Arquivo para 20 de novembro de 2008

RESULTADO DO ENEM 2008

Quem fez as avaliações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2008 já pode conferir o resultado de seu desempenho individual no sitio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os resultados por Estado ainda não foram disponibilizados. Posteriormente os boletins individuais serão enviados pelos Correios.

Mais informações sobre o resultado do Enem 2008 acessar Agência Brasil.

TRE/AM “ABSOLVE” HENRIQUE OLIVEIRA E CONFIRMA PATOLOGIA INSTITUCIONAL

A psicopatia se realizou. O TRE/AM “absolveu” o apresentador e esplorador da miséria social, Henrique Oliveira, por 4 votos a 2.

Votaram a favor de Henrique o relator do processo, Francisco Maciel, Graça Figueiredo, Elci Simões e Mário Augusto Costa. Contrários a Henrique e a favor da lucidez institucional, Agliberto Machado e Joana Meirelles.

O argumento da relatoria do processo é o de que o artigo 366 do código eleitoral é anterior à constituinte de 1988, e conflitaria com a constituição federal, já que restringe o direito à participação do cidadão Henrique Oliveira no processo eleitoral.

Argumento que causou estranheza à juíza Joana Meirelles, que chamou a atenção ao fato da lei, mesmo anterior à Constituição Federal, ainda estar valendo, já que nenhuma outra lhe veio sobrepor. Atentou, portanto, para o fato pura e simples de que a lei existe e tem de ser cumprida, e se há distorções, devem ser sanadas pelo Legislativo, e não pelos juízes do pleito amazoniquim.

Já a desembargadora Graça Figueiredo alegou que a “simples” filiação partidária não implica necessariamente atividade política. Entendimento que contradiz a tese aristotélica, filósofo caro aos fundamentos do Direito, para quem todo homem “é um animal político”. Graça, com seu gracioso argumento, deixa dúvidas se realmente tem conhecimento do caso analisado, já que o julgado, Henrique Oliveira, “simplesmente” se filiou, disputou e venceu uma eleição, apesar de ser funcionário do TRE/AM e haver uma legislação proibitiva à ação dele. Para Graça, também a legislação é antiga, remonta à Ditadura Militar, e por isso não deve ser levada em conta.

A OAB não se pronunciou quanto à profundidade e força intelectiva dos argumentos usados na absolvição de Henrique Oliveira. O procurador, André Lasmar, afirmou que vai recorrer da sentença.

DURA LEX, NON SEDE LEX, SE ELA FOR ELEITORAL

Com a argumentação dos magistrados amazonenses, já se iniciaram as movimentações para salvar antigas tábuas de leis. Se para eles é aceitável que uma lei perca a sua aplicabilidade sem que antes não tenha havido discussão no poder Legislativo para substituí-la ou simplesmente aboli-la, então correm perigo a Cosntituição Norte-Americada (que data de longínquos 1787), a Declaração dos Direitos Humanos (que é de 1948, anterior à ditadura, ainda que esta nunca tenha, na sua prática, sido adotada em território nacional, muito menos em Manaus) e até mesmo, em pleno Dia da Consciência Negra, a própria lei da Abolição da Escravatura, que além de velha (1888), deve ser, aos olhos dos magistrados do TRE/AM, mal elaborada, já que consta de apenas uma “simples” frase: “É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil”. Embora, é claro, a pena da Princesa Isabel não tenha, de fato, abolido a prática no país, nem à época e nem na atualidade.

Quanto a afirmar que o artigo 366 fere o princípio constitucional do pleno direito à participação, já que não permite ao cidadão que é funcionário público disputar cargos políticos, também não se sustenta, já que trata-se de uma regra. Da mesma forma, nenhum brasileiro pode disputar cargos políticos sem estar filiado a um partido político. Condição sine qua non para a militância política de acordo com a legislação nacional, a filiação partidária, para a desembargadora Graça, não constitui necessariamente um ato político. Além disso, a constituição prevê a participação política do cidadão brasileiro de forma direta e indireta. Não há nenhuma proibição do direito/dever do voto (participação política indireta) para os funcionários do TRE.

Trata-se, além de argumento débil, de teratogenia jurídica, já que simplesmente se ignora a existência da lei, não obstante ela exista, não tenha sido relaxada ou abolida.

IPEA REVELA FENÔMENO DE “ESCURECIMENTO DA POPULAÇÃO”

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou hoje, Dia Nacional da Consciência Negra, estudo onde mudanças no modo de pensar das pessoas revelaram um Brasil que para além de dados demográficos quantitativos se assumi como um país negro, afirmando um “escurecimento da população”.

Segundo a Agência Brasil, de acordo com a publicação Desigualdades Raciais, Racismo e Políticas Públicas 120 anos após a Abolição, até o início dos anos 90, a população negra vinha aumentando de modo ‘relativamente lento e vegetativo’, por meio de uma taxa de fecundidade um pouco mais alta para pretos e pardos – além do fato de que descendentes de casais de negros e brancos terem maior probabilidade de ter filhos pardos”.

O estudo evidência o fato social das pessoas passarem a ter menos vergonha de se identificarem como negras e diminuírem a idéia de querer se “branquear” para se legitimarem socialmente.

Segundo o estudo, o movimento negro e a visibilidade maior da negritude como agente ativo dentro da sociedade contribuem para esta significativa mudança. “À medida que o debate da identificação racial ganha as páginas dos jornais e a sociedade vê que é um tema legítimo; que negros são apresentados nas telenovelas como personagens poderosos e não apenas empregados domésticos; são vistos compondo o Supremo Tribunal Federal (STF) e ocupando os mais diversos cargos na política; que o movimento negro sai da marginalidade e ocupa espaços no debate político, a identidade negra sai fortalecida”.

UM ESTUDO POSITIVO

A positividade do presente estudo salta da percepção de que ele não se limita à análise de dados constituídos e regulamentados por uma subjetividade segregadora. Onde a diferença entre os indivíduos passa a ser determinante em razão da cor, da classe social, da renda, de aspectos ascendentes, étnicos entre outros limitadores morais da força ontológica de cada um no mundo. Ao contrário, o estudo verifica a movimentação da potência negritude no Brasil. Movimento que ultrapassa as ações nocivas da falsa igualdade imposta pelo capitalismo onde ser igual é está preso a padronização dá lógica do mercado. Assim, seja negro, seja homoerótico, seja mulher, seja idoso, seja mendigo, seja o que for, é igual, legitimado na sociedade, quando se constitui como um consumidor ativo. Mas lá onde não há a cor nem a segregação impostas pelas regras e lei morais, há uma duração intensa. É lá onde a negritude é o devir minoria.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

Quien quiera entender como funciona el mundo deberá entender el fútbol”.
Roberto Perfumo (ex-jogador argentino).

CHAGÃO PERGUNTA

O ‘Chagão!’ quer saber: Em 1997, numa propaganda que convidava o reticente telespectador estadunidense a acompanhar o futebol/soccer do Mundial 1998, o slogan era: “seja testemunha de como o peixe grande devora o peixe pequeno”. No torneio, no entanto, além da “pequena” França, que devorou o gigante Brasil, houve um time que devorou muito grande, pela lendária defesa que montou. Qual selecionado era esse? Resposta: com a defesa formada por Arce, Rivarola, Gamarra e Ayala, além do goleiro Chilavert, o Paraguai surpreendeu os críticos naquela péssima Copa do Mundo de 1998, e só caiu diante da França, por 1 a 0, na prorrogação. O time só levou dois gols, e o zagueiro Gamarra, conhecido da torcida brasileira, só foi fazer uma falta no jogo contra os bleus. O técnico era Paulo César Carpegianni.

CONTA OUTRA, LEONOR!

Embora no futebol brasileiro alguns jogadores brancos tenham obtidos destaques a ponto de conseguirem grande notoriedade, a história do futebol no Brasil não pode ser contada e compreendida sem passar pela leitura da produção negra.

A própria introdução do futebol no Brasil pelo branco já trazia uma força de propulsão capaz de incitar o negro a atuar neste esporte. Dois motivos mostravam-se sedutores ao negro.

  • O seu deslocamento do contexto social, imposto pelo branco, pós abolição, que lhe permitia mais tempo para observar e entender os acontecimentos nacionais.

  • A identificação de seu vigor e sua gesticulação, como fluxos-corporais diversificado, com o ludos do esporte que não era acompanhado criativamente pelos brancos que o praticavam.

Dotado destes motivos, o negro não se intimidou para adentrar no jogo, apesar de toda proibição e discriminação, por tratar-se um esporte-hobby de branco, e mostrar sua criatividade através de suas gingas e sagacidades de movimentos. Mesmo com o utilitário “pó de arroz” discriminador. Assim, com o passar do tempo, tornou-se a maior expressão, tanto em qualidade como em quantidade, do futebol brasileiro. Nisso formou uma nova atitude social frente a sua condição étnica, que já não era mais vista tão somente como elemento excluído, como outrora. Passou, no que o futebol proporcionava, a ter mais orgulho de si, frente ao reconhecimento que passou a ter de outras instâncias sociais.

O PODER POLÍTICO DE TRÊS CRAQUES

Todavia, a respeitabilidade negra-futebolística não se deu apenas na glória conquistada nos estádios. A grande atuação, ou a grande jogada, aconteceu com posições políticas assumidas por alguns negros, não somente em relação a direitos próprios, mas, também, em relação aos direitos dos brancos. E para enfileirar uma ginga de craque, e marcar alguns gols de placa, apontamos apenas três forças do Black Power do futebol brasileiro que lutaram e lutam em enunciações variadas em que os direitos necessários ao livre movimento do cidadão são obstruídos pela ambição e irracionalidade.

Paulo César Caju, craque do Botafogo e da Seleção Brasileira. Inteligência cima da média dos jogadores brasileiros, foi um irreverente lutador pelos direitos dos jogadores. Um dos primeiros, juntamente com o branco Afonsinho, outro craque do Botafogo, a reivindicar o direito do passe do jogador e seus direitos trabalhistas. Formado em Letras, quando pela Europa, experimentou idéias que lhe permitiram maior percepção e entendimento de sua condição de negro, jogador e homem.

Vladimir, craque do Corinthians, um dos poucos zagueiros do futebol brasileiro com garbo e lealdade no trato com a redonda e os adversários. Foi um dos principais criadores da democracia corinthiana ainda nos reflexos da ditadura. Imbricou-se pela formação política, entrou para o velho PT, hoje um tanto nostálgico, tornou-se sindicalista e participou da gestão Erundina na prefeitura de São Paulo como responsável da área esportiva.

Richarlysson, craque do São Paulo. Como negro envolve-se contra as três teses negativas produzidas pela estupidez segregacionista: 1 – Discriminação racial. 2 – O homossexualismo no futebol. 3 – Ser negro, jogador de futebol e homossexual. Em todas as três vem obtendo resultados positivos com inteligência e altivez dos que sabem que viver não é se submeter a tirania dos infelizes. E de que quebra, ainda enfrenta a fobia-sexual da mídia e da torcida recalcada.

Então, nessa comemoração maior das fraternidades étnica-política, juntemos estes devires futebolísticos e cartografemos nos desejos cognitivos/afetivos. O resto? O resto é dor.

Valeu, e continuamente valerá, Zumbi!

LINHA DE PASSE

Se foi verdade ou apenas mais um factóide da sequelada imprensa inglesa, a suposta declaração do auxiliar técnico da seleção escocesa, o inglês George Burley, teve resposta à altura por parte de Diego Maradona. Como o técnico argentino não carrega elementos dolorosos da dívida futebolística e existencial em relação ao seu passado, pode se movimentar pelas lembranças com lucidez, e analisar as questões com sapiência. George Burley havia supostamente afirmando que, quando as seleções se encontrassem em Glasgow, para o amistoso de ontem, não iria cumprimentar o homem que “acabou” com o sonho da Inglaterra de conquistar o Mundial de 1986. Leia-se: com a chance dele, Burley, ser campeão do mundo. Refere-se, claro, à mítica semifinal, onde Maradona só não fez chover para não dar aos críticos a certeza de que é deus. Ao que Maradona, ao chegar à Escócia, respondeu, com serenidade e a acidez que lhe é peculiar: “não me interessa dar a mão a Terry Butcher (açougueiro). Estou bem com quem tenho que estar bem. Não sei por que Butcher não quer me dar a mão. Eu deixo que faça a vida dele, e eu faço a minha. Não morro e continuo dormindo igual se Butcher não me dá a mão”. Maradona ainda aproveitou para lembrar aos ressentidos ingleses que em 1966, única copa conquistada pelos autoproclamados inventores do futebol, em casa, o caneco foi levado com um “gol que não foi”. “Que não entrou por um pedacinho assim”. (e fez um gesto com as mãos separadas). A imprensa inglesa, como a brasileira, não está preparada para a inteligência e a honestidade. Mais um golaço de Don Dieguito, que ainda faturou o amistoso por 1 a 0, dizem, com um bom futebol.

* * *

E o Internacional chegou lá. Se haverá virada de mesa e o clube disputará a Libertadores em seu centenário, ainda não se sabe, mas enquanto o Grêmio patina no Brasileirão, o arqui-rival passeia nos gramados da América do Sul. Os colorados, que já haviam ganhado a partida no México, não sucumbiram à síndrome da Despedida do Joel, e sapecaram 4 a 0 no Chivas Guadalajara. Esperam o adversário do choque local entre Argentinos Juniors e Estudiantes de La Plata. Promete-se um grande embate entre o tardiamente melhor time do Brasil e um sempre esforçado e perigoso argentino, venha quem vier.

* * *

A FIFA deu o prazo até amanhã para que o governo peruano reconduza Manuel Burga ao comando da FPF. Burga, como você acompanhou nesta coluna, é acusado de gestão fraudulenta e de não adaptar a federação de futebol à nova lei esportiva do país. O presidente Alan Garcia já teria enviado carta à entidade internacional de futebusiness solicitando um prazo maior para a resolução da pendenga, enquanto a imprensa brasileira continua seu lobby para que as vagas órfãs na Libertadores sejam distribuídas por aqui. Se bobear, até o Corinthians leva uma…

* * *

Não haverá rodada do campeonato uruguaio no próximo final de semana. Os incidentes envolvendo uma torcida organizada do Nacional de Montevidéu, na partida contra o Danubio, que venceu pro 1 a 0 e tirou a liderança do tricolor fizeram com que a AUF interrompesse o certame por um final de semana até que tudo esteja esclarecido. A torcida, conhecida como “Banda do Parque”, entediada com o time, que perdia o jogo e a ponta do torneio em campo, resolveu açodar a torcida adversária, roubando uma bandeira. O couro comeu e o jogo terminou com invasão de campo e uma batalha que durou quase dez minutos e só terminou quando as torcidas bem o quiseram, já que a intervenção da polícia foi débil.

CAMPEONATOS NACIONAIS

Copa do Brasil de Futebol Feminino: na rodada de ida das quartas-de-final, em Manaus, a equipe da Nilton Lins sofreu para ganhar do Boa Vontade, por 2 a 1, de virada. O primeiro tempo foi dominado pelas maranhenses, enquanto as amazonenses tentavam na base do chutão. Somente no segundo tempo, e em desvantagem, a equipe local se equilibrou, jogou melhor, e virou o jogo. A partida de volta.

AMISTOSOS INTERNACIONAIS

Enquanto os argentinos comemoravam o que consideraram uma boa estréia d’El Pibe D’Oro no comando técnico do time, no Brasil, o amistoso entre os amarelos e os lusos teve clima de festa pré-eleições 2010. Demos, tucanos, José Dirceu, ex-jogadores, a festa na cidade de Gama teve menos o foco na seleção de Dunga do que no governador José Roberto Arruda. No jogo, apesar dos lusos saírem na frente, o Brasil não deu chance e goleou por 6 a 2, em clima de festa, onde a estrela Cristiano Ronaldo não fez boa exibição, mas agradeceu o carinho dado pela torcida brasileira. Até Dunga, dizem, sorriu na coletiva de imprensa. Talvez por não ver realizado o desejo de parte da imprensa esportiva, que afirmou ser este o seu último jogo pelo selecionado local.

Outros resultados de “amigáveis” de ontem:

Espanha 3 – 0 Chile

França 0 – 0 Uruguai

Escócia 0 – 1 Argentina

Holanda 3 – 1 Suécia

Alemanha 1 – 2 Inglaterra

África do Sul 3 – 2 Camarões


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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