Arquivo para junho \30\-04:00 2008

CNI/IBOPE: SÓ DÁ LULA…

Lula-Povo

Sai mais uma pesquisa CNI/IBOPE e os números do governo Lula continuam estáveis, o que neste caso significa que se movimentam como numerais na preservação do ser democrático da população a partir de sua integridade de governar ativamente com eticidade e inteligência. Dá só uma olhada:

  • 58% de avaliação positiva do governo Lula;

  • 72% aprovam sua maneira de governar;

  • 7 é a média de 0 a 10 para o seu governo;

  • 68% é o índice de confiança no presidente;

  • 40% afirmaram que o 2º mandato está sendo melhor que o primeiro…

Não tem pra ninguém! Quem sente uma fisgada é a direita invejosa, ressentida e mau amada, que vê que todas as suas forçações de barra, juntamente com a seqüelada mídia, não aderem ao Sapo Barbudo. Dá-lhe Lula…

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Com mais um AUMENTO NA PRODUÇÃO INDUSTRAL, o otimismo nacional neste setor econômico cresceu junto aos que nele estão envolvidos em 1,6%: os empresários. Prova que a inflação não atingiu o setor. E prova que a inflação não é ameaçante como deseja a mídia retrógrada, na pessoa de Dona Miriam Leitão, da Globo. Segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, mas fico imaginando o transtorno de certos candidatos à prefeitura de Manaus.

# Na convenção do Partido dos Trabalhadores (PT) para confirmar a candidatura do deputado federal PRACIANO, O PRAÇA, no sábado no bairro da Aparecida, apareceram mais do que esperado de filiados, admiradores e aficionados. Muita alegria deixando transparecer que se pretende para Manaus uma candidatura ‘torta’ que escape do bloco, maioria, das direitas. A direita que engloba gente também do PT como Marilene Corrêa, cargo de confiança do governador Braga, e Sinésio Campos, líder do governa ALE. Todos ausentes do ‘Praça’, mas presentes na convenção do patrão, Dudu.

# Roberto Jefferson, Arthur Neto, Agripino Maia, Fernando Henrique (para quem o governo Lula ia acabar por si mesmo. Que praga, hein?!) e outro resto, estão muito tiririca com a pesquisa da Vox Populi divulgada pela revista Carta Capital desta semana, que, ao contrário dos desejos frustrados dos ressentidos, mostra O CRESCIMENTO DO PT EM TODO O BRASIL , afirmando que, apesar dos foguetórios dolorosos da mídia direitaça quanto aos ‘mensalões’, o partido, entre os mortos e feridos, fez escaparem os vivos. E mais: é o partido que mais a população confia. É claro que para nós cabe uma ressalva telúrica: esta confiança não atinge grande parte dos petistas Oh, My Darling!, de Manaus que é aliada dos governos locais reacionários, e lutou para o partido não sair com candidatura própria, preferindo apoiar seus patrões, prefeito e governador. Mas as bases, que não se aliaram, e expressivos setores da sociedade manauara, colocaram a candidatura do ‘Praça’ na praça.

# “EURICO MIRANDA VOLTOU!”, chegou a Carmelita gritando ontem lá na choupana da Dedethe. A Mimi, vascaína até o irredutível do vermelho da cruz, largou o charuto, e estupefata, interrogou: “Carafo, Dedethe, o maligno conseguiu virar a mesa?”. E a Dedethe, às gargalhadas de aparecer a glote, considerou: “O Eurico Miranda voltou, mas foi pra casa. Colocou o pijama, pegou seu álbum de recordações e sentou para considerar suas vitórias. Na verdade, anos de derrotas do luso cruzmaltino”.

# Guinga é um compositor e cantor muito considerado na chamada MPB. Pois bem, além de ser tido como um talento musical, é tido como um dos maiores torcedores do Vasco. Certa vez em uma entrevista, perguntado sobre o Vasco com Eurico Miranda, ele respondeu que ele gostava do Eurico, porque ele fazia o Vasco ganhar. Guinga, como artista quer que sua música seja tida como necessária para o ouvinte, como ninguém é pedaço, GUINGA AO ELEVAR EURICO nos parece que compromete sua música e de quebra afirma a sua grande alienação social, já que Eurico foi um dos maiores casos de abuso de uso de um clube para se sentir poderoso. Não é de graça que está sendo processado e ter seus direitos de candidatura negado pela justiça eleitoral. Guinga fez a versão do eleitor: “Eu não me importo se ele rouba. Eu voto nele, porque ele me ajudou quando eu precisei”. Guinga, quando precisava ficar alegre futebolisticamente, foi ajudado por Eurico Miranda. Aí sua consideração com o cartola carioca. E Guinga acredita que é um artista. Como tem ouvinte que também acredita.

Que essas corda não me enforque,

Que logo mais eu tenho Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

PROCESSO SELETIVO PARA PROGRAMA FEDERAL NA PREFEITURA DE MANAUS

O programa Projovem Adolescente, do governo federal, que irá trabalhar nas faixas etárias entre 15 e 17 anos, com atividades que desenvolvam o protagonismo, a responsabilidade social e ambiental e a participação ativa do jovem na construção da sociedade, será oficialmente implantado em Manaus na próxima quinta-feira, dia 03, numa solenidade na Prefeitura.

O objetivo do programa é trabalhar com os adolescentes egressos do Bolsa Família que estejam na faixa etária do programa. No horário alternativo às aulas, eles participarão dos coletivos, que são grupos de 20 a 25 jovens, orientados por um instrutor, que deve trabalhar as atividades diárias, e um facilitador, que auxiliará na elaboração e planejamento das atividades. As famílias dos jovens que aderirem ao programa receberão 30 Reais por adolescente, até no máximo 02 por família, acrescido ao valor que já recebem do Bolsa Família. Dentre as atividades, além da construção da consciência da cidadania, atividades de recreação e preparação para inclusão no mercado de trabalho.

Na prefeitura de Manaus, o processo seletivo para contratação dos instrutores e facilitadores vai até o dia 01/06 (amanhã). Serão inicialmente 50 vagas para instrutor e 20 para facilitadores. Os candidatos deverão ter no mínimo o ensino médio, e experiência comprovada em currículo no trabalho com adolescentes. Para se inscrever, o candidato deverá comparecer à sede da SEMASC (Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania), munido dos documentos abaixo listados, até às 18 horas de amanhã.

Agora, só está valendo, para além do salário, se for para criar distensões entre os jovens, para que se possa engendrar a ampliação da consciência social, numa perspectiva diversa dos programas sociais que se pretendem revolucionários mas que trabalham na perpetuação do estado de miséria, selecionando, classificando e fortalecendo os signos da hierarquia social da exploração. O programa dá as condições materiais. O talento e a disposição filosofantes, só os participantes podem criar.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS*:

* Todos os documentos devem ser copiados e as cópias, autenticadas em cartório.

01 foto 3X4 recente;

Identidade (RG) e CPF;

Título de Eleitor e Comprovante de votação da última eleição (pode ser o canhoto ou uma declaração do TRE);

Certidão de Antecedentes Criminais (atestado de boa conduta), que você tira na delegacia (mais informações aqui);

Curriculum Vitae atualizado;

Comprovante de Residência;

Endereço da SEMASC: Av. Ayrão, S/N (antiga caixa d’água da Águas do Amazonas, na esquina da Ayrão com a Constantino Nery, bem próximo ao viaduto).

Telefone: 3635-4859

Setor responsável: COPCA (Coordenação de Proteção à Criança e ao Adolescente).

VANESSA GRAZZIOTIN E A LÓGICA DA DESISTÊNCIA

Entre os eternos prefeituráveis de Manaus — para quem o que importa não é ganhar, mas pelo menos poder perder —, a desistência da comunista do papo amarelo Vanessa Grazziotin de lançar-se candidata nas próximas eleições é sintomática do apequenamento do PCdoB no estado do Amazonas, decorrente de sua centralização interna, principalmente ela e o marido, Eron Bezerra, e suas atuais coligações a todas as direitas: direita tradicional, direita da direita e esquerda da direita.

Vanessa e Eron foram a dupla vermelha mais barulhenta de Manaus desde a década de 80. Vanessa alardeia-se como a principal responsável pela implantação da meia-passagem estudantil na cidade, o que é no mínimo uma atitude egóica e contestada por pessoas que participaram “da luta” à época. Enquanto Eron, quando contestado por Praciano (PT) por ter se tornado secretário do governo Braga (PMDB), afanou-se de ter construído a esquerda amazônida pedra por pedra. Destas atitudes da dobradinha encarnada já se depreende a falta de sentido coletivo do que vem a ser “esquerda” e da falta de consistência do conceito de “política”.

Por tal, não é de se estranhar que após anos e anos de confronto em todas as frentes ideológicas, legislativas, judiciais, à oligarquia que se alterna no poder constituído no estado do Amazonas há trinta e tantos anos, o PcdoB-AM acabou alinhando-se aos seus “inimigos” políticos em nome de uma suposta estratégia para fortalecer a sigla. Só que agora vem a notícia (sem nenhuma novidade) que, ao contrário, numa deficiência de coligação e sem alçar vôo eleitoral, Vanessa abdica da candidatura, acrescentando que não será vice de ninguém, podendo compor, conforme configuração nacional, apoio à reeleição de Serafim, mas Eron sinaliza que o PCdoB apoiará Omar Aziz.

No entanto, fenomenologicamente, desde o princípio, já se percebem onde iam dar os trajetos da dupla encarnada. No início, suas candidaturas apareciam como revolucionárias, e eles formaram um bloco votante à esquerda, enquanto outros membros, como o próprio Omar Aziz, saltavam para os galhos da direitaça. Vereança, deputado estadual por quatro mandatos, deputada federal por dois mandatos… Eron resolveu tentar o governo, perdeu; Vanessa, a prefeitura, perdeu. Pessoas próximas diziam que o casal não trabalhara de modo a aumentar seus graus de consistência eleitoral. Mas aí começou a ficar visível a trajetória da lógica da desistência do casal. Dentro e fora do partido, houve quem estranhasse ver Vanessa fazer coro a José Dirceu (PT), Arthur Neto (PSDB) e Ney Suassuna (PMDB) para a retirada do nome do vice-governador Omar Aziz (PMN) da CPMI da Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, em 2004, com tal manobra no senado que constrangeu, levando às lágrimas a deputada sul-riograndense Maria do Rosário (PT), responsável pelas investigações. E os eleitores da comunista também ficaram um tanto constrangidos quando o PCdoB-AM aceitou o apoio de Omar Aziz, que saíra tostado da campanha devido ao gosto pela tenra carne. Mas todos sacaram a jogada ao verem, depois de Vanessa afirmar tempos atrás, jamais ficar ao lado de Amazonino (PTB) nem apertar sua mão, depois de todas essas tomadas de posição arraigadas de moralidade, o deputado Eron Bezerra aceitar uma migalha do afilhado/cria de Amazonino, governador Eduardo “Guerreiro de Sempre” Braga: a Secretaria de Produção Rural – SEPROR, pasta que ficou conhecida nacionalmente no episódio das toneladas de peixe que deveriam ir para a mesa da população pelo Programa Peixe Popular, mas acabavam na lixeira.

Envolvimentos como esses poder-se-iam dizer como fazendo parte de uma estratégia política? Sim, um estratagema às direitas. Como foi a coligação dos vereadores Marcelo Ramos e Lúcia Antony ao prefeito Serafim (PSB), que, mesmo percebendo a mediocridade da gestão, enquanto outros vereadores, como os petistas Zé Ricardo e Waldemir José se distanciavam, os comunistas continuavam arraigados aos cargos e “acordões municipais”, apoiando o prefeito, inclusive contra posições defendidas por eles próprios no passado recente, como no caso da votação do PCCS dos professores municipais. Marcelo Ramos, então, tornou-se, numa desastrada gestão, presidente do IMTU, saindo apenas no momento de anunciar que o PCdoB lançaria candidatura própria à prefeitura de Manaus. Isso todos já sabiam, e Vanessa seria a única e eterna prefeiturável do partido.

Mas ontem, domingo (29), foi oficializada a desistência. Das possibilidades apontadas na semana anterior, uma é inevitável, nem que quisesse o PcdoB colocaria vice em alguma chapa de sua proximidade: Omar não quer vice comunista; com Serafim, teria que se distanciar de Braga, ao qual o líder máximo do partido está arraigado; com Praciano, nem se fala devido ao ressentimento do camarada com o companheiro; a única via é realmente com Omar, que quer abandonar o posto de eterno vice. Aí se estabelece quem foi mais estratégico: todos. Para quem recordar não é viver, a memória só serve para compreender o real manifesto. É assim que vemos a trajetória de Omar, começada no PCdoB, sendo um dos primeiros a se alinhar às fileiras da direita, mas sem perder o contato com os antigos camaradas, até levar, ao que tudo indica, finalmente, o entrelaçamento do PCdoB-AM a coadjuvante de sua campanha.

E assim, enquanto em outros lugares o PCdoB se fortalece em coligações à esquerda, como em São Paulo, onde Martha (PT) e Aldo Rebelo (PcdoB) despontam nas pesquisas, em Manaus, desde o início, e em toda sua trajetória, a centralização familial em torno de Eron e Vanessa vai seguindo a lógica de se contentar com as sobras burocráticas, desprezando suas histórias políticas, a posição do partido e a escolha de seus eleitores. Oficialmente, a que coligação os vermelhos manoniquins vão se atrelar sairá até 5 de julho. Enquanto isso, uns dizem que o PCdoB-AM tem cacique (quer prova maior de semiótica da direita?), que se o casal fechar com Omar, todos fecham num bloco rígido do capital. Outros dizem que ao menos o eleitorado deles é formado à esquerda, que estaria, assim, mais para Praciano. Quem opina?

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

Quien quiera entender como funciona el mundo

deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

Θ CHAGÃO PERGUNTA: Nascido a 22 de julho de 1963, o Espanhol Emilio Butragueño Santos, conhecido nas quebradas como El Buitre, fez sucesso no Real Madrid nas décadas de 80 e começo de 90. Era o mais popular jogador da Fúria no plano internacional, participou de uma época em que a Espanha carregava o estigma de não chegar nas decisões. Não era craque, mas fazia seus gols. Agora, o ‘Chagão!’ quer saber: no último título europeu conquistado pelos espanhóis, em casa, no ano de 1964, contra a URSS, o torneio foi disputado com jogos em ida e volta, com terceira partida, em caso de empate, e uma seleção sem nenhuma projeção internacional surpreendeu, indo até as quartas-de-dinais, eliminando nas oitavas a Holanda, com dois jogos na casa dos laranjas, já que este país não tinha estádios profissionais. Que país é este?

Θ LIGUILLA URUGUAI 2007/2008. Começou o petit torneo que vai definir os classificados do Uruguai para a Sudamericana 2008 e Libertadores 2009. Como você já soube aqui, o Defensor Sporting Club sagrou-se campeão nacional e já está na Libertadores em vaga direta. Serão cinco rodadas, e a primeira rolou neste final-de-semana. Resultados:

1a Fecha (28 e 29/06)

Nacional 1 – 1 Defensor Sporting

Peñarol 2 – 0 Danubio

River Plate 2 – 1 Rampla Jrs

2a Fecha (02/07)

Defensor Sporting – Peñarol

Nacional – River Plate

Danubio – Rampla Jrs

3a Fecha (05 e 06/07)

Defensor Sporting – Danubio

Nacional – Rampla Jrs

River Plate – Peñarol

4a Fecha (12 e 13/07)

Rampla Jrs – Defensor Sporting

River Plate – Danubio

Peñarol – Nacional

5a Fecha (19 e 20/07)

Defensor Sporting – River Plate

Danubio – Nacional

Peñarol – Rampla Jrs

Θ BRASILEIRÃO 2008 SÉRIE A. Enquanto o rubro-negro do Rio continua na liderança, o timbu caiu duas posições, e não está mais no grupo de Libertadores. Desta forma, o projeto de ter um clássico entre Sport e Náutico pelo torneio continental se complicou. Nos clássicos, equilíbrio. No Atletiba, empate em um gol. No Gre-Nal, idem, no clássico vovô do Rio, jogo sem tentos. O tricolor paulista, mesmo com o assédio dos clubes estrangeiros a vários de seus jogadores, foi a Minas e segurou um empate com o Cruzeiro, enquanto o Palmeiras se achegou ao grupo dos quatro primeiros com vitória e disputa direta pela posição com o Náutico. O Goiás queria a vitória, mas o Vitória não deixou, e os verdes continuam no rebaixamento. Guilherme, do Cruzeiro e Alex Mineiro, do verdão paulista, estão na artilharia do certame. Resultados:

Campeonato Brasileiro - Série A

8ª Rodada Série A – 28 e 29/06

Vasco 4 – 2 Ipatinga

Portuguesa 0 – 0 Santos

Vitória 3 – 0 Goiás

Atlético/PR 1 – 1 Coritiba

Cruzeiro 1 – 1 São Paulo

Sport Recife 1 – 2 Flamengo

Figueirense 1 – 1 Atlético/MG

Grêmio 1 – 1 Internacional

Palmeiras 2 – 0 Náutico

Fluminense 0 – 0 Botafogo

Classificação*

Flamengo  –  19

Grêmio  –  17

Cruzeiro  –  17

Palmeiras  –  16

Vitória  –  14

Náutico  –  14

São Paulo  –  13

Portuguesa  –  12

Vasco  –  11

Coritiba  – 10

Atlético/MG  –  10

Atlético/PR  –  09

Figueirense  –  09

Internacional  –  08

Sport Recife  –  08

Botafogo  –  08

Santos  –  06

Goiás  –  06

Ipatinga  –  05

Fluminense  –  03

* Em azul, os classificados para a Libertadores ’09; em verde, os classificados para a Sulamericana ’09, e em vermelho, os rebaixados para a série B.

Θ BRASILEIRÃO 2008 SÉRIE B. O América de Natal entrega a lanterna pela primeira vez, e a vítima foi o Paraná Clube. Agora, o CRB segura a ponta de baixo da tabela. Do lado de cima, um péssimo Corinthians encarou um idem Bragantino, e não saíram do empate, um gol pra cada lado. Mudanças também no meio da tabela. Com ABC, Vila Nova e Ponte Preta ganhando posições, enquanto o vovô Ceará tropeçou na bengala. É a reação das galináceas finadas mostrando que o timão também é da espécie. Na artilharia, isoladíssimo, com sete gols, ELE, Túlio Maravilha, o incansável do Vila Nova. Confira os resultados:

Campeonato Brasileiro - Série B

8ª Rodada Série B – 24, 25, 27 e 28/06

Ponte Preta 2 – 1 Santo André

Juventude 4 – 1 Bahia

Avaí 2 – 1 Ceará

Bragantino 1 – 1 Corinthians

América/RN 3 – 2 Paraná Clube

Vila Nova 2 – 0 Criciúma

CRB 2 – 2 Marília

Fortaleza 2 – 3 ABC

São Caetano 3 – 1 Gama

BRasiliense 0 – 1 Barueri

Classificação*

Corinthians  –  20

Avaí  –  16

São Caetano  –  15

Juventude  –  15

Barueri  –  14

Vila Nova  –  13

ABC/RN  –  12

Ceará  –  11

Criciúma  –  10

Ponte Preta  –  10

Gama  –  09

Fortaleza  –  09

Santo André  –  09

Bragantino  –  09

Bahia  –  09

Marília  –  09

Brasiliense  –  08

Paraná Clube  –  07

América/RN  –  06

CRB  –  05

* Em roxo, os classificados para a Série A do Brasileirão ‘09; em cinza, os rebaixados para a série C.

Θ PARAZÃO 2008. Uma onda azul tomou conta de Belém, e foi se espalhando, transbordando, até tomar todo o Estado das linhas intensivas produtoras do Norte. O Clube do Remo, na finalíssima com o Águia de Marabá mostrou quem canta de galo na terra de Fafá e Sócrates, e faturou o seu 42o campeonato paraense, empatando com o Papão como o maior campeão do Estado do Pará. Na partida de ida, em Marabá, na quinta-feira, o Remo arrancou um empate em um gol. Hoje, no Mangueirão, precisando apenas do empate, o Remo foi pra cima, e saiu para o intervalo com um a zero, gol de Rafael, de falta, aos 25. No segundo tempo, aos 10 minutos, de penal, Ratinho ampliou e fez a festa da torcida do Leão. A Águia ainda descontou no finalzinho, com Marclésio, de falta, mas já era tarde, e a onda azul invadiu as ruas e as mangueiras da capital paraense! Comemore torcedor paraense em todo o Brasil, clicando no escudo do campeão para baixar um wallpaper chibata e dançando ao som de Jurandir, no Tecnobrega do Clube do Remo.

Clube do Remo

!!! CLUBE DO REMO CAMPEÃO PARAENSE 2008 !!!

AGORA JÁ SE PODE TORCER PARA O VASCO DA GAMA

Os torcedores esperaram muito até que chegasse o dia em que se pudesse torcer para o Vasco sem precisar apelar para a máxima do capitalismo: “o importante é vencer, não importa como”. Durante décadas, cada vitória do Vasco era razão para que parte da torcida vascaína louvasse o eterno presidente, Eurico Miranda. Sem compreenderem, claro, que dando migalhas aos sofridos corações alvi-negros, Eurico ia ficando rico, e o Vasco, cada vez mais pobre. Eurico é exemplar da categoria de dirigentes – não apenas do futebol, mas principalmente – que usam o clube em benefício próprio e ainda conseguem enganar parte da torcida. Aqui e ali, conseguindo um título de menor expressão, ou vencendo um campeonato nacional às custas de algumas vidas – como em 2000 – Eurico foi ficando, e enraizando no Vasco uma administração pautada na lógica do se dar bem. O dirigente, não o clube. Eurico afirma que ama o Vasco. Amou como o burguês que ama sua esposa, enquanto ela estiver bem capturada, selecionada e classificada, inerte e incapaz de escapar da imobilidade. Dizem algumas bocas que, dos dois mandatos parlamentares de Eurico, nenhum foi conseguido com o voto do torcedor cruz-patético. Eram adversários, como o Flamengo, que, elegendo o presidente do rival, eternizavam a administração catastrófica.

Neste final de semana, Eurico sofreu. A eleição para a presidência do clube pelos próximos 3 anos foi vencida pelo ex-jogador Roberto Dinamite, que ainda cedo percebeu o quanto Eurico era nefasto ao clube. Resta agora saber se o Vasco poderá entrar num período onde deixe a estrutura pré-amadora para um profissionalismo responsável. Eurico se foi, mas ainda falta o Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Goiás… A verdadeira torcida cruz-pateana pode torcer com alegria novamente. Outros, ao contrário…

Mesmo sendo um mau para o desenvolvimento do Clube de Regatas Vasco da Gama, de inolvidáveis conquistas, parte da torcida, dos jogadores e até de quem se beneficiava da situação vascaína com Eurico por lá, lamentaram a saída:

Edmundo, o animal

Romário, a estátua

A estátua do estátua

Jogadores edipianizados

Algumas torcidas ditas “rivais”…

E teve até quem tenha sentido quase na própria carne a derrota de um igual:

Eurico e Amazonino, Amazorico e Eunino

Sem esquecer que o irmão siamês de Eurico teve sua derrota quatro anos atrás, mas o Dinamite que o sucedeu não explodiu a subjetividade da corrupção, dando chances para que, tal como um fantasma, ele tente, em vão, reaparecer. Te toca, Dinamite!

DinaVasco da Gama

DINAMITE NELES, ROBERTO!

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

**!!!!! ESPANHA !!!!!**

!!!!!_CAMPEÃ EUROPÉIA 2008_!!!!!

Espanha Campeã da Euro\'2008

E a finalíssima da Eurocopa 2008 colocou frente a frente a ordem, a disciplina e a rigidez do futebol alemão contra o talento, o toque de bola intensivo e a ação ofensiva espanhóis. Enquanto a Alemanha foi chegando, como sempre chega, sem brilho mas com um ataque medíocre e uma defesa que não comprometeu nos momentos decisivos, a Espanha foi superando, sobretudo nas quartas-de-finais, contra a Itália, a síndrome do belo futebol que não chega. E o jogo começou, mas a Espanha não entrou em campo. Visivelmente nervosos, os vermelhos não conseguiam trocar dois passes, enquanto a Alemanha, sempre no seu tradicional jogo capenga, pela esquerda, com o lateral Ovelha-Lã, chegando. Até os 15 minutos do primeiro tempo, o jogo se reduziu a ataques dos teutônicos pela ponta-esquerda, e Casillas rifando a bola para o ataque. Mais uma vez a superstição ameaçava o futebol-afeto, e o complexo de inferioridade do futebol castelhano pesava. No entanto, em uma bola roubada pelo Blaugrana Xavi, o time mostrou para os alemães que nem só de lançamentos e caneladas o futebol vive. O jogo virou, e a Espanha começou a costurar as jogadas com a competência e beleza que apresentou durante o certame. Daí não teve Alemanha que segurasse. O time vermelho começou a invadir e passear na área alemã, sem no entanto chutar, e quando o fazendo, sem conseguir furar o bloqueio do goleiro Lehmann. Até que aos 33, um lançamento de Xavi, deu a chance para que Fernando Torres ganhasse na corrida do zagueiro alemão, e tocasse na bola entre o zagueiro e o goleiro, chegando antes, desviando, e vendo a bola indo parar, faceira, no fundo do gol alemão. Daí os alemães, que vieram com a intenção de parar a Espanha mesmo que fosse no jogo de corpo e na violentação da jogada e do jogador começaram a sentir o drama. A superioridade técnica dos espanhóis era tamanha que facilmente, se tivesse mais apuro nas finalizações, teriam goleado os teutônicos. Minutos após o primeiro gol, perderam outro, e outro, sempre entrando na grande área adversária e tocando bola com a tranquilidade de quem sabe o que faz. Enquanto isso, Ballack e companhia limitada apelavam para a violência e tentavam, em vão, atacar pela esquerda, de onde Sergio Ramos inteligentemente não saiu nos primeiros 45 minutos. Na volta do intervalo, o técnico Joachim “Emo” Löw facilitou a vida dos espanhóis, e tirou o único jogador que sabe fazer alguma coisa com a bola além de dominar e passar, o lateral Ovelha-Lã. Daí foi como tomar batida de jenipapo com um violeiro talentoso do nosso lado numa noite de luar. Um deitar e rolar dos vermelhos, que só deram chance aos alemães quando voluntariamente se encolhiam e esperavam os brancos em sua meta. Quando atacavam, colocavam os pernas-de-pau da Bavária nos seus devidos lugares: futebol não é, como afirmou ironicamente o ex-atacante inglês Gary Lineker, um jogo de 11 contra 11 onde a Alemanha sempre vence, mas o baile coletivo onde o dançar envolve os movimentos intensivos do corpo na atividade lúcida e lúdica do jogar. Daí foi só esperar o tempo passar, com o técnico racista Aragonés ainda tendo a chance de dar chance pro azar, tirando el diez español, Cesc Fabregas, que teve atuação dentro da média, e colocando Xabi Alonso. Mas quem surpreendeu foi o meiocampista Cazorla, que entrou no lugar de David Silva e enxouriçou a vida dos alemães pela ponta-direita. No final de uma partida onde a Alemanha só assustou nos 15 primeiros minutos, a Espanha comemorou o título, para o rancor expresso no olhar de Ballack, a decepção na boca meio torta da premier Angela Merkel, e a alegria de Zapatero. Futebolisticamente, não há comparação: a Espanha foi realmente superior. Politicamente, tanto Merkel como Zapatero, como el rey Juan Carlos, como Blatter e o atual Platini são iguais, e ainda bem, nesse caso, não entraram em campo. A espanha, alianda técnica e raça, lutou até o final, sem tirar o pé nem pensar no bolso. Igual ao Brasil e a Argentina. Respectivamente, o de 1958 e a de 1986. Porque atualmente…

Parabéns aos campeões!

Alemanha 0 – 1 Espanha

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O Mundo é Gay, meu bem!

A DISCRIMINAÇÃO E A PRODUÇÃO DE COMUNIDADES.

Duas notícias, da área da saúde, aparentemente sem relação, se tocam num aspecto que é difícil de ser abordado sem uma análise menos superficial da produção de subjetividade. A primeira, de algumas semanas atrás, mostra que o número de pessoas atendidas no SUS e que foram vítimas das condições mínimas para se viver em uma cidade chega a 20%. Desde a calçada precária (ou inexistente, no caso de Manaus) até a violência urbana, passando pelo desemprego, trânsito, poluições de toda ordem, falta de condições de trabalho, dentre outros males cotidianos formam as armadilhas sociais que os políticos armam para os cidadãos. A segunda notícia, publicada esta semana, mostra que, de acordo com um levantamento feito pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, 59% dos jovens homoeróticos não procura os locais apropriados para tratamento de doenças ou procura somente em último caso. A razão? Medo da homofobia.

São dois sintomas de um mesmo problema: a prevalência de uma subjetividade nociva à qualquer modo de existência que divirja do homem consumidor do capitalismo pós-século XXI, e a dificuldade de criação de linhas de fuga que enfraqueçam esta subjetividade.

Par a Sociologia e a Ciência Política de gabinete, a palavra comunidade se refere a um nicho social formado por uma organização arquitetônica, urbana, povoada e que faça parte da constituição demográfica, social e econômica de uma cidade. No entanto, uma comunidade é uma produção subjetiva, que engloba os elementos acima citados, mas não se reduz a eles. Que tipo de produções de modos de existir, de comportamentos, de percepções, compreensões e visões de mundo são engendradas a partir desse “nicho social”? Como eles se inter-relacionam?

Se a democracia no sentido espinosista é o encontro das liberdades individuadas num plano de coexistência, produtor de uma potência de ação política que aumenta à medida em que os encontros produzem bons afetos, então, diante de uma saúde que é sobrecarregada pelos males advindos de uma cidade-armadilha para seus cidadãos e que é homofóbica, não podemos afirmar que vivemos em uma democracia. Se a democracia é o Bem Comum, então podemos afirmar que ela é homossocial. Não é compatível, portanto, com homofobia. Nem com um sistema de saúde que serve para evidenciar a doença produzida por um sociocapitalismo que produz igualdades onde uns são mais iguais que outros.

Democraticamente, somos todos responsáveis pelo mundo em que vivemos, ainda que, quando viemos a ele, já estivesse do jeito que está. No plano da gestão pública de uma cidade, portanto, só é possível falar em comunidade quando todas as pessoas podem agir livremente na produção de elementos materiais e imateriais que promovam o Bem Comum. Nada a ver com governos presos ao edipianismo burguês, o qual resulta no assistencialismo paternal, onde o governo é totalmente responsável pelo modo de existir da cidade e os cidadão aceitam passivamente as deliberações dos governantes e não atuam politicamente. Nem dar o peixe, nem ensinar a pescar, mas produzir outros modos de matar a fome, é esse o sentido da Democracia como devir, e não como estrutura de poder.

Daí inferirmos, ainda espinosianamente, que a função de um governo organicamente democrático não é decidir pelas pessoas, mas criar as condições para que seus habitantes possam agir em comum-unidade, produzindo desta forma comunidades mais vastas, de saberes e desejos, como enuncia o filosofante Antonio Negri. O que tenta fazer o governo Lula, com acertos e equívocos, e o que nem de longe compreendem as administrações imobilizantes do governo do Amazonas e da Prefeitura de Manaus.

Assim, quando o governo cria leis para que o movimento LGBT possa ter um tratamento mais próximo aos seus “desejos e saberes” e ao seu modo de existir (como as cirurgias gratuitas de transgenitalização, o financiamento via Minc para projetos voltados ao público LBGT, o direito a ser tratado pelo nome social nas unidades do SUS, dentre outras), não cria comunidades, já que a lei por si só não é capaz de modificar a pequenez e a (des)compreensão de alguns médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e outros agentes da área da saúde. É da responsabilidade de cada um, não individualmente, mas como individuação, como potência livre na ação coletiva.

Fazendo uma multitude ao invés de uma unidade, é possível enfraquecer essa subjetividade, na qual estão ainda capturados e estupidificados alguns habitantes desta não-cidade que é o mundo (e o Brasil) em que vivemos. Sem alegria, não há movimento. Daí inferir, enfim, que sem os fluxos gays, não há comunidade.

Ui! E agora vamos ver outros sopros gayzísticos (ou não) que passaram no nosso Mundico!

Φ SARGENTO SERÁ SUBMETIDO A EXAME POR CIVIS. Embora não tenha sido libertado, e siga em regime de prisão, o sargento Laci de Araújo será submetido a uma perícia por parte de uma junta médica civil. A decisão ficou a cargo da juíza Zilah Maria Petersen. Ela entende que o exame deve ser feito por alguém de fora: “eu não acredito em um exame pericial feito em uma casa, se há um problema psicológico, ele está lá permanentemente”. Grande saque, maninha! Tens toda a razão em afirmar que o problema é do exército, e não de Laci. E, embora tenha sido arbitrária a prisão, a acusação de deserção não permite que a juíza liberte, mesmo que provisoriamente, o sargento. De qualquer forma, é um passo adiante na resolução deste caso, que tem sua importância em evidenciar os elementos microfascistas que ainda residem na caserna. Quando militares usando pantufas e vestidos de pijamas verde-olivas, tiram a dentadura para exaltar a ditadura, não se trata apenas de um regime político de exceção, mas de um modo de existência que corrompe a democracia e restringe a potência de agir das pessoas. Daí a dificuldade das forças armadas brasileiras em perceber que não há incompatilibidade profissional entre a orientação erótica e o exercício da atividade militar. Embora, cá entre nós, bombonzinhos, quem quer ser um corpo dócil, amestrado para a guerra e diminuído em sua potência de agir, inclusive no campo do sexo? Cruuuuzes, foge desse calvário, Madalena! Sentiu a brisa, Neném?

Φ MAIORIA É A FAVOR DO PLC 122/06. Quando o serviço de atendimento “Alô Senado” percebeu que a maioria das ligações de cidadãos que tratavam sobre o PLC 122/06, que criminaliza a homofobia, eram de pessoas criticando o projeto, por incrível que pareça, vindo de uma instituição que se faz desnecessária na construção da democracia brasileira, a diretoria do Senado resolveu tirar a prova: usou o serviço de pesquisa da casa, o DataSenado, para fazer uma amostragem mais heterogênea, e se surpreendeu. Nos últimos 12 meses, dos cidadãos que ligaram para o serviço (mais de 140 mil), 73% se colocaram contra o projeto. Na pesquisa do DataSenado, 69% se declararam a favor, 26% contra e 30% afirmaram desconhecer o projeto. Descobriu-se então que havia uma campanha em algumas igrejas apocalípticas e em parte da igreja católica incentivando fiéis ovelhinhas a telefonar para o “Alô Senado” e descer o sarrafo no PLC 122/06. O serviço cita o caso de uma senhora que ouviu do pastor que o projeto seria para liberar o casamento gay, por isso ligou se manifestando contrária. Quando foi orientada quanto ao teor da medida, mudou de idéia. Duas inferências rapidinhas: um, a questão da homofobia institucional – não dirigida a partir de uma pessoa, mas de uma instituição, notadamente as igrejas, que sempre foram menos uma forma terrena de alcançar o divino do que uma instituição de controle e inibição das produções ético-estéticas do corpo como realidade política. Outra, o desconhecimento geral das pessoas quanto à temática. Será que as pessoas sabem o que é homofobia, e até que ponto o individualismo exacerbado que prevalece na chamada pós-modernidade (que de pós não tem nada) cria situações de extremos, como a homofobia institucional, que não se reduz às igrejas, mas passa também pelos grupos de intolerância generalizada (neonazistas, ultradireitistas, por exemplo), e a indiferença das pessoas quanto ao que as outras fazem ou deixam de fazer, não por uma análise racional, mas pela mesma indiferença que lhes torna inertes diante de uma violência socializada. De qualquer forma, é um caminho o apontado pela pesquisa: a informação e a inclusão das temáticas das chamadas minorias no rol das discussões de bar, escolas, igrejas, e onde houver alguém batendo um papo. Vamos lá, menin@d@!!! Sentiu a brisa, Neném?

Φ CAMPANHA: “QUERO UM CONVITE DO ORKUT!!!”. Bem que muita gente desconfiava, mas só os íntimos sabiam. O magrinho turco que inventou o site de contatos mais usado no Brasil, Orkut Buyukkokten, vai se casar! E esta coluna lança a campanha para que todos os orkuteiros do Brasil ganhem um convite para a festa! O felizardo é o companheiro de Orkut, Derek Holbrook. Os fofos ficaram noivos e anunciaram na web. Como o fofuxo é figurinha fácil no Brasil, onde o seu site faz sucessaço, inclusive entre os senadores, seria bom que a festa do casamento fosse em terras braziniquins. A entrada, o perfil do orkut impresso. Já pensaram?? A festa ia bombar! Todo mundo se jogandooooooo!!!!! Sentiu a brisa, Neném?

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!

i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ MP GAÚCHO PRETENDE PERSEGUIR, PUNIR, DISSOLVER O MST. É a denúncia que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra apresentou na segunda-feira passada (23/06), a partir de uma ata do Conselho Superior do Ministério Público, em reunião secreta em 3 de dezembro do ano passado, quando o Ministério Público do Estado (MPE-RS) decidiu proibir deslocamentos, marchas e caminhadas, intervir em escolas de assentamento, criminalizar lideranças e integrantes e “desativar” todos os acampamentos do Rio Grande do Sul. Além disso, já foram identificados pelo MPE e pela Polícia Militar “todos os integrantes” do MST (aqui no Diário Gauche), segundo o promotor Gilberto Thums, que disse ao portal Terra Magazine ser o movimento um “braço de guerrilha”. As provas apontadas vão desde a ligação com outras entidades sociais, como a Cáritas (ligada à Igreja Católica), até guerrilheiras, como as FARC colombianas, passando pela leitura de autores como Paulo Freire, Florestan Fernandes, José Martí, Che Guevara e do pedagogo russo Anton Marenko, como analisou com lucidez Maria Inês Nassif. O ranço ditatorial chega a condenar a “fraseologia agressiva, abertamente inspirada em slogans dos países do antigo bloco soviético”. No entanto, a despeito da truculência, todas essas ações não serão implantadas com facilidade. O MST é um movimento que age não por estratégias molares, mas por diagrama micromolecular, não possui sequer CNPJ, não tem presidente e todas as acusações são rebatidas com inteligência pelos sem terra e outras entidades de todas os matizes sociais, uma vez que ele está espalhado por diversos estados brasileiros e, principalmente, devido a uma ação como essa violentar todos os cidadãos envolvidos politicamente no mundo, por se colocar como um ataque fascista à liberdade de associação, à pluralidade de idéias e à formação de movimentos sociais contestadores, enfim, à democracia. I inda tem françêis…

@ DESIGUALDADE ENTRE SALÁRIOS DE RICOS E POBRES DIMINUI. Se existem dois órgãos vinculados à políticas públicas governamentais que conquistaram com competência o título de republicanos, é a Polícia Federal e o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O instituto divulgou esta semana o cálculo do índice GINI, criado pelo estatístico italiano Corrado Gini, em 1912. O índice mede o grau de desigualdade entre os rendimentos, variando de 0 a 1, sendo o zero a igualdade entre as rendas de todos os indivíduos, e 1 quando um indivíduo retém toda a renda de uma sociedade em detrimento dos demais. A novidade é que o índice, no governo Lula, continua caindo. Em 2002, a tendência era de aumento deste índice, ou seja, o aumento do abismo econômico-social entre pobres e ricos. Desde o início do governo Lula, com a implementação do Bolsa-Família, o índice vem caindo. O acumulado 2002-2008 já é de 7% a menos. O valor calculado no primeiro trimestre de 2008 é de 0,505, uma queda de 0,038 pontos. Parece pouco, mas significa que a desigualdade econômica no Brasil diminui enquanto, por exemplo, no México, o ponteiro não se move há 50 anos. Segundo o presidente do IPEA, o gaúcho Márcio Pochmann, o Brasil se aproxima da sofisticação econômica que, segundo o índice GINI, está quando os valores chagarem a 0,45 pontos. O resultado leva a uma conclusão e um caminho: a certeza de que programas de transferência de renda como o Bolsa-Família são eficazes no sentido de promover a diminuição da miséria econômica; e apontado pelo próprio IPEA, é preciso investir numa reforma tributária que faça com que os ricos paguem mais impostos que os pobres. Daí a choradeira e a mobilização parlamentar em torno do fim de impostos como a CPMF e a CSS. Eles não pesam no bolso dos pobres, mas são instrumentos eficazes na fiscalização e na tributação dos mais ricos. Daí, fica fácil escolher nas próximas eleições. Quem trabalha para quem? É só olhar quem votou contra ou a favor do fim da CPMF, e quem votou contra ou a favor da criação da CSS. Olho na urna! I inda tem françêis…

@ REELEIÇÃO NA COLÔMBIA TAMBÉM TEVE COMPRA DE VOTO, é a última acusação da Corte Suprema de Justiça da Colômbia (aqui no Rebelión), que vai deixando desesperado o presidente Álvaro Uribe. Depois de fazer uma devassa no congresso colombiano, onde até o primo de Uribe foi preso por sua relação com os paramilitares, a Corte agora ordena uma revisão da reforma constitucional que permitiu Uribe reeleger-se, devido a três ex-congressistas, Yidis Medina, Teodolindo Avendaño e Iván Díaz, terem confessado o recebimento de suborno para votar a favor da emenda da reeleição. Uribe, como sempre, respondeu com terrorismo, acusando os órgãos judiciais de abuso de poder e de usurpar competências do poder político. Em seu desespero, Uribe, ao invés de interpor à revisão legal, quer que as eleições de 2006 sejam repetidas. O espalhafatoso presidente conseguiu reunir críticas à sua posição da oposição e até dos que o apóiam. O jornalista Carlos Lozano afirma que “é uma explosão desesperada porque a sua situação começa a ser comprometida em fatos maliciosos”. É uma pena que na época da reeleição de Fernando Henrique a Corte Suprema Brasileira não tinha nada de colombiana. I inda tem françêis…

@ ALTA DOS ALIMENTOS ILUSTRA A FOME COMO PRODUÇÃO SOCIAL. Enquanto a ONU discute as causas da crise alimentar, e alguns tentam colar o aumento das chamadas comoddities à produção dos biocombustíveis, sem diferenciar o etanol de cana brasileira do hipersubsidiado milho estadunidense e nem enxergar a (i)moralidade capitalista na produção da falsa crise, os verdadeiros responsáveis continuam lucrando com a nova bolha econômica, que, quando estourar, terá de ser sanada com mais dinheiro publico dos bancos centrais das nações. No Brasil, esta semana, o índice de faturamento dos supermercados divulgado mostra que houve um aumento de 8,87%. Foi o maior lucro no período em cinco anos, segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Se os supermercados, que são a extremidade do lucro da cadeia produtiva está ganhando, imagine-se os especuladores, que jogam seus milhões na bolsa de valores, produzem boatos e fabricam crises artificiais para, ao final, lucrar. A chamada crise dos alimentos só não é uma ficção no ronco da barriga dos africanos e países da América Latina que não tem condições econômicas de fazer frente à altíssima especulação. A fome é um produto das relações bio-físico-químicas do corpo, mas ela não é uma privação enquanto se reduz a esse processo. Ao contrário, é a produção de uma sociedade de exploração e desigual que permite que um processo natural do corpo humano se transforme num sintoma social da doença da humanidade degenerada. Enquanto poucos brincam no cassino especulativo financeiro das bolsas de valores mundiais, outros morrem ou ficam marcados pela existência por uma fome que não é a do corpo, mas a do existir em plenitude. I inda tem françêis…

@ NO PARAGUAI, NICANOR DUARTE NÃO CONSEGUE RENUNCIAR para ser senador vitalício e com mandato. Parece até uma questão psiquiátrica. Acontece que o atual presidente, Nicanor Duarte, conseguiu liminar na justiça paraguaia para se candidatar ao senado, ao mesmo tempo em que era presidente. Foi eleito. Mas para assumir o posto precisaria renunciar antes da posse do engajado bispo Fernando Lugo à presidência em 15 de outubro, que tirou o poder do Partido Colorado mantido há mais de 60 anos. Acontece também que o pedido de renúncia deveria ser votado no Congresso paraguaio. Acontece mais ainda que membros do seu próprio partido, que o culpam pela perda do poder, e parte da oposição estão boicotando a votação, querendo que outro assuma a vaga. Foi assim na terça e quinta passada. Há legisladores que dizem que caso não seja empossado (e não poderá) como senador no dia 1º de julho, não poderá assumir mais a vaga. Outros dizem que é possível. De qualquer forma, a decisão passa para a nova gestão. Se não conseguir renunciar, Nicanor será empossado posteriormente como senador vitalício por ter sido presidente, mas sem direito a voto. Se conseguir, será ao mesmo tempo senador vitalício e senador com mandato. Tudo é possível desde que perceba os vínculos da psiquiatrização na macropolítica. I inda tem françêis…

@ BRASIL É O SEGUNDO DO MUNDO EM CONSUMO DE COCAÍNA. Há poucos dias foi considerado o país do mundo onde mais se consome coca-cola. Como analisamos numa série de cinco textos denominada Barato da Onu, os países andinos produtores da coca não inventaram e não têm culpa de sua industrialização. Essa notícia só o confirma. O caso também, para nós que não somos de nenhuma instituição familiar/policial, não é de culpabilizar os usuários. No entanto, parece que no Brasil há uma necessidade de produção artificial de euforia. Daí o alto consumo das duas cocas a cocaína e a coca-cola. (E a própria Polícia Federal comprovou recentemente que a coca-cola ainda utiliza cocaína em sua fórmula, o que é proibido pelas leis brasileiras). Uma, proibida; a outra, legal. Ambas dão uma sensação de embevecimento: uma, pela pose no grupo seleto; a outra, no arroto coletivo. Uma que ataca o nariz e os pulmões; a outra, há estudos que falam de problemas intestinais. Uma alimenta os grandes cartéis; a outra, a grande multinacional que financia o massacre no Afeganistão, Iraque, Irã, América Latina. A mesma. I inda tem françêis…

@ MÁQUINA DE CAMISINHA NA ESCOLA, foi o anúncio feito nessa quinta-feira (26) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em Florianópolis, no 7º Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids (aqui na Agência Brasil). Houve quem ficasse contra, algumas entidades moralistas/moralizantes que ainda hoje em plena pós-modernidade tratam o sexo como tabu, pregando o controle do corpo, do prazer e do desejo. Mas o projeto do Ministério da Saúde, além de preservar o corpóreo, visa também elementos incorporais. Além de preservar para que as relações sejam sempre saudáveis e para não ocorrer a chamada gravidez “indesejada”, serão trabalhados temas na escola referentes às questões sexuais. Se irá levar os jovens a desejarem mais cedo a realizarem relações sexuais este não é o objetivo educacional—, se isso ocorrer, ao menos poderá diminuir os medos, as incompreensões, liberando o corpo e a alma para o encontro não por impulso, mas por instinto, não pela sexualidade (coisificação do sexo), mas pelo sexo-corpo numa escolha-afetividade seja uma noite, seja alguns anos. Pena que por enquanto o projeto será avaliado em apenas 400 escolas e apenas com preservativos masculinos. Precisa se estender logo por todo o Brasil. I inda tem françêis…

Vamos que vamos

Que quem foi não dançou

Com quem dançou e não foi

Aonde havia alguém pra dançar…

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

_______________Ritornelos____________Disjuntivos_________Passar pela ponte não é uma questão de vontade, mas de equilíbrio: se deixar cair ou não. Para frente ou para trás. Para esquerda ou direita. Mas passar.   Quanto ao que se encontra nessa passagem, não importa.                  “Que as aparências não nos enganem: há casos em que é a linguagem imagética que fala cientemente no sentido próprio, e a linguagem abstrata que fala inconscientemente no figurado” Bergson                Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde e Universidade de Brasília mostra que a maioria das propagandas divulgadas nas mídias é de alimentos(?) que contém grandes quantidades de gordura, sal e açúcar. Enquanto isso, o SUS, Sistema Único de Saúde, gasta 60% de suas verbas em tratamento de hipertensão e diabetes.               Sabe-se: quando um alimento precisa de marketing para ser consumido, já demonstra sua inutilidade alimentar.      O alimento é um corpo protetor de prevenção contra as enfermidades.  O marketing é um recurso virtual de convencimento do consumidor. Logo, esse produto, que se auto denomina de alimento, é um corpo diminuidor das defesas do organismo.  Nisso, também, a mídia auxilia nas enfermidades físicas do telespectador. Além das cognitivas e afetivas.     Não faltam exemplos audiovisuais: Faustão, Jô, Jabor, Datena, Luciano do Vale, Boris Casoy, Hebe etc.            “Para quem tem sede, um copo d´agua. Para quem tem tédio, um novo amor” Anísio Silva  _____________________

_________________________Fala-se muito da magia do espelho. Mas o espelho não é mágico. Ele apenas duplica, e isso não é refletir. Se fosse, candidatos perversos veriam a si próprios e, então, teriam certeza que é desta forma que o povo os vê.   Todavia, como não refletem a si mesmos, cabe ao eleitor rejeitar estas formas.                “Multipliquei-me para me sentir, para me sentir, precisei sentir tudo” Pessoa          ______________

____________Quinta-feira, 26, foram realizadas em Brasília, as cerimônias do Dia Internacional de Combate à Tortura com o tema “Tortura é Intolerável”.  Com a participação de autoridades da União Européia, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e outras entidades compromissadas com os direitos humanos, comentaram-se e analisaram-se os discursos e práticas que carregam esta patológica violência executada pelo homem contra o próprio homem. Principalmente como justificativa policial/jurídica de proteção dos bons contra os maus que habitam a sociedade.  Moral aceita por grande parte da elite e classe média. Em quem quase não é atingida pela perversa prática, ao contrário das classes pobres, as principais vítimas.         Além das demonstrações da relação das políticas do Estado com a tortura, já que quem tortura quase sempre é um agente a seu serviço, o que ficou muito visível foi o grau de anomalia que carrega o torturador, que age irracionalmente sem qualquer signo-empático referente ao outro (o torturado), o que lhe coloca excluído das relações sociais de alteridade, que só é possível  quando o outro é tido como concreto diante de si, e também as seqüelas físicas e mentais que  as vítimas passam a ser dominadas no pós-tortura, como também os sofrimento de seus familiares e amigos.    Fundamental para a convivência social, os debates e estudos sobre a tortura.                Entretanto, é preciso também discutir-se sem hipocrisia sua principal causa: a moral perversa do sistema capitalista.                  Sabe-se que indivíduos torturam pelo simples prazer de causar dor ao outro, mas a tortura oficial está diretamente ligada a dois signos: um místico e outro econômico.        O um, o hebraico “Não roubarás”!              Roubar é passível de punição.                  Dois, “a propriedade privada”. Se apossar do que é alheio é passível de punição.            Junta-se a lei capitalista com a tara para tortura e o que se tem? A bestialidade.     Por que os órgãos policiais dos Estados Unidos torturam outros povos?  Por causa da ambição capitalista. Suas guerras são eminentemente econômicas.                        “Eu quero é botar, meu bloco na rua! Brigar, botar pra gemer” Cesar Sampaio          ________________A maior parte da população dos Estados Unidos é a favor da tortura contra terrorista.             Pergunta-se, sob os fluxos das equivalências:        Seria essa maioria a favor da tortura em Bush?  Se for, deve ser também a favor de ser torturada, já que é cúmplice de Bush, que segundo muitos homens e mulheres íntegras e solidárias, ele é um terrorista.                 “Só os homens livres são utilíssimos uns aos outros e se ligam uns aos outros pelo laço mais estreito de amizade e se esforçam, por um movimento de amor igual, por fazerem bem uns aos outros e, por conseguinte, só os homens livres são gratíssimos uns para com os outros” Spinoza

EVENTO DO HIP-HOP DE MANAUS

– MHM –

MOVIMENTO HIP-HOP MANAUS

apresenta

Torneio MHM Manaus

(clique na imagem para ampliar)

Quando? Dia 29/06 (domingo)

Que horas? A partir do meio-dia.

Onde? Escola Estadual Ernesto Pennafort, na rua Marginal, S/N, São José II

Entrada: 3,00 paus

Contatos televirtuais: 9973-8188 / 8134-9205 / 9152-2993

!!!!! VALEU, MANO !!!!!

ADVERTÊNCIAS ELEITORAIS DE ESOPO

As fábulas de Esopo servem para variados entendimentos: moral, psicológico, social, religioso, etc. Entretanto, nesse tempo de eleições com candidatos anunciando qualidades pessoais que fogem as suas práticas com o fito de ganhar o eleitor incauto, um entendimento torna-se precípuo: o político. Desta forma, tomamos umas fábulas do fabulista grego para aplicar algumas equações referenciais que possibilitem mais clareza às anunciações desses candidatos.

1- Fábula: A Serpente Pisoteada

Uma serpente que era freqüentemente pisoteada foi pedir a Zeus que a ajudasse. Zeus lhe respondeu:

Se tivesse mordido o primeiro que te pisou, um segundo não teria feito o mesmo.

Se enfrentares os primeiros que te atacam, os outros te temerão.”

Interrogativas referenciais:

  • Neste momento, quem lamenta ter escolhido auxiliares errados?

R:…………………………………………………………….

  • Quem agora está sendo renegado por ex-aliados?

R:…………………………………………………………….

2- Fábula: Os Filhos do Camponês

A discórdia reinava entre os filhos de um camponês. Em vão, ele os exortava a mudar de comportamento; suas palavras não produziam nenhum efeito. Foi por isso que decidiu dar-lhes um lição na hora:

Tragam-me ― disse ele ― um feixe de gravetos.

Os meninos foram buscar. O camponês pegou os gravetos e os uniu num feixe compacto e pediu que eles o partissem. Apesar de toda a força que botaram, não conseguiram. O pai então desfez o feixe e deu a cada um deles um graveto. As crianças os quebraram com facilidade.

Vejam, meus filhos, o mesmo acontece com vocês: se forem unidos, não temerão seus inimigos, mas, se continuarem na discórdia, cairão na mão deles.”

Interrogativas referenciais

  • Quem é o camponês?

R:…………………………………………………………….

  • Quem são os filhos?

R:…………………………………………………………….

  • Quem é a união dos gravetos?

R:…………………………………………………………….

  • Quem são os inimigos?

R:…………………………………………………………….

3- Fábula: O Leão e o Touro

Um leão, que estava pensando em como dar cabo de um enorme touro, preparou-lhe uma armadilha. Convidou-o para comer um carneiro que ele tinha sacrificado aos deuses. Ele pensava se lançar sobre o touro assim que estivessem à mesa. Quando chegou, o touro viu muitos caldeirões e enormes espetos, mas nada de carneiro. Sem uma palavra,retirou-se. O leão repreendeu-o:

Não te fiz nada, por que vais embora assim sem dizer nada?

O touro, respondeu:

Tenho minhas razões: vejo que fizeram os preparativos não para um carneiro, mas para um touro.

As astúcias dos maus não atingem o homem sensato.”

Interrogativas referencias

  • Quem é o leão?

R:…………………………………………………………….

  • Quem é o touro?

R:…………………………………………………………….

  • O leão usa o animal carneiro para atrair o touro. Em uma campanha qual o referencial que se pode dar ao carneiro?

R:…………………………………………………………….

  • O que representam os caldeirões e os espetos referentes a uma campanha política?

R:…………………………………………………………….

4- Fábula: Zeus e a Serpente

Como Zeus ia se casar, cada um dos animais deu-lhe um presente de acordo com suas posses. A serpente, arrastando-se, foi até ele levando uma rosa na boca. Ao vê-la, Zeus exclamou:

Aceito os presentes de todos, mas de tua boca não aceito nada.

Cuidado com a bondade dos maus.”

Interrogativas referenciais

  • Quem é Zeus?

R:…………………………………………………………….

  • O casamento é o quê?

R:…………………………………………………………….

  • Quem é a serpente?

R:…………………………………………………………….

  • O que é a rosa?

R:…………………………………………………………….

  • Qual a referência, levar a rosa na boca que Zeus renega?

R:…………………………………………………………….

Moral de Esopo: Foi um escravo libertado. Que tal nestas eleições suas fábulas nos auxiliarem em nossa libertação democrática? Já que a única moral que serve ao homem é a moral que liberta.

O CHAGÃO FILOSOFANTE DE LULA E OS CRAQUES DE 1958

Disse certa vez o arauto da inteligência e perspicácia futebolística, símbolo do vistoso futebol brasileiro da Era Dunguesca, o insuspeito Kaká: “Futebol e Política não se misturam”.

Lula, o Impertinente, não concorda. Logo ele, que costuma ser criticado pelos PFL/PSDB – de onde vem o rastro semiótico que contaminou o anêmico Kaká – por usar metáforas futebolísticas para explicar as realizações de seu governo. Para Lula, o esporte é via de construção de cidadania, faz parte portanto da discussão democrática de um país: “Eu sou apaixonado por futebol e pelo esporte. Um país que investe em Fabio Rodrigues Pozzebom/ABresportes tem chance de ser uma nação muito mais respeitada e produtiva. Se tivéssemos feito isso há 30 anos, estaríamos muito melhores. O futebol está impregnado na alma dos brasileiros quase na mesma proporção que o ar que a gente respira”.

Talvez por isso, em meio a tantos craques – e muitos dos oportunistas que se aproveitaram do talento destes pra se dar bem, como Havelange e Ricardo Teixeira – Lula tenha percebido a situação do jogador Moacir Claudino Pinto, meio-campo canarinho, que hoje reside no Equador e passa por uma situação financeira difícil, e tenha pensado em uma aposentadoria especial para os campeões do mundo. Num chute só, Lula marcou dois gols. Ele sabe que a privação não é uma condição da filosofia e do filosofar. Cria uma política esportiva de valorização dos atletas campeões, e de quebra, deixa à mostra, sem precisar apontar o dedo, a negligência da CBF, que gasta zilhões com os pernas-de-pau da seleção Dunguesca, enquanto os craques de verdade sofrem, eles que são ainda amantes de uma saudosa Leonor que hoje, diante de tanta violência estética-futebolística que sofre, é capaz de acionar os atuais jogadores na justiça, valendo-se da Lei Maria da Penha.

Pelé, que não apareceu no filme em que Lula tomou conhecimento da situação de Moacir, porque não quis fazer a entrevista sem pagamento de cachê, na hora de aparecer ao lado do presidente, não cobrou e nem pagou.

A relação de Lula, que costura o meio-de-campo do futebol com a política através da práxis filosofante, e que incomoda à imóvel apelidada oposição, é semelhante àquela que Gonzaguinha imortalizou nos versos de Geraldinos e Arquibaldos:

No campo do adversário

é bom jogar com muita calma

procurando pela brecha

pra poder ganhar”.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

Quien quiera entender como funciona el mundo

deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

Θ CHAGÃO PERGUNTA: Nascido a 20 de maio de 1981, o Espanhol Iker Casillas Fernández é titular absoluto do gol do Real Madrid há nove anos. Atua também na seleção espanhola, e foi considerado um dos responsáveis pela classificação espanhola contra os italianos, nas quartas-de-finais da Euro’08. Agora, o ‘Chagão!’ quer saber: Quem é este abutre?

Quien es ese?

Θ EURICO SE VAI, MAS É APENAS MAIS UM. E Eurico se vai, oficialmente, da presidência do Vasco. Com ele, espera uma parte da torcida cruz-pátea, uma administração que o jornalista Fraklin Foer, um direitista moderado, chamou de pré-capitalista. Com uma contabilidade amadora, afugentando investidores de peso que adorariam vincular suas marcas a um time de grande torcida como o Vasco da Gama, desvios de recursos, brigas com jogadores, técnicos e um Vasco que em sua administração não passou de um clube mediano, Eurico ainda é um emblema do futebol e do próprio capitalismo financeiro internacional. Como uma espécie de Berlusconi (ou seria Berlusconi uma espécie de Eurico italiano), ele passou incólume pela maioria das tentativas legais de enquadrá-lo em práticas ilícitas. Parte da torcida alvi-negra idolatrava o capo carioca. Brindou-lhe com um mandato de deputado federal, antes de perceber, atônita, que com ele o clube tinha mais prejuízos que lucros. Eurico sangrou na presidência do clube, bancou estátua para Romário, o inexistente milésimo gol, o amigo e dublê de técnico, Antonio Lopes e mais uma história de amadorismo e má gestão, que transformou o clube num amuleto de aversão a investimentos. Eurico agora, no apagar das luzes, podia ter saído com mais moral. Com a derrota do seu grupo batendo às portas, sem a imunidade parlamentar que lhe garantiria a certeza de não ser punido, com a anulação das últimas eleições que lhe colocaram no poder com um verdadeiro “golpe de Estado” em São Januário, ele vê a chapa do eterno opositor, Roberto Dinamite, abiscoitar a presidência do clube com apoio maçiço dos conselheiros. Pra tirar as broncas, afirma que quer curtir os netos. Se for com o mesmo amor que dispensou nos anos de serviço ao alvi-negro da cruz pátea do Rio de Janeiro, é melhor chamar o conselho tutelar!

Θ LIBERTADORES DA AMÉRICA. Finalíssima:

FINALÍSSIMA (25/06 e 02/07)

LDU Quito 4 – 2 Fluminense

Fluminense (BRA) LDU Quito (EQU)

A imprensa braziniquim decantou em verso e prosa a vitória antecipada do tricolor carioca. Renato Gaúcho se deu ao luxo de dar entrevista para revista de amenidades para exibir seu complexo de inferioridade sexual. A torcida do Fluzão, insuflada pela vitória sobre o Boca Jrs já dava como certo o confronto com o Manchester United, e teve até jogador em reportagem televisiva mostrando o passaporte com destino ao Japão. Enquanto isso, os universitários de Rafael Corrêa, treinados pelo um degrau acima de Deus” Edgardo Bauza, argentino, preparavam a surpresa. A LDU entrou em campo com o punhal entre os dentes, e enquanto o dândi dos pampas escolhia quem seria a donzela equatoriana que iria oferecer seus favores sexuais, o nome da partida, Guerrón, cruzou na área para Bieler abrir o placar. Tonteado, o Fluzão resolveu mostrar que a Globo não bancou o campeonato tricolor antecipado à toa, e foi pra cima. Numa falta inexistente que o árbitro inexplicavelmente marcou, Conca colocou onde nem o mais ilustre tricolor do bairro de São José Operário alcançaria, ou acreditaria, e empatou a peleja. Aí os tricolores acreditaram que tudo aconteceria como no roteiro enviado às Laranjeiras pelo novelista esportivo globístico. Mas aí o time do socialismo do século XXI resolveu jogar. Com as maracas tocando, o time jogou por música, com dois pontas atuando ora na esquerda, ora na direita, enxouriçando a vida da defesa tricolor. A prensa nas cordas rendeu um gol do ponta Guerrón, aos 28, Campos aos 32 e Urrutia aos 45. Se o juiz não encerra o primeiro tempo, mais gols equatorianos teríamos. Na volta do intervalo, os cariocas tentaram esboçar uma reação, e até marcaram um gol que pode facilitar a vida do tricolor no maracanã, com Thiago Neves, em marcada feia da zaga LDUniana. O restante do segundo tempo não fez jus ao furacão que assolou Quito nos primeiros 45 minutos. Ao final, um alucinado Luis Alberto, zagueiro do Flu, deu entrevista em que afirmou ter visto nas arquibancadas o Diabo, Belzebu, o Tinhoso, o Canho do Pé Preto, que fez com que o time temesse os poderosos equatorianos. Afinal de contas, não é todo dia que se encontra uma Universidade que tem atuação prática como tem a Liga Universitária de Quito. Renatinho Gaudério promete não revelar mais nenhum segredo íntimo até a próxima partida, e deve submeter o time a sessões de análise psicanalítica intensa, além de exorcismo na defesa. Ainda assim, tudo indefinido, já que a LDU, assim como subiu o morro e bateu no malandro, pode muito bem tremer aos pés do Maior do Mundo.

Θ EUROCOPA AUSTRIA/SUÍÇA 2008. Na nossa linha de passe da quarta-feira passada, nenhuma das perspectivas se atualizaram no real. Estamos em 100%: equivocamo-nos em todas. Mas como o que vale no jogo do jogar é a alegria, e não a frustração como sintoma da incapacidade de suportar o real, tá valendo. Aqui você confere os placares dos jogos já realizados, a tabela dos confrontos e os confrontos eliminatórios. As resenhas das partidas você continua lendo no nosso Chagãozinho Eurocopa, diariamente:

QUARTAS-DE-FINAIS

1 – 19/06

Portugal 2 – 3 Alemanha

2 – 20/06

Croácia 1(1) – (3)1 Turquia

3 – 21/06

Holanda 1 – 3 Russia

4 – 22/06

Espanha 0(4) – (2)0Itália

SEMIFINAIS

25 e 26/06

Alemanha 3 – 2 Turquia

Russia 0 – 3 Espanha

FINAL

29/06

Alemanha – Espanha

Θ FINAIS URUGUAIO 2007/2008. E não precisou de terceira partida. Com um empate em zero a zero ontem, no Centenário, os violetas do Defensor Sporting Club sagraram-se campeões nacionais após 17 anos de jejum. De quebra, ainda faturaram a vaga direta para a Libertadores 2009. Parabéns aos violetas, quatro vezes campeões uruguaios (1976, 1987, 1991, 07/08). Agora, no calendário charrua, começa a Liguilla, ou petit torneo, que define os outros classificados para a Libertadores e os representantes da Sudamericana 2008. Participarão do hexagonal final Defensor Sporting, Peñarol, River Plate, Nacional, Danubio e Rampla Jrs, que jogam entre si em cinco rodadas (somente ida). Os dois primeiros se classificam para a Libertadores. Terceiro e quarto colocados jogam a Sudamericana. Caso o Defensor Sporting, que já está na Libertadores, fique em primeiro ou segundo, ele vai também à Sudamericana. O petit torneo começa no final de semana, e você acompanha os resultados neste ‘Chagão!’.

Defensor Sporting Club, Campeão Uruguaio 07/08

!!!!! DEFENSOR SPORTING CLUB !!!!!

!!!!! CAMPEÃO URUGUAIO 2007/2008 !!!!!

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

Θ Semifinal entre espanhóis e russos, e o jogo de hoje trouxe duas tristezas aos brasileiros. Primeiro, tiveram que ver um Marcos Senna dando show, mostrando que volante também sabe jogar sem usar as canelas: passa, avança e chuta com categoria, quando domina a bola abre espaços no time adversário. Enquanto isso, o Brasil se contenta com Mineiro e Gilberto Silva. Segundo que tiveram que engolir um time de amarelo dando um show de futebol, e não foi o Brasil. Na realidade, o time de várias nações jogou de dourado, e de ouro foi também o futebol apresentado, sobretudo no segundo tempo. Toques rápidos, dribles, jogadas que deixaram a zaga dos Putin Boys embasbacadas. No primeiro tempo, embora já dominasse, a superioridade espanhola ainda não estava impressa na partida. Com uma forte marcação dos dois lados, a Russia, principalmente com Paulo Nuneschenko assustou em alguns momentos, fazendo com que os analistas que apostaram no trunfo Arshavin soltarem fogos de entusiasmo. Mesmo assim, a Espanha tinha o domínio das ações. Nem mesmo o sisudo, racista e retranqueiro técnico espanhol, Aragonés, impediu o meio-de-campo da Espanha de brilhar. Pelos idos dos 30 minutos, o atacante e artilheiro da Euro, David Villa, se machucou e foi substituído pelo mago do time, o maestro do meio de campo, que junto com Marcos Senna formou uma linha intensiva. Fabregas trouxe ao meio campo o talento e o elemento disjuntivo necessário para quebrar a marcação russa. No segundo tempo, só deu a meiuca dourada, com passes rápidos, subidas dos laterais, lançamentos mágicos de Fabregas e a visão de jogo de Marcos Senna, a Espanha acuou o time russo, que mesmo com 25 jogadores, mais presidente, primeiro-ministro e uma ex-Miss URSS, não conseguiam impedir que o ataque espanhol fizesse da grande área russa uma tela onde se exibiam obras-primas do Surrealismo Espanhol. Como se dirigido pelo espanhol Luis Buñuel, e não por Aragonés, a Espanha criava sucessivas jogadas de ataque que deixavam os russos vermelhos de inveja. Fernando Torres cansou de perder gols, mas nem de longe se pensou na máxima da superstição futebolística, quem não faz, leva. Ali só havia espaço para um time. E o primeiro gol veio com uma jogada blaugrana: Xavi abriu para Andrés Iniesta na esquerda, que limpou a jogada e devolveu para Xavi desviar e fazer explodir a bela torcida latina. Como o 1 a 0 prevalecia, e os gols e belas jogadas não paravam de aparecer, o técnico – que não estava intendeindo bulhufulas resolveu reforçar o meio-campo com Xabi Alonso e trocar Fernando Torres por Güiza. Mesmo com o reforço defensivo, as linhas intensivas da máquina desejante espanhola continuaram bombardeando a defesa russa. Aos 28 minutos, numa trama que começou com a recuperação de bola na defesa, passou pelos pés de Marcos Senna, que limpou a jogada e achou um companheiro livre, que preparou a jogada, lançando para Fabregas. Com um toque de estilo e classe que muito camisa 10 brasileiro nos últimos 20 anos não conseguiu dar, ele deixou Güiza na cara do gol: 2 a 0. A torcida explodiu novamente, e agora, o palco era todo dos artistas dourados, que tocavam a bola no ritmo das castanholas e na melodia de uma guitarra latina. Ainda deu tempo de Fabregas cair pela esquerda, levantar a cabeça e colocar a bola na posição para que David Silva apenas empurrasse, selando os 3 a 0. Outra goleada, e agora a Russia, com a base do time do Zenit, campeão da UEFA e racista – uma jogada menos de política que de marketing, colocar Ballack e um russo para falar de racismo – mesmo com Arshavin, levaria uma sacolada de gols dos touros indomáveis. A Espanha mostra a diferença entre um futebol belo e ofensivo e outro que produz belas jogadas, mas que se apresentou nesta Euro como essencialmente defensivo: a Holanda, que foi derrotada pela Russia porque só sabia jogar de uma forma, e dependia excessivamente das condições de jogo. Na única partida em que saiu perdendo, não teve poder de reação: seus belos contra-ataques de nada valeram. Já a Espanha é desejante, mesmo vencendo, ataca, quer mais gols, cria, vibra, o único time até o momento na Euro que não tinha nada a perder, a não ser o medo de continuar sendo considerado como o touro da primeira fase que virava boi de piranha na fase final. E ninguém mais perguntou sobre Raul… O fusquinha alemão que coloque as barbichas de molho!

Espanha 3 – 0 Russia

DUAS NOTAS DE UMA ADMINISTRAÇÃO ANTIDEMOCRÁTICA

PRIMEIRA NOTA – RÉ MAIOR – A prefeitura de Serafim fez, dentre outros, dois males a Manaus: primeiro, frustrou as espectativas de mudança que a população tinha quando o elegeu, se mostrando igual às outras e, segundo, dará oportunidade para que oportunistas de administrações anteriores iguais ou piores que a dele possam agora se apresentar com o discurso do marido arrependido: “sei que errei, peço outr chance”. Tudo o que não interessa à democracia. Esta semana este Bloguinho Intempestivo ouviu o passarinho cantar, sabe onde mas não dirá, que algumas secretarias estariam promovendo banquetes, festas e outros rega-bofes para funcionários públicos, na calada da hora do almoço ou jantar, onde candidatos a vereador apoiados pelo prefeito, principalmente ex-secretários, estariam discursando e “pedindo o apoio”. O detalhe além da propaganda antecipada e o uso dos recursos da prefeitura para o transporte dos funcionários-cabos eleitorais, é a coação alguns destes que, demonstrando aversão à sedução barrigal, se recusaram a participar. Houve até, segundo fontes intempestivas, quem tenha sido ameaçado de transferência ou mesmo recisão do contrato. No entanto, num destes almoços, ocorridos nas imediações do PAM da Codajás, alguém, não se sabe se a serviço dos outros candidatos ou da democracia (que no caso de Manaus, para tristeza da população, são excludentes entre si), fotografou carro da prefeitura carregando os funcionários. Por tal, os almoços e jantares estariam suspensos até segunda ordem, ou a poeira baixar. E agora, lombrigas?

SEGUNDA NOTA – DÓ MENOR – Ainda sobre a administração serafinesca, dizem que em Manaus a inflação mundial dos alimentos chegou de maneira um tanto diferente. É que enquanto nos outros lugares, a inflação corrói os salários, aumentando os preços dos produtos da cesta básica, em Manaus, ao menos na prefeitura, é a própria cesta básica que é corroída. Não sabemos quanto a prefeitura paga por unidade do famoso “rancho”, mas alguns beneficiados com a doação prefeitural nos últimos meses têm comentado a diminuição da mesma. Se antes a quantidade dos alimentos dava para o mês e ainda doar um saco de feijão e outro de arroz ao vizinho, agora, é o vizinho que tem que doar para que o beneficiado possa completar o seu almoço. O tal rancho teria diminuído tanto de tamanho, que na última remessa se resumiu a um saco de arroz, outro de feijão, dois de farinha, uma garrafa de óleo e um pacote de macarrão. Houve quem, ao receber o magro rancho, tenha perguntando quando viria o resto da cesta. Outro ou outra teria questionado se agora era uma cesta básica dividida para três famílias. Há quem aposte que, da próxima vez, venha só o santinho de algum candidato de ocasião com os dizeres: “vale uma cesta básica após as eleições”. Mas a maioria gostaria mesmo é de saber onde e de que forma se está sendo distribuída a parte do seu rancho que desapareceu. E agora, inflação prefeitural?

FOPAAM CONVIDA: “EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE ÉTNICA”

F O P A A M

FÓRUM PERMANENTE AFRO-DESCENDENTE DO AMAZONAS

AVENIDA JOAQUIM NABUCO, 1023 – CENTRO (MANAUS – AM)

TEL.: (92)3212-9030 – 3212-9031

E-mail: negritudeamazonica@gmail.com

CONVITE

O Fórum Permanente Afro-descendente do Amazonas – FOPAAM e suas entidades realizarão neste sábado, Dia 28.06.2008, das 14h-18h, Reunião Temática sobre as Leis 10.639/03 e 11.645/08, com o objetivo de discutir as Políticas e as Práticas Educativas voltadas para a Educação para a Diversidade Étnica em nosso Estado.

Para que seja frutuoso nosso trabalho, vimos convidá-lo (a) para participar conosco.

Agradecemos desde já sua colaboração,

Equipe de Coordenação do FOPAAM

PROGRAMAÇÃO:

Encontro: “Educação para a Diversidade Étnica”

DATA: 28.06.2008

LOCAL: Sala 02 – FSDB – Faculdade Salesiana Dom Bosco

Av. Epaminondas, 57 – Centro (Manaus-AM)

HORÁRIO: 14h – 18h

ATIVIDADE:

14h – Abertura/Lista de Presença/Credenciamento

14:15 – Apresentação: FOPAAM na luta pela implementação do Ensino da História da África – Profª Arlete Menezes

15h – Mesa Redonda: “Educação para Diversidade Étnica”

Coordenação: Profa. Dulci Batista – FOPAAM /CÁRITAS

1. Implementação da Lei 10.639/2003 e a Lei 11.645/08 – Wilas Dias da Costa – PNCSA

2. Políticas Publicas Afirmativas e a Lei de Cotas 93/1999- Profº Gláucio da Gama

3. Liberdade Religiosa e Educação – FUCABEAM

· INTERVENÇAO DOS PARTICIPANTES

16h – Formação de Professores no Amazonas – Profº Gersom Priantes

Projetos Pedagógicos e Atuação em Sala de Aula – Partilha de Experiências:

Escola Estadual Senador João Bosco – Profa. Silvana/SEMED e outras

Estudantes Negros: Leonard Lews – UFAM e (Jonas, Claudemar ou Adélia) – ARQNA

18h – Encerramento – Lanche.

APOIOS:

Cáritas de Manaus

Rede de Educação Cidadã

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

Θ Primeira semifinal, jogada entre Alemanha e Turquia. O clássico da imigração, dias após a União Européia endurecer a linha-dura contra os imigrantes economicamente improdutivos. Os imigrantes que a Europa não quer são aqueles que incham o sofisticado sistema de saúde e previdência social dos países membros. Nada contra jogadores estrangeiros. Muito menos a Alemanha, que contou com a mão-de-obra turca para realizar o trabalho “sujo e mal pago” da reconstrução econômica dos teutônicos, situação que foi analisada sociologicamente pelo jornalista Günter Wallraff, no seu “Cabeça de Turco”. Hoje, a Turquia tem na Alemanha a sua maior colônia em terras longínquias: mais de 2,4 milhões. Futebolisticamente, a Turquia, com vários desfalques, incluindo o atacante Nihat, veio a campo indo pra cima dos alemães. O que não é difícil considerando a fraca defesa dos germânicos. Tanto pela direita (aproveitando as subidas do lateral alemão Ovelha), quanto pela esquerda, os turcos chegavam, sem no entanto, pressionar com avidez a meta adversária. A Alemanha, sempre no seu tradicional jogo, apelava para os contra-ataques ou às subidas do único jogador que sabe dar três toques na bola sem se enrolar: o lateral Ovelha. Foi lá pelas bandas da ponta-direita que veio o ataque vermelho, cujo chute beijou o travessão, sobrando para o jogador Boral chutar, com mais susto que precisão, e deixar as penas do Peru nas mãos do goleiro Lehmann. Desacostumados a estar na frente no placar, os turcos se atrapalharam, e quatro minutos depois, numa descida pela esquerda, Podolski cruzou para Schweinsteiger tocar e empatar a partida. Daí o que se viu foi uma Turquia subindo mas sem chutar em gol, enquanto os alemães desciam em contra-ataques. No segundo tempo, destaque para a atuação pífia do satélite, que por várias vezes deixou os torcedores, da tevê aberta e a cabo, sem as imagens da partida. De feio, o jogo passou a péssimo, com a Alemanha tentando chegar aos trancos e barrancos, e a Turquia se segurando para o momento em que mais gosta de decidir: os descontos. E a Alemanha fez a parte dela. Aos 33 minutos, Klose abre a vantagem teutônica de cabeça. Era só o que os Turcos queriam. Em desvantagem, podiam apelar para o dèjá vu, e vencer nos descontos. E ele quase chegou, quando o satélite se alinhou e Cabecinha Sentürk desviou do goleiro alemão, que catou o vento e foi buscar a redondinha no fundo das redes. Roteiro repetido da Euro: Turquia empatando a partida aos 41 do segundo tempo. Aí, só alegria para os vermelhos: pela imaginação, eles se remeteram aos jogos anteriores, e acreditaram que os anjos da Providência iriam mais uma vez dizer “amém”. Esqueceram-se que os real se atualiza a partir de uma névoa de virtuais, e que nada se repete. A máxima Heraclitiana. Foram pra cima, e esqueceram da defesa. Aí, o lateral Ovelha saiu costurando – alemão não dribla – tabelou, entrou e empurrou. E a Turquia sentiu o drama de ser eliminada no apagar das luzes. Os alemães vão chegando, parece que não vão chegar, mas como um bom Wolkswagen, chegaram. Contra Russia ou Espanha?.

Alemanha 3 – 2 Turquia

O VICE E AS SUBJETIVIDADES

Os estóicos chamavam de lecton uma palavra sem suporte material. O filósofo Spinoza chamava de quimera um ente sem essência, que não pode ser pensado, e sem existência, que não pode ser experimentado. Freud chamava de fálico a representação simbólica de um objeto, no caso da teoria libidinal-sexual, o pênis. Que não é o órgão biológico, mas referente dele, mais castração (neurose) do que ação. O vice, em política, carrega estes três enunciados como sua suposta expressão. Ele, no discurso da praticabilidade, onde o sujeito se mostra no território dos estados de coisas sociais com sua enunciação, não realiza significações próprias. É sempre um virtual referente ao seu titular, no qual é assinalado, mas sem jamais ser encontrado. Um virtual nunca atualizado como real. É um engodo. Quando se pretende encontrá-lo, é seu titular que aparece. Em sua falsa aparição, ele evidencia mais seu modelo do que a si mesmo. Isso porque não chega nem a ser cópia.

E nessa dança fantasmagórica, ele não pode nem ser tido como o duplo do outro que aparentemente significa, já que é sua existência quem depende do outro e não o outro de si. Dolorosa aventura do vice. Não é nem Eu e nem Não-Eu. É apenas vice. Mesmo que venha a ser titular da posição com a ausência definitiva do personagem principal, será sempre vice, pois foi assim que foi dado a se dizer. Será sempre o rastro e não o objeto. Mais imaginação e menos razão. É um ente da superstição. Assim como lobisomem: nem lobo nem homem. Só uma aparição supersticiosa. Não pode realizar nem o lobo nem o homem. Talvez o filósofo o chamasse de uma falsa sedução, já que não desvia. O que é da sedução.

AS SUBJETIVIDADES

A subjetividade é um corpo heterogêneo constituído de elementos materiais e imateriais produzidos por instâncias individuais, coletivas e institucionais cuja expressividade prática se realiza por uma semiótica com o poder de afetar os sujeitos tornando-os sujeitados a seus regimes de valores. Como exemplo o sistema capitalista, com seu regime de signos econônimo/político/social, com força de subjetivação daqueles que se assemelham a ele e passam a ser seus agentes propagadores ou máquinas de subjetivação.

Na chamada instância política, quando predomina uma subjetividade retrógrada, triste, tirânica, espera-se que uma outra subjetividade constituída de outros elementos diferentes daquela se faça emergir para poder se tornar enunciação coletiva, um novo processual de subjetivação. No caso, a democracia. Entretanto, em quase todos (talvez todos) estados do Brasil, isto não acontece. Aqui em Manaus não escapa à regra. Predomina a subjetividade reacionária. E nisso, as coligações não escolhem seus vices como composição diferente. Mas como identificação. Aí a grande vingança do vice: ser o próprio titular. Ser a fidelidade real do cabeça de chapa. Ou seja, é também cabeça. Mesmo que não seja traduzida em votos. Assim é que tanto faz Sabá (PR) ser vice de Omar (PMDB), que é vice-governador de Braga (PMDB), que lhe apóia, como ser vice de Amazonino (PTB) ou de Serafim (PSB), dá no mesmo, já que todos são sujeitos sujeitados a subjetividade retrógrada, calculista, ambiciosa, que entristeceu o Amazonas durante mais de vinte e cinco anos. O mesmo se aplica para o deputado Carlos Souza (PP) — cuja eleição foi sempre conseguida com o uso perverso da miséria de parte da população —, que se coloca como vice de Amazonino. Estaria muito bem nos três prefeituráveis citados. O mesmo seria se Amazonino o preterisse e escolhesse um ‘intelectual’. Este aceitaria, pois faria parte desta força maquínica reacionária que não segrega o novo, mas só fortalece o buraco negro da dita política local.

A SUBJETIVIDADE PRAÇA

A candidatura do deputado federal Praciano (PT), o Praça, nos oferece um caso hilário. Embora transporte signos de uma subjetividade democrática como potência criadora de novas formas de existências, entretanto, tem como vice um sujeitado da subjetividade retrógrada: deputado estadual Luiz Castro. Cuja grande contribuição é mais de retração buraco negro, do que disjunção da dor para construir comunidade, “libertar as relações e determinar a alegria”, como afirma o filósofo Toni Negri. É aí que Praça não é Praça “do povo como o céu é do condor”, como diz o poeta. Não Caetano, que é reacionário.

No mais fica a expressão subjetivadora: “Vice, Maria!”.

AMAZONINO E OS INTELECTUAIS…

Em uma propaganda partidária divulgada em emissoras de rádio amazonenses, Amazonino Mendes aparece dizendo que seu partido é o partido dos jovens, das empregadas domésticas, dos intelectuais…, porque agora é PTB. Está certo, já que todos temos intelecto, sendo, portanto, intelectuais. Mas não está certo, já que ele coloca “os intelectuais” como uma classe de pessoas à parte e não numa generalização. E, se generalizasse, mais ainda acometia em erro, pois existem dois tipos distintos de intelectuais: os intelectuais por diplomação, que geralmente fazem uma separação entre teoria e prática, palavra e ação, corpo e alma, para instalar nessa separação o saber-poder para regulação do mundo em proveito próprio, como queriam Platão e seu seguidor Tomás de Aquino; e os intelectuais engajados, à maneira de Sartre e Gramsi, aos quais também não é fundamental apenas disposição motora, mas suavidade em suas ações, que examinam a matéria em pormenor, encontrando seus elos internos necessários para as mudanças históricas, como pensa Marx.

Entre os primeiros, na verdade falsos intelectuais, pode ser visto um Fernando Henrique aliás, amigo de Amazonino, e que foi recentemente citado numa “sábia” revista americana como um dos 100 intelectuais mais reconhecidos no mundo —, para quem seus doutorados, depois de servirem para massacrar econômica, política e socialmente o povo brasileiro durante oito longos anos, apenas lhe servem egoisticamente para vender palestras. Já entre entre os segundos, podemos citar Lula que, a despeito do preconceito sofrido devido à sua origem nordestina e baixa escolaridade, guinou o país com alegria e inteligência. E, neste caso, muitos outros nos daria gosto citar, como a finada comunitária Dona Damiana, da zona Leste de Manaus, que era analfabeta na escrita, mas não politicamente, como diria Bertolt Brecht, e por isso falava criticamente sobre a guerra no Iraque, sobre a fome na África, sobre as oligarquias políticas amazonenses e brasileiras, e tudo com humor desconcertante e vivacidade.

A Amazonino interessa mais o falso intelectual, e é neste que ele procura o vice para compor sua chapa à candidatura para prefeito de Manaus. Estava tudo certo para ser Carlos Souza (PP); no entanto, como Amazonino tem votação expressiva somente nas chamadas classes baixas, mas pífia nas classes A e B, e caindo ainda mais, segundo pesquisa interna, numa coligação com Souza, ele estaria optando por procurar um dito intelectual para posar ao lado de sua imagem no santinho. Dizem que até poderia ser uma chapa pura PTBista, com Samuel Hannan. Alguns dizem que assim suas chances são menores ainda. Mas quem sabe o jogo não é apenas o de poder perder…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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