Arquivo para 2 de janeiro de 2008

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

Θ ZIDANE, UM RETRATO DO SÉCULO XXI, chega às locadoras nacionais. Resultado do trabalho da dupla Douglas Gordon (escocês) e Philippe Parreno (francês), a película cinematográfica, de aproximadamente 90 minutos, toma como motivo uma partida de futebol, a despedida de Zizou com a camisa do franquista Real Madrid, a 23 de Abril de 2005, contra o Villareal. A construção das imagens acontece tendo como objeto menos a partida do que Zidane. Não o ídolo televisionado, mas o jogador. Num exercício cinematográfico para além de Hollywood e do cinema pipoca-cola, os diretores, contando com 17 câmeras entre filmes de 35mm e digitais HD (High Definition), filmam os passos do craque franco-argelino, entremeados de frases colhidas em entrevistas publicadas em jornais e revistas. Não se surpreenda se a IEER (Imprensa Esportiva Epistemologicamente Reduzida) brazuca não falar sobre a obra. É que tanto a expressão (o cinema para além das imagens-clichê) quanto o conteúdo (Zidane, ojeriza dos torcedores da seleção-nike) são ofensivas aos programas esportivos, cadernos futebolísticos e iguais. Veja o cinema e mande sua resenha esportiva-cinematográfica para ser publicada neste ‘Chagão!’.

Θ AMISTOSO FUTEPOLÍTICO NA ESPANHA. O futebol, não apenas na Espanha, sempre foi e continua sendo um território “livre”, onde se pode contar com o anonimato da multidão de torcedores e expressar idéias e/ou preconceitos socialmente inadequados. No país ibérico, o CatalunhaAthletic Bilbao e o Barcelona sempre encamparam, assumidamente ou não, o ideário separatista de duas nações: respectivamente, o País Basco e a Catalunha. Nas eras da república do Generalíssimo Franco, quando o Real Madrid deixou de ser um time mediano para se tornar supercampeão com as benesses do ditador, oPas Basco estádio de Sán Mamés, do Bilbao, e o Cam Nou, do Barça, eram espaços onde o ideário nacionalista podia ser gritado a plenos pulmões sem perder unhas ou levar choque elétrico nos testículos. Pelas regras da FIFA, as nações não tem seleções oficiais. No entanto, existem jogadores que já demonstraram a vontade de servir ao seu selecionado. Puyol, defensor do Barcelona e da seleção espanhola, joga também na seleção catalã. O ex-jogador e atacante Hristo Stoitchikov, nascido na Bulgária, também afirma ser mais catalão que búlgaro. No último dia 20, uma manifestação que envolveu cerca de 40 mil pessoas culminou com um jogo amistoso entre as seleções do País Basco e a Catalunha, e um filme de animação feito para divulgação do evento, onde o time Basco joga amistoso com o Brasil, surgem representantes das federações francesa e espanhola, exigindo que os jogadores assumam o manto de seus países. Os representantes são colocados literalmente para correr. O vídeo causou polêmica na Espanha, que se sentiu ofendida e houve quem acusasse os bascos de xenofobia. No futebol, não é incomum e nem nova a prática de nacionalizar craques estrangeiros para defenderem as cores de sua seleção. A Itália fascista ganhou os títulos de 1934 e 38 com uma legião estrangeira que contava com inúmeros brasileiros. Zidane é argelino. A grande promessa da Alemanha, o atacante Podólski, é polonês. No futebusiness FIFA, a verdadeira pátria é o capital. Assim, nem bascos nem catalães cabem nessa classificação. São maiores.

ΘPENTAS” BRASILEIROS SE IGUALAM NA LESEIRA. O Flamengo é reincidente: já trouxe o – naquele tempo já idoso – Romário, quando fez o ataque dos pesadelos com Sávio e Edmundo. Agora, pretende trazer o veterano Ronaldo Nazário ao Brasil, provavelmente para encerrar a carreira. O São Paulo não resistiu aos encantos etílicos de Adriano, e terá os melindres do atacante para a copa Libertadores. Ambos já venceram títulos esse ano. Ronaldo e Adriano, respectivamente, foram campeão e vice da eleição do fiasco do ano no Calcio Italiano. È o mal do futebol nacional: só pode ver seus craques em campo ou ainda imaturos, ou já na decrepitude. E o Fluminense ainda quer contratar o Cañizares…

Θ CAMPEONATOS REGIONAIS EUROPEUS. Devagar, quase parando, somente a Inglaterra desrespeita os feriados católicos e mantém seus jogadores-operários ativos até quando o ano novo surge no horizonte.

ALEMANHA: A Bundesliga alemã entra em recesso no final do ano. Só teremos prosseguimento, com a 18ª rodada, no segundo dia do mês de fevereiro, em plena folia momesca.

INGLATERRA: Premier League inglesa a todo vapor, na 21ª rodada. O Arsenal não tomou consciência do West Ham e venceu por 2 a 0, mantendo o primeiro lugar. Os red devils foram a Birmingham e venceram pela vantagem mínima o time local. Chelsea, Manchester City e Liverpool se mantém na cola dos líderes.

ESCÓCIA: O país continua abalado pela morte do capitão do Motherwell, e adiou o maior clássico do país, o Old Firm. A rodada que estava marcada para hoje contou apenas com jogos entre times em posições intermediárias, e não alterou a classificação da parte superior da tabela

O QUE SERVEM CERTAS ESQUERDAS

O outdoor é um recurso capitalista/comercial de expor em via pública a imagem de uma determinada mercadoria para ser vista, apreciada e consumida. Em sua forma de sedução estratégica, vender um objeto sem crítica é mais perverso que a publicidade nos meios de comunicação jornal, rádio e televisão. Já que, ao contrário destes veículos, que necessitam da vontade do indivíduo para acionar o circuito comunicativo, ele se impõe como realidade no território de visibilidade que é iminentemente social. Local das práxis produtivas e trocas de relações dos homens. As ruas. Espaço da atualização dos desejos. Sem qualquer pejo invasivo, ele se instala nos olhares dos que transitam como imagem/caminhante. Fato que levou o escritor George Orwell afirmar, em sua obra “Moinhos de Vento”, ser a publicidade o fruto mais sujo do capitalismo. Leitura que o outro camarada do PCdoB, Eron Bezerra, não fez. Por isso se mostra nas ruas de Manaus em formulações discursivas mitificadas e mistificadas pelos enunciados capitalísticos: mesa farta – fome<>comida. O filósofo Marcuse chamaria de signo ilusionista da opulência capitalista. A mesma enunciação coletiva que outros politicofastros já usaram, como o ex-outro comunista Amazonino, com seu Terceiro Ciclo. Exposição que o coloca no mesmo grau perceptivo/cognitivo dos que publicamente falharam democraticamente. Ainda mais quando se entende que os termos usados como atrativos “humanísticos”, no outdoor, na chamada quadra natalina, se mostram exacerbadamente reificados. Longínquo da realidade produtiva do homem como autor de sua vida social através de seu trabalho, como afirmou Marx. Publicidade que também vivifica o culto da personalidade tão bem usado por Stalin, e tão bem condenado por Marx.

Além de quê, no plano dos movimentos políticos relativos ao chamado poder, o camarada, secretário do governador direitista Eduardo Braga, não entende, como disse o filósofo Deleuze, que o papel histórico da esquerda ao chegar ao poder é tornar visível o que a direita sempre procurou ocultar do povo. E para isso é preciso falar em outra linguagem, fora da que se manifesta no sistema discursivo da direita. O que não faz o camarada. Sua prática discursiva é o mesmo conjunto de enunciados composto de regras anônimas, históricas, determinadas no tempo e espaço como condições de exercício da função enunciativa capitalista, como desdobrou o filósofo Michel Foucault. Por tal, o camarada Eron fez uso da semiótica do homem alienado, pessimista-reativo, em detrimento da vida no Homem/Cristo.

…E A VIOLA DE PAULINHO NÃO FOI ASSALTADA PELA COMOÇÃO MIDIÁTICA

Quando uma pessoa, dita celebridade, pela exposição midiática, sofre algum ato considerado pela mentalidade classe média como sendo de violência, a mídia, e sua interface “opinião pública” forjada pelo medo e total ausência de atividade racional, rapidamente explora/multiplica esse medo, levando aos espectadores classe média enviscados pela empatia imbecilizante o ensejo da covarde fuga das grandes cidades e a culpabilização de uma parte da sociedade, principalmente os pobres das favelas, produzidas em séculos de exploração e violação do estado de direito. Quando é um Luciano Huck, a debulhar seu ressentimento por ter tido roubado seu rolex de ouro, quando o próprio (dito filósofo) Renato Janine, comovido com a morte do garoto João Hélio, chega a defender a pena de morte, aí fica fácil para a mídia seqüelada exigir medidas precipitadas, como a redução da maioridade penal ou a pena capital. Com Paulinho da Viola é diferente. Percebe-se o distanciamento brechtiano que o sambista operou, muito diferente do (des)entendimento da subjetividade classe média como foi recentemente analisada na música Classe Média, de Max Gonzaga, que a compôs para a revista Carta Capital , ao falar do assalto que ele e sua esposa, Lila Rabello, sofreram no domingo: “O que me espanta é que eu não tive nada. Dormi muito bem na noite seguinte”. Muito diferente da atitude da atriz globólica Helena Rinaldi, que, ao ter no mesmo dia seu carro alvejado por tiros, apela até para um estatuto de cidadania com foros de privilégio: “É um absurdo que paguemos impostos altos e não tenhamos segurança suficiente para impedir esta violência que está em todo lugar e já está sendo banalizada pela sociedade. Se eu não tivesse um carro blindado, privilégio de poucos no País por causa do alto custo desta vantagem, eu poderia nem estar aqui agora”.

O sambista é conhecido, além do seu talento musical, com seu timbre e voz suavedoces, pelo comportamento “tranqüilo”. Nem sempre tranqüilidade significa serenidade; na maioria dos casos, quando ela ocorre por uma situação estável no status quo capitalístico, é apenas aparência decorrente da ilusão de segurança a partir dos objetos que se detém e de um controle emocional forçado pelos narcóticos (não a cocaína, o êxtase, mas a alta roda, as festas narcísicas, etc), que o rodeiam e o dominam quando usados para dissipação da realidade. Nestes casos, rapidamente a tranqüilidade dos controlados se amostra em ressentimento e a reprodução exaustiva da violência, prato cheio e recheado de estardalhaços biliosos para a mídia sensacionalista. Ao contrário disso, desta vez a mídia carniceira não deu sorte, Paulinho da Viola não é tranqüilo, carrega também a serenidade de não se deixar envolver pela emotividade momentânea e não aumentar o bolo na garganta dos homicidas potenciais e nem a sanha de modificação das leis pelas bancadas da direitaça macrofascista.

Por esta tomada de posição, percebe-se que a linha que se flexibiliza e faz ruptura com a mediocridade bairrista, a mesma que o levou a compor uma música como Sinal Fechado, de 1969, que o fazia ver naquele momento que existiam outras ditaduras, além da militar, para resistir: a ditadura da pressa, da comodidade, da dificuldade de comunicação nos personagens da classe média que se encontram em um sinal de trânsito, por isso ele continua fraterno e sem deixar seu samba/vida corromper. Portanto, de Paulinho da Viola nunca se diga que é um homem tranqüilo, passivo, mas um homem/artista sereno que resiste na sua música, na sua posição existencial.

Sinal Fechado

Olá, como vai
Eu vou indo e você, tudo bem?
Tudo bem, eu vou indo, correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranqüilo, quem sabe?
Quanto tempo…

Pois é, quanto tempo…
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios…
Qual, não tem de que
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo, talvez
Nos vejamos, quem sabe?

Quanto tempo…
Pois é, quanto tempo…
Tanto coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso
Beber alguma coisa rapidamente
Pra semana…

O sinal…
Eu procuro você…
Vai abrir!!! Vai abrir!!!

Eu prometo, não esqueço, não esqueço
Por favor, não esqueça

Adeus… Adeus…

(Para ouvir, clique aqui)

UM OLHO NO VOTO E OUTRO NA URNA!

E atenção leitor intempestivo. A partir de hoje, fica proibido por lei que prefeitura, governo do Estado ou qualquer representação do poder público façam doação de material de qualquer espécie, a não ser em caso de calamidade pública ou de programas pré-existentes e devidamente regulamentados. Qualquer tentativa de comprar o seu voto, informe ao TRE e a este Bloguinho Intempestivo.

Corregedoria TRE-AM: (92) 3663-5256.

O REVELADOR NATAL DO INSTITUTO DE MEDICINA TROPICAL

O Natal do IMT (Instituto de Medicina Tropical) de Manaus trouxe algumas situações que nos auxiliam a entender o conceito de medicina e gestão com que trabalham seus diretores.

1) Até as vésperas do feriado natalino, não havia nenhuma indicação de que haveria festa de confraternização entre servidores e funcionários do IMT. A direção não se pronunciava sobre o assunto. Foi quando alguns funcionários resolveram comentar entre si, sem a ilusão do segredo, mas propondo uma discussão do assunto, e colocaram a ausência da diretoria em proporcionar este evento que é comum em qualquer ambiente de trabalho. Houve quem dissesse tratar-se de contenção de gastos. Pois bem, foi o suficiente para que a direção “se tocasse” e fizesse a referida festa, inclusive adotando o discurso de que a mesma estava programada, e fazendo questão de mostrar ao grupo que trouxe à baila a discussão sobre a festa o luxo e o esplendor (vazios) da iniciativa.

2) Na mesma festa, foi providenciado um coral para cantar músicas natalinas na ala da AIDS. Um festival de lágrimas invadiu o recinto, muitos doentes não suportando a tristeza do evento. Houve diretor que também chorou, emocionado com tanta “sensibilidade e espírito natalino”. Um sucesso! Bem, se o objetivo era trazer à tona os elementos sociais de culpabilização e estigmatização do doente de AIDS, então foi realmente um sucesso. O que a medicina de mercado sabe sobre as doenças, notadamente a AIDS, é o que se resume ao discurso científico. O médico domina a semiologia da doença, suas manifestações, profilaxia e terapêutica. Mas o entendimento deles dificilmente sai da esfera do científico-médico. A AIDS (como todas as outras doenças) abarca também um discurso cultural. Há a estigmatização e o portador do vírus frequentemente carrega um sentimento de culpa criado pela sociedade de consumo, que se refere ao fracasso de ter adoecido, numa sociedade que não suporta outros caminhos que não os que dita. Culpabilidade, interdição, fracasso, são signos que se adesivam ao doente, e que fazem parte da semiologia cultural da AIDS. Infelizmente, este aspecto não é levado em conta no IMT. As músicas de ritmo dolente e melodias graves – que carregam elementos depressivos – aliadas às letras igualmente tristes servem mais a uma intensificação dos sintomas culturais da AIDS do que a uma terapêutica. Ilustração da limitação de entendimento os médicos e equipe que tratam desta questão.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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