Arquivo para 7 de agosto de 2008

IBGE ABRE CONCURSO…

Da Agência Brasil

Brasília – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai contratar, a partir de setembro, 332 analistas censitários para dar suporte à preparação, planejamento e execução do Censo 2010. O edital foi publicado hoje (7) no Diário Oficial da União.

Os interessados em participar do processo seletivo devem ter curso superior e se inscrever entre os dias 1º e 25 de setembro no site da Consulplan, organizadora do concurso. A taxa é de R$ 33.

O IBGE oferece remuneração de R$ 4 mil por mês, para jornada de 40 horas semanais, e o contrato não pode exceder dois anos. Serão contratados empregados para as áreas de biblioteconomia, recursos humanos, jornalismo, análise de sistemas, auditoria, letras, ciências contábeis.

STF DECIDE: “FICHA SUJA”? PODE

Com 9 votos contra (ministros, relator Celso Melo, Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluzo, Elen Gracie, Marco Aurélio e Gilmar Mendes, presidente do STF) e 2 votos a favor (ministros Ayres Brito, presidente do Superior Tribunal Eleitoral e Joaquim Barbosa), o STF (Superior Tribunal Federal) decidiu negar o direito de juízes de primeiro grau da Justiça Eleitoral impedir registros de candidatos para concorrer às eleições deste ano que estejam respondendo a processos criminais. A decisão do STF elimina a ação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que publicou a lista de candidatos com processos na justiça, os chamados “Fichas Sujas”. Ao mesmo tempo se tornou contrário à opinião de grande parte dos eleitores do Brasil, além de estabelecer antagonismos de interesses democráticos com entidades nacionais encabeçadas pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, Associação dos Juízes Federais, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e Associação Nacional dos Procuradores da República, contrárias às candidaturas dos que estão sendo processadas.

OS PERCALÇOS PERCURSOS DA LEI

Parafraseando, ou plagiando, em versão Shakespeariana, a decisão do STF nos leva à seguinte enunciação: “A lei tem percursos que a própria democracia desconhece”. Ou atalhos que a unidade dos percursos jurídicos não encontra nos territórios políticos públicos. A lei tem sempre uma brecha que a democracia não atravessa. “Presunção de Inocência. Ninguém pode ser acusado até que se prove o contrário”.

Está bem. Uns indivíduos ocuparam (ou ocupam) cargos executivos ou legislativos, enriqueceram se apropriando do dinheiro público, foram denunciados em uma instituição jurídica do Estado, esta instituição acatou as denúncias, abriram-se processos; hoje, candidatos, encontram-se sob os cuidados jurídicos dos tribunais. Os tribunais dizem só poderem determinar a sentença depois de examinadas todas as provas. Pois bem, parece-nos que esses atalhos da lei em privilegiar estes candidatos, depõem (linguagem de justiça) contra ela mesma. Dois princípios democráticos, para nós, levam-nos a este raciocínio simplista. Um, se era para amparar na “presunção” privilegiante, por que acatou as denúncias e movimentou os processos? Dois, se acatou, não seria mais legal (ou justo, democraticamente) enquanto o processo corre, e lógico, a sentença não foi definida, que o candidato ficasse esperando o julgamento sem participar do pleito, já que ele está duplamente em suspeição: jurídica e democrática? Aí, se a sentença lhe fosse favorável, candidatar-se-ia, livremente, nas próximas eleições. Mas alguém poderia apelar e perguntar: “E se durante o julgamento ele morresse, já que nossa justiça é lentíssima?”. Sem provocação, é claro, poderíamos responder: “Ele não teve todo esse tempo para locupletar-se, amparado pela lentidão da lei, e não morreu? Não existem desses tipos que há anos estão nesse ramo antidemocrático, e nada de “adeus vida cruel”? Os acasos não lhes foram favoráveis? Se morrer, os acasos desfavoráveis apenas lhes impediram de continuar se apossando da coisa pública. O que a justiça, com suas leis determinadoras (sem acasos), não impediu.

Para nós, o pior mesmo é permitir todas as ocasiões políticas e sociais para que estes indivíduos tenham possibilidades de continuarem com suas aventuras tirânicas contra a democracia. Mas como diz o jargão jurídico imperial: “Lei é para ser cumprida”. Bem, nas instâncias jurídicas é uma verdade, mas nas potências democráticas não. Em democracia, o voto do povo é mais justo do que de alguns homens.

Enquanto isso, é criado o Prêmio Nacional Educação em Direitos Humanos pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com o objetivo de incentivar quem promove os Direitos Humanos. A corrupção é contra os Direitos Humanos. Parece-nos um bom tema. Se vai ganhar o prêmio, “já é outra viagem”.

DIMINUIÇÃO DA POBREZA NO BRASIL VAI DIMINUINDO INFLUÊNCIA DE POLÍTICOS DEMAGOGOS

Não é por acaso que a maior parte dos políticos do Nordeste ou amam ou odeiam o Bolsa Família: é que o programa, aliado à política econômica de crescimento equilibrado do governo Lula tem diminuído os chamados grotões de pobreza do local, e com isso, diminui também o raio de ação das práticas clientelistas.

Segundo um estudo do IPEA divulgado esta semana, três milhões de pessoas deixaram a pobreza e migraram para a classe média nos últimos seis anos. O grau de indigência – o famoso “abaixo da linha da pobreza” – também diminuiu no período: de 12,7% em 2002, passou a 6,6% este ano.

Uma outra pesquisa, da FGV, divulgada ontem, mostra que houve aumento na classe C, que já é metade da população economicamente ativa do Brasil. A classe C tem rendimentos mensais entre R$ 1064 e R$ 4591. A pesquisa também detectou aumento do consumo nesta e em todas as outras classes.

As duas pesquisas destacam o programa Bolsa Família, mas não o colocam como o fator primordial na retomada do crescimento econômico brasileiro.

A MOBILIDADE NAS ESTRATIFICAÇÕES SOCIAIS BRASILEIRAS

O que estas pesquisas revelam é apenas o aspecto extensivo das mudanças ocorridas no Brasil nos últimos cinco anos e meio: um incremento na renda de famílias que tinham-na precária, uma renda mínima para que não tinha nenhuma, incentivo à produção industrial, o crescimento no número de empregos, o consumo estimulado através das modalidades de crédito consignado – incluindo aí o próprio Bolsa Família, que teve um aumento de 8% no mês passado.

O que elas não revelam, mas a população sente, é a mudança intensiva: a diminuição da insegurança existencial, a partir da movimentação nos estratos sociais do Brasil, o que não acontecia há pelo menos 500 anos. Ou como diria o próprio Sapo Barbudo, nunca antes na história deste país… Com a renda adicional e o incremento no consumo, as famílias começaram a ter acesso a objetos e lugares que antes lhe eram proibitivos. E não por conta de alguma lei ou norma, mas por conta da estratificação social, que não desapareceu, mas que se abriu para um contingente de famílias.

O filosofante Deleuze mostrou que a sociedade de controle, chamada por alguns de pós-moderna, tem a sua mobilidade social menos em instâncias institucionais do que em signos estratificados. A mobilidade social está menos ligada à institucionalidade e mais afeita aos elementos incorporais aos quais o sujeito tem acesso. Assim, por exemplo, ter o conhecimento de informática – e mostrá-lo, na prática – é mais necessário do que apresentar um diploma de curso de computação da faculdade tal ou qual.

Da mesma forma, as famílias que antes estavam limitadas cognitivamente aos signos da pobreza, agora tem acesso a outros signos e territórios. Não por acaso, o consumo de sabonete, desodorante, xampú, iogurte e outros produtos considerados não-essenciais da cesta básica tenham aumentado.

Com isso, a sensação de insegurança existencial destas pessoas diminui, e elas estão menos vulneráveis a ataques e ameaças eleitoreiras.

O DESESPERO DOS ‘CORONÉIS’, DE NORTE A SUL

É aí que o governo aperta o nó da corda dos antigos ‘coronéis’. De Norte a Sul do Brasil, as velhas práticas eleitoreiras de exploração da condição de miserabilidade da população vêm perdendo força. Políticos profissionais identificados com estas práticas ainda encontram nichos onde a sua influência ainda existe, mas são cada vez menores.

Muitos deles, à custa de sobrevivência eleitoral, acabam por se “aliar” aos programas sociais do governo federal, o que não proporciona grandes ganhos, já que estes estão fortemente ligados à imagem de Lula e de seu governo. Diminuindo a insegurança de existir das pessoas, o discernimento, embotado pela fome e pela precariedade econômica, pode enfim aparecer manifestado no voto.

No entanto, a maioria destes políticos arraigados a velhas práticas de coação ainda não entendeu esta mudança intensiva, mas também já sentem na pele (e no bolso) que ganhar o voto dos eleitores vai custar bem mais que uma dentadura, uma sacola de peixe estragado, um óculos de grau desconhecido ou uma carona no dia da votação. Não estamos aqui afirmando que estas práticas desapareceram, e que seus “clientes” não existem mais. Mas que diminuiu, é fato.

Daí, a título de exemplo, que algum candidato aqui e acolá pretenda contar ainda com a toleima de algum eleitor, prometendo a volta disso ou daquilo, o pagamento deste ou daquele benefício. Com o Bolsa Família, que não se reduz ao pagamento de um benefício, mas acompanha todo um programa de orientação e apoio psicossocial e ainda de capacitação profissional para que o trabalhador possa aproveitar a onda de empregos formais, o cidadão-eleitor já aprendeu a diferença entre uma esmola e uma oportunidade. E como diria a máxima socialista de Cristo, nem só de pão vive o homem.

UMA ANEDOTA POLÍTICA/HISTÓRICA

Acrescentamos, agora, uma estória que serve como anedota política das produções reais durante os anos dos governos Lulas. Consta que “alguém”, no final do primeiro governo Lula, midiaticamente, querendo diminuir o alcance da política econômica do seu primeiro governo, teria questionado contra ele:

No governo Lula aumentou o número de pobres.

Ao que um passante, muito bem atualizado, teria ironizado:

Ainda bem, pois que nos governos anteriores só aumentavam os números de indigentes.

DAS VARIAÇÕES LULISTAS GUATTARI/DELEUZIANAS

A classe-média sempre carregou a pecha (e verdadeira!) de consubstanciar os principais vícios coletivos que tentavam apresentar-se como virtudes, principalmente nacionais. Tais viciações sempre manutiam o povo resignado e na ignorância, porque havia conjunto de códigos sobrecodificados que atestavam por diplomas e modus vivends o que era a classe-média, quer queira ou quer não.

Os filósofos Deleuze e Guattari falam de três linhas por quais passam os movimentos no mundo: linha dura, linha flexível e linha de fuga. Pode-se dizer que a classe-média, não somente a brasileira, em sua subjetividade “dura”, sempre permaneceu — do reinado, passando pela república do “café” com “borracha”, à sigla FHC — assegurando todos os vícios — do “jeitinho tão brasileiro” ao “rouba, mas faz” — como válidos nas microfascias cotidianas quanto nas macrofascias seculares. O que se percebe fundamentalmente, além das estatísticas englobantes, é que a chamada classe-média, nos governos do Sapo Barbudo, mudou não somente no que se refere a aquisições financeiras, mas nas concepções existenciais: importa possuir um objeto, sentir-se usuário de certo serviço, mas também saber agir e, principalmente, poder agir de acordo com suas experiências e suas necessidades. A chamada classe-média (que nunca se quis, mas sempre pareceu) não é mais massa-de-manobra. Se a chamada massa nunca o foi, desesperada deve estar a classe-mídia direitista/seqüelada sem ser detentora do saber/poder como sempre acreditou, pelo menos até anteontem. Como diria o cineasta Jean-Luc Godard, “naquele tempo”…

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Quien quiera entender como funciona el mundo deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

CHAGÃO PERGUNTA

O ‘Chagão!’ quer saber: Garrincha estava de banda, meio ressabiado. Já havia sido rejeitado por meio mundo, e estava li, olhando o treino do Botagogo, quando o técnico da estrela solitária, Gentil Cardoso, mandou que ele entrasse. Garrincha pegou a bola na ponta, e tinha um cracasso de bola como seu marcador. Cinco segundos depois, o cracasso estava no chão, e Garrincha era incorporado ao elenco do alvi-negro de General Severiano. Em que data isso ocorreu, e quem era o cracasso de bola que foi o primeiro João da vida profissional de Mane? Resposta: 09 de julho de 1953, data em que Garrincha entrou pela primeira vez num treino no Botafogo, e logo para encarar a enciclopédia do futebol, Nilton Santos, que ficou de pernas pro ar diante da assombrosa perna torta do gênio.

CONTA OUTRA, LEONOR!

Dos tempos em que o futebol era ludicidade, não exploração da força-de-trabalho, e a torcida não era escrava de afetos tristes, da ilusão da vitória na vida pelos pés dos jogadores de seu time, e o futebol mambembe carregava elementos da teatralidade do existir. O texto abaixo foi uma tabelinha com o blogue Histórias do Brasil, e descreve uma jogada espetacular do Divino Mestre, Domingos Da Guia, um dos primeiros negros a ser ídolo no futebol carioca.

MAIS UMA JOGADA DE DOMINGOS

Foi em 1931, no Estádio das Laranjeiras, em um disputadíssimo Brasil versus Uruguai pela Copa Rio Branco. Campeões olímpicos em 1924 e 1928 e mundiais em 1930, os uruguaios eram favoritíssimos. O Brasil, porém, tinha Domingos da Guia, o Divino Mestre. Foi ele que protagonizou, naquela partida, uma das maiores jogadas da história do futebol, devidamente relatada pelos grandes Mário Filho e Ivan Sotter, maiores conhecedores da história do escrete e incapazes de contar mentiras. Aos fatos.

O jogo estava equilibradíssimo quando o atacante uruguaio Dorado, conhecido por sua velocidade de corredor de cem metros e temível artilheiro, partiu com a pelota em direção ao gol brasileiro. Domingos emparelhou com o uruguaio, que acabou deixando nosso zagueiro pra trás, driblou o goleiro Veloso e foi parar dentro das redes. Os uruguaios correram para abraçar Dorado e comemorar o tento conquistado. Festa da pequena torcida celeste, muxoxos nas arquibancadas brasileiras. Mas faltava alguma coisa naquele golaço.

Observando a cena, rigorosamente parado, em pose majestosa, Domingos da Guia estava com a bola nos pés. Sem que Dorado, os uruguaios, os brasileiros, os torcedores e os juízes percebessem, Da Guia tirou a pelota do adversário, colocou o pé direito sobre o balão e aguardou, com a compostura e a paciência de um gentleman, o fim da comemoração do gol que não houve para prosseguir jogando.

A torcida, a princípio, gargalhou. Logo, logo, começaram os aplausos. O valente Dorado, um velocista inconteste, saudou o zagueiro brasileiro com uma discreta mesura.

Quanto foi o jogo? Dois a zero para o Brasil”.

LINHA DE PASSE

O Tribunal Arbitral do Esporte anunciou hoje decisão favorável aos clubes no tocante à liberação de jogadores para as seleções olímpicas, e abriu precedentes para algumas considerações um tanto “eufóricas” de jornalistas brasileiros. Houve quem dissesse estarmos testemunhando uma nova era no futebol, que talvez significasse o início do fim da era das seleções nacionais e da própria Copa do Mundo. Houve quem considerasse a vitória dos clubes o enfraquecimento do “poder” da FIFA sobre o futebol. Exageros à parte, a situação expõe alguns elementos constitutivos do futebusiness e das relações de exploração do pé-de-obra mundial. Chega a ser comovente a FIFA apelar para o espírito olímpico (os gregos se sacodem nas covas – de rir). Do seu lado, o TAS deu ganho de causa para os clubes, pero no mucho, já que reitera que a condição de convocados dos jogadores que já estão com suas seleções não deve mudar. Nenhum dos lados é santo: são facções do capital internacional disputando nichos de mercado. A decisão do TAS se baseia numa prerrogativa simples: o torneio olímpico não faz parte do calendário FIFA. Do seu lado, se a FIFA pretende apelar ao espírito olímpico, que obrigue as seleções a mandar somente atletas amadores ao torneio, já que o profissionalismo nunca fez parte das olimpíadas originais. Nenhuma “revolução”, nenhum sinal de “novos tempos”, apenas uma rusga entre os donos dos meios-de-produção nas novas relações do trabalho, onde a mais-valia é produzida não pelo excedente físico-temporal da produção, mas pela inovação e pela produção subjetiva imaterial: a beleza do futebol, ainda que surgida mesquinhamente dos pés de um jogador mediano, tomado como craque no mar de pernas-de-pau. No dia em que FIFA e clubes levarem em conta a posição e opinião dos jogadores, respeitando a vontade e iniciativa deles, podemos falar em revolução. Fora isso, é delírio e revanchismo gratuito.

* * *

E o Brasil do futebol-mulher começou a caminhada no torneio olímpico. E, não fosse o futebol o esporte disputado, poder-se-ia dizer que o torneio começou pela final: Brasil e Alemanha, as duas potências do futebol mulher, se encararam logo na abertura. E não foi desta vez que as belas do belo esporte venceram suas rivais. Um empate em zero a zero, que não fez jus ao placar, já que as duas equipes criaram com condições de vencer. O resto, se os acasos futebolísticos não atuarem intempestivamente, deve ser passeio.

CAMPEONATOS NACIONAIS

Sete jogos da rodada 18 da Série A do Brasileirão. Os gremistas já não sabem mais onde enfiar a cara de vergonha. A cólera contra si mesmo esconde o fervor contrário à presença de Celso Roth no banco de reservas do tricolor gaúcho à época de sua contratação. Não tendo o time nenhum jogador extraordinário, resta reconhecer o trabalho do treinador no até o momento sólido primeiro lugar do clube. Hoje, em casa, primeiro e último do certame se encontraram no Olímpico, e deu Grêmio, pelo placar magro. Com o tropeço do São Paulo no brincalhão Fluminense, que pensou estar novamente na Libertadores e mandou bronca, o jogo de hoje entre Palmeiras e Vitória se transforma em uma partida crucial nos interesses dos clubes em se manter no topo da tabela. Se vence o verdão cor-de-marcador de texto, abre vantagem sobre o tricolor e se isola na terceira posição, no mínimo. Se dá Vitória, o clube baiano se acomoda na terceira posição, derrubando os arqui-rivais sudestinos. E na artilharia, Kléber Pereira (Santos), com onze gols, nem pode comemorar. Primeiro, porque seu time ruma firme para a segundona, e depois, seus rivais diretos só jogam hoje, e podem ultrapassá-lo. Resultados:

18ª Rodada Série A – 06 e 07/08

Grêmio 1 – 0 Ipatinga

Vasco 0 – 2 Coritiba

Atlético/PR 2 – 0 Náutico

Sport Recife 2 – 0 Portuguesa

Santos 2 – 3 Atlético/MG

Goiás 2 – 1 Flamengo

Fluminense 3 – 1 São Paulo

Cruzeiro – Internacional

Palmeiras – Vitória

Figueirense – Botafogo

Classificação*

Grêmio  –  38

Cruzeiro  –  33

Palmeiras  –  31

São Paulo  –  30

Vitória  –  29

Coritiba  – 29

Flamengo  –  28

Sport Recife  –  27

Botafogo  –  25

Internacional  –  25

Atlético/MG  –  24

Figueirense  –  24

Goiás  –  23

Atlético/PR  –  20

Vasco  –  19

Portuguesa  –  19

Náutico  –  18

Santos  –  17

Fluminense  –  16

Ipatinga  –  13

* Em azul, os classificados para a Libertadores ’09; em verde, os classificados para a Sulamericana ’09, e em vermelho, os rebaixados para a série B.

* * *

E o Juventude perdeu a chance de tirar uma casquinha do Corinthians na Série B do Brasileirão. E com exceção do Avaí, só dá São Paulo nas cabeças da segunda divisão. Já na ponta de baixo, três clubes são do nordeste. Mas vai ver quantos jogadores dos clubes sudestinos são do nordeste. O entendimento é econômico, não geopolítico. Túlio Maravilha continua na sua campanha, um voto, um gol, mas estacionou nos 15. Confira os resultados:

16ª Rodada Série B – 05/08

Bragantino 1 – 0 América/RN

São Caetano 3 – 1 Fortaleza

ABC 1 – 3 Santo André

Criciúma 3 – 2 Marília

Corinthians 2 – 0 Juventude

Bahia 2 – 1 Ponte Preta

Paraná Clube 1 – 2 Gama

Ceará 1 – 0 CRB

Brasiliense 0 – 1 Avaí

Barueri 0 – 1 Vila Nova

Classificação*

Corinthians  –  35

Avaí  –  30

Barueri  –  27

Ponte Preta  –  26

Ceará  –  26

Vila Nova  –  26

Juventude  –  25

Bahia  –  25

Santo André  –  24

São Caetano  –  22

Criciúma  –  22

Bragantino  –  21

ABC/RN  –  20

Gama  –  17

Paraná Clube  –  17

Marília  –  17

Fortaleza  –  16

América/RN  –  16

Brasiliense  –  12

CRB  –  09

  • Em roxo, os classificados para a Série A do Brasileirão ‘09; em cinza, os rebaixados para a série C.

* * *

Representante amazonense na Série C do Brasileirão se complicou. Na rodada dos confrontos locais, o carrossel jaraqui empatou em 1 a 1 com o Clube do Remo em casa, e soma apenas dois pontos na tabela. Já no embate paraense, o Águia empurrou 2 a 0 no Paysandu, que ainda não corre riscos. Na Arena da Floresta, o Rio Branco, do Acre, venceu por 4 a 3 o Luverdense (MT), e é líder do grupo 17, que tem ainda Holanda e Remo empatados na segunda posição. Os paraenses dominam o grupo 18, com o Águia em primeiro e o Papão em segundo.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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