Arquivo para 11 de junho de 2008

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

Θ Na segunda rodada da fase de grupos, Portugal encarou a República Tcheca por uma cadeira na janela na viagem para as quartas-de-final. Com um time português com certeza, o time de Scolari venceu com dificuldades, apesar do placar, os velhinhos da meia-potência futeboleira dos recônditos europeus. Luso com certeza porque repete a tática do país na era do mercantilismo: se apossar da riqueza das colônias em benefício próprio. Assim, aportuguesou Pepe e Deco, do Brasil, enquanto singrou o Atlântico em busca de Nani (Cabo Verde) e Bosingwa (Congo), além, é claro, do quebra-canelas, Luis Felipe Scolari, o filho mais querido – junto com Parreira – do futebol de resultado a qualquer custo, principalmente ao da beleza e ludicidade do jogo. Da vizinha França, trouxe Petit (que não é aquele do terceiro gol contra o Brasil em 1998). Como repetiu a tática mercantilista – todo mundo sabe que Portugal foi o único país europeu que não ficou rico com a exploração das colônias americanas e africanas – também desta vez, a despeito da vitória, os recursos pilhados não são os melhores. Scolari continua com a velha técnica de segurar os jogadores num esquema fechado de marcação, dependente de um lampejo de algum jogador mediano (como Deco, na partida de hoje), ou de um escorregão do adversário para vencer. Os gols lusos foram marcados por Deco, pelo Puto D‘Ouro (e cabeça de vento) Cristiano Ronaldo e Quaresma. Já a República Tcheca, com toda a zaga beirando o balzaquianismo e massacrada pela máquina de triturar gente do futebusiness europeu, jogou à lá França 2006, se defendendo e atacando quando possível, nas corridas solitárias de Milan Baros. Um time aquém das expectativas de quem entrou na Copa 2006 favorito e na Euro 2008 pra não fazer feio. Agora, na última rodada, disputará a segunda vaga com a Turquia, enquanto os lusos bailam com os donos da casa..

Portugal 3 – 1 Tcheca

Θ Última chance de um dos donos da casa de ensaiar uma chegança nas quartas-juninas-de-finais, a Suíça encarou a Turquia em um embate soporífero. Nem só de boas intenções e voluntarismo se faz um espetáculo de futebol, e Suíça, o país do chocolate, dos relógios e dos bancos que enriqueceram com os despojos econômicos das duas grandes guerras do século XX, e Turquia, a meio termo entre o predatismo capitalista da Europa e a sanha teocrática do Oriente Médio, quase mataram os torcedores de overdose de melatonina. Uma chuva torrencial veio mostrar que nada é tão ruim que não possa piorar, e o quebra-canelas piorou substancialmente. E foi graças às águas de São Pedro que a Suíça chegou ao fundo das redes, com um gol do turco-suíço Yarkin, para os banqueiros. A torcida local vai à loucura, no seu vermelho, branco e capinha de plástico transparente, chique. O técnico dos turcos mexe no time e o defunto reage: uma derrota ali representaria ter que marcar o retorno à Ankara. No entanto, o espírito Otomano tomou conta dos jogadores, que foram pra cima, e empataram aos 12 do segundo tempo, com Sentürk, avante do Fenerbahce. Daí os otomanos seguraram uma ávida Suíça, que não pôde combinar vontade com talento, sofrendo, de contra-ataque, a estocada final, no apagar das luzes, pelos pés de Turan. C’Est Fini.

Suíça 1 – 2 Turquia

E no ‘Chagão!’ desta quinta-feira você confere os resultados, grupo a grupo, e a classificação do Europeuzão 2008.

JORNALISMO E PIRATARIA NA CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS?

O vereador Brás Silva, interpelado por sua compulsão moral pautada na onda do piratear, propôs uma propositura (termo abusado nas falas dos edis) como audiência pública: “A Pirataria no Jornalismo”, com a participação além dos edis, o presidente do sindicato dos jornalistas Cezar Wanderlei, alguns profissionais da área, estudantes e apresentadores de programas.

Como sempre ocorre quando um signo lingüístico que foi construído por meio de uma prática social é desdobrado para outro significante-significado, o termo “pirataria”, por carregar apenas dos corsários dos mares a ação de se apossar de objetos alheios, também mostrou a sua inconsistência lingüística-política na tal audiência pública deslizando por vários igapós, furos e igarapés, mas sem chegar no oceano, muito menos em terras já dantes navegadas. Não por causa do presidente do sindicato dos jornalistas e de poucos representantes da categoria, mas principalmente pela limitação intelectual, e compromisso social (que necessita do intelecto), da maioria dos vereadores, o que já é sabido pela população manauara e por outros que foram à tribuna articular o silêncio: o destrambelhamento fonocognitivo.

A FALA JORNALÍSTICA E A MUDEZ

César Wanderley Como presidente do Sindicato dos Jornalistas, começou, amparado por dois dicionários, a conceituar o que é Pirataria. Mostrou suas implicações jurídicas criminais como produto copiado, suas conseqüências tributárias, além da usurpação trabalhista. Comparou esta prática com a mesma praticada em todas as empresas ditas jornalísticas situadas em Manaus. Exemplificou a quantidade de radialistas que estão trabalhando em rádios sem formação profissional, o abuso profissional e salarial que empresas praticam na exploração de estudantes (estagiários), obrigando-os a exercerem uma função como se fossem um profissional, pagando um mísero salário, empresas que não cumprem com as leis trabalhistas não assinando a carteira profissional de jornalistas, desta forma sonegando seus direitos sociais. Dando nome das empresas de comunicação que praticam esta agressão profissional, citou a Rede Amazônica de Televisão, com quem o sindicato já vem tentando mudar esta situação sem surtir efeito esperado pelos jornalistas. Depreendeu-se de sua fala que a onda piratear é navegada pelos empresários que não cumprem com suas obrigações sociais e trabalhistas, impedindo que a informação (produto original) chegue ao consumidor: o leitor. Estes um dos saques na comunicação brasileira.

Antes do término de sua fala, foi interpelado pelo vereador Gilmar Nascimento, presidente da sessão, exigindo que ele se ativesse apenas à propositura, a pirataria, pois o que ele tinha falado eram questões trabalhistas e isso era assunto com a Delegacia Regional do Trabalho. Qualquer débil mental, inclusive este bloguinho intempestivo, entendeu que a interferência saíra em razão do Cezar haver comentado sobre as empresas de comunicação que possuem um bom trânsito com a maior parte dos edis.

Elias Emanuel Vereador e agente antiqüíssimo da Rede Amazônica, fator, também, de sua eleição, pediu a palavra para repudiar a fala de César Wanderley, que, de acordo com o que se percebia, ofendera a empresa sua empregadora. Teceu loas à mesma, destacando a importância dela para a Amazônia como formadora de grandes profissionais da área. Para quem não mora no Amazonas, esta empresa é retransmissora da Rede Globo. Depois, quando o seu momento de ir à tribuna, teceu mais elogios a sua empresa-patrão.

Sebastião Assante Jornalista, ex-presidente do sindicato, semi-falante e semi-mudo, deixou evidente sua dificuldade de tomar uma posição clara sobre o tema, o que para alguns poderia saltar como um tom articulador, o que em verdade foi uma tentativa de enfraquecer a posição de César. Fica óbvio quando ele orienta o sindicato para conversar com os patrões. Tudo que o sindicato já tem feito. Principalmente com os donos da Rede Amazônica. Seu jeito de bom menino, pouco auxilia nas lutas democráticas dos jornalistas.

Jorge Maia O vereador, que tantas vezes em nossos breves passeios pela câmara nos serve com seu talento para risos, desta vez tomou uma atitude coerentemente democrática. Acusou os meios de comunicação que permitem que certos apresentadores usem os veículos de comunicação como tribuna eleitoral, explorando a miséria do povo para se elegerem e manterem a legislatura.

Joaquim Marinho Advogado-radialista, que está em todas as listas da cultura inútil, acreditando possuir uma original verve piadista, começou chamando atenção para a rampa de acesso à tribuna, que não possui corrimão, e que ele, como idoso de 65, precisava. Lamentou o som que reverbera demais, se dirigindo para o cantador de boi Arlindo Junior, dublê de vereador. Tartamudeou alguns adjetivos, afirmando ser bom o encontro, reclamou que ainda não havia recebido sua homenagem de reconhecimento pela casa por sua brilhante contribuição para a cidade de Manaus, o que já era para ter ocorrido, mas resolveram homenagear primeiro a ministra Dilma. No mais, não houve mais.

Leonel Feitosa Agora como presidente de fato, chamou o Kinzinho à responsabilidade, afirmando que a casa era bem equipada para idosos e deficientes físicos, possuía elevador e rampa. E quanto ao som, era erro de construção. E que o cantor Arlindo Junior, o dublê, cantava era no sambódromo. A contribuição de um presidente para tão nobre propositura.

Wilson Nogueira Jornalista, chamou atenção que aquele encontro não era uma demonstração de corporativismo dos jornalistas, mas uma chamada para a sociedade se envolver com o assunto em que ela também está implicada.

Fabrício Lima Vereador, protegido da Rede Calderaro de Comunicações, grande contribuidor para este bloguinho com tiradas juvenilmente-hilárias, defendeu que estava errado tirar do ar apresentadores de TV e Rádio em tempo de eleição. Sentenciou que em se tratando de pluralidade democrática, os apresentadores tinham direito de permanecerem em seus programas até o dia das eleições. Para sustentar seu argumento juridicamente anti-eleitoral, citou outros profissionais que, mesmo candidatos, continuam exercendo suas profissões. O engraçado edil não entende que os outros profissionais não estão exercendo suas profissões em um veículo de comunicação, uma espécie de tribuna. E que quando do período eleitoral, por lei, torna-se uma tribuna. Território onde os candidatos vão anunciar seus programas. Coisas que estes apresentadores já fazem o ano inteiro.

POR FIM SEM FIM

Apesar da mudez quase que geral, valeu a fala do presidente do Sindicato, César Wanderley, que mostrou que com pirataria ou sem pirataria as empresas de comunicação também fazem parte da jogada que enfraquece a prática do jornalismo profissão cívica.

Enquanto isso, lá no topo do mastro, enrolado em sua bandeira, o Capitão Gancho só…

A FUCABEAM CONVIDA…

A Federação de Umbanda e Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Amazonas – FUCABEAM, em nome de sua presidente, Mãe Emília de Souza Borges, convida todos os sacerdotes de Umbanda, Candomblé e demais cultos afro-brasileiros e todos os adeptos de forma geral para uma conferência que ocorrerá na sede da FUCABEAM, e que tratará sobre “OS DIREITOS DOS SACERDOTES E DOS ADEPTOS DOS CULTOS AFRO-BRASILEIROS PERANTE A SOCIEDADE”. No decorrer do encontro ocorrerá ainda um cocktail para todos os presentes.

!!! A FUCABEAM aguarda o comparecimento de todos e agradece desde já a participação nesta conferência de importância religiosa, política e social para todos que comungam ou simpatizam com as religiões afro-brasileiras.

ENDEREÇO: Rua Pintassilgo, nº 100, quadra 2, II Cidade Nova (Manaus-AM)

PONTO DE REFERÊNCIA: Próximo ao Cruzeiro

DATA: 15 de junho (próximo domingo) HORÁRIO: 18:30h

CONTATOS: (92)3645-8722 // 3088-1254 // 8119-9398

“AMOR, UMA CARTA PRA TI…”

Imagine o intempestivo leitor que, aproximando-se a data festiva da democracia representativa que irá eleger os representantes do executivo e legislativo municipais, em sua caixa de correio – a física, não a internética – começam a chegar cartinhas simulando uma improvável intimidade entre você (seu nome, sem o pronome de tratamento adequado: ao invés de “Sra. Fulana”, apenas “Fulana”), ou um “santinho” com nome, número e promessas do candidato, disfarçadas de “propostas”. Quem sabe um calendário 2008/2009, com uma foto em tamanho pôster dele com um sorriso que tem mais jeito de ter sido ajeitado em Photoshop do que no dentista. Talvez mesmo um informativo, com nome de guerra num tom imperativo, bem personalista, com o nome do candidato espalhado de três entre três palavras e um sorriso a cada fotografia.

Se isso acontecer com você, leitor intempestivo, daqui até o mês de outubro, e você não se lembrar de ter fornecido a nenhum candidato, secretário ou cabo eleitoral o seu endereço, e não possuir com o pretenso candidato nenhum afinidade, sequer parentística, desconfie.

Fontes intempestivas contactaram este bloguinho para informar que a ordem em alguns órgãos da prefeitura é aproveitar cadastros de usuários, alunos, pacientes e aderentes para obter endereços de correspondência. Mesmo em alguns locais, onde a lei seria um impedimento a que as pessoas tivessem divulgados seus dados pessoais – existirá algum órgão público autorizado a fornecer endereços e dados pessoais de usuários a outrem? – funcionários “autorizados” e outros nem tanto estariam elaborando listas de endereços a fim de encher a caixa de correios do usuário com propaganda não solicitada. É a versão “socialware” do spam.

Com a concorrência ferrenha entre os subservientes funcionários a querer mais avidamente que o concorrente mostrar serviço ao patrão, é possível que em pouco tempo, as caixas de correio estejam entulhadas de santinhos, cartas, informativos de todos os jeitos, com todas as caras e partidos. Até dos adversários, afinal a democracia chegou também na propaganda irregular, e cada qual tem no serviço público sua cota de fiéis.

Por isto este Bloguinho Intempestivo sugere: ao escolher o candidato, use a sabedoria popular: “diz-me com quem andas…”


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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