Arquivo para 7 de maio de 2008

A SUAVIDADE DA MINISTRA DILMA E AS AFECÇÕES TRISTES DOS AGRIPINOS E ARTHURS

Convocada pela Comissão de Infra-Estrutura do Senado para falar sobre o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), a Ministra Dilma Roussef compareceu. Porém, antes de iniciado o rito da sessão por seu presidente, o senador Pirillo (PSDB-GO), foi ecoada a, já tartamudeada pela direita, lista da caderneta de comprar fiado na taverna, chamada pela própria, intrigantemente, de dossiê. Como não poderia ser diferente, em um momento como este, esperado também pela mídia parceira de intrigas, o primeiro a fazer uso da eca-histórica afecção-triste foi o senador “orgulho do Amazonas”, Arthur“5,5%”Neto.

Desrespeitando o tema oficial da sessão a política do PAC , o representante da direita do Amazonas foi direto ao seu blefe-demagógico construído por eles mesmos junto com a mídia-seqüelada: o espectral (imagem que não tem corpo real) dossiê. Abrindo seu inseparável arquivo de clichês, falou à ministra que ela deveria dizer a verdade que o Brasil todo esperava. E que não dava para “tapar o sol com a peneira (coisa que a produtiva peneira nunca teve a delirante pretensão, e o bom sol jamais imaginou). Lembrou da ida democrática do ministro Nelson Jobim, embora acompanhado de um grupo de militares, que, segundo ele, se fosse no tempo da ditadura, ficaria temeroso (o Amazonas pigarreou, lembrando das praias do Rio de Janeiro). Sempre usando, em vão, a palavra democracia, de quem se considera um defensor intransigente, jogou para a platéia gestos de sua conhecida ‘elegância’, elogiando a atuação da ministra como militante contra a ditadura militar, mas que ela deveria responder para o Brasil (dele) o que o pais esperava (eles: a direita). Enquanto isso, a ministra suavemente ouvia como se imaginasse que fora por estes tipos que valera se posicionar pela liberdade democrática brasileira.

Logo, em seguida, como soe acontecer em espetáculos demagógicos-midiáticos, pediu a palavra, compondo a dupla ‘Como se’, o hilário-arrumadinho, com seu penteado enlaquezado, o revolucionário senador Agripino (DEM-RN). Também, desrespeitando o tema oficial, mandou sua inquietação democrática: “A sociedade brasileira [dele] precisa saber da verdade sobre o dossiê”. Puxou uma entrevista que a ministra havia concedido em anos passados à reacionária Folha de São Paulo, onde ela afirma ter mentido na ditadura, e tentou fazer insinuações de que todas as declarações da ministra sobre a lista de comprar fiado eram mentirosas. Imaginou pelo incauto: “se ela mentiu na ditadura, ela mente na democracia [lógico que a dele]. Mas teve um momento em que seu estado soltou uma zombeteira gargalhada. Foi quando afirmou que lutou contra a ditadura quando era governador: apoiou Tancredo quando os militares já haviam se recolhido aos quartéis. O mesmo heroísmo usado por membros da esquerda Oh, My Darling de Manaus. Principalmente os dirigentes locais do PCdoB. E ainda: um vereador manauara que se apresentava como líder estudantil e que fugia da polícia em 90. Enquanto ouvia o grotesco, a ministra, suavemente, sugeria imaginar-se como em alguma cena cristal (para o filósofo Deleuze: o movimento entrelaçado entre o real e o irreal o virtual tornando-se atual, o atual tornando-se virtual).

A SUAVIDADE

Então a ministra falou. Disse que embora tivesse ido para apresentar as ações do PAC, ela se colocava à disposição dos senadores para responder qualquer pergunta, inclusive sobre o tal dossiê, mas que antes queria fazer uma observação. Aí enunciou o que nenhum estúpido da direita gostaria de ouvir naquele momento. Pois revelaria em público a sordidez daqueles que, em nome de um conceito psicótico de democracia, tramam com o único propósito de ver o país desesperado. Não deu outra: o público viu e ouviu. A ministra afirmou que aquele que compara a ditadura com a democracia atual não é um democrata. Voltou a afirmar que mentiu na ditadura. Mentiu sob a tortura, para salvar seus companheiros da prisão, tortura e morte. Mentiu, porque na tortura o que menos importa para o torturador é a verdade. Que todos, como humanos, sentem dor. Que ela, com seus 19 anos, também sentira e muito. Em três anos de prisão, compreendera as dimensões da liberdade.

Silêncio total. Parecia que pela primeira vez a maioria daquelas estavam diante de um dos momentos mais terríveis da história do Brasil. Silêncio. Era uma mulher suave que falara sem nenhuma amargura do passado. Só certeza de que valera a pena.

O cantor e compositor cearense de Sobral, Belchior, tem uma música cuja letra canta: “Se você vier me perguntar por onde andei, no tempo em que você sonhava. De olhos abertos lhe direi: amigo, eu me desesperava”. Talvez o artista não tenha sido preso no tempo em “que este desespero foi moda em 73”, mas quando ouvimos os relatos da Ministra diante dos dois senadores, que se mostram indignados com atos antidemocratas, e insinuando que também deram sua parcela de contribuição para as liberdades democráticas contra a ditadura, o texto de Belchior cai bem. Enquanto a ministra se desesperava na tortura, onde andava Agripino? Inocentemente ligado à ARENA, o modelo do seu PSD, braços da ditadura. E Arthur? Nas benesses de membro da classe média. Sem nenhum registro, em Manaus, que tenha enfrentado a ditadura pela liberdade brasileira. O que se infere com o sobralense é que, se sonhavam, não era com o Brasil livre, mas sim com seus entes oníricos de classes privilegiadas.

No resto, a Audiência Pública para a ministra foi mais uma prova de seu talento de mulher independente, e confirmação de que o povo de Manaus está certo quando lhe quer na presidência do Brasil. Agora, sim, para o desespero da direita, que, com esta realidade, não pode nem sonhar.

AOS PREFEITURÁVEIS, PRA NÃO DIZER QUE LULA NÃO VEIO A MANAUS

A passagem de Lula, ontem, por Manaus, foi repleta de fatos que ilustram o quadro político local. Primeiro, o presidente teve que se desdobrar para cumprir uma agenda dupla: do lado do prefeito Serafim, inaugurar um reservatório de água no bairro Cidade Nova III. Pelo lado do governador Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga, a inauguração de uma etapa do PROSAMIM, no bairro da cachoeirinha. Lula visitou ainda o canteiro de obras da ponte sobre o Rio Negro, financiada pelo BNDES. Este Bloguinho selecionou algumas situações ocorridas nestes eventos, para destacar perspectivas que o leitor intempestivo não irá encontrar na mídia oficial, local e nacional, e que auxiliam na compreensão das práticas administrativas do poder público em Manaus.

POLÍTICOS MODERNOS

O governador Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga já disse certa vez que se considera um político moderno, que rompeu com as práticas tradicionais clientelistas de seus antecessores. Serafim carregou expectativas de mudança no modo de atuação da prefeitura. Mas a modernidade que se viu, tanto no núcleo 23 da Cidade Nova III quanto na Cachoeirinha, eram funcionários públicos tanto do lado estadual quanto do municipal convocados para fazer claque para seus respectivos patrões. No caso do governo do Estado, alunos de escolas das proximidades, da secretaria de cultura, de esporte e lazer, organizados em grupos e com funções definidas. Alguns com o estilo de liderança inspirado no governador, proferiam impropérios em meio às ordens aos claquetes. No lado da prefeitura, fontes intempestivas informaram que os profissionais de diversas secretarias foram convocados a comparecer sem uniforme, e levar cartazes de apoio a Serafim. E ainda tiveram que comprar as cartolinas. Modernidades que já se encontravam nos governos de Álvaro Maia, Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes…

COM AMIGOS COMO ESSES…

Em um dos cartazes carregados por funcionários municipais, se lia: “Serafim, continue sempre assim como você é”. Quem precisa do governo do Estado como inimigo?

A LISTA

Quando foi discursar na inauguração das obras do igarapé da Cachoeirinha, a ministra Dilma levou uma lista de nomes de políticos e autoridades locais, para cumprir o já conhecido ritual de agradecer no início de cada fala os presentes ao discurso. Na lista entregue à ministra haviam nomes de todos os presentes e até alguns ausentes, como o deputado federal Praciano. No entanto, uma ausência foi sentida: a do prefeito Serafim Corrêa. Alguns de seus secretários, presentes à cerimônia, também não estavam na lista. Quem teria sido responsável pela lista, que visivelmente deixou de fora o prefeito e seus secretários? O PT do Amazonas, que tem alas subservientes tanto a um lado quanto a outro, não atentou a este detalhe? Se foi o governo do Estado que elaborou, por que a presença do nome de Praciano, ausente do evento e pré-candidato a prefeito? Teria sido a prefeitura, algum cabo eleitoral do governo do Estado infiltrado? Se foi o cerimonial do governo federal, este recebeu as informações de alguém ou algum órgão local. Quem teria sido? E o PT/AM, como fica nessa gafe pré-eleitoral?

AS VAIAS SERAFINESCAS E O DELÍRIO DO GUERREIRO DE SEMPRE

Serafim, como em quase todos os eventos abertos ao público que comparece como prefeito, se mostrou inseguro e com ar deprimido. É evidente a qualquer observador atento que ele não se sente à vontade. Mais uma vez, foi vaiado, e de nada adiantaram as orquestrações com a claque oficial. Quanto a Braga, aproveitou-se da presença de Lula para alfinetar o senador Arthur ‘5,5%’ Neto, mas não teve coragem para faze-lo abertamente. Ao invés disso, procurou desqualificar as administrações públicas anteriores, citando números relativos à construção de casas e se colocando como mudança. Uma ofensa à memória popular, que sabe das relações íntimas que ele (Braga) teve e continua tendo com as administrações municipais e estaduais anteriores, das quais ele é continuidade, como Serafim.

LULA MOSTRA A IGUALDADE ENTRE BRAGA E OS ANTERIORES

Lula, no seu discurso, comentou que a falta de investimento dos governos anteriores no Amazonas em saneamento básico se deu por que “em cano não se pode colocar nome de parentes. Por isso eles preferiam fazer pontes a colocar canos”. Braga nessa hora se encolheu na cadeira.

ATO FALHO OU CURTIÇÃO? LULA “ESQUECE” SERAFIM

No seu discurso, Lula, sempre com humor, lembrou aos adversários prefeituráveis que uma eleição é uma luta, não uma guerra. Que ao final da disputa, os lados devem se apoiar, tendo como único beneficiário o povo. Disse ainda que o prefeito que for eleito, seja quem for, deverá governar em aliança com os governo estadual e federal. Lula usou a palavra eleito, mas esqueceu-se de Serafim, que poderá ser REeleito. Ato falho, ou percepção de quem conhece a partir das manifestações populares? Lula, com o comentário, mostrou ainda aos ávidos prefeituráveis que percebeu o clima de guerra declarada entre as facções-iguais que estiveram envolvidas no evento, e que não comunga deste tipo de prática.

O POVO MOSTRA QUE A MÍDIA NÃO É A OPINIÃO PÚBLICA

Ao comentar em seu discurso que vai fazer o seu sucessor, Lula foi interrompido pela população com os gritos de “Dilma!! Dilma!! Dilma!!”. Sorrindo, o presidente falou: “Vocês viram que eu tive o cuidado de não citar nomes. Vocês, enxeridos, é que citaram nomes”. Ainda que entre os manifestantes houvessem membros do PT/AM a gritar, a população aos poucos (e com a enorme ajuda da chamada oposição) vai conhecendo a ministra que pode ser candidata a sucessão de Lula.

O HUMOR QUE A DIREITA NÃO SUPORTA

A mulher gosta de uma casa, um homem bonito e trabalhador, um carro e um computador. O marido eu não posso resolver. Agora, a casa, o computador e o carro, na hora em que melhora a condição econômica do País, todo mundo vai poder resolver seu problema” (Lula).

O VAMPIRISMO DOS PREFEITURÁVEIS E O CHARME DE LULA

Todos tentaram tirar proveito da passagem de Lula por Manaus. Os dois eventos, bem característicos das práticas eleitoreiras locais, poderiam ter se prestado à criar uma ligação mnemônica entre Lula e os prefeituráveis. Mas o charme de Lula não é transferível. O filósofo Deleuze diz que o charme é um processual de singularização: algo que a pessoa carrega, fruto de suas produções subjetivas e de seu modo de existir, e que lhe pertence. Só ele pode exprimir esse “algo”. Lula, por não ser igual, tem charme. Os outros não tem sequer o charme do clichê da moda consumista. Até os combalidos Clintons, que andam tomando surra de Barack Obama lá pelas bandas do norte, querem tirar uma casquinha do Sapo Barbudo. Hillary anda dizendo em campanha que irá fazer o Bolsa Família estadunidense se eleita for. Mais: Lula sabe que um governo tem por função menos resolver problemas do que criar as condições para que a própria sociedade os resolva. Um bom governo é aquele que cria distensões e permite a emergência autonômica das pessoas e dos grupos sociais. Um mau governo é aquele que cria resistências ao movimento, que censura a inteligência e fortalece a burocracia, captura os fluxos sociais e enfraquece neles a potência política de ação e mudança. Como fizeram os governos anteriores (como lembrou o próprio Lula, na Cidade Nova, ao comentar que se aquela obra tivesse sido feita há 30 anos atrás, o povo não precisaria passar pelo problema que está passando) e continua fazendo os dois governos atuais, municipal e estadual. De nada adiantou todas as artimanhas, rasteiras, fofocas, futricas, mexericos, picuinhas e outras “inhas” que Braga armou pra Serafim e Serafim para Braga. Enquanto eles se degladiam, Lula só…

UEA: FANTASMA DOS DESCONCURSADOS ASSOMBRA NOVO CONCURSO

Leitores intempestivos deste bloguinho que fizeram o concurso da UEA para servidores e administrativos em nível fundamental, médio e superior ainda estão à espera do resultado das provas, realizadas no último dia 20. A previsão era para que o resultado fosse divulgado pela entidade organizadora (CETAM), mas até o momento nem a UEA nem o CETAM se pronunciaram sobre o atraso na divulgação dos resultados. A área de concursos da UEA está indisponível desde o domingo, 04. Os leitores temem que o fantasma do desconcurso da SUSAM passe também pela UEA. Os servidores contratados em regime de indicação que sairiam com a chegada dos concursados, em pleno ano eleitoral, agradecem.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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