Arquivo para 21 de novembro de 2008

CLINAMEN

___ oblíquas variações infinitas dos corpos ___

_______________Dissolução____________)))))))________Um curso não é uma meta com meios providentes para um fim objetivado. Um curso é um devir que ora é apanhado por corpos, ora apanha corpos em um processus in infinituum____________

____________(((((((((((((((((((((((((((((((((())))))____________Em sua construção etimológica-histórica, indivíduo salta do latim individuum e desdobra-se no grego, atomon. Corpus singular e indivisível. Como corpus social é uma potência individuação. Aí o medo das tiranias e o desespero em aprisioná-lo com seus medos apocalípticos_______________________(((((((((((((((((_____________A escola, como instituição arquitetônica, apanha o aluno, sem luz, para que o reflexo segmentado do professor inscreva em seus corpus cognitivo/afetivo os pontos geométricos do Estado. Enquanto o porteiro fecha o portão ao educando e ao educador_____________)))))))))
))))))))))))))))))(((((((((((((_____________Sobre Deus e seus préstimos
Nietzsche diz: “Deus está morto!” Sartre diz: “Se Deus está morto, tudo é permitido.” Deleuze diz: “Se Deus existe tudo é permitido.” Os “políticos” dizem: “Vivo ou morto, Deus serve para alguma coisa. Tem préstimo: serve para ganhar eleição.”__________________

____________________))))))))))))))))))))))))))__________O sorriso do tirano é a película de seu medo. A imagem que ele não consegue manter aprisionada, e impedir que ela chegue ao exterior________________((((((((((((((((((((((()))))))___________________Antes a escola era o território onde os saberes se movimentavam como liberdade. Hoje, dado o seu corpus arquitetônico-presidiário, é o olho paranóico de onde seus habitantes fantasiam a liberdade fora_________))))))))))))(((((((()))))))_________Maior mentira dos amantes “Te amarei por toda a vida”. Como o amor é um processual infinintuum, escapa a pontuação temporal. Logo, os amantes não encontram-se em sua duração__________

(((((((((((((()))))))))))))))____________O filósofo Walter Benjamin disse sobre a temporalidade da câmara cinematográfica: “A câmara confere ao instante uma espécie de choque póstumo.” Daí quê, se não for cinema, o público verá tão somente uma sessão necrofílmica

VAGAS PARA ESTAGIÁRIOS INDÍGENAS NA CAIXA ECONÔMICA ESTÃO ABERTAS

A Caixa Econômica Federal está abrindo 300 vagas de estágio para indígenas em todo o Brasil para os níveis médios e superior, em diversas áreas. As vagas serão preenchidas de acordo com a necessidade do banco federal em cada Estado. Para participar da seleção do estágio de nível superior, a Caixa exige que o estudante esteja no terceiro semestre letivo, para cursos de três a três anos e meio de duração, e no quinto semestre para cursos com quatro e cinco anos. Há vagas para áreas como administração, direito, psicologia, comunicação, engenharia, entre outras.

As inscrições devem ser feitas no Centro de Integração Empresa-Escola-CIEE (www.ciee.org.br) e Instituto Euvaldo Lodi – IEL (www.iel.cni.org.br).

Foi um protocolo de intenções assinado esta semana entre a Caixa Econômica Federal e a Fundação Nacional do Índio (Funai), com vigência de dois anos, que possibilitou esta ação. Para Olavo Perondi, gerente operacional de Responsabilidade Sócio-Empresarial da Caixa, o banco federal está “assumindo uma ação de responsabilidade social, de ajudar essas pessoas a se inserirem no mercado de trabalho e concluírem os estudos“.

Olavo Perondi, ainda falou sobre:

A dificuldade dos indígenas em concluírem seus estudos – “Eles até conseguem acesso ao ensino superior, por causa da política de cotas, mas muitos não permanecem porque não têm condições financeiras de se manter, comprar livros, alimentos”.

A quantidade de vagas oferecidas – “Sabemos que 300 vagas é pouco, mas tem um caráter simbólico, pois os indígenas podem ter acesso a estágio na Caixa através de outros meios, inclusive através da cota do Prouni – que tem duas mil vagas atualmente”.

Fonte: Diário de Pernambuco.

PROJOVEM URBANO: INSCRIÇÕES ABERTAS!

O PROJOVEM, programa do governo federal de bolsas de auxílio para jovens que pretendem terminar o ensino fundamental mudou, e a sua nova versão está com inscrições abertas (e MANAUS está entre as cidades que terão inscrições em novembro e início das aulas em fevereiro de 2009):

O QUE É O PROJOVEM URBANO?

O ProJovem Urbano é uma das quatro modalidades do novo programa integrado de Juventude – ProJovem, lançado no final de 2007, com a unificação dos programas Agente Jovem, Saberes da Terra, ProJovem, Consórcio Social da Juventude, Juventude Cidadã e Escola de Fábrica. Juntos esses programas atenderam, anteriormente, 467 mil jovens e, com a unificação, vão beneficiar mais de 3,5 milhões de jovens até 2010”.

As outras três modalidades do Programa são: ProJovem Adolescente (Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome), ProJovem Campo (Ministério da Educação) e ProJovem Trabalhador (Ministério do Trabalho e Emprego). A gestão do ProJovem Urbano está a cargo desse três Ministérios, sob a coordenação da Secretaria-Geral”.

Sob coordenação da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral da Presidência da República, o ProJovem Urbano é uma reformulação do antigo ProJovem, que em três anos matriculou mais de 237 mil jovens em todo o país”.

Além da expansão do número de beneficiados, o novo Programa ampliou a faixa etária para 29 anos e abriu a possibilidade de matrícula para quem apenas sabe ler e escrever. Além disso, o aluno pode estar trabalhando formalmente, com carteira assinada, o que não era possível anteriormente”.

Para participar o candidato deve ter entre 18 e 29 anos, saber ler e escrever e não ter concluído o ensino fundamental (8ª série). No ato da matrícula, o jovem deve apresentar a carteira de identidade ou a certidão de nascimento”.

O curso tem duração de 18 meses e combina, de forma inovadora, a formação do ensino fundamental com iniciação profissional e práticas de cidadania, além de acesso à informática. O aluno que entregar os trabalhos mensais e tiver freqüência de 75% às aulas receberá um auxílio de R$ 100,00 por mês”.

O período de matrículas estipulado pela Coordenação Nacional do ProJovem Urbano vai até o final de fevereiro de 2009, em 85 municípios e 23 estados. Dentro desse prazo, as cidades e estados estabelecem as datas para realizar as matrículas dos alunos”.

Mais informações podem ser obtidas na Central de Relacionamento do ProJovem Urbano, no telefone 0800 722 7777, que funciona em todo o país, de segunda à sexta, das 7h às 23h, e sábados, domingos e feriados, das 8h às 20h”.

COMO PARTICIPAR?

Quem pode se matricular no ProJovem Urbano?

Jovens entre 18 e 29 anos que sabem ler e escrever e que não concluíram o ensino fundamental (8ª série).

O que o ProJovem Urbano oferece?

Formação no ensino fundamental, cursos profissionais, aulas de informática e auxílio de R$ 100,00 por mês. O Programa tem duração de 18 meses.

Qual a documentação exigida para a matrícula?

Apenas documento de identidade: certidão de nascimento ou R.G.

Central de relacionamento do ProJovem Urbano:

LIGUE
0800 722 7777

Fonte: Portal Projovem Urbano.

TEATRO NEGRO DO BRASIL — UMA EXPERIÊNCIA SÓCIO-RACIAL

Entrevista* do Bloguinho Intempestivo com o economista, poeta, escritor, ensaísta, dramaturgo, teatrólogo e ator-negro Abdias do Nascimento no Quilombolas Bar A Linha Poiética da Negritude, na encruzilhada das alegrias ao som de cantos, pontos, atabaques, cana macia e braba, e um apimentante sarapatel de bode e um porco morto de paixão.

Bloguinho Intempestivo (Alegria dionisíaca, contentamento, subjetividade festeira nos 120 anos da abolição, e Dia Nacional da Consciência Negra) Abdias, nosso “nego”, que negócio é este de tu entrares no movimento teatral sem ter sequer um indicador e depois se transformar uma dais maiores personagens do teatro brasileiro? Quais os entrelaçamentos ontológicos te apanhavam no momento da entrada?

ABDIAS DO NASCIMENTO (Só sorriso, e muito charme)Várias interrogações suscitaram ao meu espírito a tragédia daquele negro infeliz que o gênio de Eugene O’Neill transformou em O Imperador Jones. Isso acontecia no Teatro Municipal de Lima, capital do Peru, e ao impacto da própria peça juntava-se outro fato chocante: o papel do herói representado por um ator branco tingido de preto. Aquela época, 1941, eu nada sabia de teatro.

BIO que te levou a assistir à peça em Lima?

ANMomentos antes de me dirigir ao espetáculo, acabara de pronunciar, economista que era, uma conferência no Seminário de Economia da Universidade Mayor de San Marcos. Não possuía a qualificação técnica para julgar a qualidade interpretativa de Hugo Deviéri, porém, algo denunciava a carência daquela força passional requerida pelo texto e que unicamente o artista da raça negra poderia infundir à vivência cênica do protagonista. Por que um branco brochado de negro? Pela inexistência de um interprete dessa raça?

BI (Cortando)E no Brasil…

AN (Continuando, apanhando a deixa)Entretanto lembrava que em meu país, onde mais de vinte milhões de negros somavam a quase metade de sua população de cerca de 60 milhões de habitantes, na época, jamais assistira um espetáculo cujo papel principal tivesse sido representado por um artista da minha cor. Não seria, então o Brasil, uma verdadeira democracia racial? Minhas indagações avançavam mais longe: na minha Pátria, tão orgulhosa de haver resolvido exemplarmente a convivência entre pretos e brancos, deveria ser normal a presença do negro em cena, não só em papéis secundários e grotescos, conforme acontecia, mas encarnando qualquer personagem Hamlet ou Antígona desde que possuísse o talento requerido.

BINão acontecia.

AN Ocorreria de fato o inverso: até mesmo um O Imperador Jones, se levado aos palcos brasileiros, teria necessariamente o desempenho de um ator que pintaria de negro sua pele branca, a exemplo do que sucedia desde sempre com as encenações de Otelo.

BIAté nas peças nativas?

ANMesmo em peças nativas tipo Demônio Familiar (1857), de José de Alencar, ou Iaiá Boneca (1939), de Ernani Fornari em papéis destinados especificamente a atores negros se teve como normas a exclusão do negro autêntico em favor do negro caricatural.

BI (Esfregando as mãos)Então, fostes à luta?

ANEsta não poderia outra que a decisão de fazer alguma coisa para erradicar o absurdo que significava para o negro e os prejuízos de ordem cultural para o meu país. Ao fim do espetáculo tinha chegado a uma determinação: no meu regresso ao Brasil, criaria um organismo teatral aberto ao protagonista do negro, onde ele ascendesse da condição adjetiva e folclórica para a de sujeito e herói das histórias que representasse. Antes que uma reivindicação ou um protesto compreendi a mudança pretendida na minha contribuição ao Humanismo que respeita todos os homens e as diversas culturas com suas respectivas essencialidades.

BIImbricações políticas/sociais/raciais, forças, embates, novos desejos foram se entrelaçando?
ANAntes do ano de 1944, quando concretizei, no Rio de Janeiro, a fundação do Teatro Experimental do Negro – T.E.N. àquelas preocupações iniciais outras se juntaram, e na reflexão e na crítica o projeto primitivo se tornou mais profundo e complexo. Perguntava-me: “O que poderia haver, para além da barreira ornamental da cor, justificando a ausência do negro na cena brasileira? Seria válida a hipótese de sua incapacidade para representar papéis sérios, de responsabilidade artística? Talvez fosse só considerado capaz de fazer o moleque pitoresco ou personagem folclórico? Existiriam implicação mais profundas, uma diferença básica de concepção artística e expressão teatral? Por ventura condicionamentos exclusivistas e conflitantes de uma estética branca e de uma estética negra?”

BI (Sorrindo)E aí, qual foi?

AN (Gargalhando)Impunha-se assim um recuo histórico para a decifração das condições que tínhamos pela frente, e quem sabe o encontro da luz que iluminaria o roteiro que o Teatro Negro do Brasil haveria de percorrer. De saída convém reiterar o óbvio: uma colônia-Brasil é modelado segundo os padrões originários da metrópole Portugal. O Brasil de 1500 é isto: simples cenário ao exercício da cobiça predatória de Portugal. Mero apêndice do império português feitoria agrícola e os colonizadores, menos que povoar, tinham como tarefa iminente arrancar do território recém-descobertos o máximo de produtos tropicais, ouro e esmeraldas, para abastecer os mercados europeus.

BIAí a introdução do negro como escravo, o índio tá fora: não se adapta ao trabalho forçado.

AN (Mais gargalhada)Não foi em vão que os portugueses foram os primeiros europeus a pisar o solo africano abaixo do Saara… Um dos pretextos do imperialismo era a dilatação da fé e a conversão dos gentios. A fim de salvar a alma dos indígenas e, em contrapartida, ajudar a manutenção do regime escravocrata africano, para cá vieram os padres jesuítas. Coube a eles, precisamente ao padre José de Anchieta, as primeiras iniciativas de teatro no Brasil.

BIDizem que ele é o criador do teatro brasileiro.

AN (Pausa. Gargalhada)Anchieta escreveu vários autos sacramentais de forma européia, representados pelos indígenas conversos; a primeira dessas representações aconteceu entre 1567 e 1570 com o Auto Pregação Universal.

BIOs portugueses chegam com uma semiótica-despótica, certo? O que saltava daí em relação à dominação sobre o negro?

ANIsto: os costumes e uma pretensa ciência antropológica dogmatizavam a inferioridade da raça negra. Não se esgotavam, contudo, no âmbito político ou da economia, as ambições espúrias daquela racionalização imperialista. Ela transbordou-se para o campo da ética, da estética e da religião. (…) Uma verdadeira cosmovisão da brancura pressionou e degradou os valores da metafísica negra, da moral negra, da beleza negra.

BIEntão o negro no Brasil foi vítima de um estupro?

ANVítima de duplo estupro: espiritual e sexual; à violação de sua cultura original correspondeu a violação da mulher negra, mais que prostituída, transformada em uso do colonizador branco.

BIO que se constituiu como força de embate como luta pela liberdade.

ANO escravo, de todas as formas possíveis perseguia a recaptura de sua liberdade e dignidade, criando os quilombos e procurando manter vivos seus costumes e crenças. Ao tempo dos autos jesuítas do século XVI, também os escravos, por ocasião do Natal até Reis, promoviam a representação de seus autos profanos: a Congada ou Congo, as Taieiras, o Quicumbre, os Quilombos, e o Bumba-meu-boi, cuja fonte é discutida, mas que possui indiscutível adaptação dos escravos, com a introdução de personagens como Mateus e Bastião, negros gozados, germe dos futuros negrinhos pitorescos. Estes, aceitos durante a escravidão, chegaram até nossos dias como os únicos interpretes negros tolerados na cena brasileira.

BIPara se dar ao jogo cênico, o negro devia ter um passado africano teatral?

ANUm teatro não-escrito da tradição africana dos Griot oral, anônimo, folclórico; ainda, contemporaneamente, a vitalidade dessas manifestações coletivas pode ser testemunhada em várias regiões: os dos escravos Caetano Lopes dos Santos e Maria Joaquina Rei e Rainha da Congada, apresentada com enorme êxito em 1811 no Rio de Janeiro. Outro que deixou rastro foi o ex-escravo e ator Vitoriano com sua interpretação, em 1790, de Tamerlão na Pérsia, ocorrida em Cuiabá.

BI O negro na cena não tem nada de direito reconhecido?

ANRecordemos àquela altura da história considerava-se a atividade teatral como uma profissão desprezível, a mais vergonhosa de todas… abaixo das infames e criminosas. Parece um novo degrau sócio-étnico: o mulato. Sua condição é ambivalente: filho de escravo, escravo é; porém, filho bastardo do Senhor, goza de certas concessões e regalias. O mulato personificava a um tempo a convergência e a repulsa entre a Casa Grande e a Senzala. Destinavam ao mulato marginal algumas das funções de confiança do português entre as quais as de feitor e de capitão-de-mato, tarefas ingratas e antipáticas. Mais tarde deram-lhe outra atribuição a de ator teatral.

BI (Cara de surpresa-intrigante)Abdias, meu nego do Nascimento, quer dizer que o mulato Talma do teatro colonial do Senhor?

AN (Gargalhando como o ator francês Talma)Por que, então, não franqueá-lo a esses inquietos mulatos, desde que lhes cobrisse o rosto com “uma camada de branco e vermelho”? Diversos visitantes estrangeiros do Brasil-colonial assistiram peças desempenhadas por gente de cor: Bougainville (1767), Von Martius e Von Spix (1818), Saint Hilaire (1819) e outros.

BIQuer dizer que os mulatos mandavam ver na cena?

ANNão só atuavam em cena como assumiam outras responsabilidades a exemplo do “mulato e corcunda” Padre Ventura, que construiu a Casa da Ópera, no Rio de Janeiro, em 1767. Entre 1753 e1771, no arrabalde da Palha, em Diamantina (MG), uma negra famosa, Chica da Silva, manteve um teatro particular onde se assistia o repertório clássico da época.

BIE o Teatro Negro emerge destes enunciados?

ANUm teatro negro do Brasil teria de partir do conhecimento prévio desta realidade histórica, na qual exerceria sua influência e cumpriria sua missão revolucionária. Engajado a esses propósitos foi que surgiu o T.E.N. que fundamentalmente propunha-se a resgatar, no Brasil, os valores da cultura negro-africana degradados e negados pela violência da cultura branca-européia; propunha-se a valorização social do negro através da educação, da cultura e da arte.

BIComeçou o embate!

ANTeríamos que agir urgentemente em duas frentes: promover, de um lado, a denúncia dos equívocos e da alienação dos estudos sobre o afro-brasileiro, e fazer com que o próprio negro tomasse consciência da situação objetiva em que se achava inserido. (…) Após a abolição da escravatura, segundo o professor Florestan Fernandes, manteve-se inalterada uma situação de raça típica da ordem social desaparecida.

BIPráxis!

ANA um só tempo o T.E.N. alfabetizava seus primeiros elementos recrutados entre operários, empregadas domésticas, favelados sem profissão definida, modestos funcionários públicos e oferecia-lhes uma nova atitude, um critério próprio que o habilitava também a ver, enxergar o espaço que ocupava, inclusive o grupo afro-brasileiro, no contexto nacional.

BIPráxis II!

AN Inauguramos a fase prática, oposta ao sentido acadêmico e descritivo referido. Não interessa ao T.E.N. aumentar o número de monografias e outros escritos, nem deduzir teorias, mas a transformação qualitativa da interação social branca e negra. Verificamos que nenhuma outra situação jamais apreciaria tanto quanto a nossa do distanciamento de Bertolt Brecht. Uma teia sedimentada pela tradição entre observador e a realidade, deformando-a. Urgia destruí-la.

BIE havia algum texto pronto para essa realidade política?

ANNem ao menos um único texto que refletisse nossa dramática situação existencial, pois, como diria mais tarde Roger Bastie, o T.E.N. não era a catarsis que se exprime e se realiza no riso, já que “o problema é infinitamente mais trágico: o do esmagamento da cultura negra pela cultura branca”. Sem possibilidade de opção, O Imperador Jones se impôs como solução natural. (…) Escrevemos a Eugene O’Neill uma carta aflita de socorro. (…) De seu leito de enfermo, em São Francisco, a 6 de dezembro de 1944, O’Neill nos responde: “O senhor tem permissão para encenar o Imperador Jones isento de qualquer direito autoral, e desejo ao senhor todo o sucesso que espera com o Teatro Experimental do Negro. Conheço perfeitamente as condições que o senhor descreve sobre o teatro brasileiro. (…)” Encontramos em Aguinaldo de Oliveira Camargo a força capaz de dimensionar a complexidade psicológica de Brutus Jones.

BIDepois do sucesso foi a vez da dramaturgia brasileira?

AN Em 1947, afinal, o encontro do primeiro texto brasileiro escrito especialmente para o T.E.N. O Filho Pródigo, de Lúcio Cardoso.

BIAinda agora aquele Pai de Santo estava cantando Aruanda, vocês encenaram uma peça com este nome, não foi? Como está para ter uma pausa nesse papo negritude, fala sobre ela, principalmente para nossos blogueiros da umbanda, candomblé, quibanda, macumba, e outros ritos afro.

AN (Faz alguns movimentos afro com os braços abertos, vai até ao chão e manda ver)Especialmente criado para o T.E.N. por Joaquim Ribeiro: Aruanda. Rosa Mulata, culturalmente assimilada, não acredita nos orixás. Seu marido Quelé, filho-de-santo, ao voltar certa noite do terreiro, canta um ponto de candomblé. A cantiga invoca Gangazuma, que vem de Aruanda, baixa sobre o corpo de Quelé, e é através do próprio marido que o deus possui Rosa Mulata e a torna uma adúltera. Tornam-se amantes. Cavalo ou aparelho inconsciente, Quelé ignora o que faz quando está atuado. O marido, porém, sente falta dos ardores da esposa que arrefecem. Rosa se afasta dele agora nos momentos habituais do amor. O ciúme leva Quelé ao desespero. Rosa mulata não sai de casa e ninguém visita seu pobre lar. Ela o trai com quem? Espreita a mulher até surpreendê-la em confidências com sua mãe. Agora sabe tudo. Como vingar se o rival é um orixá, um espírito? (…) A morte não seria castigo, e sim prêmio. Morta, Rosa iria mais depressa para os braços do amante nos reinos encantados de Aruanda. O deus não gosta de mulher feia, o recurso é desfigurá-la; destruindo sua beleza mataria automaticamente o amor de Gangazuma.

BI (Eufórico)Caralho, meu! Que trama arrepiante! Aí tem Dionísio, Abdias, meu nego do Nascimento. É Grécia! Depois com tema negritude vieram Anjo Negro, do Nelson Rodrigues, Pedro Mico, de Antônio Callado, Filho de Santo, de José de Morais Pinho, O Processo do Cristo Negro, de Ariano Suassuna, entre tantas. Agora, para uma pausa, meu nego. Para ficar bem assimilado: o que é filosófica, política e eticamente o Teatro Experimental do Negro?

AN (Gargalhando com os braços levantados e as mãos fechadas, como um operário de um cinema de Kosta Gavras em frente a uma fábrica)O Teatro Experimental do Negro é um processo. A Negritude é um processo. Projetou-se a aventura teatral afro-brasileira na forma de uma antecipação, uma queima de etapas na marcha da História. Enquanto o negro não desperta completamente do torpor em que o envolveram . Na aurora do seu destino, o Teatro Negro do Brasil ainda não disse tudo ao que veio.

BI (Abraçados) Valeu, Zumbi!

Observações negreirasEsta entrevista foi composta por este Bloguinho Intempestivo do texto escrito pelo próprio Abdias do Nascimento, publicado em julho de 1968, na Revista Civilização Brasileira, com seu Caderno Especial Número 2. Tendo como diretor o não mais ilustre e talentoso poeta Moacyr Félix, secretariado pelo dramaturgo, e posteriormente, telenovelesco, Dias Gomes. A Revista Civilização Brasileira agregava também homens engajados, como Ênio Da Silveira, Antônio Callado, Antônio Cândido, entre outros, e que dor nos causa ter que incluir aí — o ex-poeta Tiago de Mello, quando ainda talvez nem sonhasse em ser agora, patético direitista cabo eleitoral da direita da direita, do PTB, ex-governador Amazonino Mendes. Que estória para quem tentou no passado-comunista fazer(?) história. Mas temo que narrar os fatos.

As perguntas são fictícias (por quê não reais?), mas as respostas de Abdias são verdadeiras, extraídas de seu próprio texto. Ponha fé. Aliás, estamos tratando da História do Brasil. Use-a para sua monografia. Bom proveito!

O MEDIUM TELEVISIVO E A OPINIÃO PÚBLICA

“A televisão é decididamente despolitizante” (Muniz Sodré)

“A informação não é um dos aspectos da distração moderna, nem constitui um dos planetas da gláxia divertimento; é uma disciplina cívica cujo objetivo é formar cidadãos.” (Ignacio Ramonet)

.UMA TRISTE PESQUISA.

Uma pesquisa que trate o seu objeto de estudo como algo constituído em um espaço organizado como um dado não produz o estudo como criação e uma experiência do novo no mundo. Apenas constatar o que já é dado como evidente não modifica a existência humana e tampouco realiza um desdobramento da efetividade, produzindo problemas autênticos. Em suma: estudar a realidade já constituída nada produz, logo, nada instrui.

É dessa forma, como um não-estudo, ou como um estudo de expressão e conteúdo vazio, que pode ser considerado o “estudo” dos sociólogos norte americanos John P. Robinson e Steven Martin, da University of Maryland. Eles chegaram à extravagante conclusão, após 30 anos de pesquisa com quase 30 mil adultos, de que as pessoas infelizes assistem mais televisão do que aquelas que se crêem aquém da felicidade. Para tanto, a dupla de sociólogos pesquisou o uso do tempo e o comportamento social das pessoas usadas na pesquisa.

É mais do que evidente o quanto a tevê não produz a informação como alegria e o novo no mundo. Ao contrário, ela confirma o estado de insegurança, de “má igualdade” capitalista, de padronização das emoções, e de engendramentos desonestos com as notícias com seus factóides e espetacularizações da realidade. Assim, a tevê em nada é autônoma. Ela é sim heterônima a partir do instante em que é organizada pela coerção externa da subjetividade capitalística. Então a tevê reproduz em sua programação a necessidade de conservar a tristeza.

O que aparece não aparece no estudo da dupla de sociólogos é esta percepção do médium televisivo. Nem o princípio de identidade (A=A) existente entre capitalismo e tevê, o que faz um cúmplice da outra. É o óbvio que prevalece no então acunhado de estudo.

A tevê, de tanto dilatar a efetividade através de sua hiper-realidade, faz com que todo saber e conhecimento seja esvaziado de sentido. Tal como o estado de tristeza onde o espaço é dilatado e o interesse e sentido da existência deixam de ser relevantes. Tanto a tevê quanto a tristeza não tem a ação efetiva como referentes. Tanto o uso do tempo e o comportamento social, assim como as classificações morais de escolaridade, classe social, faixa etária, entre outras, instituídas pelo capitalismo, segundo a lógica de mercado, convergem para a tevê de forma adequada.

O que, efetivamente, não surge no “estudo” (pesquisa) dos sociólogos é a força da Aletheia (revelação). A revelação do óbvio da constatação de que pessoas infelizes assistem mais televisão, não como um dado constituído, mas como um problema que irrompe a relação entre tevê, comunicação, informação, capitalismo e existência. Ainda mais quando se sabe que a tevê não é simplesmente um dado ou objeto dentro de um espaço constituído, mas uma produção humana que tanto pode ser benéfica ou nociva para a existência das pessoas. E que, hodiernamente, a tevê tem em sua própria estrutura a nocividade do sistema capitalista.

OBSCENATÓRIO DA IMPRENSA

UMA SACADA FORA (OB) DA CENA (SCENUS) DO LUGAR DA AÇÃO (TORIUS) DA IMPRENSA

–> A DEMOCRACIA DO COLUNISTA DO ESTADÃO.

Os movimentos de defesa dos homossexuais parecem ter problemas com a democracia”. Assim o colunista do site d’O Estado de São Paulo, Marcos Guterman, explica a reação dos grupos LGBT estadunidenses e internacionais que protestam contra o resultado do referendo sobre a Proposta 8 na Califórnia. Ele cita como exemplo de violência dos grupos LGBT (que ele chama de defesa dos homossexuais) o site antigayblacklist.com, que reúne os nomes dos doadores para a campanha do SIM à Proposta 8, de anônimos a megaempresários. Guterman, quem sabe fiel ao conceito de democracia do Estadão, que apoiou a ditadura militar brasileira e é abertamente de direita, confunde o conceito de democracia com o regime de governo “democracia representativa”. O erro lhe convém, pois permite colocar, graças a um débil estratagema de linguagem, os grupos LGBT no paredão judicativo da boa moral, num falso paradoxo. Se lutam pela democracia, ao contrário, quando são por ela prejudicados, estes grupos não a respeitam, é o que a coluna quis fazer o leitor crer. No entanto, basta uma sinapse para saber que o conceito de democracia não se reduz ao ineficiente sistema de governo que produz no Brasil e na maior parte do mundo, uma ditadura civil-midiótica. Senão vejamos: foi em nome da democracia que a dupla Bush e Blair invadiram o Iraque, a pretexto de proteger o mundo, e até hoje não encontraram as armas de destruição em massa. Também graças à democracia, parte da imprensa brasileira faz verdadeira grita sempre que seus interesses econômicos são ameaçados, mas não hesitam em fazer o necessário para aumentar a audiência, incluindo entrevistar “ao vivo” um sequestrador. O conceito de democracia envolve a confluência das potências de agir dos habitantes da cidade, sendo a própria cidade um corpo-potência, no qual podem predominar afetos democratizantes ou tirânicos. O regime democrático ofendido – segundo Guterman – pelos grupos LGBT é o mesmo que não impede a eleição, via eleição, de um Hitler, ou de um Bush, que não foram democráticos. Fosse uma democracia, o regime jamais permitiria eleger este tipo de gente, não por uma proibição ou restrição, mas porque os afetos e a subjetividade não permitiriam a ascensão e a visibilidade destes afetos tirânicos dos quais se beneficiaram Bush, Hitler e outros ainda por vir. Assim, para o colunista, o direito de restringir os direitos civis dos homoeróticos por parte da sociedade californiana é democrático, mas fazer oposição – não extremada e violenta, que fique claro – à restrição dos direitos civis é anti-democrático. Igualmente, para o colunista, fazer boicote econômico a quem é contra os direitos civis é “violência”. A estratégia de boicote foi usada pelo estadista Mahatma Gandhi na luta pela independência da Índia. Guterman, pela lógica, classificaria como terrorismo. Isso se chama simbiose laboral: Guterman defende hoje o que defenderam os jornalistas do Estadão à época do golpe militar. Restrição das liberdades em nome da liberdade de torturar, matar, censurar. Só perde no quesito intelectual: seus antecessores sabiam, ao menos, escrever e argumentar.

–> A MÍDIA ECOLÁLICA PERDIDA NAS SUAS PRÓPRIAS ILUSÕES

Quando Gilmar Mendes chamou Lula às falas para explicar suposto grampo na sala da presidência do STF – com a ajuda da prestimosa Veja, já não era difícil desconfiar do imbróglio para despistar as descobertas na operação Satiagraha. Com a ausência do áudio, que nunca apareceu, da misteriosa conversa entre Mendes e o senador Demóstenes Torres (ex-PFL/GO), ficou cada vez mais complicado provar que o inexistente existia. Depois, a farsa se desfez (menos para a Veja e para o Jornal Nacional) quando foi descoberto que o “grampeador” do ministro não era ninguém menos que o araponga que costuma vazar informações internas para a revista semanal da Abril. Antes disso, ao completar 90 dias, nenhum grampo havia sido comprovado efetivamente, e a história só servia para mostrar de que lado está a grande mídia nativa. Eis que, no último domingo, no apagar das luzes, o Estadão tentou dar sobrevida ao assunto, ao “noticiar” (eufemismo para insinuar) que Protógenes, na já famosa gravação da reunião com a cúpula da PF que o afastou do caso, teria confessado os grampos. Os dados eram tão subjetivos à fabulação obsessiva de versões esdrúxulas que até um campeonato de audição para ver quem conseguia psico-audio-captar o momento em que Protógenes confessava. Ninguém levou o prêmio. No trecho destacado pelo jornalão, Protógenes fala em “inteligência”. Explicado: o jornal se confundiu, não sabe o que é isso.

–> O ATO FALHO REVELADOR DE RICARDO NOBLAT.

O ato falho, para o companheiro Freud, indica uma manifestação de um conteúdo inconsciente, rejeitado pelo sujeito, mas que se manifesta pela força de sua influência na existência. Assim, aquilo que se pretende ocultar surge inadvertidamente no discurso ou nos atos. Embora todo o país já saiba das relações íntimas entre Gilmar Mendes, setores da chamada oposição, o governo anterior e setores do atual governo. Mas o clima de “imparcialidade” impede que muitos jornalistas revelem o que pensam ou o que sabem realmente sobre essas relações. Eis que a psicanálise freudiana surge e realiza sua função terapêutico-política, auxiliando na compreensão de certas falas professadas ultimamente. Assim, a quem ainda duvidava de que a mídia sabe mais do que diz, ou que crê saber mais do que noticia, o jornalista Ricardo Noblat, em seu blogue, realizou o que muitos gostariam de fazer abertamente e outros nem nos sonhos mais profundos teriam coragem: sequer ele tem, mas o ato falho escapou. Noblat em notícia sobre a descoberta do araponga que “grampeou” o STF se referiu a vossa excelência, ministro do STF, Gilmar Mendes, de GILMAR DANTAS. Touché!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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