Arquivo para 1 de abril de 2008

SEU ZÉ MALANDRO NO TERREIRO DO PAI JOEL

Zé Malandro veio ao mundo

Veio cumprir sua missão

Ajudar a quem precisa

E tirar sua aflição”
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Atenção malandragem, mulherada, jogadores, trabalhadores, todos que sofrem com a miséria, o preconceito racista e sexual, que sofrem com a intolerância religiosa, todos os excluídos da história oficial brasileira, adeptos e simpatizantes das religiões afro-brasileiras, Pai Joel e família, Dona Joana, sua esposa, e todos os filhos receberam afetuosamente todos os convidados que foram à sua casa no último sábado, 29 de março, lá na rua São Marçal, n° 619 Cidade de Deus, zona Leste de Manaus. E a alegria tomou conta do terreiro, porque baixou Zé Malandro, que veio pra conversar, cantar, jogar, beber, fumar, dançar e abençoar todos que se comprazem na sua presença.

E é Pai Joel que nos fala de sua história nas religiões afro e de seu Zé Malandro, o mestre da casa:

Eu sou Pai Joel de Ogum. Eu sou do Rio de Janeiro, mas estou aqui trabalhando em Manaus desde 2002. Eu trabalho na Umolocô, na Umbanda e um pouco na Mina, e cultuo um pouco do Candomblé, porque fui feito no Candomblé. Todos somos irmãos, irmãos de axé, irmãos de cabeça. Hoje é a festa do mestre da casa, seu Zé Malandro. O nome dele é seu José dos Anjos, nascido em 1843, e ele tem trazido muitas coisas boas pra mim aqui em Manaus. Aqui em Manaus, que eu saiba, quem cultua Zé Malandro sou só eu. Confundem muito, achando que ele é Exu, mas ele não é. Ele é um mestre. Ele trabalha muito bem no catimbó, no feitiço. Ele vem nas quatro linhas: tanto na linha das Almas, na linha dos Pretos-Velhos, na linha de Caboco, na linha de Exu. Ele é o irmão mais velho de Zé Pilintra. Faz parte da falange dos malandros, assim como seu Sibamba, Zé do Coco, Zé Pretinho e muitos outros; mas assim nas quatro linhas só seu Zé Malandro, Zé Pilintra e seu Sibamba também podem vir. Seu Zé Malandro é um mestre de Aruanda. Ele era um trabalhador, só que ele foi um rei da boemia, da malandragem, muito mulherengo. Ele saiu de Pernambuco fugido, foi pro Rio de Janeiro, reinou no Rio, nos morros. A linha que eu trabalho é essa do Zé Malandro do Morro, porque existem outras duas linhas: o Zé Malandro da Maloca e o Zé Malandro da Lapa também. Praticamente seu Zé Malandro é o mesmo Zé Pilintra, são irmãos, só que enquanto seu Zé Pilintra era um boêmio da Lapa, seu Zé Malandro era mais do morro…

Mas o terreiro já estava repleto de convidados, e eis que Pai Francisco, pai de Pai Joel, já convidava a todos os pais e mães de santo presentes, os cultuadores da religião e os simpatizantes para participar da festa que se inicia.

Eu quero que todos vocês fiquem à vontade, com senhor Oxóssi, com senhor Ogum, todos os orixás, todas as entidades, vamos fazer uma coisa bonita, uma festa formosa. Quem quiser falar, quem quiser se manifestar, pode ficar à vontade, pode cantar. Eu agradeço de coração.

Dona Joana também falou da sua história ao lado de Pai Joel na construção e luta para realizar o trabalho que hoje se concretiza:

Boa noite a todos que estão aqui. A história que se realiza aqui hoje é uma história muito bonita, que começou há sete anos atrás, na primeira festa de seu Zé Malandro, quando era só nós dois, mas a oferenda que nós fizemos foi uma coisa tão bonita, e hoje eu fico feliz com o crescimento dessa festa, com todos vocês aqui. Muito obrigada!

Um dos mais velhos filhos de Pai Joel, fez as honras em respeito e amizade a todos que compareceram:

Quero agradecer a Deus neste exato momento, e agradecer também a presença de todos aqui, que o Senhor permitiu, queremos agradecer a tudo de bom que você nos deu, pela luz de nossos olhos, pela inteligência que temos, e te pedimos, humildemente, que nos conserve na paz, na tranqüilidade, na tolerância. Senhor, Deus Pai, muito obrigado!

Então soaram ininterruptos os atabaques e o xeco-xeco de Dona Josefa, que diz que não é da Umbanda, mas gosta de tocar, cantar e dançar, e segura o ritmo, agitando a festa desde a hora que se inicia até o dia clarear.

Seu Zé Malandro quando vem

Vem trazendo toda a magia

Para saldar todos os seus filhos

E retirar feitiçaria

Ô, pisa na Aruanda

Zé Malandro eu quero ver”


Seu Ubiratã                               João Légua de Mojubiá

E é nesse ritual de crença e amizade que a festa segue enquanto as entidades, seguindo seu Zé Malandro, vão uma a uma tomando conta do terreiro, com seus pontos e seus movimentos bonitos e desconcertantes, mandando para longe todos os males e trazendo a alegria da celebração comunitária. com toda a autenticidade das religiões afro-brasileiras.

Dona Mariana
Seu Mineiro                                         Zé Vaqueiro
Caboca Caetana

Outros babalorixás convidados, entraram na comunhão de partilhar seu canto no terreiro de Pai joel e preencheram-no com seu axé.

Pai Geovaņo de Ajagùnnọn

Para quem precisar dos serviços de Pai Joel, ele atende todos os dias, a partir das 17h, na sua casa, cujo endereço está no início deste post, o telefone é 9155-3632. Uma vez por mês há também uma sessão de descarrego como caridade da casa, com Preto-Velho. Ele explica:

Porque a gente não faz trabalho só para ganhar prosperidade, mas pra ajudar as pessoas principalmente. Ajudar as pessoas carentes, não deixar elas abandonadas.

    Marinheiro Daniel                                 Caboca Jacira

Com certeza seu Zé Malandro ficou contente e distribuiu suas bênçãos a todos. Porque o som dos atabaques, os pontos cantados, os movimentos dos pais, filhos, e convidados entraram na harmonia e vivacidade das religiões afro-brasileiras, das raízes nossa autêntica cultura. E assim continuou depois do dia raiar…

Tereza Légua                                                           

Tava sentado no muro

Fumando bagulho, a polícia chegou

Joguei o bagulho pro lado

Saí no Pinote, ninguém me pegou

Houve tiroteio, houve confusão

Bateu na porta, o camburão.”

*……….::::: CHAGÃO ESPECIAL:::::……….*

A IEER*, A MORAL E O FUTEBOL

O ex-jogador Roberto Perfumo, astro argentino, escreveu a um dado momento, que é preciso entender o futebol para entender o mundo. Através dele, e do quadro que se pode recortar, denominando-o “mundo do futebol”, se pode chegar a compreensões sobre o nosso mundo, as relações, os nós e as linhas de fuga que existem e que se compõe-decompõe no corpo social.

Como no mundo todo, as chamadas drogas estão também no futebol. E não diferente de outras vertentes, o jornalismo esportivo, quando trata desta e de outras questões, se coloca na posição do julgador, condenando ou absolvendo, na maior parte das vezes aplicando a pena do ostracismo ou do estigma social.

O ex-jogador Walter Casagrande Jr, ao se aposentar, foi quase que automaticamente para a cabine da rede globo. Tornou-se comentaristaCasagrande da emissora, e nela chegou a ser cogitado para o cargo de técnico do time que o consagrou, o Corinthians. Há alguns meses, Casão, como é conhecido, simplesmente desapareceu da telinha esportiva da vênus platinada, após um acidente. No entanto, somente agora, com a publicação de uma reportagem sobre o caso, veio à tona o real motivo do afastamento do jogador: Casagrande é contumaz consumidor de substâncias entorpecentes ilegais, como cocaína e heroína, e está internado em um centro de reabilitação, donde não pode sair de vontade própria, sequer ver os filhos. Os médicos já informaram que é um caso gravíssimo de dependência química.

A maior dependência é a dependência do mercado, já explanou este Bloguinho. Trata-se, portanto, de examinar a atuação da imprensa e sua posição diante da exposição do caso Casagrande.

A revista Placar, responsável pela reportagem – que ainda nem foi às bancas – foi duramente criticada por quase toda a imprensa esportiva, acusada de se intrometer em um assunto familiar, e colocar à execração pública um “bom homem” como Casagrande.

TODA MORAL É UMA MORAL DE CLASSE

Já dizia o companheiro Nietzsche, craque das perspectivas, que toda moral serve a um propósito definido: estabelecer posições sociais e delimitar atuações. Ou, Foucaultiando a questão, o enunciado moral é um demarcador de poder.

MaradonaA moral burguesa, filha direta da moral judaico-cristã (sem Cristo), tem dois elementos que saltam visivelmente do caso Casagrande e a forma como foi tratado pela imprensa. O primeiro aspecto é que a moral jamais permite uma análise. Do enunciado moral jamais nasce outro enunciado, exceto aquele que carrega o aspecto judicativo: condena ou absolve. Não há espaço para transbordamentos, questões outras que existem, mas que não interessam à moral, pois eliminariam sua força. O segundo aspecto é que a moral, como enunciado judicativo, só tem força quando usada para se referir ou posicionar no mundo como objeto ao outro. O verdadeiro burguês, o disseminador da moral, ele próprio, quando se crê afastado do olhar do outro, elimina de si a força do enunciado. Por isso, quase sempre o defensor de um aspecto moralizante é pego transgredindo justamente o pecado que no outro condena.

Assim, a imprensa esportiva age como o enunciado reverberador da Moral. A mesma moral que condenou Maradona, agora absolve Casagrande.

Enquanto a imprensa, à época da descoberta – que não foi descoberta – da adicção de Diego, condenou-o, colocando como mau exemplo, perseguindo, exibindo a feiúra e a chaga moral do ex-craque (escroque?) Maradona (Maracoca!), no caso de Casagrande, o bom moço, as críticas recaíram sobre a revista que publicou o material. Um, santo que caiu numa armadilha. Outro, demônio que se compraz no pecado, e deve ser usado como imagem da pedagogia do medo a disciplinar criancinhas incautas.

Enquanto a imprensa mundial e a nacional não pensam duas vezes em publicar cada escorregadela de Dom Dieguito, enquanto se busca constantemente o clique que melhor capture a deformação corporal, ícone da deformação de caráter do sujo Maradona, aquele que beijava lascivamente o não menos pecador Caniggia, a cada gol marcado, no caso de Casagrande, a revista é acusada de não respeitar a decisão da família, que não queria que a adicção viesse a público. A mesma imprensa que condena a revista por adotar uma postura sensacionalista, explorando a dor de um ídolo para vender mais, também é ávida consumidora das fotos e manchetes da imprensa sensacionalista internacional, quando o assunto é mostrar a imagem do erro, a chaga moral, a violência quando sintoma da violentação social.

Esta moral, que se pretende enunciado definitivo, tábua de salvação (ou leito de Procusto), serve a um e não a outro. Por que?

CasagrandeÉ que um é a imagem-simulacro desta própria Moral. Casagrande é bom moço, ouve o rock inócuo de Rita Lee, fala mal do governo, trabalha na Globo, penteia o cabelo, não reclama do lanche, não toca nas feridas abertas do futebusiness mundial, tem opinião formada sobre tudo, mas não analisa nada. Um exemplo para a juventude!

E o outro? O mal, feio, gordo, gênio mau, não sorri para as fotos, não esconde a sujeira familiar debaixo do tapete, acha que seus problemas são do interesse das pessoas, diz que a guerra é injusta, que Bush é a encarnação do deus Mercado, é amigo de Fidel, de Lula, de Chávez, tem tatuagem, é crítico do futebusiness, inimigo da FIFA, torcedor do Boca Jrs, crítico da seleção do próprio país, fez gol com a mão, beijava outro homem na boca, eliminou o Brasil de uma Copa do Mundo e feriu o orgulho nacional, cheirou, tornou público, colocou o elefante brancoMaradona against Bush das drogas na sala de estar da boa família burguesa, mijou, foi eliminado da copa seguinte, acusou a toda poderosa FIFA de armação – não, logo ela! Não… – a lista de pecados é interminável, e o homem está longe de morrer, apesar dos problemas sérios de saúde.

Tal condenação é resultado de uma moral da classe fraca, moral do rebanho, do ressentimento, da impotência, da imobilidade, da sociedade decadente.

A moral do rebanho, do escravo, portanto, aparece corporificada na imprensa que condena uma igual – a revista nem de longe tem condições epistemológicas de abordar o tema de forma elucidadora – e que em suas opiniões e editoriais demonstram os dois principais aspectos da moral de classe. Uma ilustração: toda a imprensa paulista sabia da adicção de Casagrande. Não publicaram por respeito à família. Respeito que teria faltado no caso do ex-centroavante Reinaldo (Atlético Mineiro), do próprio Maradona e de seu parceiro-afeto, Caniggia? Ou a “família” que pediu sigilo seria a patroa Globo, sempre pronta a condenar Diego no Jornal Nacional, com beicinho e meneios de cabeça condenadores do casal Bonner-Simpson, mas que quando se trata de discutir problemas sociais no seu próprio seio familialístico, se omite. Enunciado típico do burguês: “meu filho é doente, o da vizinha é viciado”; “minha filha é liberal, a do vizinho é puta”; “meu pai teve um deslize, o pai do vizinho foi chifrado”, “minha mãe é excêntrica, a do vizinho é louca”; “meu filho é homossexual, o do vizinho, bicha doida”. A moral do Escravo, filha do ressentimento e da impotência, nasce do Não “a um ‘fora’, a um ‘outro’, a um ‘não-eu’.

Ao caracterizar Maradona e Casagrande como estereótipos do bom e do mau, a imprensa se revela acéfala repetidora do enunciado da moral de classe, estabelecendo valores a serem copiados pela sempre titubeante classe média. A moral de rebanho não é apenas um divisor hierárquico social; é também um demarcador de status.

Não espere o leitor intempestivo, portanto, de nenhum – nos arriscamos sem nenhum risco a dizer – jornalista da imprensa esportiva que está aí, uma análise que leve em conta aspectos para além da moralidade ‘bola murcha’ que posiciona o intempestivo Maradona como o diabo a ser evitado e o good boy Casagrande como o exemplo a ser seguido. O que dirão, caso Casão não consiga superar a adicção? Casão não chega a D10S, nem dentro, nem fora de campo.

Há, ao menos, uma boa notícia neste imbróglio todo: Walter Casagrande Jr, ótimo centroavante de Corinthians, Torino, Flamengo, dentre outros, deixou temporariamente de usar um tipo de entorpecente. A Rede Globo.

* IEER: Imprensa Esportiva Epistemologicamente Reduzida.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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