Arquivo para 22 de fevereiro de 2008

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

___________________Ruídos do coração      Ruídos da noite       Ruídos da Língua          “Se a própria existência cotidiana lhe parece pobre, não a acuse. Acuse a si mesmo, diga consigo que não é bastante poeta para extrair as suas riquezas”                        Rilke      A natureza morta não é Natureza é a ensignação da imitação daquilo que o homem chamou de natureza.               A imprensa tentou ridicularizar Lula por seu comentário racional sobre a ex- secretária da Igualdade Racial, Matilde. Esperava, a infeliz, que o presidente  reconhecesse Matilde como criminosa. Lula não só reconheceu sua integridade intelectual/moral, como ainda pediu ao novo secretário, Edson Santos, que converse com ela sobre a continuidade da política real da Secretaria.    “Só os homens livres são muito gratos uns para com os outros”                         Spinoza         __      _____        _______Em sua saga paranóica, a mídia-alucinada lançou no mercado prosopopéico uma nova mercadoria: Perseguição aos estados governados pelo PT. Exacerbar notícias dolorosas que possam empatizar o povo. Estados privilegiados: Pará, governadora Maria Júlia Carepa. Bahia, governador Jacques Wagner. Norte/Nordeste: Lula. Primeiro lugar escamoteação: BANDNEWS. Particularidade jornalística: Nenhuma nota sobre os antigos governos responsáveis pelos estados de coisas atuais: PSDB/PFL.        “O drogado fabrica suas linhas de fuga ativas. Mas essas linhas se enrolam, se põem a girar nos buracos negros, cada drogado tem seu buraco negro, grupo ou indivíduo, como um caracol. …É onde também todos os controles são perdidos e onde se instaura o sistema da dependência abjeta, dependência com relação ao produto, à posse, às produções fantasmagóricas, dependência com relação ao fornecedor…”                       Deleuze                  ________________Tudo começa com as primeiras palavras que lhe falam e você ouve. Com os primeiros objetos que lhe mostram e você vê. Se em seus percursos ontológicos, você não produzir disjunções, você nunca ouvirá e nem falará. Portanto, não pensará. Você somente ecoará o que lhe foi dado a ouvir e ver. Nada mais do que a enunciação dominante, a máquina despótica de triturar a vida. A subjetividade do delírio histórico. Não importa que você viva em Manaus, São Paulo, Bahia, Londres, Tóquio, New York, Havaí… em qualquer você será seu enunciador coletivo.                   “Cidade maravilhosa! Cheia de encantos mil! Cidade maravilhosa! Coração do meu Brasil!” Não. O coração e o cérebro do Brasil é o território por onde transita toda a nossa gente.  “brasileiramente linda”                      Belchior                  O deputado Bolsonaro pretende que os símbolos do BOPE, a farda preta e a caveira, sejam elevados à categoria de patrimônio cultural do Rio de Janeiro. A farda é emblema do fascismo, e a caveira, como afirma o sub-comandante, é “a vitória sobre a morte e às adversidades”.  Freud diz o contrário: o culto de figuras mistificadas, como forças sobrenaturais obscuras, são racionalizações no estado de vigília, de conteúdos latentes dolorosos produzidos por uma interdição cruel no  movimento livre da vida da criança, pretendendo subir à superfície e se passar como mundo real e necessário. Sintetiza: em todo homem violento existe uma criança acuada que recorreu às fantasias para escapar da dor que depois se condensaram  fantasmagoricamente e na vida “adulta” lhe persegue como lei idealizada. O medo da Vida. O medo da Vida manifestada no Outro.     O Le Monde, freudianamente, tem razão quando afirma que o filme de Padilha é uma apologia ao fascismo: os fascistas, aprisionados na dor, se encantam com sua projeção no mundo        __________________________________ “Eu desço desta solidão e espalho coisas sobre um chão de giz. Há meros devaneios tolos, a me torturar”                                       

                    Zé Ramalho                 Para a colunista da Rede Globo Miriam Leitão, jornalista de mercado, a graduação do Brasil ao estrato de credor internacional, não é produto da política-administrativa do governo Lula, mas da dupla neoliberal Malan/Fraga. O compositor Billy Blanco, afirma que “o que dá pra rir, dá pra chorar”, e nos empurra à seguinte interrogativa: Por quê a dupla, sendo tão liberal, não liberou o Brasil da dívida externa? Ah, sim! O neoliberalismo é liberar a independência para manter a dependência.  “A corrupção é uma prática sedutora na indústria de comunicação pelo fato de nela se combinar o poder de influenciar politicamente a opinião pública com o poder econômico”                       Bernardo Kucinski                                                    _________Cedo o sol iluminou as palmas de seus pés: a choupana era pequena.       “Um único homem triste é o suficiente para criar em uma casa um contínuo mau humor e para a envolver em uma  nuvem escura: é um milagre se este homem não está presente”

                    Nietzsche                  Bush,firma que vai ajudar Cuba a construir a democracia.  Que tal levar como ajudante Agripino Maia, os Césars, ACMzinho avoado, e se melhor for de bom alvitre uma pós-modernidade, por que não uma social democracia com os ajudantes Fernando Henrique, Arthur, Tasso, Serra, Sérgio Guerra, etcs?  _______________________ “Aquele que amo   Disse-me    Que precisa de mim    

Por isso      Cuido de mim       Olho meu caminho       E receio ser morta        Por uma só gota de chuva”                      Brecht

INTEGRAÇÃO TEMPORAL SEGUE DESINTEGRADA. E A PREFEITURA…

A briga entre empresários e a prefeitura não é nova, e também não é desta gestão que o poder público municipal não tem forças para impedir os abusos dos empresários, transformando a capital do Estado, região metropolitana, numa cidade sem transporte público eficiente. Depois da imprensa manoniquim dar uma “barrigada” na terça-feira, com a ajuda do press release do SINETRAM/IMTU, eis que a notícia aparece no próprio portal da Prefeitura de Manaus, sem nenhum retoque, fazendo o usuário desconfiar de que a prefeitura ou não sabe o que está acontecendo – um gravíssimo problema de gestão – ou coaduna com os métodos dos empresários.

Enquanto a prefeitura, através da IMTU ameaça e não consegue intimidar o SINETRAM, e o seu presidente ainda não sabe como fará para identificar e ressarcir todos os usuários que foram prejudicados pelo boicote à Integração Temporal – que, tudo indica, não foi ainda resolvido, pois trabalhadores das empresas que não podem se identificar afirmam que a intenção das empresas é realmente extinguir o benefício, mais usuários/leitores intempestivos contatam este Bloguinho para relatar suas experiências:

Foi procurando alguma resposta para a situação do boicote ao Passa Fácil que tive a satisfação de encontrar esse blog através do google. Muito bom saber que tem gente que assim como eu preocupa-se com a situação do transporte coletivo nesta cidade de Manaus. Parabéns pelo blog. Espero que seja melhor divulgado. Acho que o transporte coletivo nesta cidade tem que melhorar e muito, a atual administração esta sendo a pior nesse sentido apesar de ônibus novos (que todo mundo sabe que são reprocessados), nada melhorou. Vejo as pessoas, principalmente da zona leste e norte sendo tratadas feito animais (quando são maltratados pelo homem) dentro dos carros, pena que reclamam, brigam somente naquela hora e não procuram o órgão competente pra resolver essa situação. Isso só vai melhorar quando como tudo neste Brasil terminar em mortes.

E finalmente sobre o boicote acho isso um desrespeito, pois a população não foi informada como foi quando obteve esse benefício. Já aconteceu duas vezes comigo e eu tive q pagar passagem novamente. No dia 19/02 peguei a linha 414 saindo do parque 10 e fiquei no Carrefour para pegar a linha 209, minha surpresa foi q eu tinha q pagar novamente, outra situação foi no dia seguinte, tentei reverter esta situação, fui informado que alguns ônibus não estavam aceitando mais o PF. Então resolvi neste dia pegar o 427, fiquei na Djalma e novamente peguei o 209, e novamente tive q pagar, o bom era q eu tinha créditos, imagina se eu não tivesse e tampouco dinheiro pra pagar, como iria ser, q constrangimento? Isso nos EUA renderia uma bela indenização, mas infelizmente não estou lá… Espero q essa situação volte ao normal. Já basta eu ter q esperar 01 (uma) hora esperando a linha 402. Rezo um terço todinho, às vezes chego a um rosário esperando os ônibus, me sinto impotente perdendo tempo nas paradas e isso corrói a alma.

O espaço do Bloguinho Intempestivo continua contando com a atuação comunitária dos leitores intempestivos. Se você conhece alguém que teve este tipo de problema, relate, e não esqueça de telefonar à IMTU, nos fones 156 ou 3643-5555. Afinal, como disse o Daniel, que nos relatou o ocorrido acima, é preciso pressionar e fazer valer os direitos de cidadão.

ACOMPANHE AQUI TODOS OS BOLETINS:

21/02 – Não colou a Emenda IMTU/Imprensa no Caso da Integração Temporal

19/02 – Emenda da IMTU Piora o Soneto da Integração Temporal

18/02 – Mais Informações Sobre o Boicote à Integração Temporal

16/02 – Mais Indícios de Irregularidades no Transporte Coletivo em Manaus

14/02 – Ainda as Irregularidades no Passa-Fácil em Manaus

13/02 – Mais Uma do Transporte Coletivo em Manaus

12/02 – Mais Irregularidades no Transporte Coletivo em Manaus

KINEMA: IMAGEM-ARTE-PENSAMENTO

um “suplemento” kinemasófico de perceptos/afectos imagéticos

O cinema é sempre político”, disse recentemente o cineasta grego Constantin Costa-Gavras. Diferente do filme, que apenas faz uso dos recursos técnicos cinematográficos apenas para promover, através de um entretenimento de adestração mental, a cristalização/escotomização do olhar. Não que o cinema, toda a obra de arte, deva tratar/defender grandes causas macropolíticas. Ao contrário, o cinema se ocupa dos microfascismos, das micro-revoluções, micropolíticas. Causas menores. Pequenas imagens que resistem. “Micro”, “pequeno”, “menor” também não dizem respeito a uma mensuração. São graus de intensidades. O que jamais seria/será realizado por um cineasta comerciante e seu tripé hollywoodiano: humor reto, violência gratuita, sexualidade (sem sexo) banalizada. E que também jamais seria visto/sentido pelo crítico-historiador, já que ele se ocupa mais da evolução das técnicas e da personalidade de um autor ou outros temas mais fortuitos, mas rentáveis nos guichês das salashopipocola. Mas é ainda com esse tripé que eles fabricarão em série sua realidade e a distribuirão como verdade. Dinossauros, Apaches, Vietnã, Marcianos, Afeganistão, Iraque, etc. “Os americanos invadiram o mundo pelo cinema”, dirá Godard. Todo o universo, e em todos os tempos, colonizado. É um imperialismo mental. Mas sempre um outro cinema caminhou por fora, realizando um corte a partir da imagem como posição no mundo. Chaplin fez isso antes da 2ª Guerra. E após o assassinato do cinema pelos nazistas, ele irá ressuscitar pelo neo-realismo italiano. Rosselini, De Sica, Visconti, Ettore Scola, Antonioni, Pasolini, entre outros, farão um cinema que, mais do que mostrar uma realidade objetiva, põe em questão os esquemas sensório-motores, como afirma Deleuze, onde há uma postura assumida em relação a um espaço e um tempo que o envolve. Mas não há submissão no neo-realismo. Os close-travelling de Ettore Scola não foram feitos para reduzir as possibilidades, mas como um convite para novos possíveis. Acompanhando esse fluxo de desterritorialização do olhar é que vem a Nouvelle Vague francesa, que é um cinema de resistência. Resnais, Godard, Chabrol, Truffaut resistem à escotomização do olhar operada pela televisão. E da Alemanha vem Herzog; Gavras, da Grécia; Kurosawa e Imamura, do Japão. No Brasil, Glauber Rocha e os planos inverossímeis do Cinema Novo, e também Silvio Bach, que continua atuando uma resistência ao cinema comercial. Não que esses cinemas sirvam ao denuncismo — quando assim funciona, geralmente há por trás nada mais do que um cineasta “caçador de recompensas”. José Padilha não entendeu porque Costa Gavras, um cineasta filósofo, tratou o Festival de Berlim, mesmo sendo presidente do júri, de forma tão lacônica, dizendo que não olharia como cineasta e que ganharia “o melhor filme”. Então, não é necessário todo um alarido decorrente da premiação de Tropa de Elite. Ele merecia. Premiação e arte pouco ou nada tem a ver. Pra quem vai o Oscar? é o que menos importa para o cinema enquanto arte. Se o cineasta for filósofo, pode até, contingencialmente, ajudar-lhe numa nova produção. No caso de Padilha, o melhor é não prejudicá-lo. Deixar passar as novas experiências por todo o mundo. Chabrol e Lelouch continuam aí. O cinema iraniano, argentino, mexicano, africano, indiano… Algumas imagens para que a dor não prevaleça e deixe escapar a vida, pois é nisso que consiste a arte.

LA FAUTE À FIDEL!: UMA ‘SÍNTESE’ MARXIANA

Com o fortalecimento do cinema hollywoodiano pela televisão, muitos pessimistas apontaram uma espécie de segunda morte do cinema a primeira foi com Hitler: a apropriação das técnicas pelo Estado autoritário como definitiva. Mas para quem ver La faute à Fidel! (“A culpa é do Fidel”), da cineasta greco-francesa Julie Gavras, filha de Costa Gavras, vê-se uma linha que se atualiza como uma síntese marxiana cinematográfica, como movimento livre das potências para além de uma dialética simplória, a partir do entendimento que Lyotard puxa de Marx. O cinema se situa imediatamente após o maio de 68 francês. A Resistência resistiu, a França se tornou de esquerda, como o que escapa à ordem conservadora, diferença? Na verdade, diminuiu a força da opressão ditatorial, mas as estratégias da direita continuaram se reagrupando nas instituições e no controle das subjetividades. A menina Anna (Nina Kervel-Bey) é quem vai vivenciar em A culpa é do Fidel! essa luta de classes interior, mais também seu pai, sua mãe, sua amiga.

Quando viemos ao mundo, ele já estava reservado para nós, a mesa já estava posta. (A primeira cena é justamente Anna ensinando às outras crianças a etiqueta de comer uma laranja.) “Nossas crianças já nascem de cabelos brancos”, dizia Nietzsche. Sartreanamente, os burgueses tentarão conservar-se em si, longe dos engajamentos políticos-existenciais. “Coisa entre coisas”. Assim é que seu pai, um espanhol de família aristocrata franquista, de la Mesa, vai morar na França. Mas o problema é a percepção do Outro: com a morte do cunhado e a percepção da situação da irmã, que se haviam envolvido na resistência à ditadura de Franco, ocorre uma ruptura, um corte, uma vergonha não-freudiana, mas uma vergonha marxiana de ter se objetificado numa “alienação comunitária” e não ter “feito alguma coisa”. Seguir a promissora carreira na advocacia tornou-se insuportável. A angústia sartreana: é necessária uma reorientação ontológica. Maio de 68 já passou. Ele resolve ir para o Chile auxiliar na eleição de Allende. A menina Anna, que já vivia sob a ameaça do espectro do comunismo devido a uma governanta cubana para quem tudo era culpa de Fidel. Agora a menina dividirá as imagens da direita a escola de freiras, a casa dos avós com as da esquerda sua casa, com novas governantas exiladas e os amigos chilenos dos pais. Ela tenta chocar um mundo com o outro, e tudo é muito complexo. Por um lado, pela postura autoritária; por outro, pela insuficiência pedagógica. O que, em prática, segue o mesmo princípio de uma linha dura, pois os pais também estão fragilizados. A mãe apenas se acomoda aos anseios do marido; e quando se envolve em uma questão a partir de si mesma, ele deixa logo vir alguns rompantes de machismo.

Enquanto a intenção é mudar o mundo, a prática é microfascista. Por isso a questão nesse cinema de Julie Gavras não é mudar o mundo, mas a nós mesmos. Daí que ela não trabalha as imagens de lá, mas as daqui. O corte epistemológico operado no olhar: nos closes quando ela vê o pai barbudo, como a cubana lhe dissera; os chilenos barbudos; as mulheres que sofrem com os abortos clandestinos que a mãe entrevista; a raposa que roeu a pata para fugir. Todas essas imagens angustiantes irão balançar a imagem-postura e o movimento-motriz burgueses, passando a operar um outro tipo de tempo, que é o desejante de um corpo livre para novas relações. Os “vermelhos barbudos” chilenos irão lhe mostrar uma outra forma de comer laranja. Se a postura do pai frente à janela com a morte de Allende é semelhante à do avô com a morte de De Gaulle, agora na escola pública, as outras crianças puxam-na para a roda. Já não é mais complexo. A grande dama largou o véu e foi embora. A criança chegou para brincar. A imobilidade e a linha reta da câmera dão lugar a um turbilhão de novos movimentos, gestos, gritos, risos. La faute à Fidel! não é uma imagem em síntese. É uma síntese cinematográfica de esquerda, como suavidade, inteligência e humor que escapa à ordem constituída, operando seus diagramas com novas espacialidades e novos movimentos. Novas imagens.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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