Arquivo para 5 de setembro de 2008

O ‘MESSI’ANISMO DE LULA E A SELEÇÃO NIKE-BRAZIL

Lula se declarou fã de Messi e criticou a seleção brasileira. Fato que deixou o goleiro Júlio César, convocado por Dunga, chateado, nas suas próprias palavras. Segundo o jogador, se Lula está insatisfeito com a seleção brasileira e gosta de Messi, que renuncie e vá morar na Argentina, que pode ser que alguma coisa melhore no Brasil. Júlio César se declarou eleitor de Lula.

Júlio se juntou a Kaká, Cafu, Anderson, e tantos outros que proferiram frases de acordo com o grau de compreensão do real e da situação política do Brasil. Júlio, como sabemos, mora na Itália, a mesma de Berlusconi.

O que parece doer no estômago dos jogadores sangue amarelo nike é o fato do torcedor brasileiro cada vez mais gostar do argentino Messi. Primeiro, foi o Mineirão lotado na última partida das eliminatórias, agora o Presidente da República. Fato que carrega e possibilita algumas compreensões: 1) a admiração pelo argentino não mostra um enfraquecimento da relação do torcedor com a seleção nacional. Ao contrário, mostra que este torcedor não concorda com a linha de gestão da “Canarinha”. Messi une talento e esforço, ganas de vencer e defender suas cores. Nada disso se vê na amarelinha atual, cujos destinos se decidem menos no Rio de Janeiro (sede da CBF) do que em Dubai (onde se localiza a empresa de aviação Emirates, dona dos direitos de exibição da seleção brasileira). 2) A evidenciação de que a rivalidade entre Brasil e Argentina no futebol nem sempre passa pela irracionalidade estupidificante galvãobuenizada da Globo. Pesquisas já mostraram que, depois da seleção brasileira, o selecionado preferido dos torcedores é o albiceleste, pela beleza do futebol e pela garra com que se entregam à corte da bela Leonor. 3) A ausência de um jogador brasileiro, no momento, que reúna os dois elementos que Messi tem de sobra, o belo futebol e a garra na busca pela vitória. O brasileiro, ao contrário do que se pensa, aceita perder, desde que não se esteja arrumando as meias na hora do gol do adversário…

AVE, CÉSAR! AVE MARIA, JÚLIO!

Júlio César se declarou eleitor de Lula, talvez numa tentativa de capturar o ouvinte-leitor numa armadilha moral: “eu elegi o homem, posso criticá-lo, estou decepcionado”. Mas, como toda armadilha moral, não sobrevive à sua inversão. E se houvesse eleição para goleiro da seleção, Júlio César teria o voto de Lula? E o do torcedor brasileiro?

Júlio César nem desconfia que o êxodo de jogadores brasileiros para o exterior faz parte do inflacionado mercado do futebusiness, e que a leitura de Lula é uma leitura sociológica. Quando Lula afirma que tem jogadores sendo negociados a preços absurdos, sem antes terem provado que são bons o bastante, fala como quem compreendeu que talento não é produto essencial ao mercado dos zilhões de dólares russos, árabes e europeus. Se Júlio César empresta seu “talento” aos italianos, os brasileiros ainda podem contar com zil goleiros tão bons ou melhores que ele. Mas se Lula resolvesse emprestar seu talento de estadista a outro país, desconfiamos, pela forma como o Brasil é visto na imprensa mundial, que muito país europeu, asiático, africano, e até os estadunidenses entrariam na briga para ter o Sapão Camisa 9 como técnico-presidente do seu clube-país. Aí não teríamos Bolsa Família, Universidade Para Todos, crescimento econômico, diminuição da pobreza e o país mais otimista com o futuro no mundo inteiro, dentre outras lulices.

Júlio convida o Sapo Barbudo a se mudar para a Argentina, já que é fã de la pulga Messi. Mas, com o maravilhoso e espetacular plantel nacional atual, não seria mais do gosto do torcedor brasileiro – o Mineirão que o diga! – tentar nacionalizar o craque portenho? Será que Cris Kirchner trocaria o pibe argentino pelo PIB brasileiro? Quem sabe, aceitava em troca da dupla Messi e Di Maria uma pitadinha do Pré-Sal?

De qualquer forma, há um enunciado que se evidencia em toda esta situação: a alegria do brasileiro pelo futebol como corpo produto da alegria lúdica e do movimento intensivo não está, como pensava parte da Sociologia e da Psicologia de Massas, ligada diretamente à miséria. O torcedor pensa, e não fala sem pensar. Portanto, Lula falou sim, como torcedor. Um torcedor-cidadão.

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

__________Surto___________________________Como racional, o homem é o único animal que precisa delirar para passar a Vida, os outros animais vivem_____________

_________________Sentindo-se indiferente para a cidade que morava, um homem fez-se rico para poder carregá-la cidade em seu bolso___________________Alguns sujeitos monetarizados afirmam que o dinheiro tudo pode. Leda ilusão: o dinheiro não pode deixar de ser dinheiro____________________________A ilusão do intelecto: acreditar na junção dos objetos. Desilusão do intelecto: acreditar na disjunção dos objetos___________________________________________________________

______Marx é cruel com o capitalista ao afirmar que o dinheiro é mercadoria: em seu mundo objetificado o capitalista desespera procurando encontrar, em cada mercadoria adquirida, o dinheiro____________________Se com o desapareciemnto do social desapareceu também o político, então todo candidato é um espectro do político. Logo, a democracia é espectral_____________________________A Lei Maria da Penha é um direito institucional de proteção da mulher, principalmente contra a violência exercida por seu parceiro. Como algumas mulheres casadas da classe média são violentadas por seus maridos, e não os denunciam, presume-se que diante da lei não são mulheres, só diante do hábito patriarcal___________________Enquanto no mercado das vaidades há uma luta violenta entre os sujeitos, no mercado livre indivíduos escolhem princípios sem preocupação com a história_________________________O hábito de enterrar os seus mortos é mais uma hipocrisia cultural do homem moderno quando se sabe que o primeiro homem que morreu não foi enterrado____________________É terrível alguém ter que convencer outro alguém para lhe amar, mas o mais terrível é se esse outro alguém for convencido_________________________No sistema capitalista quando alguém sentencia que não trocaria sua vida por nada, assina sua total inutilidade________________________Na lógica do clichê infalível, se diz: “Verdadeiro como o sal nasce todo dia”. Infalivelmente, duas sentenças falsas: 1 – O sol nunca nasceu. 2 – Se o sol nascesse ele não nasceria para os mortos

EURÍPEDES ENCONTRA WALDICK SORIANO

Amanhã eu vou embora

Vou por esse mundo afora

Procurar um grande amor

Todo mundo neste mundo

Tem direito a ser feliz…

Leonardo Feitosa - clique na imagem.

Foto: Leonardo Feitosa - clique na imagem.

Nasceu com nome e destino de teatrólogo grego. Foi aos 13 dias de maio de 1953 que Eurípedes Waldick Soriano veio há muitos séculos atrás pela espuma do mar e pelo sangue do Pelourinho ou outras paragens baianas e seguiu sua trajetória. Como todas as crianças que habitam os interiores e pequenas cidades do Brasil, foi explorado na lavoura agrícola. Alguns psicólogos podem até aventar que o “abandono de lar” por sua mãe o levariam a compor suas canções posteriormente. Na adolescência, como gostava de dançar e cantar, beber e namorar chamaram-lhe posteriormente de “boêmio”. Mas se é nisso que consiste a boêmia. É uma posição existencial: consiste em não ser um “homem de bem” como prevê a moral burguesa. Durante o dia se virava na lavoura e passou um tempo no garimpo. Como muitos que tinham e têm certeza da singularidade que carregam — e isto é real — ou apenas como mais um retirante tentando fugir das adversidades climáticas/econômicas/políticas, foi para São Paulo em 1958, onde subvivia como engraxate, motorista de caminhão, faxineiro, servente de pedreiro e o que aparecesse como bico para o boião. Como era notado pela diferença na interpretação de canções entre os cantores populares e já eram popularmente conhecidas algumas de suas composições, os radialistas alienavam-lhe. Foi assim que na época de sua aparição ele era visto sempre numa comparação, para eles, com Bienvenido Granda, Nelson Gonçalves, Anísio Silva ou Vicente Celestino. Pegou do faroeste Durango Kid o chapéu preto e, em vez do lenço do personagem, acrescentou o grande óculos preto. Foi assim que ele gravou Quem és tu? (abaixo), de sua autoria, na Chantecler (“a gravadora do galinho da madrugada”), e não teve mais interrupção nas mais de 500 canções gravadas e muitas estórias nas entrelinhas.

Quem és tu?

Para querer manchar meu nome

Quem és tu?

Se fui eu quem matou tua fome

Quem és tu? Não és ninguém, não és nada

Quando eu te conheci

Vivias pelas ruas sempre desprezada

Tive pena, de te ver no abandono

Sem amor, sem guarida

Um coração sem dono

Foste dona do meu lar

Limpei o teu nome

Quem és tu?

Para manchar meu nome.

Depois que cantou no Chacrinha, foi sucesso imediato. Dizem que era um mulherengo: teve 18 casamentos. Mas era também ligado a lugares. De nossa parte manoniquim, entre as muitas estórias que serão colhidas nas suas biografias poderá ser uma que ocorreu em Manaus. Dizem que Waldick envolveu-se por uma namorada do Tigre da Amazônia, um dos primeiros, grandes e famosos lutadores de luta livre na princesinha do norte. Rola a estória de que Waldick teve de se enfrentar com punhos o temido lutador e ainda levou a bela namorada da fera embora de Manaus. Também uma tia de um afinado, a tia Maria, agora na casa dos 70, afirma saudosa e rindo que na juventude foi namorada do cantor. É certo que Waldick tenha gostado destas paragens, já que em 1963 lançava o LP Manaus, meu paraíso. Ele vinha três ou quatro vezes ao ano em Manaus. Era grande freqüentador da boite, popularmente chamada de puteiro, Shangri-La. O maior ídolo do pessoal do bairro dos Educandos, onde sempre ia quando ia vinha à cidade, especialmente freqüentava a peixaria São Francisco. Na música, como em todo o Brasil, aqui havia brigas homéricas entre Abílio Farias e Nunes Filho, ambos querendo-se o Waldick Soriano do Amazonas. Este último afirma até hoje que sua inspiração maior é realmente o cantor do chapéu e imensos óculos  pretos.

Adeus, Manaus!

Está chegando a hora da partida

Adeus Manaus

Meu adeus será por toda minha vida.

Waldick até se refere aos episódios com as mulheres, mas de forma ambígua: “E eu tive tantas mulheres na minha vida. Porque todo homem tem suas ilusões”. Em São Paulo, foi um escândalo quando se descobriu que ele estava tendo um affair com a socialite Beck Kablin. Há quem diga que uma de suas paixões mais avassaladoras foi uma prostituta paraense e que morreu dois meses depois que se conheceram. Uma relação amorosa e artisticamente duradoura foi com a cantora Claudia Barroso, que até participou, cantando ao lado de Waldick, do seu último CD, gravado no ano passado. No entanto, para quem conviveu de perto com o cantor, ele não tinha esse sentimentalismo que muitos tentarão impingir-lhe. Ao contrário, era constantemente irônico e até considerado mau-humorado para quem gostaria que ele vivesse suas composições como tristeza e empatia de um mero realista e não como descrição de relações amorosas em situações naturalistas. Hoje talvez muitos intelectuais estarão no enterro de Waldick, mas os ditos intelectuais tiveram que flexibilizar suas rasas opiniões para poder compreender que ele carregava uma outra forma de cantar, que não era a do folclore nordestino e nem a dos cult dos anos de chumbo da ditadura militar. Apesar disso, a maioria desses cantores, que não são citados nos livros oficiais, tiveram músicas censuradas. Como diz Odair José: “Só não era censurado quem não dizia nada”. A música Tortura de Amor (abaixo), de Waldick Soriano, por exemplo, foi censurada, apesar de ter sido composta e gravada em 1961, pois os militares não aceitavam que a palavra “tortura” fosse empregada em uma música.

Hoje que a noite está calma

E que minh’alma esperava por ti

Apareceste afinal

Torturando este ser que te adora

Volta fica comigo

Só mais uma noite

Quero viver junto a ti

Volta, meu amor

Fica comigo, não me desprezes

A noite é nossa

E o meu amor pertence a ti

Hoje eu quero paz

Quero ternura em nossas vidas

Quero viver por toda vida

Pensando em ti

Já em 1972, Egídio Eccio filmou Paixão de um homem, sobre a vida do cantor, e, em seguida veio O poderoso garanhão, dirigido por Antônio B. Thomé, de 1973. Waldick continuou cantando, principalmente no norte/nordeste, recebendo denominações como “música de puteiro” e “música de empregada doméstica”, mas recentemente suas músicas passaram a ser interpretadas por cantores que vão desde intelectuais da chamada MPB até remix de hip-hop. Na verdade, juntamente a outros como Odair José, Carlos Alexandre, Bartô Galeno, Genival Santos, Maurício Reis e tantos outros, Waldick Soriano é inclassificável dentro de um padrão musical melódico palatável pelo bom ouvido classe-média, não podendo ser catalogado, inclusive, no globolálico jargão “brega”.

Para quem quiser baixar músicas de Waldick pela internet, há uma amostra de músicas numa seleção que passa por toda a sua trajetória discográfica, pode baixar o último CD gravado, gravado ao vivo, ano passado, quando do documentário sobre sua vida, realizado e dirigido por Patrícia Pilar. O material internético não parece abrangente; existem algumas seleções, mas os discos originais não foram convertidos para arquivos para baixar, parece-nos. Por enquanto, para tomar aquela Da Melhor, só ouvindo no vinil…

Deixei minha cidade tão humilde e pequenina

Pra buscar felicidade e cumprir a minha sina

Eu sonhava ser cantor e ninguém acreditava em mim

Mas eu tinha o meu valor

Lutei muito e agradecido canto assim…

OS TOQUES DO PRESIDENTE LULA NO LANÇAMENTO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

Com o objetivo de monitorar e avaliar a saúde dos estudantes nas escolas pelo Brasil, o presidente Lula lançou quarta-feira (4), na cidade de Recife, o programa Saúde na Escola. O programa vai começar atendendo as escolas dos 690 municípios que tiveram baixo rendimento no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Idebe). A intenção é que sejam atendidas 2 milhões de criança ainda este ano.

Durante o lançamento do programa, Lula aproveitou para dar uns toques a respeito de outras iniciativas que o seu Governo Federal está fazendo. Ora alertando que não basta somente o Governo federal oferecer condições para um desenvolvimento social se as pessoas não participarem das ações proporcionadas, ora evidenciando a ternura e a suavidade que seu governo carrega consigo e espalha pelo país a fora.

1º Toque: campanha de vacinação contra a rubéola.

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Rubéola está marcada para terminar no dia 12 de setembro. Como Lula sabe que esta doença pode causar má-formação do feto, cegueira, surdez, retardamento mental ou problemas cardíacos no bebê, ele deu os toques:

Não seja irresponsável. Se você for casado e engravidar a sua mulher, a criança vai sofrer as seqüelas da rubéola.”

Queremos vacinar 70 milhões de pessoas, mas não vamos colocar a polícia para pegar ninguém na marra.”

Então, moçada, quem ainda não foi que vá e quem já pegou a vacina diga a quem ainda não foi que vá!

2º Toque: o toque.

Aproveitando que a Campanha está, carinhosamente, direcionada aos homens, devido pesquisas demonstrarem que no ano passado, dos 8.683 casos da doença registrados no país, 70% eram pacientes do sexo masculino, Lula, sem preconceito, deu um toque sobre o toque retal, cobrando para que os homens façam o exame para a prevenção do câncer na próstata.

3º Toque: a suavidade do governo de Lula embala as crianças.

Lula, efetivando o encontro entre saúde e educação, disse: “As crianças deste país terão o respeito do governo”.

E como este Governo federal de Lula dá estes toques e saca a necessidade de se trabalhar a saúde e a educação como produções necessárias a uma vida sem privações, na inauguração da Universidade do Vale do São Francisco, em Petrolina, o Sapo Barbudo, ainda disse que, por ele, em seu governo o vestibular acaba por conta do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Triste para quem sempre estudou em instituições de ensino privadas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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