Arquivo para 5 de junho de 2008

POSEIDON DA FALTA D’ÁGUA DIANTE DO “MAIOR RIO DO MUNDO”

E mais uma noite se passou em que casais não dormiram juntinhos… E já vai mais uma manhã que crianças não vão à escola… E no ônibus, depois da longa espera, alguém se afastou… Tudo por causa da falta d’água no bairro Novo Aleixo, zona Leste de Manaus. Já vão duas semanas que noticiamos aqui a falta d’água. Além de a água vir por curtos períodos pela manhã e à tarde, vem escassamente, sem força suficiente para subir às caixas dos moradores que as têm. Mas esta é uma longa história…

Há três anos atrás, em 2005, um grupo de estudantes e comunitários da zona Leste de Manaus realizou um levantamento sobre o problema da falta d’água em Manaus, grande parte das informações foi fornecida pelo então vereador Praciano, hoje deputado federal, que, inclusive, fez a sugestão do título do debate. Este bloguinho reproduz aqui o texto do folheto distribuído aos participantes.

POR QUE NÃO TEMOS ÁGUA?

Nos idos não muito distantes, a distribuição de água em Manaus era feita na forma estatal pela COSAMA. Para demonstrar a ineficiência e falta de qualidade do serviço basta lembrar que a antiga Companhia recebeu o apelido de COLAMA.

No final da década passada, os governantes confirmaram a incapacidade ou falta de vontade de tentar solucionar os problemas do abastecimento de água na cidade de Manaus e, no início de 2000, a COSAMA foi a primeira empresa estatal de serviço a ser privatizada no Brasil; a compra da “concessão” deu-se pelo grupo SUEZ, grupo francês muito poderoso internacionalmente, que passou a usar aqui o nome de ÁGUAS DO AMAZONAS.

A venda teve alguns pontos estranhos:

—> o valor do patrimônio da COSAMA foi fixado pelo Governo do Estado em R$ 480 milhões;

—> misteriosamente o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDS) fixou como preço mínimo do leilão R$ 173 milhões;

—> depois da venda ser embargada duas vezes pelo vereador Praciano, por entender que o preço era muito baixo, o grupo SUEZ acabou arrematando o leilão por R$ 193 milhões.

A concessão diz respeito à prestação de serviços pelas ÀGUAS DO AMAZONAS durante 30 anos, e a empresa apresentou como principais pontos do “Plano de Metas” até 2006:

—> 96% da cobertura de água na cidade;

—> 99,9% da qualidade da água;

—> 31% da cobertura da rede de esgoto, com tratamento.

O que foi cumprido disso até agora, quase ao término do estabelecido? Nada. O que resulta disso para a população?

—> inúmeras partes da cidade não têm canalizações de forma nenhuma. Em outras partes funcionam precariamente, dando água 2 ou 3 vezes por semana durante um período muito curto de tempo;

—> os problemas de saúde são os mais diversos, desde os causados pela acidez da água, os verminoses encontrados nela até coliformes fecais;

—> quanto ao esgoto, pelo que consta, não foi construído metro algum, o que corrobora com a poluição dos igarapés, o mau cheiro e a proliferação de doenças.

Esse é um resumo da degradação social, do descaso com as comunidades por parte do poder público, dificultando a criação da cidadania na cidade de Manaus. No nosso entender, um tema que precisa ser discutido e ampliado, para as vozes das comunidades serem ouvidas e praticadas.

O problema da falta d’água em Manaus, apesar da cidade ser banhada pelo maior rio do mundo, como diria Dilma Roussef, é histórica, foram produzidas e continuadas por todas as gestões dos governos que por aqui passaram tanto antes da ditadura quanto depois da ditadura, e está ligada a outros problemas de infraestrutura, como a falta de planejamento urbano e saneamento básico de forma geral. Uma das principais bandeiras de campanha do atual prefeito, Serafim Corrêa (PSB) era resolver o problema da falta d’água das zonas Norte e Leste. Em 2006, a ÁGUAS DO AMAZONAS não havia cumprido praticamente nenhum dos principais pontos do “Plano de Metas”, e até então nenhuma sanção ou exigência foi realizada pela Prefeitura de Manaus, mediante as cláusulas do contrato. Ao contrário, foi feito o repactuamento com a ÁGUAS DO AMAZONAS. Como essa gestão de Serafim está no fim, parece que a antiga bandeira foi tão somente transformada em out-door.

QUEM TEM MEDO DA GLOBO?

A própria Globo!

A Globo tem medo de não ser suficientemente insignificante (não constrói signos) na sua órbita artificial produtora de dissipações. Tem medo de que suas desrealizações do social não sejam capazes de manter seduzidos os telespectadores que, em suas próprias autonomias, apesar de suposta parceria tele-ensignante, mantém a decisão de opinar sobre o que não quer ver, mesmo ligando em qualquer canal. O medo como presença real de signos-virtuais desativados que voltam sobre si mesmos depois de um longo período de ativação como suporte da liderança de audiência. A indiferença das imagens banalizadas, que não mais refletem a ilusão do real-social que tanto a Globo vendeu como realidade do povo brasileiro.

A ESTUPIDEZ DA GLOBO

Sempre se afirmou que cognitivamente não há vida inteligente na TV, e sempre se deu mais ênfase à esta assertiva quando se tratava da Globo. Então, eis que agora a Globo, em seu desespero diante das baixíssimas audiências, revela para si mesmo o que muitos já sabiam o seu grau de estupidez: não percebeu durante toda sua voracidade que também estava aliada à produção da teia do despojamento do objeto-real que servia de mercadoria para ilusão da troca. Não percebeu que abusando de suas tecnologias-virtuais estava esvaziando exatamente a nota de sua enganosa superioridade: o desejo áudio-visual como seu equivalente. O que mantinha a troca televisiva. O signo que supunha ser eterno no telespectador. A garantia de sua audiência. Agora, na órbita da banalização das imagens superexpostas, onde a sua única certeza é a não-equivalência, tenta por todos os meios escapar dos últimos estertores de sua extinção. Nisso, recorre a signos que acredita, em sua estupidez, ainda tele-ativados; como escandalizar noticiais contra o governo Lula, insinuar que não pretende pretendendo beijo Gay em novela, moralizando narrações futebolísticas, etc. Mas nada reflete: os signos sedutores perderam suas forças fantasiosas de troca.

A INCERTEZA RADICAL DA GLOBO

O filósofo Baudrillard diz que no espetáculo da nulidade virtual a única certeza que se tem é a da incerteza radical: nada existe para ser trocado. Tudo que antes era meritório em função de uma realidade produtiva, desapareceu como princípio do nada instaurado pela telemorfose onde a maioria é apresentada como único, em uma harmonia espectral que não se distingue mais quem é ator e espectador. “A realidade integral”. “O crime perfeito: a eliminação do mundo real”. Talentosa cúmplice no assassinato do mundo real, a Globo se perde na vertigem de suas próprias imagens-virtuais, alucinando ser também dos telespectadores, o que não é. Homo-Imagética autocomunicante ecoando em si mesma. Ironia de seu Big Brother: não há como se ver. Não há nada a ver na nulidade do real. Aí o trunfo do telespectador: visitar a casa, sabendo que não há nada a ver. Por isso sair incólume, e poder fazer suas próprias escolhas. Por exemplo: reeleger Lula, acreditar em seu governo, trabalhar para um Brasil melhor, tudo que lhe permita sentir que é sujeito de sua história. Nada do que a Globo pretende significar (afirmar realidades) em sua insignificância. Daí que o servil (ser-vil) Aguinaldo Silva não ser ameaça ao governo Lula, e nem necessário a causa GLBT. Daí a deputada Cida do PT-RJ, da Frente Parlamentar GLBT, não entender que agente da Globo não auxilia na realidade da democrática causa.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Chagão!

Quien quiera entender como funciona el mundo
deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

Θ MUNDIAL DE FUTEBOL GLBT. No ano passado, você conferiu aqui neste ‘Chagão!’ o campeonato, que não teve participante brasileiro, mas terminou com um artilheiro braziniquim (Maicol) e um campeão portenho. Este ano, mesmo com as confusões promovidas pela prefeitura de Londres, o mundial começa esta semana com 50 equipes inscritas, sendo apenas uma mexicana e uma argentina representando as Américas. Pouco, mas o objetivo do certame é a ludicidade do futebol como prática do ser humano, como jogo, e não como negócio ou mercadoria. Qualquer um pode participar, e há tantos héteros e homoeróticos na IGLFA quanto na FIFA. A diferença é que estes são ressentidos, enquanto aqueles, bem, aqueles já entenderam que o mundo além de ser uma bola, é gay.

Θ CHAGÃO PERGUNTA: O estádio da foto é o famoso Estádio Vivaldo Lima, o conhecido vivaldão. Com capacidade para 43 mil pessoas, o estádio é um colosso num Estado que não tem futebol. Inaugurado em 05 de abril de 1970, sem ter sido concluído, somente para uma partida entre os reservas do Brasil contra a seleção amazonense. O primeiro a estufar as redes do estádio foi ninguém menos que Dadá Maravilha. Somente em 1995 o estádio foi considerado efetivamente terminado, e uma grande reforma em 2006 trouxe um novíssimo sistema de som importado da Bélgica e um placar eletrônico, que transformou o Vivaldão no estádio mais moderno do país à época. Pena que o futebol, no Amazonas, continua seguindo a mesma metodologia das políticas públicas: somente marketing e maquiagem. Agora o ‘Chagão!’ quer saber: o finalista da Copa Libertadores, o tricolor das Laranjeiras, Fluminense, tem o apelido de “Pó de Arroz”. A versão oficial para o apelido seria o fato do time ter sua origem entre a elite do Rio, e ter uma torcida “afetada”, que ia ao estádio como se vai ao turfe. Porém, há outra versão, igualmente histórica e ligada às lutas de classe no Brasil que justifica o apelido do verde-branco-e-grená. Você sabe qual é a outra versão?

Θ COPA DO BRASIL. Crônica do jogo de ida da finalíssima:

Final

Corinthians/SP 3 – 1 Sport Recife/PE

Sport Recife/PE Corinthians/SP

A agremiação Sport Club do Recife parece que tem dois times. Um, que viaja e joga as partidas como visitante. É impulsivo, mas sem grande objetividade, sem criatividade, sufoca mas misteriosamente não consegue fazer gols. Em casa, com “o outro” time em campo, a impulsividade é vantagem, o time sufoca, cria e marca. Hoje, apresentou um futebol mediano, embora mais consistente que o alvi-negro paulista. Mas o Corinthians soube aproveitar suas chances. Dentinho, que começou enchouriçando a ala direita da defesa rubro-negra, em sua segunda jogada, cortou e marcou. O Sport, que vinha claramente para se defender, teve que ir ao ataque, e numa bola roubada com falta pela defesa corintiana, e com uma avenida no campo de ataque, seis jogadores de branco triangularam contra três de vermelho, e a bola sobrou para o voluntarioso Herrera marcar. Daí em diante, e durante todo o segundo tempo, se viu um Sport que batia do mesmo jeito, tentando penetrar na defesa paulista, com relativo sucesso, mas com um Leandro Machado e um Carlinhos Bala afoitos na hora da conclusão. De tanto insistir, aos 30 do segundo tempo, o Corinthians, num contra-ataque na arreganhada defesa pernambucana, marcou mais um: lançamento para o argentino Herrera, que aos trancos e barrancos dominou na entrada da área, e com um giro de corpo inverteu a trajetória da bola, deixando o uruguaio Beto Acosta sozinho para deslocar o goleiro e marcar o número 3 no placar do Morumbi. A tônica do segundo tempo não mudou, e o Sport continuou atacando atabalhoadamente, mas contando com os buracos na defesa paulista, até que aos 45 derradeiros, Enilton (ex-Palmeiras), que substituiu Leandro Machado, recebeu na mesma linha uma triangulação bem sucedida do ataque rubro-negro, e tocou na saída de Marcelinho-Felipe, o crente. Com dois de vantagem, o clube da âncora vai a Pernambuco com a vantagem de poder perder por um gol. Se lá jogar o time do Sport que costuma jogar em casa, a vantagem paulista pode não ser suficiente pra comemorar antecipado.

Θ LIBERTADORES DA AMÉRICA. Resultados das semifinais:

Semifinais

América (MEX) 1 – 1 LDU Quito (EQU)

LDU Quito (EQU) 0 – 0 América (MEX)

A Liga de Quito heroicamente segurou um zero a zero com um America que esqueceu de jogar. Quando o gordinho-craque, Cabañas, resolveu se mexer, já era tarde, e os blancos de Rafael Corrêa estão na finalíssima da Libertadores, com os louros de quem acabou por sagrar-se a surpresa da competição. Terá o destino de tantas outras, que quedaram no segundo lugar, ou fará a LDU o mesmo feito do Once Caldas, na década de 90?

Boca Jrs (ARG) 2 – 2Fluminense (BRA)

Fluminense (BRA) 3 – 1 Boca Jrs (ARG)

E a promessa se cumpriu. Um grande jogo no Maracanã! O tricolor carioca entrou nervoso e não conseguia se acertar no início da partida. Ao contrário, os comandados de Ischia tocavam a bola e armavam as jogadas, sempre com o trio RPP (Riquelme – Palacio – Palermo). Até a meiuca do primeiro tempo, o tricolor tinha chegado apenas uma vez, com Washington, que chutou por cima do travessão. Os auri-azuis, ao contrário, chegavam mais incisivamente, embora não chegassem a sufocar constantemente. O primeiro tempo foi dos xeneizes, que deixaram um gostinho de “quem não faz, leva”. O segundo tempo começa como se nada tivesse acontecido: o Boca no ataque, como se em casa estivesse, e jogando sempre na base do “a qualquer hora sai o gol”. E é quando o homem do jogo se preparava para entrar que uma cabeçada de Palermo calou a torcida tricolor, e interrompeu o quebra-cabeças e as borrachadas dos PM´s paulistas na torcida argentina. Se o início do confronto se deu a partir de um lado ou de outro, foi impossível a esta coluna apurar até o fechamento da crônica esportiva. Sabe-se que rolou também botinada para a torcida tricolor. Com 1 a 0 no placar, a justiça se fazia, mas nem bem deu tempo de comemorar, e Washington, apagado no jogo, de falta, empatou. O time xeneize passou a ter que se preocupar com as subidas, agora puxadas por Dodô, que entrou e parece que levou o time inteiro para o campo. Finalmente o Fluminense dava o ar de sua graça no gramado do Maraca. Com o gol, o time do Boca finalmente mostrou que não é mais que um punhado de jogadores medianos, e que sem os lampejos do cansado Riquelme, não vai a lugar algum. O time passou a atacar sem objetividade e organização, sem jogadas, se limitando a procurar a cabeça loura de Palermo entre a forte e eficientíssima defesa do Flu. Destaque para o zagueiro Thiago Silva, e o goleiro Fernando Henrique (que não é o Cardoso, para alegria dos cariocas). Ainda deu tempo de Dodô armar vários contra-ataques, dos quais um entrou, em chute de Conca e desvio de Ibarra, e já no apagar das luzes, com um Maracanã ainda temeroso de um gol xeneize, o próprio dono da festa fazendo um belo gol e soltando o grito da garganta do torcedor do Fluminense. De quebra, o artilheiro dos belos gols ainda calou e imprimiu à torcida flamenguista a segunda eliminação numa mesma Libertadores. A Fla-Boca agourou os xeneizes?

FINALÍSSIMA (25/06 e 02/07)

Fluminense (BRA) LDU Quito (EQU)

A ordem das partidas ainda não foi definida, mas Fluminense e LDU, advindas do Grupo 8, já se enfrentaram nesta Libertadores. Lá, sem gols, aqui, uma vitória magra do Fluminense. A imprensa brasileira está considerando a semifinal entre Boca e Fluminense a final antecipada. A julgar pelo retrospecto, a partida com os brancos equatorianos será mais difícil que com os xeneizes.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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