Arquivo para 31 de dezembro de 2007

BARQUINHOS PRA IEMANJÁ DE DONA DORA E PAI GEOVANO…

Eu sou filho de Iabá

Iabá é minha mãe

Oh! Rainha do tesouro

Doce Iabá do fundo mar

Flores, jóias, perfumes, espelhos, bebidas, velas e pedidos para a Rainha do Mar em agradecimentos pelas conquistas deste ano e pelos desejos para que no próximo ano ela continue nos deitando as suas bênçãos. Foi assim que Dona Dora foi até a Ponta Negra arriar as barcas para Iemanjá…

Esse barquinho é pra ela, é pra Iemanjá, são as coisas, as jóias dela, as velas. Colocamos na correnteza e ela vai embora e aí vai sumindo, ela não alaga. Ela vai embora com tudo dentro, as jóias, vai os pedidos. A gente faz os pedidos e bota dentro da barca e esses pedidos que vai dentro da barca acontecem. Aconteceu comigo, aconteceu com meus clientes. Todo ano eu venho colocar, mas já estava com dois anos que eu não colocava. Todo pedido vai dentro daquela barca, os pedidos de todo o pessoal do terreiro, vai tudo ali dentro, e vai dos clientes. Esse ano vai ter coisas boas. Esse ano nós vamos ter êxito na vida porque eu botei a obrigação de Iemanjá. Todo ano quando eu botava a minha vida vivia bem. Esse ano teve muito problema e eu arriei esse ano, e no ano que vem a gente vai ter muito êxito na vida. Eu já tava com dois anos que eu não arriava a obrigação, porque o meu Pai de Santo disse que eu não podia arriar a obrigação pra Iemanjá porque lá onde eu tava eu arriava. E aqui em Manaus eu tinha um Pai de Santo, que era o Delmar, ele disse: “Aleijado não pode arriar obrigação pra Iemanjá”. Como que não pode, se eu arriava e dava certo? Aí esse ano eu arriei, o Pai mandou eu colocar e eu vim arriar a obrigação. Esse ano vai melhorar a vida de todo o mundo que vai os pedidos dentro da barca.

Pai Geovano, que acompanhou Dona Dora na preparação e realização do cumprimento dessa obrigação, também falou a este bloguinho sobre este ritual…

Isso é uma obrigação que a gente faz pra Iemanjá agradecendo o que nós adquirimos no ano que está se passando e pedindo pra que ela traga prosperidade, porque assim como ela vai seguindo, as nossas vidas sigam também, nossos caminhos sejam abertos, nossos amores que perdemos no passado e que queremos muito, que no futuro volte e tudo mais. Esse espelho, essas bijuterias que a gente oferece pra Iemanjá pra que ela se lembre da gente o ano todo. É esse o ritual da barquinha solta no mar, representando a nossa liberdade em adquirir coisas e um agradecimento que o mais profundo de todos.

ENQUANTO SERAFIM SEGREGA, O POSEIDON SEGUE…

O prefeito Serafim, às vésperas do ano que inicia, afirma em entrevista televisiva que os buracos que ainda existem nas ruas de Manaus, após grande operação da SEMOSBH, se existirem, são “residuais”.

Poseidon I

O resíduo, na semiótica capitalística, é o resto, aquilo que resulta de uma operação, tenha sido algo não esperado ou que “sobrou”, não reagiu, não “aconteceu”. Para Serafim, portanto – e não adianta dizer que não teve a intenção: a palavra escapa ao falante e transborda sentido – os bairros do Novo Aleixo, Monte Sião, Cidade de Deus, Nova Cidade e outros, onde o projeto Poseidon continua vivo e pulsante, são resíduos da Manaus que ele acredita administrar. Ou seja: não fazem parte dela.

Poseidon II

Mais que um desrespeito à cidade (maior exemplo de uma não-cidade é um administrador que não consegue, perceptivamente, compreendê-la), é uma demonstração de que o prefeito e sua equipe não dispõem dos elementos epistemológicos e afetivos necessários à criação de linhas intensivas produtoras de uma cidade-comunalidade.

RESÍDUO-DEVIR

Para a filosofia, no entanto, o resíduo quer dizer outra coisa. Para os filósofos Deleuze e Guattari, o resíduo é justamente o elemento que carrega o intempestivo, o inesperado. Quando se descobriu o processo de refino do açúcar, foi por acaso: era o resíduo de outra experiência. O mesmo se deu com a penicilina e com os raios-x. O resíduo na filosofia é o resultante de um processual, uma experiência: resultado de um encontro de corpos onde as noções comuns proporcionam o surgimento de um outro corpo, para além das expectativas. 1+1 não é igual a 2. 1+1 = 1. É sempre um outro surgindo, carregando o novo. Comunitariamente, os “resíduos” de uma cidade produzem no corpo-cidade alterações nos modos de existir que estão para além do mero entendimento estatístico da ciência oficial dos governos. Daí a impossibilidade de serem capturados tal como são. Somente uma intensidade pode sentir outra intensidade. E esta prefeitura (assim como o governo do Estado e os poderes legislativos e judiciários do Amazonas) não tem intensidade alguma. São corpos com baixa potência de agir, esmagados pelo ressentimento e pela inação. E a população sente isso.

Poseidon III

Veja aqui as linhas do Projeto Poseidon que deixaram rastros neste Bloguinho:

Monte Sião na Trajetória do Projeto Poseidon

Projeto Poseidon e a Comunalidade Natalina

Projeto Poseidon, Meteoro, Kafka e Comunalidade

Projeto Poseidon e as Crianças no Movimento das Águas

E Poseidon Vai Chegando Intempestivo…

Que Venha a Prefeitura, Projeto Oceânico Poseidon…

DAS PROXIMIDADES ATIVAS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS

O final de um ano é tido como um momento de avaliação e futurações para o ano vindouro. Pelo (des)entendimento capitalista, a essa questão passa sempre pelas cifras/lucro armazenado e como armazenar mais e mais. Para as pessoas que mantém uma relação de afetividade, de vivência autêntica com os outros, é um momento de entrar numa conversação para ver em coletividade o-que-valeu-a-pena e fazer projetos reais de futuras realizações comunitárias. Durante o ano de 2007, realizamos neste bloguinho intempestivo alguns trabalhos a respeito das religiões Candomblé e Umbanda. Como as religiões afro-brasileiras são muito procuradas nestas épocas para fazerem suas previsões, devido aos seus conhecimentos e sensibilidade em perceber acontecimentos que se darão ou que podem ocorrer, estamos trazendo aqui as previsões de alguns Pai de Santo que nos abriram as portas dos barracões neste ano. Então, aproveitamos também para agradecer ao Pai Gilmar, Pai Francisco, Pai Geovano, Pai João Bosco, Pai Ribamar e todos os outros da imensa comunidade de todas as religiões afro, que, além de uma crença bonita, pujante, praticam, lutam por enaltecer, diminuir preconceitos de manifestações que estão na própria indiscernível origem de nossa cultura, enquanto criações intempestivas que preservam nossa essência de agir, de viver.

AS PRE-VISÕES DE PAI GILMAR, FÔMU DE IEMANJÁ

SOB A REGÊNCIA DE OGUM

O ano de 2008 vai ter como patrono Ogum, junto com Oyá, Iansã. Será um ano de muita guerra, muita batalha, muito problema e principalmente muita confusão. As pessoas que gostam e que acreditam na força do mundo espiritual, seja ela os orixás e os cabocos, que se peguem muito com Ogum, o senhor da estrada, o senhor da guerra, o patrono da confusão, não de fazer confusão, mas sim de resolver. As pessoas que querem resolver problemas amorosos, financeiros, de doença, que se peguem com Ogum, São Jorge na Igreja Católica, peça a ele pra ajudar, porque vai ser um ano de muito fervor, um ano muito quente, mas vai ser um ano muito bom.

DAS CONFUSÕES NA POLÍTICA

Na política vai ser um ano de muita briga, até mais do que a gente tá acostumado a ver. Nessa política que vem aí no ano de 2008, vai ser um ano de muita confusão, muito disse me disse, muita coisa podre, muita coisa suja vai ser colocada tudo pra fora.

Pro Brasil, vai ser melhor de um modo geral. Se as pessoas prestarem mais atenção, além do que já prestam, vai ser um ano muito bom, muito positivo.

Um político muito influente vai falecer esse ano, eu não sei o nome dele, mas é um político muito influente. Porque tem muitos políticos influentes, o Arthur, o Jefferson Péres, o Amazonino, o Gilberto Mestrinho. Um deles, eu não sei qual é, mas nós vamos ter uma perda muito grande esse ano de 2008, provavelmente na metade do ano, do primeiro pro segundo semestre.

DA POLÍTICA COMO JOGO DE AZAR

Tem alguns políticos que já me ligaram, o Gilmar Nascimento, que é meu amigo pessoal. Mas eu não gosto, acho política igual jogo, jogo de azar. Acho uma coisa muito improvável, primeiro porque se eu jogar hoje, pra hoje é uma coisa, porque mesmo que eu vá prever o que vai acontecer daqui a dois dias, mas daqui a uma semana pode ter mudado porque o presságio, o tempo de hoje está abafado, com o sol quente, porque o sol tá lá em cima e ele não some, tá abafado por causa das nuvens e com pancadas de chuva, mas daqui a meia hora o sol pode tá abrindo. O próprio presságio do momento vai falar uma coisa, daqui a uma semana vai mudar completamente. Tem previsões certíssimas, mas eu, em particular, não faço. Eu gosto, eu gostei de você, me dei bem com você, aceitei suas propostas pra mim. Lógico que a proposta é feita pra coletividade, mas pra minha cabeça o que você está propondo a ser vereador e se eu acho que vai fazer, então eu vou e voto em você. Tem gente que vota até pela beleza. A mulherada votou no Collor porque achava ele bonito e olha a merda que fez.

DA INCONSTÂNCIA DOS POLÍTICOS

Na eleição passada, ele [Gilmar Nascimento] veio foi na frente da minha casa, gravei entrevista com ele e tudo. Ele disse que vinha e que ia ajeitar a nossa rua, porque realmente é uma coisa pequena. Aqui atrás não, aqui atrás é grande, que tem aquele mural de pedra que chamam de rip-rap. Mas aqui não, aqui é só canalizar. Lá na frente mais é canalizado, e porque aqui nada? A gente pediu dele. No outro dia ele estaria aqui, cadê? Vai fazer quatro anos e até hoje. E muito pelo contrário, foi um dos políticos que virou as costas pro projeto do Parque dos Orixás, e nem quiseram ler. E vamos começar a briga de novo, porque a ministra Marina Silva também já está a nosso favor porque nós falamos com ela quando esteve aqui em Manaus, falamos que o projeto não foi pra votação, não foi lido, e ela disse que é inconstitucional. Qualquer cidadão, isso ela falou, pode até pegar papel higiênico e escrever o projeto e eles têm que ler no papel higiênico. O que vai fazer quando o presidente se manifestar e colocar em votação aí cada um se coloca como sim ou como contra. Mas não se recusar a ler. Ela disse que tem um monte de coisas aí. Primeiro porque é inconstitucional, tem que ler, e segundo, que tem a discriminação e aí vem um monte de coisas, e ela disse que era pra reformular de novo o projeto e etc, que ela seria uma das militantes.

DAS VÃS CRENÇAS DOS POLÍTICOS

Não foi eu que falei com ele, eu não gosto de mentir, mas eu falei com uma das secretárias dele particular, a Mariene, da Semasc. Ela veio aqui em casa várias vezes em reunião, com os santinhos do Marcelo Serafim, disseram a mesma coisa, que iam ajeitar a rua toda, até hoje desde o ano passado. No começo deste ano, tinha um buraco imenso aí na frente, aí agente pediu, pediu, e vieram ajeitar. Aí nessa descida pra cá, colocaram uma placa na rua com quase 700.000 quera o custo da obra pra ajeitar as ruas. As ruas. Ajeitaram só a rua principal, nem a outra e nem a descida. 700 mil reais eles gastaram pra ajeitar duas ruas. Até hoje. Eu falei com ele lá na câmara, disse “e aí?”, ele disse que já tava tudo certo e até hoje. Nunca veio na minha casa, e nem ligar…

O HOMEM INGRATO

Feliz Ano Novo! Adeus, Ano Velho!”. Antes era apenas uma enunciação tomada como ingênua, lembra? Hoje, porém, além de um chavão, é uma palavra de ordem. Um imperativo. Tu vais cair nessa, 2008? Não acredito que vais deixar barato essa perversa ilusão temporal. Ora, ora, anual! Embora o homem ingrato te tenha como um cronos, uma linearidade pontuada, tu és movente, indivisível, incapturável. No teu interstício escorre Aion. O fora, o além do exterior e o mais próximo, distante do interior. Queira ou não queira o homem ingrato, tu sempre escapas. Mas se não acreditas, intempestivo, olha só. Na passagem do 31 de dezembro de 2006, para o 1 janeiro de 2007, o homem ingrato, exultante, cantou este mesmo enunciado do “Feliz Ano Novo! Adeus, Ano Velho!”. Esperou este teu parente com ansiedade jamais vista. Quis vê-lo. Tê-lo. Tudo nada mais que o futuro paraíso prazeroso. Fez pedidos, promessas, duvidou, tudo como comprometimento 2007 à felicidade. Como se diz: o 2007 era o bicho da goiaba. A idéia do “agora vai”. Hoje, neste 31, é tua vez. Não te engana, 2008. Este homem é ingrato. Como diz a estorinha infantil: “Hoje ele te dá mel, amanhã te dará fel”. Ou como diz a toada do boi maranhense: “Carne seca na janela, se alguém olha pra ela (Catirina) pensa que lhe dá valor”. O homem ingrato não te tem valor, 2008. Saca esta. Uma vereadora, que se diz da esquerda, deseja para Manaus, em 2008, portanto em tI, o mesmo que 2007. Antecipadamente, ou a priori, como diriam os intelectuais, te culpa por tudo que é Manaus hoje. Uma cidade cujos afetos não se constituem em comunalidade: aumento da potência de agir sócio-politicamente. Saca esta outra. O governador Eduardo Braga se coloca em outdoor, em matéria da revista Isto É, conhecida como marqueteira da propaganda paga, que é o político do Meio Ambiente de 2007. O que inferes disto? Isto mesmo. Ele projeta o teu comprometimento. E o que é que tu tens a ver com esta autoglorificação? Nada. Mas vais ter que pagar. Outra sacada. Quantos neste momento estão culpando o 2007 como responsável por suas incompetências administrativas e já depositando em ti a responsabilidade de um sucesso futuro. Recurso que Lula não adota. Eficiente, se alegra com as realizações políticas/sociais junto ao povo. De certa forma, esperando a passagem temporal, tua chegada, sem nenhuma alucinação paranóica. E os amantes do ocultismo, que procuram os pais de santo para te escarafunchar e saber o que guardas como surpresas futuras? E os invejosos, que esperam que tu vingues os fracassos deles? Fernando Henrique, Arthur Neto, Agripino Maia, Mão Santa, Heloisa Helena, Tasso Jereissati, Diogo Mainardi, Eliana Catanhêde, Ali Kamel, Heitor Cony, Clovis Rossi, Josias Souza, Jô Soares, Lúcia Hipólito, Miriam Leitão, Jabour, Bonner-Simpson…; todos rezando para que faças Lula fracassar. Se for possível, nas eleições que carregas.

Então, embora nós saibamos que não podes saber nada do passado, tu vais ter que tomar posição: ou acreditas no que estamos mostrando ou espera o teu 31 de dezembro para saber a verdade. Pois foi assim com os outros anos. O homem ingrato compulsivamente troca um ano por outro sem qualquer consideração. Parafraseando o teatrólogo alemão Brecht: “Troca de ano como se troca de sapato”. Portanto, 2008, sejas mais Aion que Cronos. Mais devir que ressentimento e má consciência supersticiosa.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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