Arquivo para 29 de junho de 2008

AGORA JÁ SE PODE TORCER PARA O VASCO DA GAMA

Os torcedores esperaram muito até que chegasse o dia em que se pudesse torcer para o Vasco sem precisar apelar para a máxima do capitalismo: “o importante é vencer, não importa como”. Durante décadas, cada vitória do Vasco era razão para que parte da torcida vascaína louvasse o eterno presidente, Eurico Miranda. Sem compreenderem, claro, que dando migalhas aos sofridos corações alvi-negros, Eurico ia ficando rico, e o Vasco, cada vez mais pobre. Eurico é exemplar da categoria de dirigentes – não apenas do futebol, mas principalmente – que usam o clube em benefício próprio e ainda conseguem enganar parte da torcida. Aqui e ali, conseguindo um título de menor expressão, ou vencendo um campeonato nacional às custas de algumas vidas – como em 2000 – Eurico foi ficando, e enraizando no Vasco uma administração pautada na lógica do se dar bem. O dirigente, não o clube. Eurico afirma que ama o Vasco. Amou como o burguês que ama sua esposa, enquanto ela estiver bem capturada, selecionada e classificada, inerte e incapaz de escapar da imobilidade. Dizem algumas bocas que, dos dois mandatos parlamentares de Eurico, nenhum foi conseguido com o voto do torcedor cruz-patético. Eram adversários, como o Flamengo, que, elegendo o presidente do rival, eternizavam a administração catastrófica.

Neste final de semana, Eurico sofreu. A eleição para a presidência do clube pelos próximos 3 anos foi vencida pelo ex-jogador Roberto Dinamite, que ainda cedo percebeu o quanto Eurico era nefasto ao clube. Resta agora saber se o Vasco poderá entrar num período onde deixe a estrutura pré-amadora para um profissionalismo responsável. Eurico se foi, mas ainda falta o Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Goiás… A verdadeira torcida cruz-pateana pode torcer com alegria novamente. Outros, ao contrário…

Mesmo sendo um mau para o desenvolvimento do Clube de Regatas Vasco da Gama, de inolvidáveis conquistas, parte da torcida, dos jogadores e até de quem se beneficiava da situação vascaína com Eurico por lá, lamentaram a saída:

Edmundo, o animal

Romário, a estátua

A estátua do estátua

Jogadores edipianizados

Algumas torcidas ditas “rivais”…

E teve até quem tenha sentido quase na própria carne a derrota de um igual:

Eurico e Amazonino, Amazorico e Eunino

Sem esquecer que o irmão siamês de Eurico teve sua derrota quatro anos atrás, mas o Dinamite que o sucedeu não explodiu a subjetividade da corrupção, dando chances para que, tal como um fantasma, ele tente, em vão, reaparecer. Te toca, Dinamite!

DinaVasco da Gama

DINAMITE NELES, ROBERTO!

*….:: CHAGÃOZINHO EUROCOPA! ::.….*

**!!!!! ESPANHA !!!!!**

!!!!!_CAMPEÃ EUROPÉIA 2008_!!!!!

Espanha Campeã da Euro\'2008

E a finalíssima da Eurocopa 2008 colocou frente a frente a ordem, a disciplina e a rigidez do futebol alemão contra o talento, o toque de bola intensivo e a ação ofensiva espanhóis. Enquanto a Alemanha foi chegando, como sempre chega, sem brilho mas com um ataque medíocre e uma defesa que não comprometeu nos momentos decisivos, a Espanha foi superando, sobretudo nas quartas-de-finais, contra a Itália, a síndrome do belo futebol que não chega. E o jogo começou, mas a Espanha não entrou em campo. Visivelmente nervosos, os vermelhos não conseguiam trocar dois passes, enquanto a Alemanha, sempre no seu tradicional jogo capenga, pela esquerda, com o lateral Ovelha-Lã, chegando. Até os 15 minutos do primeiro tempo, o jogo se reduziu a ataques dos teutônicos pela ponta-esquerda, e Casillas rifando a bola para o ataque. Mais uma vez a superstição ameaçava o futebol-afeto, e o complexo de inferioridade do futebol castelhano pesava. No entanto, em uma bola roubada pelo Blaugrana Xavi, o time mostrou para os alemães que nem só de lançamentos e caneladas o futebol vive. O jogo virou, e a Espanha começou a costurar as jogadas com a competência e beleza que apresentou durante o certame. Daí não teve Alemanha que segurasse. O time vermelho começou a invadir e passear na área alemã, sem no entanto chutar, e quando o fazendo, sem conseguir furar o bloqueio do goleiro Lehmann. Até que aos 33, um lançamento de Xavi, deu a chance para que Fernando Torres ganhasse na corrida do zagueiro alemão, e tocasse na bola entre o zagueiro e o goleiro, chegando antes, desviando, e vendo a bola indo parar, faceira, no fundo do gol alemão. Daí os alemães, que vieram com a intenção de parar a Espanha mesmo que fosse no jogo de corpo e na violentação da jogada e do jogador começaram a sentir o drama. A superioridade técnica dos espanhóis era tamanha que facilmente, se tivesse mais apuro nas finalizações, teriam goleado os teutônicos. Minutos após o primeiro gol, perderam outro, e outro, sempre entrando na grande área adversária e tocando bola com a tranquilidade de quem sabe o que faz. Enquanto isso, Ballack e companhia limitada apelavam para a violência e tentavam, em vão, atacar pela esquerda, de onde Sergio Ramos inteligentemente não saiu nos primeiros 45 minutos. Na volta do intervalo, o técnico Joachim “Emo” Löw facilitou a vida dos espanhóis, e tirou o único jogador que sabe fazer alguma coisa com a bola além de dominar e passar, o lateral Ovelha-Lã. Daí foi como tomar batida de jenipapo com um violeiro talentoso do nosso lado numa noite de luar. Um deitar e rolar dos vermelhos, que só deram chance aos alemães quando voluntariamente se encolhiam e esperavam os brancos em sua meta. Quando atacavam, colocavam os pernas-de-pau da Bavária nos seus devidos lugares: futebol não é, como afirmou ironicamente o ex-atacante inglês Gary Lineker, um jogo de 11 contra 11 onde a Alemanha sempre vence, mas o baile coletivo onde o dançar envolve os movimentos intensivos do corpo na atividade lúcida e lúdica do jogar. Daí foi só esperar o tempo passar, com o técnico racista Aragonés ainda tendo a chance de dar chance pro azar, tirando el diez español, Cesc Fabregas, que teve atuação dentro da média, e colocando Xabi Alonso. Mas quem surpreendeu foi o meiocampista Cazorla, que entrou no lugar de David Silva e enxouriçou a vida dos alemães pela ponta-direita. No final de uma partida onde a Alemanha só assustou nos 15 primeiros minutos, a Espanha comemorou o título, para o rancor expresso no olhar de Ballack, a decepção na boca meio torta da premier Angela Merkel, e a alegria de Zapatero. Futebolisticamente, não há comparação: a Espanha foi realmente superior. Politicamente, tanto Merkel como Zapatero, como el rey Juan Carlos, como Blatter e o atual Platini são iguais, e ainda bem, nesse caso, não entraram em campo. A espanha, alianda técnica e raça, lutou até o final, sem tirar o pé nem pensar no bolso. Igual ao Brasil e a Argentina. Respectivamente, o de 1958 e a de 1986. Porque atualmente…

Parabéns aos campeões!

Alemanha 0 – 1 Espanha

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O Mundo é Gay, meu bem!

A DISCRIMINAÇÃO E A PRODUÇÃO DE COMUNIDADES.

Duas notícias, da área da saúde, aparentemente sem relação, se tocam num aspecto que é difícil de ser abordado sem uma análise menos superficial da produção de subjetividade. A primeira, de algumas semanas atrás, mostra que o número de pessoas atendidas no SUS e que foram vítimas das condições mínimas para se viver em uma cidade chega a 20%. Desde a calçada precária (ou inexistente, no caso de Manaus) até a violência urbana, passando pelo desemprego, trânsito, poluições de toda ordem, falta de condições de trabalho, dentre outros males cotidianos formam as armadilhas sociais que os políticos armam para os cidadãos. A segunda notícia, publicada esta semana, mostra que, de acordo com um levantamento feito pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, 59% dos jovens homoeróticos não procura os locais apropriados para tratamento de doenças ou procura somente em último caso. A razão? Medo da homofobia.

São dois sintomas de um mesmo problema: a prevalência de uma subjetividade nociva à qualquer modo de existência que divirja do homem consumidor do capitalismo pós-século XXI, e a dificuldade de criação de linhas de fuga que enfraqueçam esta subjetividade.

Par a Sociologia e a Ciência Política de gabinete, a palavra comunidade se refere a um nicho social formado por uma organização arquitetônica, urbana, povoada e que faça parte da constituição demográfica, social e econômica de uma cidade. No entanto, uma comunidade é uma produção subjetiva, que engloba os elementos acima citados, mas não se reduz a eles. Que tipo de produções de modos de existir, de comportamentos, de percepções, compreensões e visões de mundo são engendradas a partir desse “nicho social”? Como eles se inter-relacionam?

Se a democracia no sentido espinosista é o encontro das liberdades individuadas num plano de coexistência, produtor de uma potência de ação política que aumenta à medida em que os encontros produzem bons afetos, então, diante de uma saúde que é sobrecarregada pelos males advindos de uma cidade-armadilha para seus cidadãos e que é homofóbica, não podemos afirmar que vivemos em uma democracia. Se a democracia é o Bem Comum, então podemos afirmar que ela é homossocial. Não é compatível, portanto, com homofobia. Nem com um sistema de saúde que serve para evidenciar a doença produzida por um sociocapitalismo que produz igualdades onde uns são mais iguais que outros.

Democraticamente, somos todos responsáveis pelo mundo em que vivemos, ainda que, quando viemos a ele, já estivesse do jeito que está. No plano da gestão pública de uma cidade, portanto, só é possível falar em comunidade quando todas as pessoas podem agir livremente na produção de elementos materiais e imateriais que promovam o Bem Comum. Nada a ver com governos presos ao edipianismo burguês, o qual resulta no assistencialismo paternal, onde o governo é totalmente responsável pelo modo de existir da cidade e os cidadão aceitam passivamente as deliberações dos governantes e não atuam politicamente. Nem dar o peixe, nem ensinar a pescar, mas produzir outros modos de matar a fome, é esse o sentido da Democracia como devir, e não como estrutura de poder.

Daí inferirmos, ainda espinosianamente, que a função de um governo organicamente democrático não é decidir pelas pessoas, mas criar as condições para que seus habitantes possam agir em comum-unidade, produzindo desta forma comunidades mais vastas, de saberes e desejos, como enuncia o filosofante Antonio Negri. O que tenta fazer o governo Lula, com acertos e equívocos, e o que nem de longe compreendem as administrações imobilizantes do governo do Amazonas e da Prefeitura de Manaus.

Assim, quando o governo cria leis para que o movimento LGBT possa ter um tratamento mais próximo aos seus “desejos e saberes” e ao seu modo de existir (como as cirurgias gratuitas de transgenitalização, o financiamento via Minc para projetos voltados ao público LBGT, o direito a ser tratado pelo nome social nas unidades do SUS, dentre outras), não cria comunidades, já que a lei por si só não é capaz de modificar a pequenez e a (des)compreensão de alguns médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e outros agentes da área da saúde. É da responsabilidade de cada um, não individualmente, mas como individuação, como potência livre na ação coletiva.

Fazendo uma multitude ao invés de uma unidade, é possível enfraquecer essa subjetividade, na qual estão ainda capturados e estupidificados alguns habitantes desta não-cidade que é o mundo (e o Brasil) em que vivemos. Sem alegria, não há movimento. Daí inferir, enfim, que sem os fluxos gays, não há comunidade.

Ui! E agora vamos ver outros sopros gayzísticos (ou não) que passaram no nosso Mundico!

Φ SARGENTO SERÁ SUBMETIDO A EXAME POR CIVIS. Embora não tenha sido libertado, e siga em regime de prisão, o sargento Laci de Araújo será submetido a uma perícia por parte de uma junta médica civil. A decisão ficou a cargo da juíza Zilah Maria Petersen. Ela entende que o exame deve ser feito por alguém de fora: “eu não acredito em um exame pericial feito em uma casa, se há um problema psicológico, ele está lá permanentemente”. Grande saque, maninha! Tens toda a razão em afirmar que o problema é do exército, e não de Laci. E, embora tenha sido arbitrária a prisão, a acusação de deserção não permite que a juíza liberte, mesmo que provisoriamente, o sargento. De qualquer forma, é um passo adiante na resolução deste caso, que tem sua importância em evidenciar os elementos microfascistas que ainda residem na caserna. Quando militares usando pantufas e vestidos de pijamas verde-olivas, tiram a dentadura para exaltar a ditadura, não se trata apenas de um regime político de exceção, mas de um modo de existência que corrompe a democracia e restringe a potência de agir das pessoas. Daí a dificuldade das forças armadas brasileiras em perceber que não há incompatilibidade profissional entre a orientação erótica e o exercício da atividade militar. Embora, cá entre nós, bombonzinhos, quem quer ser um corpo dócil, amestrado para a guerra e diminuído em sua potência de agir, inclusive no campo do sexo? Cruuuuzes, foge desse calvário, Madalena! Sentiu a brisa, Neném?

Φ MAIORIA É A FAVOR DO PLC 122/06. Quando o serviço de atendimento “Alô Senado” percebeu que a maioria das ligações de cidadãos que tratavam sobre o PLC 122/06, que criminaliza a homofobia, eram de pessoas criticando o projeto, por incrível que pareça, vindo de uma instituição que se faz desnecessária na construção da democracia brasileira, a diretoria do Senado resolveu tirar a prova: usou o serviço de pesquisa da casa, o DataSenado, para fazer uma amostragem mais heterogênea, e se surpreendeu. Nos últimos 12 meses, dos cidadãos que ligaram para o serviço (mais de 140 mil), 73% se colocaram contra o projeto. Na pesquisa do DataSenado, 69% se declararam a favor, 26% contra e 30% afirmaram desconhecer o projeto. Descobriu-se então que havia uma campanha em algumas igrejas apocalípticas e em parte da igreja católica incentivando fiéis ovelhinhas a telefonar para o “Alô Senado” e descer o sarrafo no PLC 122/06. O serviço cita o caso de uma senhora que ouviu do pastor que o projeto seria para liberar o casamento gay, por isso ligou se manifestando contrária. Quando foi orientada quanto ao teor da medida, mudou de idéia. Duas inferências rapidinhas: um, a questão da homofobia institucional – não dirigida a partir de uma pessoa, mas de uma instituição, notadamente as igrejas, que sempre foram menos uma forma terrena de alcançar o divino do que uma instituição de controle e inibição das produções ético-estéticas do corpo como realidade política. Outra, o desconhecimento geral das pessoas quanto à temática. Será que as pessoas sabem o que é homofobia, e até que ponto o individualismo exacerbado que prevalece na chamada pós-modernidade (que de pós não tem nada) cria situações de extremos, como a homofobia institucional, que não se reduz às igrejas, mas passa também pelos grupos de intolerância generalizada (neonazistas, ultradireitistas, por exemplo), e a indiferença das pessoas quanto ao que as outras fazem ou deixam de fazer, não por uma análise racional, mas pela mesma indiferença que lhes torna inertes diante de uma violência socializada. De qualquer forma, é um caminho o apontado pela pesquisa: a informação e a inclusão das temáticas das chamadas minorias no rol das discussões de bar, escolas, igrejas, e onde houver alguém batendo um papo. Vamos lá, menin@d@!!! Sentiu a brisa, Neném?

Φ CAMPANHA: “QUERO UM CONVITE DO ORKUT!!!”. Bem que muita gente desconfiava, mas só os íntimos sabiam. O magrinho turco que inventou o site de contatos mais usado no Brasil, Orkut Buyukkokten, vai se casar! E esta coluna lança a campanha para que todos os orkuteiros do Brasil ganhem um convite para a festa! O felizardo é o companheiro de Orkut, Derek Holbrook. Os fofos ficaram noivos e anunciaram na web. Como o fofuxo é figurinha fácil no Brasil, onde o seu site faz sucessaço, inclusive entre os senadores, seria bom que a festa do casamento fosse em terras braziniquins. A entrada, o perfil do orkut impresso. Já pensaram?? A festa ia bombar! Todo mundo se jogandooooooo!!!!! Sentiu a brisa, Neném?

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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