Arquivo para 30 de janeiro de 2008

VOCÊ JÁ TOMOU SEU XAROPE HOJE?

ЮConclusões do inteligentíssimo vereador Fabrício Lima, ex-PSDB, atual PRTB, ouvidor geral da CMM, no último ano do seu segundo mandato na casa, após andar de ônibus na cidade: “O pessoal sofre muito! É muito trânsito e demora no percurso!”. E decidido a repetir a experiência, ressaltou a importante descoberta: “Eles [os eleitores] têm muita coisa para falar com a gente”.

ЮFabrício, o rebelde, vereador-atleta, também faz parte da turma dos projetos de lei hilariantes: instituiu a “Semana Municipal de Prevençãoao Aborto”.

ЮO concurso pra preenchimento de duas vagas para residência médica em dermatologia no Hospital Tropical (IMT-AM), que foi publicado e divulgado de maneira restrita, visando beneficiar alguns, e que acabou “vazando”, já tem 13 inscritos. Por isso atenção candidatos, acompanhem de perto as provas e os resultados.

O MUNDO É GAY, MAS A VEJA E BRUNO NÃO SACARAM…

Pobre do gay que precisa da Veja para se assumir! Não, pobre de qualquer um que precise da Veja para aparecer! A entrevista com Bruno Chateaubriand, 32, nas chamadas Páginas Amarelas da revista desta semana está mais uma peça de marketing pessoal do que propriamente a abordagem de um assunto de interesse público. Esperar o quê, da Veja? E de Bruno?

Bruninho é high society, my Darling!. E como tal, muito bem ajustado. Passou a infância e a adolescência dando um duro danado pra se normatizar, caber dentro das definições e compreensões do calunismo social da classe média-mídia. Nunca conseguiu suspeitar nem um pentelhinho de que a sua condição não era sua, mas sim uma produção social do homem. Sofreu, tadinho, pra finalmente assumir a sua condição. Prato cheíssimo pro sensacionalismo da Veja, que confunde transgressão com regressão, e acha que estampar um gay assumido e ressentido é fazer jornalismo de vanguarda.

Se nos caminhos da existência do Bruneca tivesse passado um gatíssimo existencialista, ou que tivesse transado Sartre, o fantasmático-assumido poderia ficar sabendo que assumir é uma estratégia da moral decadente: “Assume! Confessa”. Somente aceitando o signo que inscreve a identidade no corpo é que se pode ser feliz, diz a cartilha do campeão da moral. Aí, meu bem, babau! Tá capturado pela subjetividade que transforma os corpos em objetos de consumo e a potência de agir em quase-nada.

E que não se reduz ao homoerotismo. Kaká, por exemplo, ficou jururu com a G Magazine só porque a revista quis explorar o fetiche do garoto inocente com carinha de anjo que ele tem. E como isso toca na insegurança afetiva dele, achou por bem proteger o investimento, ameaçando a revista e o sósia dele de processo. Cruzes! Foi o Ó!

Quem foi que disse que a linha de fuga do corpo, do sexo, tem que ter nome? Por isso a palavra homoerotismo, que é mais próxima do devir, da potência criadora, do fluxo da Vida. Homossexual não existe, meu bem, sexo são dois: macho e fêmea O uso que você faz, os encontros que têm, os afetos que produz, o gozo, a alegria ou a dor e a frustração são resultados do modo de existir que seu corpo compôs neste planeta gay. O Homossexualismo é identidade. O erotismo, o homoerotismo transborda, cai pelas bordas de afecções sem referência, sem ter a intensidade capturada e esvaziada pelo regime Significante Despótico que a tudo quer segregar, isolar, identificar, classificar e rotular.

Bruninho tem receio de sair do armário. Pensa que saiu, mas só acendeu a luzinha lá de dentro, meu amor! Continua com os mesmos complexos e frustrações de antes. Faz um festão pra 300 pessoas, com Don Pérignon à lá vonté, mas não consegue ficar numa boa com o bofe. Quer adotar uma criança com síndrome de Down. Vixe, mon amour, só pra daqui uns anos ele poder transmitir a doença afetiva do estigma do condenado pro garoto? Por que o ressentido, que precisa da dor pra continuar a ilusão do existir, precisa também da dor do outro. Quantos casais ditos brancos de classe média adotam crianças negras pra mostrar o quanto são caridosos e descolados, e as mantêm na mesma relação de subserviência produzida no preconceito? Bruninho tem a maior bronca com as bêetchas que se soltam na Parada Gay. Pudera, meu amor, a inveja, já dizia a tresloucada/o dinamarquês/a Sören Kierkegaard, outro filosofante do existencialismo, nada mais é do que admiração que não pode aparecer livremente. Pra completar o confeito do bolo, o esporte preferido do mártir das páginas de Veja é arremessar ovos podres, coca-cola e outras indigestices nos transeuntes, junto com amigos – muy amigos – como Boninho, Luiz Eduardo Brizola e Narcisa Tamborideguy. Boninho, aliás, gosta de usar o homoerotismo alheio como mercadoria na globolálica. Lindo, né?

Quanto à Veja, já mostrou mais de uma vez que jornalismo não é com eles. Não é que eles não queiram não, o problema é não conseguir entender a idéia de que jornalismo é serviço público, que requer um entendimento para além da obviedade umbilical. Diferenciar o fato da notícia, compreender a contextualidade do acontecimento num plano que envolva um entendimento ético sobre o mundo não faz parte da prática da maioria dos veículos de imprensa no Brasil. A Veja confundiu mais uma vez transgressão com regressão. Coisa de limitação epistemológica, tadinha. Não conseguiu nem perceber que o mundo é gay…

Mas é que para esta mídia seqüelada as chamadas minorias nada mais são do que parte da sociedade de consumo. Para ela, interessa só o que é consumível e descartável. Daí a necessidade de usar e fortalecer os estereótipos. No falso humor da tevê, o homoerotismo, o considerado feio, a mulher, o negro. Mal sabem eles, nem desconfiam da força que têm as minorias como devires. O devir-minoria, como fala os vitaminadíssimos filosofantes Guattari e Deleuze, é a potência que desestabiliza os blocos de ressentimentos. A práxis se dá em todos os graus, desde a pele até a convivência. De nada adianta levantar a bandeira da bichalouquice, e nas relações afetivas repetir as mesmas leseiras dos casais héteros: a relação de dominação, o desconhecimento, o embrutecimento. Na televisão, como na mídia seqüelada em geral, essas minorias só podem aparecer se forem travestidas pelo véu do circo de variedades. Vide BBB, meu bem. No dia em que uma bêetcha com saque chegar num programa desses e começar a desmontar, aí, mana, eles vão ver o que a Maria pegou na capoeira, ah, se vão. Olha a comunidade “Homofobia, Já Era!”, no Orkut, por exemplo: botam pra quebrar, falam, discutem e ainda tem cada gatinho e gatinha… Ui!

As minorias já sacaram que não precisam da mídia, mas ao contrário: a mídia precisa avidamente delas. Como mercadorias, claro. Jamais pelo talento, inteligência, ternura e humor. Isso não cabe nem na telinha nem nas páginas das seqüeladas, amarelas ou de qualquer outra cor.

O MEDIUM TELEVISIVO E A OPINIÃO PÚBLICA

INFORMAÇÃO E ETHOS

De onde vem a informação? Ela não tem origem ou uma raiz. Ou ainda: não é uma propriedade privada de um dono que a controla. Ela caminha à medida que faz seu caminho, atravessando os diversos canais que se constituem pelo espaço perceptivo a partir das experiências singulares e únicas, produtoras da pluralidade heterogênea. Atualização de virtuais que, sem cessar, desmancham-se a cada nova intersecção de canais. Flutuação. Queda livre que desequilibra os pólos clássicos: emissor e receptor. Variação. Encontro de diversidades. Ares, Marte e Ogum. Confronto. Batalha. Estratégia que vai tecendo os saberes no tecido social, produtor polivalente de elementos necessários à criação da opinião pública como doxa pública: materialização das composições dos corpos, criação da palavra como agente gerenciador do bem comum na cidade, salto para lá da ordem constituída que tenta frear, sem conseguir, os desejos incessantes. Alegria rejeitadora do Topos Uranos platônico. Ela é mais sofista e, sem dúvida, estoicista. Movimento. Violentamente apartada da causa primeira imóvel aristotélica. Produção espacial sensorial: objetos, coisas, ações, tudo emite, todos são receptores. Não há igualdade, posto que não haja hierarquia. Não é arborescente. Traça mapas. Onde a percepção a acha, ela não é de outro modo. É o mínimo ou o máximo de modo de ser que ela pode sustentar. Não tem ser. Não tem nada a suas costas. Não guarda segredos. Caminha no caminho que cria. Traça as linhas por onde corre na rede que constrói.

Poderíamos por um esforço de extrapolar a ordem etimológica dizer: a informação é uma in-formação, não tem forma. Ou: in-formação, são fluxos contínuos de partículas estranhas às já predominantes que são incluídas na forma, e assim, a desestrutura.

Eis o absurdo semiótico. A informação não é o que abarca uma série de signos que depois de relacionados com os seus referentes, aquilo que eles designam, tornam-se códigos, semanticamente estabelecidos, com seus sentidos bem definidos na área que irá ser requisitado. “Fora” dessa abstração vazia, não há informação. O receptor não compreende a mensagem emitida. Não faz sua interpretação, pois está sem solo significante, não tem referencial, está prestes a cair no abismo. Mas é este abismo que nos interessa. É este fora a nossa superfície, o nosso sentido. O sentido que não tem referencial, apenas é o que é enquanto é o que consegue manter no seu nível mínimo ou máximo de sua atualização.

O ethos grego também caminha por aí. Ele não surge como palavra-dicionário ou semântica com sentido restrito. Ele salta das experiências dos gregos antigos com a arte de apascentar os rebanhos (nemein) a fim de organizar, distribuir, dividir e assentar (dá morada) aos animais no pasto. Surge de uma relação direta com a terra, com a superfície, com o rasteiro. Salta da práxis de criar território que sirva de morada, habitação, onde possa haver práticas, relações entre os homens e as coisas e o meio em um espaço perceptivo. Práticas desenvolvidas em contratos que materializam uma forma de organização que mexe, desestrutura e muda a anterior. Práticas antes de regras. Regras para o bem comum. Nomos. Heráclito dizia algo como as necessidades das leis são como a necessidade da muralha. Muralha que não é apenas tijolos escalonados, mas polis: criação do espaço público, onde todos falam e todos ouvem, onde todos aparecem com os seus talentos para a criação de uma morada onde o bem comum seja necessário e as privações tenham suas forças diminuídas. Ethos não é ética (etiké) e ética não é moral. Muito menos palavras abstratas nulas, mas potencializações que se fizeram materializadas no corpus social.

Ética é o conjunto de fatores que estabelecem as práticas necessárias para a produção do bem comum. É o movimento que vai singularizando as ações dos indivíduos e as organizando dentro de um território. Isto para organizar este território. Organizar a morada em vários níveis. Atualizar os fluxos materiais e imateriais, segundo a necessidade do bem comum. Potencializar as singularidades e proporcionar processuais de singularização. Se pseudos políticos, assim como padres, pastores, professores e outros, tendem a confundir ética com moral é porque estes são conservados na tranqüilidade das prescrições ordenadas da temporalidade e espacialidade dos fóruns das subjetividades perversas como a do cristianismo (onde Cristo não é filho de Maria, mas pauliniano). Moral é o aprisionamento em regras que nascem antes da prática comunitária. Coordenadas normativas circunscritas ao íntimo de uma doutrina como a da igreja, da psicanálise, da escola, da família e do Estado. Enquanto a ética movimenta potências comunitárias para o bem comum, a moral limita-se a defender regras privadas que não alcançam o público.

Daí inferirmos que a informação caminha junto aos processuais que vão tecendo o ethos. Daí pensarmos que quando a informação é atribuída e reduzida ao seu corpo morfológico e sintático, ela tem sua força diminuída e tende a se harmonizar com o estado de coisas. Ela não cria, não produz, mas conserva, tenta se manter no estado de coisas.

É na mídia onde isto se torna notório. Nela a informação não produz uma morada onde os fluxos materiais e imateriais possam se materializar e atravessar as formas estabelecidas para perturbá-las. Nela não há disrruptura. Não há guerra. Há a harmonia tranqüila da confirmação da subjetividade capitalística que faz da palavra e da informação um signo-mercadoria, fechado em si mesmo, posto que acumula identidades.

A informação na mídia é convidada a se deitar no leito de Procusto. Ela, a informação, é adequada e sintetizada. É reduzida à moral midiática, que é a mesma do mercado capitalista. Salta daí a preocupação de percebermos até onde a informação é recolhida ao seu sentido semântico na mídia e, em especial, no telejornalismo. É desta preocupação que esta coluna continuará seu exame sobre o telejornalismo televisivo. Como a informação, enquanto despida do ethos e da ética, porém sobrecarregada de moral, encontra nas escaladas que organiza a estrutura do telejornalismo seu berço mais sereno, é nesta submídia que procuraremos agir.

Esta coluna acredita na possibilidade da expansão da consciência pelas experiências autênticas que fazem soltar novas percepções, a criação de novos olhares sobre o mundo. Na alegria-estética de perceber o medium televisivo como uma violência à inteligência coletiva, contamos com a sua contribuição.

MANAUS: UM PASSEIO PELA NÃO-CIDADE

VITÓRIA DOS ESTUDANTES CONTRA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA UEA

Conforme acompanhamos aqui neste Bloguinho e na coluna ‘Manaus: um passeio pela não-cidade’, os estudantes do curso Normal Superior da UEA vêm travando uma batalha para usufruir do direito à complementação do curso Normal Superior para Pedagogia, conforme a resolução CNE/CP No 1, de 15 de Maio de 2006, do MEC.

Quem acompanhou os acontecimentos pôde perceber que os estudantes que mais se envolveram nesta luta pela cidadania foram os que não estavam engajados em nenhum movimento estudantil organizado. Ao contrário, estes movimentos pouco fizeram para que esta complementação entrasse na pauta da universidade.

Também a própria instituição sustentou uma série de entraves, e foi necessário que os estudantes se manifestassem, falassem e exigissem pelo diálogo os direitos adquiridos.

Pois bem, na última quinta-feira, dia 24, em reunião do Conselho Universitário da UEA, foi aprovado por unanimidade o Projeto Pedagógico do Curso. Nele, está incluso o direito aos atuais estudantes do Normal Superior em migrar para Pedagogia, apenas “pagando” as disciplinas necessárias à adaptação. Aos que já concluíram, pode ser feita a habilitação para a Pedagogia, sem no entanto adquirirem a graduação na área.

Fontes intempestivas informaram a esta coluna, no entanto, que nenhuma menção foi feita durante a reunião em relação à luta dos estudantes, e que – como quase sempre – a instituição quer produzir a ilusão de que partiu dela a iniciativa para que a migração ocorresse.

Fica aqui, portanto, documentado e publicado, as notícias, informes, análises da luta destes estudantes por um direito garantido no nível federal, mas quase cassado pela instância estadual.

UEA: INSTITUCIONALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO ESTUDANTIL

FALTA DE DIÁLOGO E AMEAÇAS A ESTUDANTES NA UEA

DA AUSÊNCIA DE DIÁLOGO NA UEA

Colabore com a coluna Manaus: um passeio pela não-cidade, e enfraqueça os blocos de afetos e percepções clichezadas que impedem o engendramento das comunalidades. Mande sua sugestão de tema para afinsophiaitin@yahoo.com.br.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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