Arquivo para 19 de março de 2008

O HUMOR DO “NOSSO ORGULHO” NA POLÍTICA TUPINIQUIM

E agora?

Na historiografia oficial, o Norte foi tido sempre como renegado, longínquo, nos confins sem Judas, desde quando a região onde hoje se situa o colossal Amazonas pertencia à Espanha. Nas fanfarronices politiqueiras nacionais, sempre reclamamos da falta de representatividade do “nosso” estado no Congresso Nacional. Vai-se esvanecendo a lembrança de Fábio Lucena, “leitor de dicionário”, considerado um dos maiores oradores que já passaram pelo Senado brasileiro. Depois dele, já nos queixamos de Gilberto Mestrinho, que mestreou a suplência a Gilberto Miranda, três vezes biônico. Tivemos um sorumbático Bernardo Cabral. Qual outro? (Tamanha a expressividade das representações amazônidas na casa dos seniores que ainda bem que citar os três últimos ex-senadores do gigante do Brasil não cai no vestibular. (Olha que no vestibular da UFAM pode cair.) Atualmente não podemos nos queixar, temos Alfredo Nascimento, que virou ministro interino no governo Lula, deixando a nossa contribuição do PT Oh!, my darling! amazoniquim na inteligência rara do biônico João Pedro. E mais ainda, não há quem não conheça, em época de tanta crise moral, o supra-sumo da moralidade na política, exemplo vivo e mumificado para todo o Brasil, a própria justeza em pessoa, Jefferson Péres. Mas estava faltando humor, e neste quesito ninguém, antes ou depois, se compara ao campeão de votos pros outros no Amazonas, 5,5% na última eleição para o governo do estado do Amazonas: Arthur Neto, que poderia cobrar pelas performances humorísticas em rádio, jornal, televisão. Depois da a-posição dormir embevecida com a façanha do fim da CPMF e acordar na madrugada com a aprovação da TV Pública, não é que ontem o “nosso orgulho” resolveu ir à desforra, mandando um requerimento pedindo explicações ao presidente do senado, Garibalde Alves (PMDB), que, como bom e velho PMDBista, sempre torce pro time que está ganhando, indiferentemente ironizou:

“O que eu posso fazer se o senador Virgílio não quer mais se entender comigo? Eu não posso fazer nada.”

Outro PMDBista, Pedro Simon, deixando um pouco de lado a senilidade melancólica que o tem carregado, principalmente nas posições em relação ao Governo Lula, não deixou passar, dizendo que Garibaldi deveria renunciar para poder se entender com o 5,5%. Seguindo a expressão cabocal, Arthur ficou ‘bucéfalo’:

“Eu não vou admitir ser tratado com brincadeira. Eu não estou aqui para ser motivo de chacota, nem ser desrespeitado. (…) Eu não estou aqui para sorrir.”

Os melhores comediantes são sérios em seus papéis, tão sérios que convencem a platéia, por isso Pedro Simon explicou que o presidente do senado não pode falar particularmente aos senadores enquanto está presidindo os trabalhos. Arthur não havia estudado seu papel, o regimento da casa, mas só não é um ator brechtiano porque não conhece/opera o Verfremdungseffekt, o efeito-V, o “distanciamento”, que permite o uso da razão pelo ator e pela platéia na análise do Real, encontrando-se no aumento da potência de agir no mundo. Irracional, Arthur não é um canastrão, porque acredita em seu papel como verdadeiro e não quer impulsionar mudança alguma, ao contrário, seu objetivo é travar, boicotar as mudanças que Lula vai construindo, conforme as ordens de seu lugar-tenente, Fernando Henrique. Agora, se não conseguir ser eleito para presidente de escola de samba ou vereador em Manaus, estará apto para substituir Arnaldo Jabor nas truanices globólicas. De qualquer modo, quando o Senado for extinto, ficará de Arthur’5,5%’Neto a memória como uma das maiores contribuições ao folclore humorístico das parlapatices da política tupiniquim. Não ria; é sério.

CAMPANHA DE PROTEÇÃO CONTRA O VÍRUS IMTU/SINETRAM: OUVIDO DA IMTU VIRA ORELHA NA FICÇÃO MARKETOLÓGICA

Campanha de Prevenção ao V�rus IMTU/Sinetram

VÍRUS IMTU/SINETRAM VERSÃO 2.0

VÍRUS IMTU/SINETRAM ATACA COM FICÇÃO MARKETOLÓGICA, MAS O REAL TRANSBORDA, TRANSFORMANDO OUVIDO EM ORELHA

Fogos de artifício e holofotes apontam para as ações da Prefeitura na melhoria do transporte coletivo. Duas ações lançadas esta semana estão em voga na imprensa press release manoniquim.

A primeira ação é a promoção de uma Conferência Municipal de Transporte Coletivo que tem por objetivo discutir o Plano Diretor da cidade para o transporte nos próximos anos, com o tema: “Transporte Eficiente e Responsável”, e que trará para Manaus o presidente do Fórum Nacional de Transportes, o professor de engenharia civil da UFPE Oswaldo Lima Neto. Mas a primeira dúvida é se realmente se discutirá o transporte coletivo do futuro, sendo ele inexistente no presente. Com a frota de carros particulares crescendo em proporções geométricas e as soluções do transporte nos últimos anos terem se mostrado ineficientes (Expresso e Viadutos), seria o caso de se pensar o transporte de maneira mais ampla, e não apenas no sentido da frota de ônibus, ou futurar a partir de um presente desarticulado. Oswaldo Lima Neto foi presidente do EMTU de Pernambuco nas gestões de Miguel Arraes, e conseguiu melhorar esta questão no Estado.

No entanto, como ele mesmo coloca em entrevista, a presença do Estado como órgão responsável diretamente pela gerência e fiscalização do transporte urbano é imprescindível. Enquanto convida Oswaldo para palestrar – e ele nada tem a ver, não vem como engenheiro, vem como palestrante – a IMTU se mostra avessa à proposta do vereador José Ricardo (PT/AM) que coloca sob a responsabilidade direta do instituto a gerência do sistema de bilhetagem eletrônica Passa-Fácil. O próprio presidente Marcelo Ramos, e o prefeito Serafim (segundo o deputado federal Praciano) já disseram que são contrários à medida, pelo ônus que acarretaria. No entanto, o ônus social (e eleitoral) que traz a má gestão do sistema pelo Sinetram – o Sindicato de Uma Empresa Só – não é levado em conta pela atual administração, que se revela uma fiel continuadora de gestões anteriores da prefeitura em relação ao transporte coletivo.

A segunda frente de marketing que a prefeitura apresenta é a Ouvidoria do Estudante, que atuará, segundo o IMTU, em defesa dos estudantes, que terão um canal de reclamação para as irregularidades cometidas contra a categoria. O ouvidor ainda não foi indicado pelo presidente Marcelo Ramos.

A questão a ser colocada é se a ouvidoria abrirá processos somente contra o Sinetram, ou se será também o ouvido que funcionará em relação às irregularidades da própria IMTU. Por que canais auditivos caminhará este deslocamento social de ar, que estruturas auriculares irá excitar, e como o cérebro irá decodificar os sinais sonoros enviados? Será o cérebro-IMTU ou o cérebro- Sinetram? Ou será um ouvido descerebrado, sem o qual se torna inútil? O telefone disponibilizado pelo IMTU para a ouvidoria, na realidade, é o do NAC (Núcleo de Atendimento ao Cidadão) – 156 ou 3643-5555, o mesmo que este Bloguinho usou no dia 12/02 para contactar e confirmar o boicote dos empresários à Integração Temporal. Portanto, à exceção do próprio ouvidor, que ainda não existe, é o mesmo sistema, cuja burocracia inviabiliza que não apenas o estudante mas qualquer cidadão consiga sequer iniciar uma apuração dos fatos relatados. Algum cidadão que, entre os dias 08/02 e hoje já foi ressarcido pela IMTU/Sinetram pelos danos causados pelo boicote? É bem possível que este “novo” ouvido municipal, desprovido da estrutura neurossocial para a decodificação do discurso dos usuários, sendo afetivamente embotado para compreender as demandas decorrentes da ausência do transporte coletivo, transforme-se apenas em mais uma orelha.

ENQUANTO ISSO…

Enquanto o vírus IMTU/Sinetram se realoca em mais uma nova mutação, no aparelho auricular da prefeitura, o vereador José Ricardo solicita via Comissão de Transportes da CMM, o envio das planilhas de custo do transporte coletivo dos anos 2001 a 2007, para que possa ser feita a avaliação da tarifa, e assim subsidiar a discussão sobre o passe livre. Está prevista para dia 26 deste mês uma audiência pública na Câmara sobre o projeto de Lei da dupla empresarial Jairo da Vical/Massami Miki.

Esta mesma planilha, que reúne os custos do transporte coletivo das empresas, e que foram investigadas na CPI dos Transportes de 2006, quando se detectou uma diferença de 0,20 centavos por passagem nos últimos 08 anos a favor dos empresários. Isto, sem contar a sonegação de impostos e o não pagamento dos direitos trabalhistas e horas-extras dos trabalhadores do transporte coletivo, os “baderneiros” de Serafim.

Sem estes dados, que sequer foram considerados quando da discussão do projeto na CMM – o próprio presidente do IMTU considerou como dados relevantes para discussão somente o levantamento sócio-econômico dos estudantes usuários do cartão estudantil – ficaria no mínimo escamoteada qualquer discussão sobre passe livre, ou mesmo sobre tarifa.

O não aumento da tarifa durante o ano de 2008 – trunfo eleitoral de Serafim negociado no final do ano passado com os empresários – é a grande realização da gestão Marcelo Ramos frente ao Instituto.

O vereador José Ricardo também solicitou a presença do delegado da PF, Domingos Sávio Pizon, para que ele explique aos vereadores como se deu a operação “Articulados”, e como funcionou o esquema da Eucatur para colocar em Manaus ônibus de 1993 com corpinho e registro de nascimento de 2004 e empréstimos no BASA usados irregularmente.

Nenhuma destas questões está na pauta da conferência, e nem deve chegar ao sistema auricular da IMTU.

Ouviu essa, IMTU?

E na Campanha de Proteção contra o Vírus Imtu/Sinetram, relate neste bloguinho casos que estão ocorrendo no bairro de sua residência, no seu trajeto ao trabalho, ao lazer, à escola, etc, para serem publicados neste espaço comunitário e ir auxiliando, por fora da mídia oficial seqüelada manauara, a defesa de nossos direitos, de nossa cidadania, de nossa liberdade de ir e vir.

CLIQUE NO CARTAZ DA CAMPANHA NA BARRA LATERAL DESTE BLOGUINHO PARA ACESSAR OS BOLETINS!

O MEDIUM TELEVISIVO E A OPINIÃO PÚBLICA

O que Toni Bellotto disse: fala ou frase?

A fala não está separada de uma práxis social. Ela surge como a composição de processos heterogêneos, fisiológicos, psicológicos, históricos, econômicos, sociais e políticos. Daí a fala ser uma percepção destacada do processo de assimilação da realidade espaço/temporal pela experiência (órgãos sensório-motores) mais o intelecto (ação Neuro-Cognitiva). A fala não pode ser considerada uma criação pura, mas uma seleção individual de atualização de uma ação coletiva: primeiro são captados os códigos do espaço/tempo perceptivo, depois realizado uma combinatória destes códigos, segundo a redundância da língua (instituição e sistema), para, enfim, expressar um discurso (mas a língua não determina a fala). Então, a fala é um posicionamento no mundo: como o mundo é percebido individualmente, como o mundo é lido e interpretado, como ele é sentido, como ele é comunicado. Falar é se posicionar frente a uma situação e expor publicamente sua opinião. A fala é sempre pública, posto que seja ação libertadora objetivando o bem comum para a cidade. Assim, a fala não é a redundância de significantes ou a imposição de clichês como palavras de ordem. Então uma frase pode ou não ser uma fala. Caso ela apenas siga a justaposição de palavras, segundo coordenadas que pretendem fechar os compostos da fala em sistemas e regras gramaticais, não é fala. Pois é montada no vazio do significante que não percebe o mundo em seus embricamentos, mas a partir de signos redundantes.

Neste movimento analisemos o que foi dito por Toni Bellotto sobre a TV Pública no Brasil:

TV Pública é uma piada. Primeiro, porque tem tudo para virar um instrumento de propaganda do governo. Segundo, é muito dinheiro investido para poucos resultados práticos. E nem deve ter muita audiência. Ninguém leva aquilo a sério.”

Primeiro, para o eleitor de Alckmin a TV Pública no Brasil é uma piada. Pois bem, ele concebe piada da mesma maneira como a mídia televisiva concebe humor: de forma preconceituosa e reduzida cognitivamente. Ele absorve o sentido vazio de piada como estória (ou história mesmo) sem interesse público, chacota, passa-tempo para diversão-vazia. Ele não percebe piada como humor que movimenta novos modos de existência e novas percepções da realidade, tais como uma TV Pública pode movimentar fazendo da informação/comunicação elemento de construção de opiniões públicas engajadas no bem comum, diferente das tevês que detêm a concessão de canais abertos presas ao grande amor no capitalismo: o capital.

Segundo, o funcionário da TV Globo diz que a TV Pública “tem tudo para virar um instrumento de propaganda do governo”. Não consegue perceber que a melhor propaganda do Governo Lula é o seu efetivo trabalho realizado ao país e ao povo. Mas por ser empregado da Globo, talvez só consiga ver propaganda como marketing que necessita retirar os objetos da efetividade do mundo e representá-los, esvaziadamente, como signos-clichês, por isso suporta ser funcionário da Globo.

Terceiro, o que não consegue ter uma compreensão de política para além da política profissional constituída, entende dinheiro preso a subjetividade capitalística. O vil metal deve suprir as faltas imediatamente. Não compreender o dinheiro como valor-equivalência como parte necessária a um processo. Daí não entender prática como práxis: processo de produção de subjetividade que ocorre nas composições que os homens realizam com a sua existência histórica.

Quarto, o que acredita que a banda Titãs faz críticas sociais diz que a TV Pública não terá muita audiência. Entende audiência como a sua patroa Globo. A partir do mensurador comercial IBOPE, que sela os contratos entre empresários donos das concessões dos canais de televisão e empresários de outros ramos. Entende-a como maioria, logo dentro de um metro-padrão. Não perspectiva (não enxerga além do que lhe é imposto) uma audiência fundamentada na minoria que percebe a informação/comunicação a partir de outros códigos que não sejam os mesmos da subjetividade capitalística.

Quinto, o inserido na tristeza da mídia seqüelada televisiva diz que ninguém levará a TV Pública a sério. Nisto ele acertou. A proposta da TV Pública é escapar ao padrão do médium televisivo, então deve escapar à tristeza, logo deve escapar a seriedade, como podemos perceber na filosofia de Sartre. Então a TV Pública pode caminhar fazendo o seu caminho na alegria e no humor necessário à liberdade.

De quebra, Toni Bellotto, o fixado empregado da TV Globo, afirma, confirma e deixa mais do que claro todo o pavor que os canais de tevê da mídia golpista/seqüelada reduzida epistemologicamente está sentindo com a movimentação da TV Brasil.

Então perguntamos: o que foi dito por Toni Bellotto é uma fala ou uma frase?

Respondemos: Toni Bellotto faz valer sua moral burguesa e sua incapacidade cognitiva de perceber o mundo em uma objetividade fora daquela ditada pelo capitalismo e seus instrumentos coercitivos como a mídia televisiva seqüelada. Logo ele diz uma frase. E no auge de sua limitação moral burguesa tem Público como contrário de sua realidade privada. Privada não só em casas fechada por altos muros, mas porque não consegue perceber Público como Povo. Então só lhe resta entender Público em sentido pejorativo.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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