Arquivo para 8 de janeiro de 2008

BRITNEY SPEARS SE DEBATE NA BUSINESS LOUCURA

No cinema O que terá acontecido a Baby Jane? (1962), de Robert Aldrich, Jane Hudson (Bette Davis), que fizera sucesso como atriz em programas televisivos aos três anos, passa todo o restante da existência frustrada pela indiferença que sofre quando adulta. O show bisness aproveitou apenas a Baby, mas não a Jane. No caso de Britney Spears, que também começou com os três anos, ao contrário, o show bisness esqueceu os três anos, quando ela fazia sucesso apenas em Kentwood, pequena cidade da Loisiana, e se apoderou do restante de sua existência. Mas, como Karl Marx sabia, não há contradição no capitalismo, é a mesma linha de cristalização do corpo em mercadoria.

Os sucessos e os escândalos que se sucedem sobre Britney Spears há anos tomam conta da mídia mundial. Parece que sem querer ela expõe a banalidade do bisness. Começou quando aos oito anos fez teste para participar do Mickey Mouse Club, mas foi rejeitada por ser jovem demais. Mas o surto só teve mesmo início quando aos quinze anos foi à Nova York para gravar Baby One More Time, que logo na primeira semana entrou na lista dos mais vendidos na indústria musical norte-americana, atingindo venda de 125 mil cópias. Mas as respeitáveis mães queriam que ela, tal qual uma Sandy brasileira, em plena adolescência, atrofiasse sua sexualidade em infantilismo, enquanto outros queriam explorá-la, e por isso quando aos dezessete anos apareceu na capa da revista Rolling Stones trajando apenas um pequeníssimo short e um soutien causou furor em umas e luxúria em outros. Intensificaram-se então as especulações sobre o seu namoro com Justin Timberlake; então, tal qual Kaká, ela declarou ser virgem e que assim permaneceria até o casamento. Mas quando em 2000 ela lançou o seu segundo álbum, Oops!… I Did It Again, estreando novamente em 1° lugar e batendo o record de álbum feminino, seu figurino e sua coreografia estavam mais sensuais, enquanto ela ia sendo acusada de usar palyback. Quem sabe até não usou deste artifício quando veio ao Brasil para o Rock in Rio de 2001, onde foi vaiada por expor a bandeira norte-americana num telão? E ainda no final de 2001, quando ela lançou seu álbum Britney, sendo a primeira cantora a estrear três álbuns em primeiro lugar, foi quando a loira mostrou que não era mesmo a garotinha da mamãe; logo no primeiro single, “I’m a Slave 4 U”, a moralista Associação da Família Americana abandonou-a de vez, o que quer dizer passou a persegui-la mais implacavelmente ainda. Mas logo em 2002, com “In The Zone”, ela quebra todos os seus recordes, inclusive na erotização definitiva das performances, arrastando até o Grammy de melhor dance, com “Toxic”… Em 2003, Britney disse numa entrevista que (diferente de Kaká) mentira, que perdera a virgindade há dois anos. (E por acaso alguém perde a virgindade?) Para os machistas/moralistas foram dois anos de fetiche virginal ludibriados. Pra completar, na comemoração dos 20 anos de carreira de Madona, na performance de “Like a Virgin”, as duas tascaram-se o famoso beijo, reproduzido em toda a mídia mundial. Em 2004 foi eleita a mulher mais sexy do mundo e casou-se com um amigo de infância por apenas 55 horas, saindo no Guiness como o casamento de duração mais rápida já oficializado. Segundo o casal, fora apenas uma brincadeira. Mas Spears acabou se casando “dos vera” ainda no mesmo ano com o dançarino Kevin Federline. A loura falou que havia “beijado um monte de sapos” antes de encontrar seu príncipe encantado, afirmando, no auge da festa: “sinto que serei feliz para sempre”. Mas a festa acabou e veio a lombra. Em dois anos de casamento, tiveram dois filhos, Sean e Jayden, o que surpreendeu fãs e empresários, que não a queriam para a maternidade. Sem as divagações pasicanalíticas do instinto materno, diríamos que poderia ser uma resistência afetiva à objetificação artificial pela indústria cultural anuladora do corpo, que não perdoou a afronta da “felicidade” matrimonial. Os paparazzi intensificaram a perseguição. O príncipe não se desencantou em sapo. Daí vieram todos os escândalos recentes: Britney foi flagrada dirigindo com o filho no colo; Britney deu cotoco; Britney sem maquiagem; Britney escorregou com o filho, tendo na mão um copo, estava bêbada; Britney três vezes sem calcinha; Britney desmaia na boite; Britney vomita no namorado; Britney com Paris Hilton na balada; Britney raspou a cabeça, fez mais duas tatuagens e colocou um piercing; Britney ataca carro de paparazzi; Britney tomou droga até para cavalo de corrida; Britney vai para a clínica de rebilitação…

Não importa se ela e os que estavam com ela têm outra versão. Assim como Jean-Luc Godard falou de Bigitte Bardot, com quem trabalhou em O Desprezo, que ela não podia olhar para baixo num lance de escadas, pois no outro dia estaria estampado nos jornais como “depressão”, não importa mais que todos os testes químicos digam que era água no copo, a verdade da velocidade da informação já asseverou que era álcool e não tem mais como ser desmentida. Como diz o filósofo Paul Virilio, essa é mais a era da velocidade do que da imagem. Se na era da imagem, era a velocidade de um ser que produzia uma imagem como contraponto, na era da velocidade, é esta que carrega a imagem, independente do ser, que não tem mais qualquer importância real. Se a imagem está desgastada, põe-se outra imagem pra se movimentar no lugar desta. A indústria cultural sabe que Britney Spears não existe e qualquer tentativa sua de existir, qualquer espasmo, choro, orgasmo, embriaguez, envelhecimento, riso… será submetido a analítica mercadológica: há lucro ou não há lucro? Mas ao mesmo tempo em que é um produto da indústria cultural, Britney força a linha da rebeldia, não quis ser a eterna criancinha, como tentaram fazer com Xuxa, e agora vão retirando-lhe os mimos. Não é à toa que seu último trabalho, de poucos meses atrás, “Gimme More“, brinca com tramutações dela em um personagem gordo e masculinizado.

Britney não se reabilitou. Em outubro do ano passado perdeu a guarda dos filhos para o ex-marido-príncipe Federline. Na quinta-feira passada, dia 03, ela queria os filhos um pouco mais, mas já era ora dos seguranças do príncipe levarem-nos. O desespero. Quer queira ou quer não, todo mundo assiste. Os dramas hollywoodianos não precisam mais ser realizados. O privado tornou-se público. Quando tudo é público, é por que nada mais o é, diria Paul Virilio. Se Britney quer ainda recuperar algo privado (talvez por isso aquele casamento por brincadeira), qualquer esforço maior que ela faça em direção a isso, trarão o espectro do Dr. Charcot, mestre de Freud, e seus entendimentos sobre as mulheres histéricas, para aplicá-lhe uma camisa-de-força. E que o espetáculo continue, ninguém está interessado em qualquer análise racional. Condena-se ou absolve-se pela moral comportamental dos “bons costumes” ou fica-se indiferente. Nenhum jornal, nenhum blog, que saibamos, vinha fazendo alguma análise sobre as produções/destruições da indústria cultural mercadológica e sua fetichização do corpo. Ninguém parece ver uma questão presente em inúmeros lares de Los Angeles ou de Manaus, separação de casais drásticas, violentas, e, principalmente, seus efeitos para matar a criança nas crianças. Acontecimentos como esses são fundamentais para se entender as formações subjetivas do mundo contemporâneo, principalmente para os que se querem educadores.

Nesse sentido (e somente nesse sentido), poderíamos dizer que ainda bem Britney não tenha se reabilitado. Ela segue se debatendo. O Dr. Phil McGraw, conhecido nos Estados Unidos por apresentar um programa que faz análises psicológicas televisadas, “amigo” da família chamado para conversar com Britney, como explorador das mazelas produzidas artificialmente no show bisness, no máximo quererá fazer algum ajuste na programação que lhe foi imposta. Conseguirá a loura sair dessa camisa-de-força que a segura desde quando sua mãe fez-lhe o baby-chá? Ou terá que matar alguém, como a Baby Jane, de Aldrich, para poder dançar? Ou lhe espremerão até a última gota de sangue, como fizeram com Elvis Presley e Merilyn Monroe, da qual só escapará com a morte? E então…

UM OLHAR DE OLIVER STONE PARA EMMANUEL

O cineasta novaiorquino Oliver Stone, em entrevista publicada no domingo, no jornal inglês The Observer, fala sobre sua experiência como observador durante o episódio dos reféns envolvendo o presidente Hugo Chávez, as FARC e o governo marionete de Uribe. Embora a direita, em todas as suas expressões, tenha se regozijado com o “fracasso” das negociações – sem no entanto expor de forma honesta os motivos deste fracasso – Stone, diretor conhecido por seus filmes contestadores, dentre eles Platoon (1986), Verdades que Matam (1988), Nascido em 4 de Julho (1989), JFK – A Pergunta que Não Quer Calar (1991), Assassinos por Natureza (1994) e Procurando Fidel (2004), dentre outros, falou sobre o que viu e sobre suas posições em relação à política internacional e a visão dos EUA sobre a América Latina.

Sobre Chávez:

Um homem honrado e forte”, (…) que tentou de tudo para conseguir lograr sucesso, mas não podia fazê-lo sozinho”.

[O objetivo de Chávez era] “quebrar o gelo na guerra entre o Estado e a guerrilha colombiana”.

Sobre o governo de Uribe e a subjetividade na Colômbia:

A Colômbia não quis que acontecesse, e houveram forças externas”.

Transborda de equipes militares e tecnologias de origem estadunidense, e existe só para as FARC. E eles sabem. São muito paranóicos, e tem todo o direito de se sentir assim. Todos os colombianos com quem falei têm medo dos militares de um ou outro lado. Estes [os do governo] são os mais perigosos, não as FARC”.

Escutei de duas fontes diferentes neste dia [sábado] que Uribe havia telefonado a Bush na véspera ou no mesmo dia. O telefonema a Bush é significativo”.

Ela [as FARC] são um exército camponês, um exército tipo Zapata”.

Sobre a posição norte-americana:

(…) “Vergonha para Colômbia, vergonha para Uribe! Mas ao mesmo tempo, queria dizer: vergonha para Bush. Creio que Bush tem uma atitude de despeito para com Chávez, como ocorre em todo o stablishment estadunidense. Querem que Chávez fracasse”.

Parecem tratá-la [a América Latina] como a seu quintal. As pessoas fazem todo tipo de coisa com o seu quintal. Acumulam lixo, mijam, deixam crescer as ervas daninhas, fazem o que lhes vêm à cabeça”.

RECORD vs. RGTV: ESGARÇAMENTO DA IGUALDADE MEDIÁTICA

O chamado império midiático da Rede Globo de Televisão (RGTV) mais do que nunca vem dando sinais de decadência. Suas próprias crias percebem isto e começam a expor esta situação. Foi o caso da menina que chegou pela emissora plebéia, foi promovida a princesa, levada aos píncaros da glória como rainha e agora vive seus dias de bruxa: Xuxa. Ela teve seu talento de entreter infantilizando, escoado de cinco dias por semana para um programa que vai ao ar somente aos sábados. Isto ocorreu depois que ela passou de rainha dos baixinhos para bruxa dos baixíssimos níveis de audiência da família Globo. Mas ela não deixou a queda de status abalar o seu balanço e, tendo o seu buraquinho penetrado por um sopro de inteligência, disse  não ser somente o seu ex-programa que despencava, mas  toda a RGTV.  A rede de TV, conhecida e reconhecida pela sua ligação direta com a ditadura militar, nascida graças ao investimento do capital estrangeiro do americano Grupo Time Life, que garantiu o projeto tecnológico e expansivo do regime totalitarista imposto no Brasil, agora se vê acometido da insuficiência de alcançar todo o território brasileiro. Coisa a qual selava a sua parceria com a ditadura.

A RGTV vem sofrendo quedas consideráveis de audiência de sua programação, entre tantas outras razões, devido ao alto ibope que a Rede Record vem alcançando. Dos vários programas da Record, ontem (07/01/2008) foi inaugurado o telejornal Record Norte, com sede em Belém-Pará. Este programa jornalístico conta com níveis de tecnologia análogos ao centro de jornalismo da emissora e pretende realizar uma cobertura geral da região Norte.

A escolha da emissora pela região Norte pode ter sido feita pela importância que ela adquiriu desde o primeiro mandato do presidente Lula. Na gestão de Lula, a região Norte recebeu do Governo Federal uma atenção e um respeito que fez com que ela entrasse no cenário geoeconômico brasileiro com bastante força. E não foi somente as sua duas metrópoles (Belém e Manaus) que foram beneficiadas, mas como toda a sua região interiorana vem sendo beneficiados com as políticas sociais do Governo Federal com projetos como Luz Para Todos e a indenização paga aos descendentes de quilombolas. Os governos anteriores, como o de FHC-DEM/PFL, nunca conseguiram este êxito. Não é à toa que a direitaça brasileira se contorce toda quando vê o Governo Federal fazendo com inteligência e sensibilidade o que eles não conseguiram.

O novo programa da Rede Record, o jornal Record Norte, demonstra o quanto o Governo Federal está fazendo o Brasil crescer economicamente. Antes rede nenhuma de televisão tinha se interessado com tanto afinco em instalar uma sucursal sua na região Norte, que sempre fora alvos de preconceitos. Não é grande esforço perceber o porquê da RGTV nunca ter tido este interesse ou ter realizado tal feito: ela sempre esteve, e ainda está ligada a direita. Seus interesses junto aos militares eram de uma expansão regional que em nada expandia a consciência da população, muito menos se preocupava com suas condições de saúde, educação, infra-estrutura e afetividade. Seus interesses estavam concentrados na centralização da força militar no país através de vias de transporte como rodovias, aerovias, rotas fluviais e infovias, que viram na televisão e na RGTV o grande negócio.

A Rede TV Record carrega os mesmos traços semióticos da mídia seqüelada. Todavia, demonstra ter a fissura pela qual deixa passar as linhas de intensidade que permitem uma percepção para além do óbvio. Percebeu a atual situação favorável em que o Governo Federal está ainda construindo na região Norte. Que a sua programação esteja dentro da estagnação-igualdade exigida pela lógica mediática mercadológica, isto é notório. O caso é que ela avança quilômetros na frente da RGTV quando se constitui como uma emissora que não se isola em suas parcerias direitiça, fazendo biquinho e batendo o pé frente à alegria que o governo Lula compõe. Não foi à toa que vários atores estão migrando de outras emissoras para esta. Não foi à toa que Fafá de Belém foi aquela que abriu o Record Norte, falando de sua importância para o povo amazônida, ela que foi também uma dos outros cantores e artistas que acompanharam a campanha Lula rumo ao Novo mandato.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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