Arquivo para 25 de junho de 2008

FOPAAM CONVIDA: “EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE ÉTNICA”

F O P A A M

FÓRUM PERMANENTE AFRO-DESCENDENTE DO AMAZONAS

AVENIDA JOAQUIM NABUCO, 1023 – CENTRO (MANAUS – AM)

TEL.: (92)3212-9030 – 3212-9031

E-mail: negritudeamazonica@gmail.com

CONVITE

O Fórum Permanente Afro-descendente do Amazonas – FOPAAM e suas entidades realizarão neste sábado, Dia 28.06.2008, das 14h-18h, Reunião Temática sobre as Leis 10.639/03 e 11.645/08, com o objetivo de discutir as Políticas e as Práticas Educativas voltadas para a Educação para a Diversidade Étnica em nosso Estado.

Para que seja frutuoso nosso trabalho, vimos convidá-lo (a) para participar conosco.

Agradecemos desde já sua colaboração,

Equipe de Coordenação do FOPAAM

PROGRAMAÇÃO:

Encontro: “Educação para a Diversidade Étnica”

DATA: 28.06.2008

LOCAL: Sala 02 – FSDB – Faculdade Salesiana Dom Bosco

Av. Epaminondas, 57 – Centro (Manaus-AM)

HORÁRIO: 14h – 18h

ATIVIDADE:

14h – Abertura/Lista de Presença/Credenciamento

14:15 – Apresentação: FOPAAM na luta pela implementação do Ensino da História da África – Profª Arlete Menezes

15h – Mesa Redonda: “Educação para Diversidade Étnica”

Coordenação: Profa. Dulci Batista – FOPAAM /CÁRITAS

1. Implementação da Lei 10.639/2003 e a Lei 11.645/08 – Wilas Dias da Costa – PNCSA

2. Políticas Publicas Afirmativas e a Lei de Cotas 93/1999- Profº Gláucio da Gama

3. Liberdade Religiosa e Educação – FUCABEAM

· INTERVENÇAO DOS PARTICIPANTES

16h – Formação de Professores no Amazonas – Profº Gersom Priantes

Projetos Pedagógicos e Atuação em Sala de Aula – Partilha de Experiências:

Escola Estadual Senador João Bosco – Profa. Silvana/SEMED e outras

Estudantes Negros: Leonard Lews – UFAM e (Jonas, Claudemar ou Adélia) – ARQNA

18h – Encerramento – Lanche.

APOIOS:

Cáritas de Manaus

Rede de Educação Cidadã

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

Θ Primeira semifinal, jogada entre Alemanha e Turquia. O clássico da imigração, dias após a União Européia endurecer a linha-dura contra os imigrantes economicamente improdutivos. Os imigrantes que a Europa não quer são aqueles que incham o sofisticado sistema de saúde e previdência social dos países membros. Nada contra jogadores estrangeiros. Muito menos a Alemanha, que contou com a mão-de-obra turca para realizar o trabalho “sujo e mal pago” da reconstrução econômica dos teutônicos, situação que foi analisada sociologicamente pelo jornalista Günter Wallraff, no seu “Cabeça de Turco”. Hoje, a Turquia tem na Alemanha a sua maior colônia em terras longínquias: mais de 2,4 milhões. Futebolisticamente, a Turquia, com vários desfalques, incluindo o atacante Nihat, veio a campo indo pra cima dos alemães. O que não é difícil considerando a fraca defesa dos germânicos. Tanto pela direita (aproveitando as subidas do lateral alemão Ovelha), quanto pela esquerda, os turcos chegavam, sem no entanto, pressionar com avidez a meta adversária. A Alemanha, sempre no seu tradicional jogo, apelava para os contra-ataques ou às subidas do único jogador que sabe dar três toques na bola sem se enrolar: o lateral Ovelha. Foi lá pelas bandas da ponta-direita que veio o ataque vermelho, cujo chute beijou o travessão, sobrando para o jogador Boral chutar, com mais susto que precisão, e deixar as penas do Peru nas mãos do goleiro Lehmann. Desacostumados a estar na frente no placar, os turcos se atrapalharam, e quatro minutos depois, numa descida pela esquerda, Podolski cruzou para Schweinsteiger tocar e empatar a partida. Daí o que se viu foi uma Turquia subindo mas sem chutar em gol, enquanto os alemães desciam em contra-ataques. No segundo tempo, destaque para a atuação pífia do satélite, que por várias vezes deixou os torcedores, da tevê aberta e a cabo, sem as imagens da partida. De feio, o jogo passou a péssimo, com a Alemanha tentando chegar aos trancos e barrancos, e a Turquia se segurando para o momento em que mais gosta de decidir: os descontos. E a Alemanha fez a parte dela. Aos 33 minutos, Klose abre a vantagem teutônica de cabeça. Era só o que os Turcos queriam. Em desvantagem, podiam apelar para o dèjá vu, e vencer nos descontos. E ele quase chegou, quando o satélite se alinhou e Cabecinha Sentürk desviou do goleiro alemão, que catou o vento e foi buscar a redondinha no fundo das redes. Roteiro repetido da Euro: Turquia empatando a partida aos 41 do segundo tempo. Aí, só alegria para os vermelhos: pela imaginação, eles se remeteram aos jogos anteriores, e acreditaram que os anjos da Providência iriam mais uma vez dizer “amém”. Esqueceram-se que os real se atualiza a partir de uma névoa de virtuais, e que nada se repete. A máxima Heraclitiana. Foram pra cima, e esqueceram da defesa. Aí, o lateral Ovelha saiu costurando – alemão não dribla – tabelou, entrou e empurrou. E a Turquia sentiu o drama de ser eliminada no apagar das luzes. Os alemães vão chegando, parece que não vão chegar, mas como um bom Wolkswagen, chegaram. Contra Russia ou Espanha?.

Alemanha 3 – 2 Turquia

O VICE E AS SUBJETIVIDADES

Os estóicos chamavam de lecton uma palavra sem suporte material. O filósofo Spinoza chamava de quimera um ente sem essência, que não pode ser pensado, e sem existência, que não pode ser experimentado. Freud chamava de fálico a representação simbólica de um objeto, no caso da teoria libidinal-sexual, o pênis. Que não é o órgão biológico, mas referente dele, mais castração (neurose) do que ação. O vice, em política, carrega estes três enunciados como sua suposta expressão. Ele, no discurso da praticabilidade, onde o sujeito se mostra no território dos estados de coisas sociais com sua enunciação, não realiza significações próprias. É sempre um virtual referente ao seu titular, no qual é assinalado, mas sem jamais ser encontrado. Um virtual nunca atualizado como real. É um engodo. Quando se pretende encontrá-lo, é seu titular que aparece. Em sua falsa aparição, ele evidencia mais seu modelo do que a si mesmo. Isso porque não chega nem a ser cópia.

E nessa dança fantasmagórica, ele não pode nem ser tido como o duplo do outro que aparentemente significa, já que é sua existência quem depende do outro e não o outro de si. Dolorosa aventura do vice. Não é nem Eu e nem Não-Eu. É apenas vice. Mesmo que venha a ser titular da posição com a ausência definitiva do personagem principal, será sempre vice, pois foi assim que foi dado a se dizer. Será sempre o rastro e não o objeto. Mais imaginação e menos razão. É um ente da superstição. Assim como lobisomem: nem lobo nem homem. Só uma aparição supersticiosa. Não pode realizar nem o lobo nem o homem. Talvez o filósofo o chamasse de uma falsa sedução, já que não desvia. O que é da sedução.

AS SUBJETIVIDADES

A subjetividade é um corpo heterogêneo constituído de elementos materiais e imateriais produzidos por instâncias individuais, coletivas e institucionais cuja expressividade prática se realiza por uma semiótica com o poder de afetar os sujeitos tornando-os sujeitados a seus regimes de valores. Como exemplo o sistema capitalista, com seu regime de signos econônimo/político/social, com força de subjetivação daqueles que se assemelham a ele e passam a ser seus agentes propagadores ou máquinas de subjetivação.

Na chamada instância política, quando predomina uma subjetividade retrógrada, triste, tirânica, espera-se que uma outra subjetividade constituída de outros elementos diferentes daquela se faça emergir para poder se tornar enunciação coletiva, um novo processual de subjetivação. No caso, a democracia. Entretanto, em quase todos (talvez todos) estados do Brasil, isto não acontece. Aqui em Manaus não escapa à regra. Predomina a subjetividade reacionária. E nisso, as coligações não escolhem seus vices como composição diferente. Mas como identificação. Aí a grande vingança do vice: ser o próprio titular. Ser a fidelidade real do cabeça de chapa. Ou seja, é também cabeça. Mesmo que não seja traduzida em votos. Assim é que tanto faz Sabá (PR) ser vice de Omar (PMDB), que é vice-governador de Braga (PMDB), que lhe apóia, como ser vice de Amazonino (PTB) ou de Serafim (PSB), dá no mesmo, já que todos são sujeitos sujeitados a subjetividade retrógrada, calculista, ambiciosa, que entristeceu o Amazonas durante mais de vinte e cinco anos. O mesmo se aplica para o deputado Carlos Souza (PP) — cuja eleição foi sempre conseguida com o uso perverso da miséria de parte da população —, que se coloca como vice de Amazonino. Estaria muito bem nos três prefeituráveis citados. O mesmo seria se Amazonino o preterisse e escolhesse um ‘intelectual’. Este aceitaria, pois faria parte desta força maquínica reacionária que não segrega o novo, mas só fortalece o buraco negro da dita política local.

A SUBJETIVIDADE PRAÇA

A candidatura do deputado federal Praciano (PT), o Praça, nos oferece um caso hilário. Embora transporte signos de uma subjetividade democrática como potência criadora de novas formas de existências, entretanto, tem como vice um sujeitado da subjetividade retrógrada: deputado estadual Luiz Castro. Cuja grande contribuição é mais de retração buraco negro, do que disjunção da dor para construir comunidade, “libertar as relações e determinar a alegria”, como afirma o filósofo Toni Negri. É aí que Praça não é Praça “do povo como o céu é do condor”, como diz o poeta. Não Caetano, que é reacionário.

No mais fica a expressão subjetivadora: “Vice, Maria!”.

AMAZONINO E OS INTELECTUAIS…

Em uma propaganda partidária divulgada em emissoras de rádio amazonenses, Amazonino Mendes aparece dizendo que seu partido é o partido dos jovens, das empregadas domésticas, dos intelectuais…, porque agora é PTB. Está certo, já que todos temos intelecto, sendo, portanto, intelectuais. Mas não está certo, já que ele coloca “os intelectuais” como uma classe de pessoas à parte e não numa generalização. E, se generalizasse, mais ainda acometia em erro, pois existem dois tipos distintos de intelectuais: os intelectuais por diplomação, que geralmente fazem uma separação entre teoria e prática, palavra e ação, corpo e alma, para instalar nessa separação o saber-poder para regulação do mundo em proveito próprio, como queriam Platão e seu seguidor Tomás de Aquino; e os intelectuais engajados, à maneira de Sartre e Gramsi, aos quais também não é fundamental apenas disposição motora, mas suavidade em suas ações, que examinam a matéria em pormenor, encontrando seus elos internos necessários para as mudanças históricas, como pensa Marx.

Entre os primeiros, na verdade falsos intelectuais, pode ser visto um Fernando Henrique aliás, amigo de Amazonino, e que foi recentemente citado numa “sábia” revista americana como um dos 100 intelectuais mais reconhecidos no mundo —, para quem seus doutorados, depois de servirem para massacrar econômica, política e socialmente o povo brasileiro durante oito longos anos, apenas lhe servem egoisticamente para vender palestras. Já entre entre os segundos, podemos citar Lula que, a despeito do preconceito sofrido devido à sua origem nordestina e baixa escolaridade, guinou o país com alegria e inteligência. E, neste caso, muitos outros nos daria gosto citar, como a finada comunitária Dona Damiana, da zona Leste de Manaus, que era analfabeta na escrita, mas não politicamente, como diria Bertolt Brecht, e por isso falava criticamente sobre a guerra no Iraque, sobre a fome na África, sobre as oligarquias políticas amazonenses e brasileiras, e tudo com humor desconcertante e vivacidade.

A Amazonino interessa mais o falso intelectual, e é neste que ele procura o vice para compor sua chapa à candidatura para prefeito de Manaus. Estava tudo certo para ser Carlos Souza (PP); no entanto, como Amazonino tem votação expressiva somente nas chamadas classes baixas, mas pífia nas classes A e B, e caindo ainda mais, segundo pesquisa interna, numa coligação com Souza, ele estaria optando por procurar um dito intelectual para posar ao lado de sua imagem no santinho. Dizem que até poderia ser uma chapa pura PTBista, com Samuel Hannan. Alguns dizem que assim suas chances são menores ainda. Mas quem sabe o jogo não é apenas o de poder perder…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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