Arquivo para 15 de agosto de 2008

MDS PROMOVE CONCURSO

O Diário Oficial da União publicou, hoje, dia 15, edital de processo seletivo simplificado com contrato temporário para nível superior promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social. A data das inscrições começarão no dia 20, quarta-feira, e irão até 9 de setembro. As avaliações contarão de provas objetivas e curriculares, sob a execução do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília – CESPE.

Dependendo do cargo que os candidatos optarem, a taxa de inscrição será de R$ 70 e 90 reais. A jornada de trabalho será de 40 horas. E os salários dependerão, também, dos cargos dos aprovados, que vai de R$3,8 mil a R$ 8,3 mil.

Então, moçada… Dia 20, “pernas para que te quero”! Chegar na hora certa para realizar as inscrições.

De nossa parte, se torcida ajudar, ficaremos torcendo por vocês, moçada!

DILMA: PRÉ-SAL PARA EDUCAÇÃO

A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, muito contente com a realidade orgânica brasileira do petróleo da camada do pré-sal, afirmou, hoje, dia 15, que em razão da grande dívida que o Brasil tem com a educação, principalmente com as famílias mais pobres, parte dos lucros da camada do pré-sal será usada na política educacional.

Muito contente, afirmou: “Acredito que essa definição vem atender uma injustiça e, mais do que isso, uma falha histórica dos sucessivos governos com o povo brasileiro. Precisamente, como diz o presidente Lula, pagar essa dívida”.

A ministra ainda mostrou o interesse de criar uma estatal para administra o pré-sal. Como diria aquele camarada: “mas do que nunca o petróleo é uma realidade. E mais do que nunca, uma realidade do governo Lula”.

DILMA VAI AOS PALANQUES

A ministra afirmou que tenciona subir nos palanques com candidatos a prefeito. Só que não em todos, pois é uma jornada impossível. Diante dessa notícia, aqui em Manaus, alguns candidatos já estão de dedos cruzados. “Será no meu?”, perguntam-se, loucos para ouvirem uma voz afirmativa. A negativa levará dedos a serem chupados. Mas pelo histórico partidário ético da ministra, é quase desnecessário consultar um Pai de Santo.

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

___________________Incandescência_________luzeira______veloz______O ridículo é a graduação da intolerância_______________________________A compulsão da luta contra a poluição ambiental deixa escapar um vestígio da própria poluição mental_____

______________O bom de reatar um antigo namoro é a ilusão de imobilizar o tempo___

____________________O ritual de deitar o defunto no caixão com os olhos para cima, simboliza a última esperança de desejar o céu que acaba logo que o caixão é fechado__

______A imagem do homem na a TV digital confirma sua repulsa por sua própria imagem natural_______________________A preocupação dos impérios com a paz mundial é a manifestação da paz como sintoma de si mesma: não ter paz____________

________________________Observar o álbum de fotografia de sua família não é recordar feliz um passado, mas confirmar o quanto se foi logrado___________A grande diferença de Narciso de nós, conturbados mortais, é que ele pôde ver seu verdadeiro rosto: o reflexo do rosto de sua irmã. Entretanto, para nós, que nunca vimos nossos rostos, temos a vantagem que Narciso não teve: a perturbação de procurar nossos rostos ____________________Não nos enganemos. Na temporalidade da morte, o tirano não almeja que o escravo morra primeiro que ele. O que quer é morrer antes para não precisar mais do escravo. É por isso que no estágio pré-morte o tirano tem dois júbilos: um, é que mais uma vez venceu o escravo. Outro, é saber que o escravo nunca o esquecerá: como escravo não pode viver sem ele__________________Ao encontrar a mulher de seus sonhos ele enlouqueceu: o amor é experiência do real_____________

____________________________Todo candidato que diz que ama o povo, mente. De acordo com filósofo Pascal, “ninguém ama ninguém, mas sim qualidades”, e a qualidade do povo é a democracia. A qualidade que tal candidato não vê no povo. Se visse não diria que o ama_________________________________A estupidez dos institutos de sondagem de opinião pública é afirmar que esta opinião encontra-se em um lugar quando ela não se encontra em lugar algum. Como Deus ela está em todo lugar e em nenhum lugar. Daí ser incognoscível e inapreensível______Se um corpo espacial colidir com a terra e ela for extinta ambos realizaram suas funções. Não há nada de mal. Na Vida não há moral

A CARAVANA LITERÁRIA DOS ARTISTAS AMAZONENSES NÃO PASSA…

"Artistas amazonenses": já cheguemos na Globo!

A arte anódina da alcunhada classe artística manoniquim em companhia da educação gastrológica dos governos estadual e municipal. Assim se pode definir a “Caravana Literária”, idéia de artistas locais em parceria com os governos para apresentações nas escolas públicas.

Poesia, música “amazônica”, literatura “amazonense”. Tudo ao alcance dos alunos, que se deleitam (na visão deles) com as composições dos artistas locais. Sempre à míngua econômica, os artistas (alcunhados) caboquinhos reclamam que faltam recursos para ir a todas as escolas espalhar o bálsamo da boa arte para os a-lunus (sem luz, sem conhecimento). Daí surgir, aos olhos de qualquer aluno que se quer estudante, a ausência da potência ativa da educação no referido projeto.

Primeiro, porque os códigos que estes artistas carregam são os mesmos que eles já ouvem nas rádios e nos programas musicais de entretenimento, da Globo à Globo. O mote “amazonense” é apenas uma armadilha semiótica usada para tentar capturar algumas consciências, a partir do estabelecimento de um território existencial que nada tem a ver com a arte. Um artista cria seus códigos, que só podem ser decodificados a partir do território existencial que a própria arte cria. Daí entender-se no primeiro verso, no primeiro acorde, que os artistas “amazonenses” não tem nada de amazonenses muito menos de artistas. Neste caso, vale uma adaptação máxima atribuída a Mark Twain, Tolstói e Samuel Johnson: o regionalismo é o refúgio dos impotentes.

Segundo, porque esta arte anódina só interessa a governos que se pretendem proprietários da Inteligência Coletiva, e se auto-intitulam fonte de toda a criação comum. Como a arte é uma produção coletiva criadora de novos códigos e territórios existenciais, é perigosa para governos autoritários e imóveis. Daí secretarias, do município ao Estado, estarem mais para Paulo Coelho do que para Paulo Freire, no sentido de que produzem uma educação gastrológica: aquela que serve apenas aos interesses de consumo. Daí outra armadilha semiótica: levar a arte às escolas.

Se é necessário levar a arte às escolas, é porque lá ela não existe. Como fazer educação sem arte? Os governos estadual e municipal assumem sem o menor laivo de vergonha (a cólera contra si mesmo) que em seu currículo pedagógico a arte é acessória e cosmética. Um objeto para se ver, contemplar e consumir. Não são, portanto, democráticos.

O IBOPE DO AMAZONINO

Historicamente as empresas de sondagem de opinião pública surgiram no momento em que a sociologia se concretizou como ciência social capaz de afirmar a realidade do social pelo social. A existência da sociedade é provada através dos fatos resultantes das relações sociais responsáveis pela objetivação dos desejos das classes sociais, afirma a física social de Auguste Comte. Quer dizer: a sociedade é real. Nada de evanescência continua do mundo. Para ela, o social é tão real quanto é verdadeira a frase do teatrólogo Jean Vilar: “O teatro é uma fatia da vida”. O que, para Brecht, não é.

Com a certeza de que a realidade social é visível e, assim, possível de demonstração, as empresas de sondagem de opinião se muniram de regras estatísticas e se auto-nomearam capazes de se apossar da cognição e vontade da população, e formar um mapa demonstrativo de como sua opinião é direcionada em um dado momento, de acordo com as perspectivas de seu Eu-Social Real. Munidas destes elementos, passou a oferecer seus poderes às empresas que necessitavam, no mercado capitalista, colocar determinado produto à venda. Para difundir mais seu imaginário poder, não percebeu que suas sondagens de opinião estavam cada vez mais se comprometendo com os interesses de seus contratantes, seus clientes, mais um real social. A “cientificidade infalível”vendida por elas passou a interessar também a órgãos públicos. Foi seu grande achado. Agora sua irrefutável sapiência e importância social se consagrava.

Com poderes espalhados no social, da ilusão sociológica, elas se tornaram, então, objeto imprescindível para os partidos políticos. Assim surgiram os “IBOPEs”. Com eles, as ilusões dos candidatos e, acima de tudo, suas possíveis manipulações eleitorais: trapaças. No Brasil existem quatro empresas diretamente ligadas a estas pesquisas de opinião pública. A Vox Populi, a Sensus, o Data Folha, e o tal IBOPE. Cada uma tem seu método de pesquisa. Cada uma tem com o público seu status de seriedade científica e comprometimento social. Entre as quatro, a que mais o pública descrer é o IBOPE. Não é para menos. O próprio instituto de opinião pública se responsabilizou por criar esta opinião na população. Alguns casos de pesquisa não correspondentes aos seus objetivos sociais aconteceram. O caso Brizola, em que mostrava o gaúcho derrotado em um pleito, para depois surgir eleito. Denúncias de pesquisas encomendadas, principalmente por candidatos de grande poder financeiro, entre outras.

A TV AMAZONAS, O IBOPE E AMAZONINO

A TV Amazonas, retransmissora da Globo em Manaus, publicou uma pesquisa de opinião dos eleitores sobre os candidatos a prefeito encomendada ao IBOPE — talvez por força do hábito de servir aos anseios de sua matriz. Na dita pesquisa, o candidato Amazonino aparece com mais de 50% de intenção de votos, os outros ficam apenas como os outros: juntos não formam nenhuma ameaça ao vitorioso. Vitorioso, que em eleição passada, o vidente IBOPE afirmara que seria eleito com margem semelhante, mas no contar dos votos amargou a falsa premonição ibopiana: perdeu para Serafim. Até mesmo o candidato do governador, que é ideologicamente parecido com o campeão do IBOPE, teve um pífio percentual. Entretanto, não é o resultado da pesquisa que chama atenção, por isso o público já conhece e sabe que é tudo o contrário. O que chama atenção são dois humores que saltam debochadamente.

1 – Na pesquisa também foi sondada a opinião do eleitor sobre o governo Eduardo Braga. O governador, no todo, aparece com aproveitamento muito melhor que Amazonino. Daí saltam duas perguntas: por quê o governador não consegue passar ao seu candidato Omar, o otimismo dos eleitores que lhe concedem tamanho aproveitamento? Será incompetência de cabo eleitoral oficial ou será que seus eleitores o consideram parecido com Amazonino, por isso preferem o campeão do IBOPE?

2 – Se a pesquisa era de sondagem de opinião do eleitor sobre o candidato que pretende votar, por que a TV Amazonas contratou, na mesma pesquisa, sondagem sobre o governo do candidato à reeleição, Serafim, que o mostra em péssima posição para o eleitor? Nos parece que isto é uma forma insinuante de fazer propaganda contra o prefeito em benefício do candidato do IBOPE. A pesquisa era de sondagem de opinião sobre os candidatos, e não sobre o governo Serafim. Se era para fazer tal pesquisa, que fosse feita em outra ocasião. Não temos nenhuma ligação com a candidatura Serafim, mas acreditamos que a posição da TV Amazonas é antidemocrática. Apresenta tendência a influir na opinião do eleitor. E isso não é direito de um veículo de comunicação, que é uma concessão pública com obrigação de prestar serviço à comunidade, e não contra ela. Essa é opinião real de eleitores que assistiram à trapaça eleitoral e conversaram conosco. Houve até quem nos sugerisse recorrer ao Ministério Público, fato que acreditamos ser mais da competência do PSB, partido do prefeito.

No mais, se já não fosse o histórico do IBOPE como oráculo benfeitor de Amazonino, só este ato da TV Amazonas, contra o candidato Serafim, coloca o resultado da pesquisa sob suspeição.

A MULTIPLICAÇÃO DAS MEIAS DÚZIAS NA PETROBRAS E PRÉ-SAL

Na história da humanidade, a invenção dos números pelo homem é um momento evolutivo fundamental para modificação dos modos e costumes, toda a concepção existencial do mundo das pessoas. Seguindo a pedagogia de Jean Piaget, seria a saída do homem do período sensório-motor. Para a filosofia da virtualização, atualizava-se uma nova forma de percepção (percepto) do mundo: o numeral. Mas não demorou para que a força da “acumulação” operasse a falseação nos cálculos: desigualdade, igualdade, comparação, hierarquização. Quem tem mais? Quem não tem? O número passou a ser um enunciado manipulável de acordo com quem o emitia como voz de comando. Num dos pontos onde a mídia seqüelada, o ex-governo e a atual oposição, em relação ao governo Lula, mais tentam manipular os enunciados numéricos é no que diz respeito à Petrobras e, agora, também à Pré-Sal.

OS AVANÇOS DEMOCRÁTICOS DA PETROBRAS

A Petrobras, a maior empresa estatal brasileira um dos sonhos privatistas que o ex-presidente Fernando Henrique não pode realizar; ou melhor, desrealizar —, a cada ano vai aumentando vai só se consolidando e batendo seus próprios recordes. Na segunda-feira passada (11), foi anunciado o maior lucro trimestral (R$ 8,78 bilhões) e semestral (R$ 15,7 bilhões) da história da empresa. Mais números: uma geração operacional de caixa de R$ 32,7 bilhões e receita operacional líquida de R$ 101,4 bilhões, tudo como nunca antes na história da companhia, diria Lula, para inveja e desespero do tucanato.

A NOVIDADE PRÉ-SAL

Pra completar, todo o investimento científico-tecnológico fomentado pelo governo Lula na Petrobras culminaram com a descoberta da mega-camada pré-sal, que compreende cerca de 800 km, entre o Espírito Santo e Santa Catarina. Com a descoberta, a ministra Dilma Roussef diz que o Brasil deixará de ser importador, para ser exportador de petróleo. Mas o principal na fala de Dilma é que “isso define fundamentalmente o princípio que vai nortear o governo no uso do petróleo: tomar todas as medidas para transformar esse grande recurso do pré-sal em uma fonte que vai permitir aos brasileiros melhorias e que vai permitir que nós avancemos”. Lula, então, terça-feira (12), no lançamento da Caravana da UNE, convocou os estudantes a mexer na Lei do Petróleo (Lei 9.478/97), criada durante o governo Fernando Henrique com “o objetivo de beneficiar o cartel chefiado pela Exxon e pela Shell”, muito bem lembrado por Sérgio Cruz, do Jornal Hora do Povo. Lula falou ainda do decreto que criou uma comissão interministerial, a qual tem dois meses para preparar a proposta de extração de petróleo da Pré-Sal, acrescentando que deve ser usado para “resolver definitivamente os problemas da educação”, de modo que não venham a ficar “na mão de meia dúzia de empresas”.

O INSOSSO DISCURSO DA MÍDIA SEQÜELADA

Com o anúncio de que pretende criar uma nova estatal para gerir a Pré-Sal, a mídia logo se pôs em defesa dos interesses mais capitalísticos, afirmando, em unanimidade, que se for para o Governo Federal tratar a nova estatal tal qual a Petrobras, “é trocar seis por meia dúzia”. Que redução cognitiva! Não ver e não pode ver que os avanços que citamos acima na Petrobras não são apenas numéricos, mas com consistência numeral de projetos culturais, como os em parceria com o Minc. Nem ao menos atentou que de forma nenhuma daria para trocar seis por meia dúzia, pois que a Pré-Sal já sai de início com um patrimônio quatro vezes maior que a Petrobras, que fechou o semestre passado com nada menos de R$ 457 bilhões. Não é um simples equívoco com as operações matemáticas básicas. A dificuldade da mídia, assim como a da oposição, é um “erro” decorrente da estupidez que não suporta perceber que as riquezas brasileiras vão sendo usadas como devem, não somente para as empresas, mas para todo o povo brasileiro. A estupidez chega a tanto que a Folha de São Paulo chega a tascar o discurso de Lula de nacionalista. Esquece que a Petrobras acaba de comprar duas empresas, no Chile, pela bagatela de R$ 400 bilhões. Mas, como diria o filósofo-comunista Rui Brito, eles estão certos, não conseguem ver diferenças, para eles tudo é tudo o mesmo, não interessa o cálculo que façam, já que nada conseguem perceber.

DO MERCADO GLOBAL PARA A FEIRA

O que lhes interessa é a posição do enunciado fantasioso. Diríamos, fôssemos piagetianos, que não chegaram sequer ao período sensório-motor. Mas como não nos vão bem estágios e classificações, como não têm nada de real, não podem de forma nenhuma chegar ao numeral, ficando desesperados quando não conseguem impor a palavra de ordem numérica. É isso o mais doloroso para a mídia-direita: que Lula vai forçando a linguagem do Mercado Global, que gira todo pelo capital volátil, onde tudo vai sendo corrompido pela desrealização, a matéria-prima e o dinheiro. Para Lula, como presidente-operário, os trilhões do petróleo podem se tornar em meia dúzia de pães, uma cambada de mapará, um livro, farinha, vinho, lápis, camisa, rua, carro, laranja, escola, passagem, sapato… Pode até fulgurar nas cifras multinacionais, mas é na feira de nosso bairro que sua potência se realiza.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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