Arquivo para 25 de outubro de 2008

DEBATE NA TV? NÃO, MAS…

…Amazonino se comportou como geralmente se comporta nos debates: irrequieto, inseguro, temeroso. Mostrando que não tem mesmo o que dizer, se segurou em alguns clichês, na tentativa de eliminar os argumentos do adversário.

No afã de capturar o eleitor-telespectador pelo complexo de inferioridade, tentou dar a todos os assuntos um aspecto de “dificuldade”. Para justificar a inexistência de idéias para o turismo ou o saneamento básico, por exemplo, conjurou a “complexidade” do assunto. Em outras palavras, subestimou a inteligência do eleitor. Em determinado momento, seu nervosismo permitiu o ato falho de chamar o prefeito de “Presidente Serafim”, talvez vendo no adversário materializados os seus medos e inseguranças. O verniz intelectual que tenta dar ao seu empobrecido discurso não vai além de algumas palavras colhidas no dicionário, na maior parte das vezes anos-luz distantes do seu significado real, ou no máximo bem delimitadas pela significação banal, do senso médio. Ao ponto de afirmar, sobre as invasões que povoaram a cidade (especialidade do seu governo, aliás) que “Manaus foi invadida pelas invasões. Tautologia mais que linguística, no caso de Amazonino.

Quase sem voz, não por rouquidão, mas dislálico, “engolindo” as últimas palavras, mal terminando a maioria das frases. Optou, como sempre, por tentar desestabilizar emocionalmente o adversário a apresentar improváveis argumentos – improváveis por não saber articulá-los, e pelos fatos que acompanham a sua trajetória política. Em alguns momentos, o tom de voz dava a impressão de quem estava prestes a chorar.

No plano das propostas, foi engolido por Serafim. Enquanto pensava em uma frota de caminhões a rodar pela cidade a debelar as emergências, Serafim falava em fortalecer presença da rede de atenção básica de saúde nos bairros. Enquanto falava que o turista só quer saber de selva, e não liga para a cidade, Serafim mostrava que, do aeroporto aos hotéis de selva, o turista gasta – e muito – dentro da cidade. Enquanto tentava convencer a população de que a privatização da água foi uma decisão acertada, Serafim mostrava que, não fosse isso, o governo federal poderia investir muito mais do que tem investido na resolução deste problema.

Serafim equivocou-se somente em dois momentos: quando permitiu que Amazonino saísse do debate afirmando que não ficou com o dinheiro da privatização, dando abertura para que ele anunciasse aos quatro ventos que não subtraiu o erário público sem contestá-lo, e no momento em que deixou a guarda aberta para que Amazonino decantasse as vantagens de ser prefeito na administração de Lula. Amazonino, que foi duas vezes governador na época do presidente FHC – de quem Amazonino é amigo, e que “ajudou” na aprovação da emenda da reeleição, e a quem o Farol de Alexandria chamava de “Imperador do Amazonas” – não podia reclamar de falta de atenção do governo federal, e mesmo assim, o Estado não foi beneficiado como o é no governo atual e com a prefeitura atual. Mesmo com Amazonino fazendo parte da tropa de choque do governo FHC-PSDB, o Amazonas sofria diuturnamente ataques ao modelo Zona Franca de Manaus por parte do governo federal, e jamais teve sequer um décimo dos recursos federais que ora chegam na atual parceria Serafim-Lula.

Afora estes deslizes, Serafim esteve seguro, tranquilo, soube argumentar com clareza e colocar didaticamente os pontos positivos e as dificuldades que teve nos quatro anos em que administrou Manaus. Sobrou, e engoliu o adversário.

As considerações finais, ao olhar de um eleitor atento, seriam suficientes para pontuar a diferença entre os candidatos: um, pautando-se no imaginário supersticioso, apelou ao misticismo teológico, citando zil vezes Deus, e “endeusando-se”, enquanto o outro delineou a sua proposta de governo, sublinhando os pontos positivos e conclamando a vitória no domingo. Detalhes de uma eleição que não escapam ao eleitor teologicamente atento, que tem olhos para ver e ouvidos para ouvir.

A nota funebre – desta forma mesmo, sem o acento no u – foi a ausência da democracia no final do debate. A mediadora não esperou o desligar das câmeras para mostrar que, na prática, a emissora não está na média, mas pende para um lado. Enquanto Serafim aproximou-se para cumprimentá-la, fazendo com a mão o gesto do “40”, ela desviou o caminho, e apertou a mão do outro candidato. Acrescente-se que Daniela Assayag, para um telespectador mais atento e informado, aparece como uma mediadora insípida, sem lucidez e dinamismo para mediar um debate, talvez porque, ainda que conste a mediocridade do caso, é necessário ao menos um míonimo de inteligência para coordená-lo. Mesmo os telespectadores/videotas, acostumados a ver Danielinha cobrindo alguma matéria sensasionalista, como um naufrágio ou uma “festa” de boi-bumbá no Sambódromo, perceberam uma aparente diferença. Não que os “jornalistas” que vieram de Rio/São Paulo sejam melhores, afinal a diferença é apenas aparente e todos são iguais, o mesmo, Redundância, clone. Talvez se queira dizer que ainexpressividade da medíocre mediadora seja decorrência da postura séria condigna a um debate eleitoral; mas a parcialidade dela no aperto de mão só revela o que todos já sabem: que ela e a emissora da qual faz parte são realmente muito sérias para a democracia.

O VOTO DO IMIGRANTE NA CIDADE DE MANAUS

Nesta eleição, junto com os votos dos manauaras de uma ou mais gerações, o voto dos imigrantes que transferiram residência e título de eleitor para Manaus será decisivo na hora da contagem e eleição do prefeito.

Neste voto, os imigrantes vindos do Pará, Ceará, Maranhão, Goiás, Acre e outros lugares, carregam também seus percursos, vivências subjetivas e entendimentos de mundo criados a partir da relação que estes aprenderam a ter nos lugares de onde vieram. Este aspecto não se nota apenas nas eleições, mas no comércio, na economia em geral, nas relações sociais e na própria visão de cidade, que se modifica conforme estas pessoas vão interferindo na existência de Manaus.

SUBJETIVIDADE “CALYPSO” X SUBJETIVIDADE “CARRAPICHO”

A partir daí é possível a criação de linhas intensivas diferentes daquelas que poderiam aparecer caso a eleição fosse estritamente decidida por eleitores manoniquins.

Dois tipos de votos imigrantes devem se manifestar nestas eleições: um, democrático, o outro, de conservação das forças reacionárias brasileiras.

No primeiro caso, são pessoas que fizeram a leitura da sua própria condição social, a partir do lugar onde viviam. Para isso, entenderam como os mecanismos econômicos, políticos, sociais, institucionais, funcionavam nas cidades onde viviam. Ao chegar a Manaus, elas trouxeram consigo a consciência crítica da análise realizada da sua própria existência e condição social no mundo. Estas pessoas votam de acordo com a sua leitura de mundo, e querem governantes que não reproduzam as mesmas relações de exploração e dependência que encontraram no seu lugar de origem ou em outras cidades por onde passaram. Como se manifestou, democraticamente, mesmo na mídia antidemocrática, uma professora: “Sou do Pará, mas estou aqui há 17 anos. Infelizmente as pessoas conhecem pouco a cidade, até mesmo coisas simples, como se deslocar ou pegar um ônibus. Isso é ruim porque dá abertura para políticos que têm pouco compromisso com a cidade”.

Já no segundo caso, outros imigrantes, que vieram para Manaus na perspectiva de melhora das condições de vida, mas sem ter feito a leitura da sua condição social, ao chegarem aqui, apenas reproduzem as relações e os entendimentos que já tinham em sua cidade. Daí, muitos maranhenses votarem em candidatos parecidos com Sarney, paraenses votando em gente parecida com Jader Barbalho, cearenses procurando eleger políticos da mesma lavra de Tasso Jereissati, e por aí vai. Políticos amazonenses que pertencem à mesma subjetividade anti-democrática e decadente que os citados, não faltam. São imigrantes que não entenderam a diferença entre um Calypso e um Carrapicho, entre o bumba-meu-boi do Maranhão e mesmo do Pará, e o boi bumbá cocanestlelizado de Parintins/Manaus. Que se alimentam das migalhas que caem das mesas dos governantes, e compõem misérias sociais.

Que neste domingo prevaleça o voto dos verdadeiros imigrantes, os desterritorializados, que carregam novos dizeres e saberes, necessários à construção da democracia na aniversariante cidade de Manaus!

i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ O BRASIL APRENDEU A “LIÇÃO DE CASA”? O aprendizado é relativo aos ensinamentos do ex presidente do Banco Central dos EUA (FED), Alan Greenspan. E a “lição de casa” é a defesa da auto-regulamentação do mercado, da privatização, e da política econômica (neo?)liberalista. Segundo texto de Rodrigo Vianna, na Agência Carta Maior, esta lição de casa, a qual o Brasil teria que aprender, era (ou ainda é?) sempre lembrada pelos então especialistas nas áreas, recomendando a dita “lição”. Mas a própria lição foi desaprovada, pelo menos parcialmente, pelo próprio mestre. Greenspan admitiu que errou, mas parcialmente, ao defender um modelo político econômico centrado na auto-regulamentação do mercado, à procura de um desenvolvimento mais rápido. Os alunos, seguindo a sombra de seu mestre, temiam qualquer menção à estatização e faziam repercutir os ensinamentos aqui no Brasil. Contudo, podemos nos aperceber, com esta crise, que a compreensão do processo e dos acontecimentos econômicos não podem ser reduzidos a uma economia fundada em especulações financeiras com créditos, débitos e valores monetários ligados ao consumo. De que maneira um país poderia aprender esta “lição de casa” se não fosse pela via de fazer com que as produções materiais e imateriais do povo não passassem de mão de obra barata de empresas privadas interessadas em manter as contradições engendradas e impostas pela subjetividade capitalística? Para isso, este país teria que aceitar a existência de um único modelo econômico ao qual a produção humana não é para a criação de um espaço público onde exista o bem comum (democracia), mas somente destinado a conservar uma sociedade onde a produção é já engolida pela rapidez do consumo eterno. Como se a economia estivesse restrita ao dinheiro e não à produção de ações que preservem as relações entre as pessoas em todos os seus níveis. O Brasil, ao contrário, no atual governo federal, diferente do governo anterior, realiza um trabalho que garante a sua economia devido à existência de bancos estatais fortes, empresas que não foram privatizadas e políticas públicas includentes. É como diz Maria da Conceição Tavares: “O problema é que eles acreditam no mercado. Essa é a tragédia. Esperaram até o limite da irresponsabilidade para intervir. Aí perderam o controle e estão diante do pânico: ninguém empresta a ninguém, entupiu o sistema circulatório do capitalismo”. Ainda bem que o Brasil não aprendeu a “lição de casa”. I inda tem françêis…

@ SERRA E KASSAB, A MÁFIA PAULISTA é um vídeo que Daniel Pearl, do blog DesabafoPaís, fez com várias situações, como o confronto entre as polícias Civil e Militar, que demonstram todo o despreparo e truculência das forças policiais e da forma de governar do DEM-PSDB. “Quem não vai gostar é os almofadinhas do “CANSEI” e os neuróticos jornalistas da Folha de São Paulo, Estadão, Veja, Rede Globo, SBT, Rede Record, RedeTV, Correio Brasiliense, O Globo, Jornal do Brasil e O Dia”, provoca Daniel. O DesabafoPaís entra numa proximidade democrática com diversos outros blogs, inclusive este bloguinho, no Blogueiros com Marta. O vídeo, que também pode ser visto pelo youtube, faz pensar o voto em São Paulo como uma escolha entre a lucidez democrática e a perversidade tirânica. I inda tem françêis…

@ TRE-MT VETA SAQUE ACIMA DE R$5 MIL ATÉ O FIM DAS ELEIÇÕES. Candidatos,coligações, Partidos Políticos, pessoas ligadas a legendas estão proibidas de efetuarem saques acima de R$ 5 mil em todo o estado do Mato Grosso até o fim das eleições no segundo turno. Até as pessoas que não estejam nestas classificações, mas que não conseguirem comprovar que o dinheiro não será usada para beneficiar algum candidato, podem ser impedidas de fazer o saque acima do valor estipulado pelo TRE-MT. A medida foi tomada devido às muitas denúncias de compra de votos. Legalmente, a medida é uma ação que beneficia o processo democrático eleitoral. Ainda permite que a população possa logo identificar quem são aqueles interessados em emperrar a liberdade e a responsabilidade coletiva do voto. Se o TR-MT tomou esta iniciativa, que ela se prolongue em todos os lugares onde haverá segundo turno, no voto como escolha consciente e responsável engajada com a criação da cidade como um habitat sem privações. I inda tem françêis…

@ “A RUA E A ESQUERDA SE MOBILIZAM CONTRA BERLUSCONI é o título da reportagem no Le Monde Fr. Desde sua eleição (a terceira) para primeiro-ministro italiano, “il caimano”, aquele que provavelmente papa o prêmio da figura mais grotesca da política européia, deixando até Sarkosy para trás, vinha conseguindo manter sua popularidade em alta, como sempre fez, através da demagogia, dos acordos tácitos, a ponto do cineasta Nanni Moretti falar em “desaparecimento da opinião pública”. Mas eis que a ministra da educação, Mariastella Gelminni, pretende fazer um corte orçamentário de vários milhões de euros e a supressão de aproximadamente 140 mil postos de trabalho. “Hoje a rua se revela”, diz o Le Monde. Dezenas de milhares de professores, de estudantes universitários e de estudantes de ensino médio (lycéens). Duas greves foram anunciadas: 30 de outubro nas escolas e nos liceus e dia 14 de novembro nas universidades. Parece que, tal qual a vez anterior, Berlusconi não ficará por muito tempo bancando o dono do poder. I inda tem françêis…

Vamos que vamos.

Pois se formos amanhã

É porque não fomos agora…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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