pais? Que dirão da Prefeitura?

 

Um desses bueiros, que acumulava mau-cheiro, sujeira e muitos insetos, justamente em frente de uma Panificadora, foi aterrado pelos comunitários (foto acima). É a comunalidade das pessoas, que vêem cada vez mais a necessidade de aproximar-se para compor uma potência democrática, enquanto o poder público, por aqueles que o estão representando, é cada vez mais negligente e omisso, antidemocrático.

 

Dizem os moradores que agora já estão até a passar carros e motos por aí. No outro esgoto que ficou aberto, no entanto, uma cratera está se esgarçando rapidamente a cada chuva. Mas os moradores não vão esperar pela operação tapa-buracos da Prefeitura de Manaus e também já estão fazendo uma cooperação entre si para tapar a cratera.

Talvez sabendo disso, ainda há pouco, pela manhã, uma caçamba da Prefeitura veio trazendo uma carrada de lixo para jogar nesta cratera. Os moradores não deixaram a caçamba descarregar. E ele continua assim:

 

Burocracia kafkiana

Uns moradores da ex-rua, só para confirmar o que todos já sabem — a desorganização do serviço burocrático da Prefeitura de Manaus —, ligaram para os números telefônicos que nunca proporcionam nenhuma informação inteligível. Primeiro ligaram para o Distrito de Obras Petrópolis-Coroado (tel. 3663-2110), ao qual sempre ligavam e, apesar de não disporem de nenhuma informação, responsabilizavam-se por se informarem e posteriormente informarem aos moradores sobre a situação da ex-rua, o que nunca cumpriram. Mas desta vez o atendente passou um outro número, da Gerência de Obras do São José (tel. 3248-1644), que explicou que esta Gerência nada tinha a ver com a localização do Novo Aleixo. Os moradores ligaram novamente ao Distrito Petrópolis-Coroado, o atendente desculpou-se “porque estão havendo algumas mudanças” e passou outro número (3644-2102), para falarmos com o Eng° Leandro, mas a ligação foi bater no Serviço de Drenagem, onde explicaram que não tinham nada a ver com este serviço de informação, mas informaram que o Distrito de Obras Petrópolis-Coroado foi novamente desmembrado e o Distrito do Coroado, onde poderíamos falar com o Engº Leandro, ainda não tinha telefone. Assim, confirmou-se aquilo que está presente na burocracia dos romances e contos de Franz Kafka, que a burocracia do Estado nada informa, nada explica, nulidade de inteligência, incapacidade de qualquer entendimento político; seu papel é justamente o de fazer com que o estado de coisas perdure sem nada alterar na ordem do poder constituído. Mas tal qual os personagens de Kafka, que nunca recapitulam, os moradores da ex-rua Rio Jaú continuam e vão tecendo relações de comunalidade por fora da força tirânica deste poder, principalmente agora que o meteoro já caiu e Poseidon vem chegando pelo mar. Contra a Natureza este poder nada pode fazer, nem mau…

DUAS NOTAS, UMA CERTA E UMA DISSONANTE

Notas Musicais

PRIMEIRA NOTA – DÓ: Arthur ‘Nosso Orgulho’ Neto bem que tentou esconder os resultados previsíveis e prejudiciais a ele, PSDB e DEMos, após a derrota da CPMF. Sem o imposto, o governo Lula terá um pouco mais de dificuldade – embora não fique refém, como pretendia a direitaça – e, principalmente os governadores não gostaram nem um pouco do corte automático no orçamento da saúde, orquestrado pelo ressentido FHC, sob a subserviente atuação de Arthur. O governador Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga aproveitou a deixa e divulgou à imprensa que o governo estadual, com a medida, perderá 1 bilhão de reais em três anos. Arthur, sentindo-se ameaçado em ter diminuída a sua já pífia popularidade no Estado, foi à CMM para se defender. Lá, entre arroubos de tietagem ivete-sangalística de alguns vereadores, levou uma aula de economia do vereador José Ricardo, que desmontou o falso argumento de que a derrota da CPMF foi uma vitória da população pobre. E para surpresa do senador, até o vereador Jorge Maia, a quem pensava, só receberia elogios, subiu ao palanque, e depois de um início vaselinado, também criticou – sem a mesma cientificidade comunitária de Ricardo – a posição de ‘Nosso Orgulho’, chamando inclusive a oposição de “burra” (sic). Arthur, na sua eterna dívida emocional e financeira para com FHC, a quem vê como mestre, enterra ainda mais a sua possibilidade de continuar na profissão que herdou do avô: a versão burguesa da política. Talvez, em sua ida à Câmara, tenha ilusões de lá aportar futuramente. Ilusões.

SEGUNDA NOTA – SOL: Enquanto a direitaça na América latina ainda comemora a derrota de Hugo Chávez no referendo, imputando-lhe a pecha de ditador perene, em Cuba, Fidel Castro, mais democrata do que nunca, enuncia ternamente ao povo cubano – que já o sabia – que a revolução não se resume a uma pessoa, mas a uma subjetividade afetiva-afetante que carrega um povo. “Meu dever elementar não é agarrar-me a cargos, e muito menos obstruir o caminho de pessoas mais jovens, e sim aportar experiências e idéias cujo modesto valor procede da época excepcional que me coube viver. (…) Penso como (o arquiteto brasileiro Oscar) Niemeyer, que se deve ser conseqüente até o final“, afirmou em carta lida num programa da TV cubana. Para desespero dos que acreditam no engodo das democracias onde se alternam individualmente os corpos, mas a linha dura da opressão se mantém, Fidel é suave, e sabe que uma revolução não pretende criar uma utopia, mas como afirma o filósofo Deleuze, nasce de uma.

O MEDIUM TELEVISIVO E A OPINIÃO PÚBLICA

A EMPATIA TELEVISIVA

Dos Conceitos

& Empatia. Identificação com as ações, comportamento e atitudes de outro. Capacidade de agir identificando-se de acordo com situações e circunstâncias vivenciadas por outro. Anulação da existência concebida pelas experiências únicas que faz com que a pessoa possa efetivar suas escolhas a partir de si próprio. Dependência de escolhas alheias a sua existência. Reflexo de modelos pré-concebidos. No médium televisivo, a empatia surge como o resultado do esvaziamento da razão social da comunicação/informação. A comunicação/informação, no médium televisivo, não efetiva a troca entre o emissor e o receptor dentro das relações sociais; ao contrário, realiza a hegemonia do emissor sobre o receptor. Isto devido a sua dependência à economia de mercado, uma vez que deve obedecer aos índices de audiência para alcançar o ibope desejado e assim manter os contratos com as empresas privadas. A empatia na tevê estabelece a identidade necessária entre a programação e o tele-espectador, fazendo com que este possa se familiarizar com as imagens, os sons, as grafias e os assuntos transmitidos.

De Alguns Casos de Empatias Televisivas

A Telenovela

Sua organização se baseia na familiaridade, no estado de coisas. O tempo da novela é lento, para que haja a ilusão da identificação com o tempo real-cronológico que as coisas seguem. O espaço dos cenários é reprodução do real concreto. A preocupação está em fazer com que o tele-espectador possa se comparar com o que vê. Seus conteúdos são imitações das situações cotidianas ilustradas moralmente sem uma análise critica. Reproduzem as informações redundantes dos telejornais. Os atores televisivos são escolhidos segundo seus rostos, gestos e comportamento frente às câmeras na intenção de realizar a empatia no público. É desta forma que os binômios rico-pobre, amor-traição, patroa-empregada, verdade-mentira, bem-mal, justiça-injustiça, homem-mulher, entre outros, são os alicerces de qualquer telenovela. Daí se pode inferir o quanto é falso as chamadas televisivas que a Globo faz querendo dá ao público a impressão de que uma das suas telenovelas terminou: “cenas da nova novela” ou “a nova novela do horário tal será”: mera ilusão, como pode haver o novo em algo que segue sempre o mesmo estereótipo?

O Telejornal

Sendo ele redundante, rasteiro, explorador e padronizador das emoções, realiza a empatia no público, principalmente por meio de seus apresentadores/modelos. A linguagem deve ser coloquial, os comentários devem agradar ao público que mais dá audiência, ele deve apresentar uma seriedade fora do comum nas notícias que transbordam violência e uma modesta felicidade nas que dão esperança. O telejornal, ao fazer da informação um instrumento de distorção da realidade, causa a empatia no público ao vincular notícias que não são esclarecidas, pois permanecem na redundância da palavra de ordem e provocam no público emoções padronizadas. O telejornal, para alcançar a identidade com o público produz factóides, monstruosidades, aumenta a dor, denegre, manipula imagens a fim de fazer com que o público se choque ou se mantenha passivo frente às amenidades transmitidas.

Os programas de Auditório

Estes exploram, sem escrúpulo algum, as mazelas e os preconceitos sociais. Procuram conservar a empatia do público padronizando as emoções de um extremo a outro. Tanto mostram a miséria como um show, realizando, junto a empresas privadas, caridades ao vivo, passando pela exposição da vida de artistas televisivos, mostrando estes como pessoas queridas de parentes e amigos, sem problemas, e com emoções, posto que choram, riem e lembram de situações passadas de quando “não eram famosos”, como colocam ao público o ridículo tanto de artistas como de outras pessoas. Para tanto, distribuem seus conteúdos de forma que as emoções possam ser guiadas do desespero à esperança tal qual os telejornais fazem.

Os Programas de Humor

Exploram o preconceito e as redundâncias das palavras de ordem que são veiculadas por filmes (que não apresentam o movimento das imagens como poiésis), telejornais, programas de auditório, telenovelas, entre outros, da tevê. São homofóbicos e se apóiam na estrutura cristã (sem Cristo) patriarcal da sociedade capitalista para obter a empatia do público. Não produzem humor a partir da inteligência, mas de uma ignorância que é reproduzida por todo o médium televisivo. Em sua maioria, os programas de humor na tevê permanecem como os grandes imitadores das imitações que a televisão realiza. Por esta razão, as imitações deles não produzem o riso como criação de novos modos de existência, mas como reproduções da informação enquanto falsidade da efetividade da realidade.

Estas são apenas algumas das formas que o médium televisivo impõe a empatia no público. Se você perceber outras, mande para o bloguinho intempestivo, que a publicaremos.

Esta coluna acredita na possibilidade da expansão da consciência pelas experiências autênticas que fazem soltar novas percepções, a criação de novos olhares sobre o mundo. Na alegria-estética de perceber o medium televisivo como uma violência à inteligência coletiva, contamos com a sua contribuição.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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