Arquivo para 24 de julho de 2008

EDUARDO BRAGA E O PATÉTICO DIREITO DE RESPOSTA

Ofendido, segundo ele mesmo, na sua “honra pessoal” e no seu “governo”, Eduardo ‘Guerreiro de Sempre’ Braga esteve na tevê Cultura ontem para exercer o que ele mesmo chamou de direito de resposta. Embora não seja candidato direto a nada e o direito de resposta não tenha passado pelo exame jurídico do Direito, Braga não se fez de rogado, e numa histeria televisiva de mais de uma hora, fez a grade de programação da emissora mudar para lhe dar um horário eleitoral gratuito fora de hora e de contexto.

Braga ficou irritado com a surra que o seu candidato levou na terça-feira, com perguntas contundentes e lúcidas do repórter Walmir Lima, do Diário do Amazonas. Não confundir, no entanto, a postura democrática do repórter com o veículo de comunicação no qual trabalha.

Embora todo o esforço de Braga ontem tenha sido no afã de atacar o Diário, o eleitor intempestivo sabe muito bem que a relação entre o governador e o jornal é tão íntima e promíscua quanto a relação dele com o seu ex-mestre (ex?), Amazonino Mendes.

Braga, visivelmente possesso, era rodeado por duas cadeiras vazias, e deve ter pensado como a canção: “naquela mesa tá faltando ele, e a saudade dele tá doendo em mim”. Acostumado a tratar seus subalternos com humilhações, chantagens e ameaças, Braga sofreu pela ausência de Walmir que, é claro, não participou da patética. Nem André Alves, do A Crítica, outro jornal visceralmente ligado a Bragas, Amazoninos e Serafins. Nas outras cadeiras: um acuado jornalista do Em Tempo, que mesmo a contragosto não fez mau papel diante da histeria, levantando boas bolas para Eduardo cortar; do outro lado, outro jornalista, do Jornal do Commercio, que também fez a sua parte na armação das jogadas para o centroavante Eduardinho Guerreiro entrar de sola na inteligência da população; na ponta da roda (nesta roda existe ponta), um subserviente apresentador, que só não chamou o chefe de patrão para não dar mais na vista do que já estava dando: “posso,excelência, posso?”.

Braga preocupou-se em rebater acusações. Principalmente a das obras inacabadas de Fonte Boa, quando Braga invocou o imparcial e justo testemunho do ministro Gilmar Mendes, que teria visitado em pessoa todo o Alto Solimões, examinando as obras e inaugurando algumas. Também apresentou contundentes provas (na velha prática do calhamaço de papel, usada para enganar professor por muitos alunos que não faziam o trabalho escolar) das mentiras sobre a contratação ilícita da SEPROR, do casal de comunistas licenciados VanEron. Em nenhum dos dois casos, houve argumentação, mas tão somente desqualificação dos acusadores.

Braga aproveitou para exaltar o pai, Carlos Braga, a quem classificou como seu mais valoroso conselheiro. Carlos Braga, o Pai, no entanto, não demonstrou o seu valor como um bom conselheiro, uma vez que permitiu ao filho tramar e executar este patético direito de resposta.

Uma ilustração da retidão e limitação do entendimento do mundo que carregam Braga e a mídia, tanto a que lhe apoiou quanto a que lhe fez o papel de rival ontem: Braga, quando teve uma “bola” levantada por um dos jornalistas sobre a questão da educação, afirmou ter conversado com Leonel Brizola e Jefferson Péres “quando eles eram vivos”. Iluminação mediúnica? Poderes paranormais? Um governador metafísico? Nada disso. Apenas a comprovação de que algumas pessoas construíram para si uma idéia de mundo tão reta, certa e compacta, que não escapa sequer uma brechinha para suspeitar. São pessoas que observam o mundo pelo olhar técnico. E, ao contrário de Pessoa, são técnicos dentro e fora da técnica. Não chegam sequer ao óbvio.

O que lembrou um outro episódio envolvendo o próprio Braga: num debate no segundo turno de uma eleição municipal, anos atrás, os candidatos Eduardo Braga e Alfredo Nascimento (hoje aliados) trocavam acusações. Braga apontou para Alfredo e o acusou de não cumprir promessas feitas no seu primeiro mandato, incluindo o metrô de superfície. Alfredo rebateu, devolvendo as acusações, e dizendo-se protegido por Deus, acusou Braga de, quando prefeito, não ter cumprido as promessas que fez, ter esquecido a população, e feito como Herodes: lavado as mãos.

Braga, que tinha retornado dos EUA, especialista em gestão pública, que estudou em um celebrado colégio de padres, que se vangloria da inteligência privilegiada, calou-se, sequer percebendo a toada do pajé maluco. Também seus assessores, todos cristãos e de “nível” cultural, não perceberam a lambança de Alfredo, que trocou Pôncio Pilatos por Herodes. A imprensa também se calou, se valendo daquele ditado popular: quem cala, consente. Todos perderam para Abílio Farias (letra de Domingos Lima), que pelo menos não faltou às aulas de catecismo, e apenas errou ao coroar imperador o sábio romano.

LULA E AS ELEIÇÕES? “ELEIÇÕES, TÔ FORA!”

Depois que Lula saltou de sua pessoalização Lula para a subjetivação política-social, TransLulAção, que lhe permitiu ser reeleito com percentual de votos desconcertante a seu adversário, Alckmin, a maioria dos que estão ligados diretamente à política partidária disputam e pretendem, em campanha, sua referência. Até adversários usam o recurso dos elogios para tentar esta referência para si. Como aconteceu na eleição passada com o candidato a governo, Amazonino Mendes, que, esquecendo ou se autocensurando o ocorrido depois do debate de Lula e Collor, disse, porque Lula afirmou ser Collor não caçador de marajá, mas de maracujá, que o metalúrgico não tinha linguagem de um presidente. Porém, a deferência não se resume só ao fato de alguém querer que Lula seja referência para si, mas que alguém seja referência para Lula. Neste caso, Eduardo Braga serve de exemplo. Nas eleições passadas deixou transparecer que Lula teve a estrondosa votação no Amazonas por causa dele. “Eu voto em Lula!” Ilusão pretensiosa. Lula teria os votos que teve aqui no Amazonas mesmo que o governador fosse Amazonino, Gilberto, Arthur, Belão, Pauderney ou Carrapeta…

O LULA “SARTA”

Nessa eleição, a caça ao Sapo Barbudo continua. Quase todos os candidatos a prefeito procuraram as notas elevadoras da subjetividade TransLulAção. Com exceção do candidato do PT, Praciano, ironia partidária, os da direita ultra-conservadora foram até Brasília em busca de uma atenção. Lá estiveram Amazonino e o candidato do governador, Omar Aziz. Este, divulgando, juntamente com a maior parte da mídia e a esquerda Oh, My Darling!, ser o candidato preferido do nordestino. Mas eis que Lula acaba com a pretensão calculista. “Sartou” das cavernosas explorações personalistas: “Eleições, tô fora!”, bradou alto e em bom som, ou tom. E foi mais incisivo: “Vou deixar as eleições para os partidos e para os candidatos”. Só não ouviu quem perdeu o pavio. Lula se nega a ser patrono, paraninfo, muito menos patrão ou pastor de qualquer um. E para impedir mais ainda o uso de seu nome e imagem por qualquer candidato, proibiu a ministra Dilma Roussef de se manifestar sobre as eleições fora de seu estado, Rio Grande do Sul. Sendo a ministra sua candidata para 2010, usar o nome e a imagem dela é o mesmo que usá-lo.

Então, reconfirma-se o que já estava confirmado: Lula não apóia Omar. Seu consolo é ficar mesmo com apoio de Eduardo, PCdoB e parte do PT. O resto são devaneios.

SEU JOÃO DA MATA E SEU ROMPE MATO NO TERREIRO DE MÃE VERA E PAI JAMES

Clique nas fotos para ampliá-las.

O magnífico e espaçoso terreiro de Pai James de Oxóssi e Mãe Vera de Oxum, situado à rua Suiça, no bairro Grande Vitória, estava no domingo passado mais uma vez organizado para receber filhos e convidados, adeptos e simpatizantes das autênticas religiões afro, para mais uma festa onde se vê toda a crença e beleza da Umbanda cultuada em Manaus.

Conversamos com Pai James, que nos explica os significados dessa maravilhosa festa em seu terreiro, e espalhamos aqui suas sábias palavras:

Na realidade essa festa é uma festa que a gente comemora todos os anos, no dia 17 de julho, o caboco João da Mata na cabeça da Yalorixá Vera de Oxum. Esse ano, aproveitando o ensejo, eu cultuo meu caboco Rompe Mato, mas por motivos de forças maiores, porque eu viajei, então eu aproveitei, na data da festa do caboco de minha mãe, pra fazer o meu também.

Tirada em um lugar sem nome (Consulte mais fotos ou vídeos aqui)

E então, trazido por Pai Ribamar, baixou o dono da festa, que veio fumar o seu charuto, beber suas bebidas, receber suas oferendas e abençoar a todos os presentes.

O caboco João da Mata é um caboco da minha mãe, que tem a função de curar, vem curar, minha mãe trabalha bastante com cura, até às vezes problema de loucura. Problemas que ocorrem por causa de entidades não zeladas, por exemplo. Ele é um mestre de cura. É um caboco de bandeira e é um curandeiro.

Em seguida logo veio também o outro homenageado da festa, Seu Rompe Mato, que chegou trazendo suas bênçãos e distribuindo-as a todos que aguardavam a sua presença.

O Seu Rompe Mato é quase a mesma coisa. O que muda é que Seu João da Mata é um caboco de bandeira e o Seu Rompe Mato é um caboco que ganhou título de Ogum. Ele é um Ogum das matas. Mas ele é um caboco que faz curas também. Ele é um quibandeiro, feiticeiro, guerreiro.

Enquanto a festa continuava, vários cabocos baixavam para compartilhar dessa festividade alegre e abençoada.

Para animar mais ainda, baixou Seu Josiano, trazendo seu vigor e sua alegria compartilhada nos pontos cantados e nos movimentos imprevisíveis.

Seu Josiano é um caboco de Nagô, irmão de caboco Risca, filho de Rei de Nagô. Ele é diferente, é festeiro. Geralmente ele abala ou chama as entidades da linha dele, ou até mesmo de outra linha, vira alguém, para que o caboco venha, para se manifestar, geralmente ele bota o chapéu dele. A gente vê um chapéu assim, parece não ter muito significado, apenas um enfeite, mas às vezes é um instrumento do caboco. Ele também é um caboco que trabalha na linha de cura, faz quimbanda.

E foi assim que Seu Josiano e outros cabocos passaram a virar os médiuns presentes e quando a madrugada chegou o terreiro estava cheio de diversos cabocos, que chegavam para comer, beber, cantar, dançar e abençoar a todos…

Pai James ainda nos falou da importância da Umbanda para o terreiro dele e de Mãe Vera.

O Candomblé que tem aqui em Manaus, é muito pouco tempo que ele existe, em vista de Salvador. Nosso axé é da Bahia. Aqui nessa Casa, nosso senhor é baiano. Eu sou filho de Ilídio Jorge Mascarenhas, da ilha de Itaparica, filho de Oxaguiã, da raiz de Opô Afonjá. Então, eu fui raspado por ele, minha mãe foi feita na Mina, depois teve de fazer obrigações no Candomblé. A gente teve a necessidade de fazer orixá, de passar para o Candomblé, mas não esquecendo as nossas raízes, de onde nós viemos. Nós começamos com a Umbanda, com maracá, banca de cura, logo depois tambores. Eu sou feito no Candomblé há 18 anos. Minha mãe tem mais de trinta anos no Candomblé, de Mãe de Santo. Mudaram algumas coisas, a gente só trabalhava com caboco, só com exus, agora não, a gente têm orixás, o que foi feito pra gente, temos de fazer nos nossos filhos também: raspagem, catulagem, saídas. Aqui em Manaus quase ninguém é Ketu puro; quase todo mundo veio da Umbanda, porque o Ketu puro não dá caboco, a pessoa fez santo, fica com o santo a vida toda. Na Umbanda não, a gente cultua exus, cabocos, que são chamados de catiços. Mas a gente não perdeu as origens passadas, continuamos fazendo aqueles toques de caboco, como essa festa de Umbanda, mas a gente tem as festas e as obrigações realizadas todo ano, e os filhos de santo são feitos e iniciados no Candomblé.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Quien quiera entender como funciona el mundo deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

Θ CHAGÃO PERGUNTA: O misterioso segundo uniforme pertence ao clube holandês AZ Alkmaar. A camisa em tom de azul não tem relação com as cores do clube, que é alvirrubro. Agora, o ‘Chagão!’ quer saber: que grande clube holandês está fazendo 100 anos este ano, junto com o Galo Mineiro?

Θ A GUERRA DO CAPITAL FUTEBOLÍSTICO. A FIFA grita daqui: “os clubes devem liberar!”. Os clubes arreganham de lá: “não vamos liberar!”. Jogadores fogem das concentrações de pré-temporada, alguns, mais submissos e emblemáticos, ficam no clube, mas demonstram claramente o desejo de ir-se a Beijing. Ronaldinho vai, Kaká, submisso ao patrão, não vai. Rafinha (Schalke 04) e Diego (Werder Bremen) não se apresentaram aos clubes a que pertencem, e a briga foi para o plano judiciário. Robinho tergiversou, mas calou-se quando o Real Madrid o “contundiu”. Messi se apresentou ao clube, mas quer ir. É com ele a batalha mais expressiva dos bastidores do futebusiness intergalático. Anos atrás, temerosa que as olimpíadas se tornassem um produto que concorresse com a Copa do Mundo, a FIFA retirou de seu calendário oficial o torneio olímpico de futebol. Com isso, a competição praticamente voltaria a ser amadora, já que nenhuma sanção legal obrigaria os clubes a ceder jogadores para os selecionados nacionais. A muito custo o COI conseguiu que a FIFA autorizasse que jogadores com menos de 23 anos, mais 03 de qualquer idade, fossem convocados. Neste ano, os clubes que têm mais força financeira engrossaram, e quase em uníssono, declararam não querer liberar ninguém. Blatter apelou até para o espírito olímpico, mas no mundo onde o verde dos dólares é mais importante que o dos gramados, e a imagem virtual dos direitos de transmissão mais lucrativos que a experiência do estádio, essas bobagens não contam. Nos tempos de Olimpia, quando os jogos interrompiam até as guerras, e eram um engendramento da democracia grega, não existia futebol, nem era necessário apelar-se ao espírito olímpico para convencer um atleta a participar. Aliás, os gregos não eram atletas, no sentido que a modernidade deu ao atletismo. O culto ao corpo deu lugar ao culto aos resultados e à mais-valia esportiva. Hoje, Blatter prova do próprio remédio. Foi através de uma brecha nas deliberações da FIFA que a ECA (Associação Européia de Clubes) conseguiu segurar os jogadores, e não deve perder a batalha. Se não faz parte do calendário da FIFA, o torneio olímpico não é oficial, logo, não se é obrigado a ceder jogadores profissionais para o evento. Blatter, um homem perigoso, vai descobrindo pouco a pouco que o parasitismo da FIFA não atinge mais os clubes mais ricos do mundo, que agem com a mesma desenvoltura que as grandes corporações internacionais, à margem das leis e comprando o impossível e o inimaginável. A revolução burguesa dos clubes contra o despotismo esclarecido da FIFA avança cada vez mais, e pode decretar o fim da era das seleções e dos confrontos internacionais. Ou isso, ou se combate a inflação de divisas, legais e ilegais, que corrompem jogadores e dirigentes, ou se está condenado a um futebol globalizado e pobre. A simulação do espetáculo matando o espetáculo.

Θ BRASILEIRÃO 2008 SÉRIE A. Dois rubro-negros, um descendo a ladeira, e outro subindo, se encontraram no Pelourinho. O carioca classe média escorregando pra pobreza, mesmo com a camaradagem global e arbitral, e o baiano, tal como o nordestino “com direito a escola e proteína”, como diria Tom Zé, chegando no topo. Mas o Grêmio, caso vença hoje, pode ser o pingo de tinta verde no paraíso vermelho-e-preto. No duelo Bundesliga, o Bayern Paulista perdeu para o Werder Colorado, o que não significa que tenhamos superado a síndrome. O Galo Centenário vai dormir na segundona, depois de uma inacreditável goleada sofrida pelo algoz, Botafogo, enquanto, brincando brincando no Brasileirão, o Sport chega perto da zona da degola. Alex Mineiro (Palmeiras) continua isolado na artilharia do certame, com oito tentos. Resultados:

14ª Rodada Série A – 19 e 20/07

Coritiba 1 – 0 Ipatinga

Cruzeiro 0 – 1 Goiás

Vitória 2 – 0 Náutico

Internacional 2 – 0 São Paulo

Botafogo 4 – 0 Atlético/MG

Portuguesa 2 – 2 Flamengo

Vasco 3 – 3 Fluminense

Sport Recife – Atlético/PR

Figueirense – Grêmio

Palmeiras – Santos

Classificação*

Flamengo  –  27

Vitória  –  26

Grêmio  –  25

Cruzeiro  –  24

São Paulo  –  23

Internacional  –  22

Palmeiras  –  21

Coritiba  – 20

Figueirense  –  19

Botafogo  –  18

Náutico  –  18

Goiás  –  17

Atlético/PR  –  16

Vasco  –  16

Portuguesa  –  16

Sport Recife  –  15

Atlético/MG  –  15

Fluminense  –  13

Santos  –  11

Ipatinga  –  10

* Em azul, os classificados para a Libertadores ’09; em verde, os classificados para a Sulamericana ’09, e em vermelho, os rebaixados para a série B.

Θ BRASILEIRÃO 2008 SÉRIE B. O Juventude perdeu a grande chance de encostar definitivamente no Corinthians e devolver aos alvi-negros a saudável ansiedade que lhe acompanhou durante todo o ano passado. Tudo porque o Ceará, o Vovô do Nordeste, deixou cair a bengala e o time paulista empatou no apagar das luzes. Na artilharia, enquanto Túlio quer fazer seus gols em outras paragens, Luiz Carlos, do Ceará assume a ponta, com 10 gols. Confira os resultados:

13ª Rodada Série B – 22/07

Paraná Clube 1 – 0 Barueri

Marília 1 – 1 Avaí

CRB 0 – 3 Fortaleza

Santo André 1 – 1 América/RN

Ceará 2 – 2 Corinthians

Bahia 1 – 1 São Caetano

ABC 0 – 0 Bragantino

Gama 2 – 0 Juventude

Criciúma 3 – 1 Brasiliense

Ponte Preta 2 – 0 Vila Nova

Classificação*

Corinthians  –  28

Juventude  –  24

Avaí  –  24

Barueri  –  23

Ponte Preta  –  22

Ceará  –  19

Vila Nova  –  19

ABC/RN  –  19

Santo André  –  18

Bahia  –  18

Criciúma  –  17

Paraná Clube  –  17

São Caetano  –  16

Bragantino  –  16

Marília  –  14

Gama  –  13

Fortaleza  –  13

América/RN  –  12

Brasiliense  –  11

CRB  –  08

  • Em roxo, os classificados para a Série A do Brasileirão ‘09; em cinza, os rebaixados para a série C.

Θ BRASILEIRÃO SÉRIE C. Dezesseis clubes já estão na próxima fase da série C. São eles: Guaratinguetá (SP), Icasa (CE), Salgueiro (PE), Luverdense (MT), Rio Branco (AC), Sampaio Corrêa (MA), Picos (PI), Campinense (PB), ASA (AL), Atlético Goianiense, Mixto (MT), Ituiutaba (MG), Noroeste (SP), Guarani (SP), Caxias (RS) e Brasil (RS). O Fast Clube fez que não foi, fez que foi, e quando resolveu ir não tinha mais avião. O time perdeu por WO para o Luverdense e deve pagar multa e sofrer restrições nos próximos campeonatos. A saber se a candidatura do presidente tricolor, Donmarques, à prefeitura de Itacoatiara sobreviverá mais tempo que o time que ele administra. Já o Carrossel Jaraqui pegou no Pará o que Maria (ou galinha, em outras versões) pegou na capoeira: 3 a 0 para o Remo, sem apelações. Menos mal que os holandeses do Rio Preto da Eva ainda têm chances de se classificar. Também na terra do Cubiu e do Mapará, o clássico entre Papão e Águia terminou no 1 a 1, e os da capital permanecem na liderança do grupo. Na última rodada da fase, o Holanda encara o Progresso (RR) em casa, o Remo recebe o Cristal (AP), o Paysandu vai ao Maranhão enfrentar o Bacabal, e o Águia vai a Tocantins, duelar com o Palmas. Tudo no próximo dia 27.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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