Arquivo para 9 de maio de 2008

LULA ALÉM DE FREUD

O nome de Freud é quase tão conhecido como a farinha. Tão famoso quanto outros homens famosos: Jesus Cristo, Marx, Nietzsche, Che Guevara, Maradona. Serve para variadas alusões: “Freud, explica! Freud explica, mas não resolve! É uma questão freudiana! É Freud, rapaziada! Este jogo tá Freud!”. E assim o psicanalista vai conferindo seu nome em muito territórios e estados de coisas, até na psicótica mídia-seqüelada. Escrever ou falar Freud ainda dá glamour, alguns acreditam. Até mesmo aberrando a pronúncia alemã: “O psicanalista Freudi…”. Mas o que vale é a intenção de freudianizar a ocasião. Para difundir mais ainda o nome do descendente do império Austro-Húngaro, a convite do diretor de cinema John Huston, o filósofo Sartre escreveu um roteiro sobre o edipiano-psicanalista, com o nome “Freud, Além da Alma”, que para o bem da filosofia, o diretor quis romantizá-lo, mas o filósofo da liberdade-Para-Si não aceitou. Agora tem estudante de psicologia e incautos afins acreditando que assistem o original. Mas parte da propagação do nome.

Muito sabem que Freud, mesmo patriarcalizado e emburguesado, revolucionou o pensamento. Criou a terceira ferida narcísica (a primeira foi Galileu, mostrando que a terra não era o centro do universo; e a segunda Darwin, mostrando que o homem é descendente do bom primata): o homem no subterrâneo de sua mente é um horror. Implosão da moral judaica-cristã-burguesa. Apesar de seus pseudos seguidores, e sua triangulação edipiana-familial, mostrou que o inconsciente é um oficina produtiva. Uma potência transformadora, muito diferente do que pretendem os sacerdotes da psicanálise, que o querem arcaicamente perdido em um passado destruidor do presente: a dívida do neurótico.

Todavia, o mestre vacilou quanto à terapia dos revolucionários loucos: era impossível sua cura, pois os mesmos não fazem transferência sobre o analista como fazem os neuróticos. Aí surgiram os anti-psiquiatras e trouxeram os fraturadores da mente e passaram pela fissura da censuradora normalidade. Nesta festa, estão os psiquiatras David Cooper, Ronald Laing, Berlinguer, Basaglia, Guattari, entre poucos.

Eis que hoje, pela manhã, no estado da Bahia, no município de Lauro de Freitas, foi lançado o PAC Plano de Aceleração do Crescimento. Como já habitual, onde Lula se encontra o povo está presente, expressando, compondo encontros que aumentam sua potência de agir. Passado a cerimônia introdutória, a prefeita Moema Gramacho, com uma verve e graça pouco encontrada na maioria dos prefeitos, mandou elogios reconhecedores aos presentes. Não teve preocupação, como acontece com outros administradores, em agradecer à presença dos estudantes que não tiveram aula para ir ao encontro do Sapo Barbudo. Listou as obras e trabalhos executados durante sua gestão com apoio do Governo Federal. Graciosa, comandou a festa. Foi então que colocou Freud e Lula. Falou da política de saúde mental que estavam realizando no município. E, agora sim, Freud treme, ofereceu a Lula um boneco idealizado e criado pelos revolucionários fragmentadores do desejo-burguês e do inconsciente-passivo, com o nome de “Lulinha Amigo”. Foi a cura da psicanálise: os loucos de Freud se libertaram fazendo transferência a Lula.

Sem querermos ameaçar o emprego de ninguém, mas sugerimos que, após o fim do mandato, Lula passe a atuar na política da saúde mental. Transferência ele consegue. Te cuida, Freud! Entretanto, em BG, em efeito sonoro, o povo em coro cantava: “Um, dois, três, Lula outra vez!”.

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

______________ quedas ________ fraturas _________ disjunções ___ escoamentos _____________ correntes __________ repouso ____ turbilhonárias ______        “Talvez todos os dragões de nossa vida sejam princesas que aguardam apenas o momento de nos ver um dia belos e corajosos. Talvez todo horror em última análise, não passe de um desamparo que implora o nosso auxílio” rilke

Fala-se muito do seqüestro como crime. __________ O que é o seqüestro?         Quando se é seqüestrador?       Quando se é seqüestrado? _______________ Muitas mulheres são seqüestradas por seus homens. Passam existências inteiras em cativeiros-domésticos submissas às ordens de seus seqüestradores. Sem direito sequer ao orgasmo. Até que chega o juízo final familial: “Que a terra lhe seja leve!” Pelo menos isso. Já que a liberdade não lhe foi conseguida. Nenhuma força policial, e nenhum juiz lhe encontrou.                _________________________ Trabalhadores têm sua força de trabalho seqüestrada pela mais-valia do patrão.         Se chega a aposentadoria, esgotados, permanecem cativos.                _________________ Professores, com suas vozes de comando, seqüestram a inteligência de seus alunos. Alunos crescem. Espíritos seqüestrados, lançam-se à aventura contínua do seqüestrar. _______________ De qualquer forma, o seqüestro é sempre um vil ato de impedir que  alguém possa constitutivamente agir no mundo.    Aí há também o auto-seqüestro: o que nos coloca hediondamente na posição abjeta denegadora da vida por si mesmo.                          ______________________________ ____________________________________________________

Globalmente a globalização precisa do globo ocular. É aí que a Globo se quer visionária.            “Mamãe, estou com uma vontade louca de ver o dia sair pela boca. De ver Maria surgir na janela. De ver maresia, ai maresia” papete

________________ Muitas vezes o pai esquece o filho e quer que o filho lhe veja como seu pai. ______________ “Nós não queremos  propaganda sobre a Amazônia, queremos uma nova narrativa” marina silva

Pobre do povo que não tem herói!”, disse Andréas, secretário do sábio Galileu, percebendo que o cientista não queria morrer defendendo a teoria heliocêntrica, que lhe rendeu o estigma de ateu, inimigo da igreja. _________ “Não, pobre do povo que precisa de herói!”, respondeu-lhe Galileu. _________ O maravilhoso teatrólogo Brecht nos oferece este revolucionário diálogo histórico-científico em sua peça Galileu Galilei.                       ___________ Em sua movimentação no Senado, diante de medianas personagens medievais, a ministra Dilma Roussef  nos ofereceu essa desheroicização brechtiana-galileica. ___ Com o “pobre do povo que precisa de herói”, profanou o sepulcro inquisitorial arquitetado pelos parlamentares obscuros da direita. _______ “É impossível incomodar quem não pode ser incomodado!”, disse o filósofo.    Mas incomodou. _____ A estupidez só não é incomodada quando diante do seu espelho, mas quando diante de outra imagem, que reflete o que ela não é, se incomoda. ______ O incômodo não surgiu apenas na potência da enunciação discursiva do momento.   ___          Surgiu como um ironia histórica. ______ Ao enunciá-la, Dilma trouxe rastros das ações que moviam jovens livres desutopiantes de 60 e 70. ________ O teatro, a música, o cinema, o romance, a poesia, o jornalismo, signos da vanguarda que, certamente, todos que estavam ali presentes, não experimentaram.             Era o tempo do engajamento. Apesar de Roberto Carlos e sua ‘Jovem’ Guarda.              O engajamento com seiva de Brecht.    Enquanto o espírito medieval lançava seu mofo espectral de existência coagulada, como poderia dizer o filósofo Sartre. ____ Ou, ainda Sartre: “Insuportável conseqüência”.                       Imaginem livres e engajados Agripino, Arthur, Jereissati, Efraim, Cátia Abreu, Mário Couto, Flecha Ribeiro, Álvaro Dias… “O que é ruim? Tudo que provém da fraqueza. O que é felicidade? O sentimento de que o poder voltou a crescer, de que uma resistência foi novamente vencida.” nietzsche

DO NACIONAL AO MUNICIPAL, ILUSTRAÇÕES PATOLÓGICAS DA POLÍTICA

RESSENTIMENTO E IMOBILIDADE

Apesar dos Arthurs e Agripinos, a dupla “Tiro No Pé” da dupla PSDemB, ninguém melhor para ilustrar o que é a direita brasileira e seus planos de subserviência internacional e controle nacional do que FHC. O ilustrado doutor e sociólogo é o maior produtor de comentários carregados do ressentimento e da incapacidade de compreensão do contexto social atual, no Brasil e no mundo, sem contar, é claro, com os históricos 8 anos na presidência, de onde, literalmente, faliu o Brasil por 3 vezes, antes de entregar a administração pública federal a Lula, com o país ajoelhado diante dos credores internacionais. Esta semana, FHC, para desespero dos PSDBistas e DEM/PFListas, abriu a boca para dizer mais uma frase do seu atuário:

“Estamos paralisados pelo sucesso, pelo bom desempenho da economia, pela liberdade e pela democracia. Precisamos sacudir a sociedade. Não pode achar que vai no embalo da valsa. Tem que reger a orquestra porque às vezes ela pode desafinar.”

Como bom maestro que foi para os interesses internacionais, principalmente estadunidenses e dos organismos de crédito, dói em FHC ver um Lula que não fracassou, sendo visto como estadista pela imprensa internacional. Mais: ver que nenhuma decisão global pode ser ratificada sem a presença do metalúrgico-presidente. Incapaz de compreender a democracia para além da sua versão burguesa (a democracia representativa), FHC sequer desconfia que o signo não substitui o objeto que representa, e que uma democracia é material, não abstrata. A potência democrática é sempre multitude (Toni Negri).

Como diria o filósofo dinamarquês Kierkegaard, toda inveja é produto da admiração por outrem. Só posso invejar o outro quando me coloco como passividade, como impotência: zero de produção de modos de ser. Inativo, só posso me expressar pelo ressentimento, pela imobilidade, através da dor.

LIMITAÇÃO INTELECTUAL E O ÓDIO SUBSERVIENTE

Uma criança se sente insegura no mundo quando sente que seus pais não criaram para ela os elementos materiais e imateriais para que ela possa transbordar nesse mundo as suas linhas intensivas e aumentar sua potência criadora. Quando ela sente que precisa, às custas da sobrevivência física (nem sempre a intelectiva, e quase nunca a da potência criadora), adaptar-se no teatro de costumes familiar, e representar as expectativas de seus pais (que são as expectativas da moral de classe: a do pequeno-burguês), é por que nela já morreu aquilo que lhe caracterizava o Novo, o intempestivo. Uma criança assim é o espectro dos adultos, uma criança de cabelos brancos, um depósito de clichês, sem autonomia.

O governador Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga esteve na cerimônia de lançamento do Plano Amazônia Sustentável, do governo federal. Lá, enquanto os outros discursavam, sentado ao lado de Lula, cutucava o presidente, se balançava, irrequieto, sempre com o sorriso de uma criança-velha. Braga carrega a maldição da família, o sobrenome. No rosto, traços da subjetividade familiar que “transforma as crianças em macacos de circo” (Simone de Beauvoir).

No seu discursar, outro traço da maldição intelectiva, o plágio, que não consegue se desvencilhar dos clichês. Verborragia esvaziada, vocabulário empobrecido. Quando se sai melhor, Braga não faz mais que copiar no evento presente a fala que Lula proferiu dias antes, em Manaus, sobre os biocombustíveis. Nem sequer se deu ao trabalho de, como diria aquela professora do primário, dizer “com as próprias palavras”.

A mediocridade intelectual do governo Braga no Amazonas é o reflexo da limitação intelectual do governador: se percebe na educação (a segunda pior do Brasil), na saúde (com os feudos nas fundações médicas na cooperativização da medicina pública), na política habitacional (com o risível Prosamim) e na dívida pública do Estado, que cresce exponencialmente.

A POLÍTICA SEM CIDADE DA CMM E SEUS VEREADORES

Se uma cidade tivesse que “provar” que é cidade. Que dispunha dos elementos necessários para sê-la: uma educação que fosse um encontro com aumento das potências, um transporte racional de movimentação intensiva e não extensiva, uma saúde que promovesse a saúde e não a doença, um serviço público que fosse uma produção livre e criadora, uma arte que produzisse afectos e perceptos e não espectros, uma segurança pública que fosse produtora de segurança existencial para crianças, jovens, adultos e velhos, elementos necessários a uma democracia intensiva.

Se fosse colocada a uma cidade como condição para que existam representações do poder legislativo (que produzem o corpo-Estado: as leis) que ela o fosse efetivamente uma cidade, existiria em Manaus uma Câmara dos Vereadores?

Não sendo Manaus uma cidade, senão como organização burocrática, só se pode esperar de seus vereadores que sejam incapazes de posicionar problemas (e por conseguinte, suas soluções).

Assim, somente em uma CMM onde não existe cidade (e não existindo cidade, não há política), é possível que os vereadores usem a estrutura legislativa para ilustrar a limitação intelectual e a inapetência para compreender a coletividade para além dos clichês individualizantes.

Quando os vereadores Marcelo Ramos e Lúcia Antony (PCdoB) deitam loas à inexpressiva Marilene Corrêa, prócer do governo Braga antes na inerte secretaria de ciência e tecnologia e atualmente reitora na institucionalizada UEA, convidada para mais uma homenagem e distribuição de medalhas na CMM, demonstram a inutilidade da casa legislativa como construtora de linhas intensivas comunitárias. Marcelo, em uma frase, resumiu a pequenez intelectiva e a visão com que os vereadores compreendem o exercício parlamentar:

O simples fato de poder reunir, num momento como este, tantas pessoas queridas, já era suficiente para justificar esta homenagem.

O que salta da frase e do posicionamento do virótico vereador comunista não é nem a particularização de uma instituição da administração pública (interesses particulares se sobrepondo ao interesse comum), mas a domesticidade da casa. A subjetividade familiar, a existência pequeno-burguesa, a impossibilidade de diluir o individualismo fabricado pela moral de classe, os clichês, a retidão epistemológica que não comporta nenhuma variância. É a limitação do agir como ente coletivo e público criado pela subjetividade capitalística. Não mais pelo impedimento físico ou social, mas pelo intelectivo. Os vereadores não sabem o que é uma cidade, não saíram do espectro individualizante. Não é que entre o público e o privado, escolham o segundo. Não há escolha porque a operação epistemológica que permite a compreensão da esfera pública neles não aconteceu. Carregam a sala de estar, com mamãe, papai e a tevê para onde vão.

Desta vez, o proponente da homenagem foi o vereador José Ricardo, que até pode ter cometido um ato de humor involuntário (mostrando a inércia da CMM homenageando a inerte Marilene Corrêa), mas não elimina a escorregadela do vereador, que é um dos poucos atuantes na casa, mas que nesta, foi um igual. Tanto que recebeu elogios rasgados de um dos grandes legisladores da casa, em seu nome e no nome do governador Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga: Arlindo Jr, o Pop da Selva.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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