Arquivo para 6 de fevereiro de 2008

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

“Quien quiera entender como funciona el mundo

deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

Θ MAIS UM BLOG NA MEIA CANCHA DO PENSAMENTO. Esta coluna convida o leitor intempestivo a visitar o blog Cartola na Bandeja (no nosso Blogroll), blog público e democrático, que pensa o futebol para além das quatro linhas. Lá você encontra notícias que certamente não estarão na IEER (Imprensa Esportiva Epistemologicamente Reduzida). O blog tem a proposta de discutir a mercantilização do futebol, que cada vez mais se transforma num produto (o “futebusiness”) tentando enfraquecer a subjetividade dura que diminui a potência-ludus do homem no jogo do Existir.

Θ JOGADOR EGÍPCIO MOSTRA QUE HÁ VIDA INTELIGENTE ENTRE OS CENTROAVANTES. O atacante Mohamed Abou Treika, da seleção egípcia, aproveitou o gol que fez na goleada do time na seleção Sudanesa (3 a 0), para protestar contra o terrorismo de Estado praticado por Israel e com a conivência – para não dizer co-autoria – do governo Egípcio, que abriu fogo contra os palestinos em fuga da Faixa de Gaza, expulsos pelo exército e governos sionistas. Treika levantou o uniforme nacional, e mostrou uma camisa onde se lia: “Sympathize With Gaza” (Simpatize com Gaza). A federação africana, é claro, não gostou, e vai se aproveitar de uma nova regra imposta pela FIFA, que proíbe manifestações visuais de qualquer tipo que expresse convicções políticas, religiosas ou de marketing por parte de jogadores. Kaká, que reza pra Deus mas com o olho bem aberto às leis dos homens, não mais usa a famosa camisa “I Belong to Jesus”, temeroso de represálias dos árbitros. Continuará exprimindo sua fé com os mais de 2 milhões em dízimos ao casal Hernandes. Quanto ao Egípcio, certamente receberá alguns dias de punição, e sua equipe, algum tipo de sanção na Copa Africana de Nações. Os Egípcios são semifinalistas e fazem jogão contra os Marfineses. Mais do que garantir espaço exclusivo aos seus patrocinadores (vide, por exemplo, aos closes dados nos entrevistados dos times, para que o logotipo do patrocinador do clube não apareça na imagem), a ação da FIFA é mais uma visando a limitação dos movimentos do atleta. Como bom operário, ele não deve pensar se não for a favor do patrão. Só lembrando ainda que a FIFA já avalizou, por exemplo, a ditadura chilena – quando informou ao mundo, dias após o golpe dado por Pinochet e os estadunidenses, que “tudo está bem no Chile” e que não viu violações dos direitos humanos. Também avalizou a Copa do Mundo na Argentina, em 1978, tomada pelos militares, o que gerou protestos de Cruyff, astro da Laranja Mecânica, e até do próprio Mário Kempes, atacante da albiceleste campeã, e do técnico, El flaco Menotti. E assim segue a barca do futebusiness…

Θ LIVERPOOL NA BANCARROTA. Nem as finais disputadas – respectivamente um título e um vice – na Champion League e a constante luta pelo título impediram o Liverpool de despencar no mercado de ações dos clubes ingleses – que são efetivamente empresas – e estar próximo da falência. Com a perspectiva de ser comprado pelo governo de Dubai (o mesmo do Torneio de Dubai, vencido pelo Inter-RS), os torcedores do clube estão se mobilizando: o objetivo é fazer uma “vaquinha” para conseguir os 500 milhões de Libras (pouco mais de R$ 1,7 Bi) e comprar o clube. O sistema adotado seria parecido com o do FC Barcelona, que se mantém com a receita gerada pelos sócios, mais de 300 mil mundo afora. O interessante será saber como se comportará um clube com estrutura econômica diversa da Meca do futebusinnes mundial. Outros clubes, como o Chelsea, o Manchester City, o Aston Villa, têm dono. É hora de mostrar que os reds também são clubes de massa!

Θ DUAS DA TERRA DO CALCIO E DE BERLUSCONI. 1) Milan e Internazionale (sempre eles, na falta da outrora potente Juventus): os dois clubes são acusados pela justiça italiana de falsificar balancetes contábeis envolvendo operações de compra e venda de jogadores. A operação teria ocorrido em 2003, e aparecido na situação patrimonial de 2005. Vários dirigentes dos dois clubes estão diretamente envolvidos. Parma, Sampdoria e Chievo também são investigados pela promotoria da Federcalcio. 2) Um estudo feito pelo Observatório dos Erros da Arbitragem no Futebol Italiano (sim, existe!) comprovou que 52% das partidas da Serie A Calcio tiveram seus resultados alterados por conta de erros de arbitragem (o grifo é nosso). Penalidades não marcadas, faltas prévias ao gol e impedimentos são os erros mais comuns entre os árbitros italianos. De acordo com a mesma instituição, não fossem os erros, a Inter, atual líder 5 pontos à frente da Roma, estaria em terceiro lugar, e a Juventus, atual terceira, estaria em primeiro. Milan estaria em quarto (atualmente é quinto), e o Reginna, que está em 18º e luta para não cair, estaria em sétimo, disputando uma das vagas à Copa da Uefa. É como diria o poeta, a falibilidade humana tem costa larga…

Θ SELEÇÃO NIKE CADA VEZ MENOS BRASILEIRA. Não se trata de não torcer pela seleção brasileira gratuitamente, como se faz muito por aí. Trata-se de compreender a mudança na subjetividade do Capital, que enfraqueceu a força que tinha a idéia de Estado Nacional, e as implicações deste enfraquecimento, as novas relações de força, os caminhos por onde passa o Capital, legal ou ilegalmente. A seleção brasileira – como a argentina, italiana e as chamadas ‘grandes’ em geral – segue o caminho definido por João Havelange, há mais de 20 anos: vender um produto chamado futebol. Os amistosos se transformaram há muito em vitrine de jogadores, trampolim para contratos mais vantajosos. A operação de compra e venda de jogadores serve hoje menos aos interesses esportivos de um clube do que ao retorno de divisas investidas na operação. Pouco importa na verdade o resultado: se o jogador arrebenta ou não, o contrato está firmado. Vale, para isso, usar a imprensa, como no caso do Site Futebol Interior, mostrado pelo blogueiro Paulinho, ou mesmo o tratamento de exclusividade que a seleção brasileira tem com a rede Globo. Portanto, não é novidade que os jogos do Brasil sejam em sua quase totalidade na Europa, assim como os da Argentina. Os técnicos cada vez mais são aqueles que aceitam tacitamente a intervenção dos dirigentes, apontando quem deve jogar ou não, para o seleto público de investidores. Afonso é um caso típico. Dunga “bancou” o jogador até que conseguisse uma vaga em um time com melhor expressão do que o pequeno SC Heerenveen, da Holanda. Atualmente está no Middlesbrough, e foi a transferência mais cara da janela de transferências de janeiro na Europa. Pois bem, a seleção Nike-Brasil deixou de ser Nike: agora é Nike-Riad ART Brasil. A CBF acabou de vender os direitos exclusivos dos amistosos da seleção pelos próximos 3 anos à televisão Riad ART, do Oriente Médio. Os direitos de imagem e lucros com os amistosos vão para os investidores, a seleção fica com US$ 1,5 milhões (fora as comissões), e o torcedor ficará a ver navios, já que amistoso do Brasil só dá lucro na Europa. Embora a CBF afirme que continua a controlar a seleção e ter autonomia na escolha de adversários e na escalação, o amistoso de hoje com a República da Irlanda, time sem técnico, sem treinar há pelo menos 4 meses e motivo de piada na Europa por nenhum treinador querer assumi-la, mostra que os critérios são menos esportivos que de marketing. Ainda assim, os irlandeses foram pra cima e o Brasil só fez o gol graças a um contra-ataque onde Robinho cirurgicamente meteu a bola no canto do goleiro. O time irlandês é ruim que dói. Mas não justifica o narrador Galvão Bueno desconhecer seu jogador de destaque, Robbie Keane, famoso pra quem acompanha o futebol europeu para além dos brasucas. Mas estamos na era do marketing, a apologia ao vazio do significante, sem conteúdo, e o futebol não escapa a isso. Não torcer pela seleção não é um ato gratuito. É apenas usar a razão. Torcer por algo que não existe mais, não dá.

Θ PRÉ-LIBERTADORES DEFINE OS CLASSIFICADOS. Dos seis jogos preliminares que definem os últimos classificados para a fase de grupos da Libertadores da América, dois já foram definidos: o Lanús (ARG), que perdeu o jogo de ida fora de casa para o Olmedo (EQU) por 1 a0, venceu em casa por 3 a 0, e está no grupo 2, com Estudiantes (ARG), Danubio (URU) e Deportivo Cuenca (EQU). O Arsenal (ARG) também já se garantiu, após perder fora de casa para o Mineros de Guayana (VEN), por 2 a 1, mas ter vencido por 2 a 0 em casa. Ficará no grupo 8, com Fluminense, Libertad (PAR) e LDU Quto (EQU). Hoje jogam La Paz (BOL) e Atlas (MEX), com os mexicanos podendo perder por um gol de diferença que se classificam, e Cerro Porteño (PAR) e Cruzeiro, com os mineiros podendo perder também por um gol que estão lá. Amanhã se enfrentam Montevideo Wanderers (URU) e Cienciano (PER), com a vantagem do empate para os peruanos. Ficará faltando então somente o confronto entre Chicó (COL) e Audax Italiano (CHI), que se decide nos dias 07 e 12/02. A fase de grupos começa dia 12/02.

ΘCHAGÃO’ PERGUNTA: Você sabe quem é esse pibe, fazendo carícias na Leonor, com a camiseta do timer argentino Newell’s Old Boys? Uma dica: é craque, e joga na Espanha. Palpites nos comentários e resposta na próxima edição!

Quem é ele?

Θ ALEGRIA, EXISTÊNCIA E O FUTEBOL. Os versos abaixo rodam a internet em diversos sites e blogs, e é atribuída a Quique Wolff, ex-jogador argentino. “Viva o Futebol”:

Como saberá o que é o amor, se nunca foi torcedor de um clube?

Como saberá o que é a dor, se nunca foi atingido por um zagueiro desleal, ou esteve em uma barreira e a bola acertou justo aquele lugar…?

Como saberá o que é prazer, se nunca deu uma volta olímpica na casa do adversário?

Como vai saberá o que é carinho se nunca bateu de trivela, para deixar a bola girando na rede depois do gol?

Ouça-me! Como saberá o que é solidariedade se nunca comprou a briga de um companheiro atingido covardemente?

Como saberá o que é a poesia, se nunca executou um belo drible?

Como saberá o que é humilhação se nunca levou uma canetada?

Como saberá o que é a amizade se nunca tabelou com um companheiro?

Como saberá o que é pânico se nunca te pegaram com a defesa desarrumada em um contra-ataque?

Como saberá o que é “morrer um pouquinho” se nunca foi buscar a bola dentro do gol?

Diga-me amigo, como vai saber o que é a solidão, se nunca esteve embaixo das três traves, a doze passos de alguém que queria “fuzilar você” e acabar com suas esperanças?

Como saberá o que é “estar no chão”, se nunca se jogou aos pés de alguém para mandar a bola para a lateral?

Como saberá o que é o egoísmo se nunca tentou mais um drible, quando tinha que dar o passe ao centroavante que estava sozinho?

Como saberá o que é arte se nunca, mas nunca, inventou uma finta?

Como saberá o que é a música, se nunca cantou nas arquibancadas?

Como saberá o que é a injustiça, se nunca foi expulso por um juiz caseiro?

Diga-me, como vai saber o que é insônia se nunca foi rebaixado para a segundona?

Como saberá o que é o ódio, se nunca marcou um gol contra?

Como, mas como, saberá o que é chorar, se nunca perdeu uma final de Copa do Mundo, encima da hora, por um pênalti duvidoso?

Como saberá, querido amigo, como saberá o que é a vida, se nunca, jamais, jogou futebol???

SENTIDOS DO CARNAVAL

O sentido tem sido um tema de ampla preocupação àqueles que estudam as estruturas ou não estruturas do que é tomado como realidade, as convergências das opiniões significadoras, o eidos (idéia) confiável do existir. Filósofos, filólogos, sociólogos, teólogos, estetas, críticos de tendências variadas debruçaram-se sobre este tema, e, como não poderiam se eximir, também os chamado sensos comuns. Assim é que em tempo de carnaval é comum ouvir de um o imperativo categórico carnavalesco que o verdadeiro carnaval é aquele em que as marchinhas estão presentes. Ou seja, o sentido do carnaval quem estabelece são as marchinhas, fora delas não há alegria para os foliões. O que é tido como um despropósito para os outros que também pleiteiam outros sentidos para seus carnavais, como os baianos “festivos” e os manauaras boisófilos (excluindo o real ruminante). Só que estes sensos não percebem que estes sentidos que defendem como real escapam dos dois sentidos que pré-ambularam a festa do corpo-alegre. Um, a festa dionisíaca do Canto do Bode do período da colheita da vinha na Grécia agro-pastoril, o vigor possível da festividade ocidental, onde crianças, adultos e anciãos se mascaravam em gestuais diferente das posturas cotidianas fazendo do corpo a perversão antagônica dos movimentos corporais dirigidos aos fins comuns. A potência trágica como alegria do instante-lúdico criando a pantomima do novo, livre de qualquer memória corporal resultante de códigos morais impostos socialmente, mas corpo com outro sentido, o sentido trágico da vontade da vida, percursos da filosofia e do teatro, a poiesis. Dois, producere do profano: pôr na superfície a alegoria que está oculta no interior do templo: os interesses alienantes da festividade. Assim, alheios a este sentido, os três sentidos caem no logro do rastro lingüístico-político da dogmática cristã medieval com seu ponto de demarcação carne levare: afastar a carne ou carne vai = Carnaval. Perder o desejo para entrar na quaresma. Na ordem do desejo não há salvação. Angústia do esvaziamento do desejo, despotencialização da vida. E no logro econômico, político e social das forças dominantes que impuseram aos pseudos sátiros, as marchinhas, corpos urbanos classe média paulista e carioca pesadamente dolentes, os conteúdos preconceituosos, discriminadores e classificadores encontrados no “O teu cabelo não nega, mulata…/ Mas como a cor não pega, mulata/ Mulata eu quero teu amor” (Discriminação racial), “Olha a cabeleira do Zezé/ Será que ele é?” (Homofobia), “Hoje tenho uma lambreta para ver o meu amor” (Marketing do consumo), “É dos carecas que elas gostam mais” (Hominismo). Aos baianos, os loteamentos das ruas, vielas, praças, orlas, pelo capital empresarial com ranço ACMalvadeza embrulhados para presente foliesco pelos balconistas Caetano, Gil, Sangalo, Carlinhos, Netinho, Betinho, Claudinha, Mercury, etcs e etcs. E aos manauaras, o carna-boi, literalmente carne de boi, a antecipação das festas juninas. Nos três sentidos, tudo o que não é sentido para o povo, cuja festa o corpo criativo escapa dos movimentos formas-dirigidas, e o espírito livre escapa da semiótica despótica.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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