Arquivo para 30 de julho de 2008

A ENTREVISTA ‘DIET’ DE SERAFIM À IMPRENSA ‘LIGHT’ MAS NÃO MORDE

A edição desta semana do Roda Viva Amazonas, que entrevistou o candidato à reeleição municipal de Manaus, Serafim, foi a confirmação da submissão da imprensa manoniquim a esta ou àquela candidatura, e do comprometimento dos principais jornais da cidade com a Direita.

Dos tradicionais veículos de circulação de papel, somente o Diário, ofendido com o direito de não-resposta do governador Eduardo ‘guerreiro enfurecido de sempre’ Braga, não compareceu. Mesmo assim, não significa que seja diferente dos demais.

De um lado, jornalistas defensores quase explícitos das candidaturas oficial e da oficiosa, e de outro, um Serafim que, ou acredita fielmente na maquiagem que seus assessores preparam a cada caminhada, ou está bem próximo de ganhar o diploma “o melhor dos mundos” conferido pelo filósofo Pangloss.

Serafim, em geral, confundiu cordialidade com ética, e foi atacado num primeiro momento pelos jornalistas que compuseram a roda. Os temas principais foram os buracos – para os quais Serafim, dizem fontes intempestivas, tem argumento forte e que pode tirar votos de Amazonino, mas que não apresentou – e a rejeição quase arthur-nética que o atual prefeito tem acumulado na sua administração. Serafim mostrou que são dois pontos fracos que podem sim, atingi-lo, e para os quais ele ainda não tem um argumento incisivo que possa rechaçar.

Ainda que seja verdadeiro o argumento de que Manaus é uma cidade sem planejamento, que suas ruas não têm sistema de drenagem, e que as condições climáticas sejam um agravante, a assessoria do prefeito ainda não conseguiu evidenciar exatamente em que parte de Manaus, nos últimos três anos e meio, houve avanços na implantação de um sistema viário que tenha sistema de drenagem e que suporte mais do que uma semana do verão amazoniquim. Também não soube explicar satisfatoriamente porque, às vésperas da eleição, resolveu ordenar o tapamento a qualquer custo dos buracos da cidade, contradizendo o seu próprio argumento de “fazer devagar, mas fazer bem feito”. Serafim também perdeu a oportunidade de explicar as razões “pré-eleitorais” da falta de asfalto no mercado a que a prefeitura foi submetida no início do seu mandato.

No caso da impopularidade, Serafim afirma que não a sente. Sintoma do afastamento (ou melhor, de nunca ter se aproximado) dos movimentos sociais, ou da “preparação” que as secretarias e assessorias do prefeito faz quando ele anuncia que vai a algum lugar? Desconfiará Serafim que as ruas bem varridas, as sarjetas bem pintadas, a água nas torneiras e até mesmo muitos dos “populares” que estão nos eventos são preparados previamente pelas secretarias? Saberá ele que muitos dos aplausos que recebe são de funcionários municipais propositalmente à paisana e que estão ali para fazer claque? Será que Serafim desconfia que, se a casa da Dona Raimunda, que ele citou como exemplo, for em algum bairro da zona Leste ou zona Sul, ele corre o risco de chegar lá de surpresa e encontrar somente o assobio do vento nas torneiras? Serafim conhece o projeto Poseidon?

Evidentemente, não são problemas do prefeito, mas de uma cidade. O interessante é que essa personalização da política, para o bem e para o mal, é um acontecimento muito mais da classe média – de onde vem Serafim – do que propriamente das classes mais abaixo da pirâmide social. Grande parte desta impopularidade pela não-resolução de problemas recorrentes da cidade é como se fosse um “lavar as mãos” de Pilatos – ou Herodes, para Alfredo e Eduardo -, uma “transferência” de responsabilidade, má-fé de quem prefere capitular e fazer de conta que os problemas de uma cidade não lhe dizem respeito. Contentaram-se em eleger um pretenso salvador da pátria, e como não deu certo, a culpa não lhes pertence.

Serafim atribuiu grande parte da sua impopularidade a programas de exploração da miséria social, e que aproveitam para fazer ataque ao prefeito. Neste aspecto, a posição de Serafim coloca os órgãos de imprensa, os mesmos que o questionavam na entrevista, na berlinda, já que eles são contumazes locatários do horário televisivo para este tipo de interesse, na maioria dos casos, lucrando tanto financeiramente quanto no plano do conluio pré-eleitoral. Serafim neste quesito desnudou os jornalistas.

Dos vícios da imprensa, um dos que chamaram a atenção foi a tentativa de um dos jornalistas, aspirante a Walmir Lima, mas que não chegou ainda a Alex Deneriaz, que comprou – ou foi comprado, a ordem não altera o resultado – a versão de seu jornal, que continua a afirmar, mesmo com o próprio presidente Lula desmentindo, que Omar é o candidato do presidente. Do jornal, é possível. O jornalista afirma que não viu o desmentido de Lula. Não lê o proprio jornal onde trabalha, que foi obrigado, no dia seguinte a publicar as palavras de Lula, que afirmou ter recebido o governador e o vice-governadores na condição de presidente, como receberia qualquer outro brasileiro, e não como cabo eleitoral. Serafim lembrou que Lula tem sim, candidato, mas que não é nem ele e nem Omar.

Outra situação em que Serafim desnudou os jornalistas foi quando o questionaram sobre a atuação do filho, Marcelo Serafim. Ainda que a passagem de Marcelo pela prefeitura esteja longe do que apregoou o pai, este aproveitou para, mais uma vez, expôr o comprometimento da imprensa. Utilizou até de ironia, ele que não é dado a toques de humor, quando apresentou o episódio das tartarugas do Marcelo, perguntando porque a imprensa estava ao lado da polícia federal quando esta foi constatar a existência de dois quelônios regularizados na casa de Marcelo, mas “sumiu” do mapa quando a mesma PF foi à casa do denunciante e encontrou 13 tartarugas adquiridas irregularmente. Propaganda para Marcelo, furos n’água para o então candidato e a imprensa que o continua apoiando nestas eleições.

Ainda que tenha iniciado com um clima “inquisitorial”, diante dos desnudamentos promovidos por Serafim, a entrevista descambou para uma entrevista de cordialidade, onde até a lista da AMB foi colocada em pauta, e Serafim escapou com certa tranquilidade de mais uma armadilha.

Para os corajosos que assistiram até o final sem fraquejar, duas ilustrações: a certeza de que os candidatos oficial e oficioso tem um histórico conjunto de administrações tão danosas à cidade, que até um prefeito de mediano a ruim, como Serafim, se destaca. Outra: a certeza de que, se contarem com a inteligência da imprensa manoniquim, estes candidatos estão garantidos. No movimento dos sem-cargo.

O CONSENSO DAS COLIGAÇÕES DA DIREITA

A filósofa francesa Barbara Cassin, em seus estudos sobre a democracia grega como devir, e não coma idéia, mostra que a pluralidade dos semelhantes só se torna uma realidade social através da práxis do conceito-articulação: o consenso. Para a filósofa, o consenso como conceito-articulação democrático coordena-se em três domínios: o lógico (o logos como linguagem dialógica), ético (como consentimento das partes em presença) e o político (obter a concórdia). Articulados como práxis capazes de manifestar o consenso da homologia, identidade do discurso, e da homónoia, identidade do pensamento, fundam o corpus constitutivo da democracia. De forma que, o consenso sendo um conceito-articulação nas pluralidades do diálogo e do pensamento, manifesta-se como um processual contínuo de atualizações de significados sociais, defende a democracia contra o perigo de sua usurpação pela tirania, que, em sua força entrópica, elimina o lógico, o ético e o político da homologia e da homónoia.

AS COLIGAÇÕES DA DIREITA

Como a democracia é uma pluralidade constitutiva, sempre em movimento em função de sua potência política/ética/estética criadora, atualizada como Bem Social, infere-se que os corpus desprovidos desta pluralidade constitutiva, sua potência criadora, não podem aspirar à democracia. Desta forma, acredita-se que os partidos de direita, cujos corpus expressam a democracia como idéia, a abstração da política, não carregam o consenso como conceito-articulação, mas tão somente o entendimento imóvel de suas paixões reacionárias. Assim, em tempo de eleição, as coligações destes partidos, não vão além dos minutos somados nos meios de comunicação para suas propagandas já tão conhecidas dos eleitores, pois o lógico, o ético e o político, não se encontram inclusos em seus discursos provenientes de suas práticas entrópicas anteriores. Tanto faz um destes candidatos concorrer apenas por seu partido, como concorrer por dois, três, quatro, quantos forem, a democracia, como sociedade dos amigos, não se faz real.

No caso de Manaus, esta entropia-política é bem visível nos partidos de direita, recheados com parte da “esquerda”. Nisso torna-se grotescamente cômico a encenação bufa, neste pleito, destes partidos se contorcendo para se mostrarem diferentes de seus iguais. Saltam aos olhos e aos ouvidos suas identificações. Nenhum mínimo sinal de antagonismo. Tudo muito bem harmônico. Harmônico, como é no “presente-passado”, o grupo dominante dos semelhantes por seus próprios interesses. Daí que quando se puxa um fio das acusações de atos contra as políticas públicas, sempre contrai vários. Como permanecem na mesma entropia política, seus programas de governos se assemelham até na linguagem, sem contar em seus objetivos. Entrevistados, o que um fala é o eco do que os outros parceiros já emitiram.

Sendo assim, assistindo harmonia dos iguais na encenação bufa, restou ao eleitor-ator da cena democrática suas gargalhadas sobre as sofríveis performances que não lhe empatizam.

MINISTÉRIO DA CULTURA PROMOVE FÓRUM EM MANAUS

Fórum Nacional de Financiamento da Cultura

O Ministério da Cultura – MinC, por meio da Secretaria de Incentivo e Fomento à Cultura – SEFIC, realizará sete seminários e sete oficinas regionais de trabalho, em várias capitais do país, entre os meses de agosto de 2008 e setembro de 2009, dentro da programação do Fórum Nacional de Financiamento da Cultura, com o objetivo de estimular o debate com a sociedade sobre a formulação de diretrizes para revisão do atual modelo de financiamento da cultura.

A primeira Oficina de Redesenho do Modelo de Financiamento será realizada em Manaus, nos dias 14 e 15 de agosto, com o tema Novo Modelo Federal de Financiamento à Cultura. Entretanto, os participantes deverão ser, prioritariamente, da Região Norte.

O evento terá abertura oficial, com a presença de autoridades do Ministério da Cultura, apresentando o diagnóstico sobre políticas e os indicadores culturais, além da formação de grupos de debate.

As inscrições poderão ser realizadas, até as 22h00min do dia 07/08/2008, por meio do link indicado abaixo.

Como funcionam as Oficinas?

As oficinas compreenderão cinco Grupos de Trabalho – GTs, compostos por até vinte participantes, cada. Estes grupos de trabalho serão formados conforme o grau de interesse dos participantes, manifesto no ato da inscrição e de acordo com a disponibilidade de vagas. Cada grupo discutirá o conjunto de propostas apresentadas na relação de temáticas para discussão.

A distribuição por grupos visa a oferecer maior oportunidade de contribuição e avaliação específica de cada uma das cinco estratégias, além de facilitar o encaminhamento dos resultados de cada debate para a síntese final das propostas. Caso haja um desequilíbrio no total de inscritos por grupo, a coordenação de cada oficina efetuará a redistribuição de alguns participantes, de acordo com a ordem de prioridade estabelecida no ato da inscrição, a fim de garantir as condições adequadas à realização do debate.

Cada grupo de trabalho será coordenado por um mediador e terá um relator, podendo ser dividido em até quatro subgrupos de trabalho, sendo que cada subgrupo indicará espontaneamente um relator para a elaboração de textos de relatoria dos debates.

Ao final das discussões os relatores oficiais de cada GT deverão elaborar o relatório final do Grupo, que será uma compilação dos relatos dos subgrupos. O texto dos relatórios produzidos poderá subsidiar a formulação de diretrizes para revisão do atual modelo de financiamento da cultura.

Temas dos Grupos de Trabalho

Abaixo estão relacionadas as temáticas que serão discutidas pelos GTs e, conforme descrito anteriormente, no ato da inscrição, o interessado deverá indicar uma ordem de prioridade (para todos os Grupos), a fim de que se possa alocar adequadamente os participante, equalizando as discussões.

GT 1 – Cultura como direito

EMENTA: A Constituição Federal, em seu artigo 215, reconhece o acesso à cultura como um direito do cidadão e estabelece como obrigação do Estado garantir o acesso às fontes da cultura nacional. Vinte anos depois, pesquisas demonstram os investimentos em cultura realizados do período, embora tenham aumentado, não foram capazes de reverter o grave quadro de exclusão cultural do país. Que medidas concretas são necessárias para que se cumpra este dispositivo constitucional?

GT 2 – Cultura como fator de desenvolvimento econômico

EMENTA: Em 1995, uma pesquisa realizada pela Fundação João Pinheiro dava conta do grande potencial de empregabilidade e de geração de renda da produção cultural brasileira. Embora a Lei 8.313 de 1991 preveja mecanismo de apoio à produção cultural economicamente viável, não se percebe um resultado concreto de investimentos como alavanca para o desenvolvimento econômico do setor. Agora, quando a importância dos aspectos culturais para o desenvolvimento social e econômico do país é reconhecida, em que o marco legal deverá ser aprimorado para oferecer condições às cadeias produtivas da cultura para se desenvolverem?

GT 3 – Gestão

EMENTA: Tendo em vista que a proposta de um novo modelo de financiamento impõe a modernização de sua gestão, que seja sistêmica e transparente, como deverá ser organizada a governança desse novo modelo, com vistas a garantir a transparência, a eficiência e o controle social dos investimentos?

GT 4 – Relações institucionais: interfaces e parcerias

EMENTA: O novo modelo de financiamento á cultura deverá ser suficientemente flexível para acolher novas demandas e investidores, favorecer as parcerias necessárias, dispor de linhas de apoio e investimento compatíveis com os perfis dos demandantes e agentes e segmentos, com amplo compromisso dos entes federados e da sociedade. De que forma essas parcerias deverão se construídas, sem que o Estado renuncie ao seu papel de formulador de políticas públicas e fomentador da cultura no país?

GT 5 – Inovação e conhecimento

EMENTA: Os processos criativos humanos são a mola propulsora das mudanças. Quais são os mecanismos mais adequados para que o Estado estimule a experimentação artística, a apropriação e troca de conhecimentos e experiência, favorecendo aos agentes a plena exploração de seus potenciais criativos, sem subordinar tais práticas à lógica de mercado?

PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO CLIQUE AQUI.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.244.779 hits

Páginas

Arquivos