Arquivo para 25 de novembro de 2008

A DEMOCRACIA REFLETIDA PELO ENEM

A democracia é um plano de imanência que segrega fluxos produtivos de relações sociais manifestados como crescimento cognitivo e afetivo de uma sociedade. Daí porque ser chamada de sociedade dos amigos. A sociedade tecida pelas pluraridades (do grego, pletos) das diferenças dos indivíduos como construtores de atos éticos e intelectuais.

Por sua vez, a escola como vetor-movente da sociedade democrática é um continuo devir de liberdade materializada nas novas percepções e ampliação dos entendimentos dos educandos de acordo com as exigências da objetividade social, pelas quais o educando transita. O que lhe coloca como sujeito da construção de uma realidade elevadora de seu ser social. Ou seja, a escola é um território onde movimentam-se signos desterritorializantes produtores da crítica social. É o topos onde o educando apanha a realidade que o envolve, analisa seus entrelaçamentos internos, e tenta, suavemente, criar uma realidade satisfatória à todos.

Em suma: não há como prescindir democracia de escola. Se a escola se fundamenta pela crítica, a democracia se mostra como real. Se a escola é uma mera representação simulante do saber, a democracia é fantasmagórica.

A TAUTOLOGIA DOS ENEM’S

Extraindo das proposições acima, o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM – assim como outras formas de avaliações escolares, incluindo também o ensino universitário, não passa de uma repetição do já visto na prática social: a democracia que vigora em uma sociedade cuja política escolar fracassou como atributo da crítica social. As formas de relações sociais perpetradas nas indiferenças profissionais, visibilizam, sem constrangimento, esse fracasso político-social. Entretanto, entre essas formas, há uma que é mais visível e dolorosa, dado sua força de constrangimento social: a incrível soma de candidatos reacionários, em tempo de eleição, que são eleitos. No caso do Amazonas, em que a direita tem sido a proprietária dos poderes legislativo e executivo, contando só do pós ditadura – antes também era – 25 anos, é patética essa situação expressada como fracasso da escola. Assim como a maior parte dos eleitores passou pelas escolas, seja do ensino fundamental, médio e universitário, as eleições destes candidatos anti-democráticos só confirma por antecipação o resultado da avaliação do ENEM. Existisse uma escola/democrática, território do exercício da suspeita e da crítica, nada disso seria possível. A experiência do aprender, como graduadora da percepção e da compreensão, permitiria o aparecimento do desejo de produzir novos significados sociais, como essência produtiva da democracia. Realidade impossível para o florescimento destes “políticos” reacionário.

Triste espetáculo tirânico que se reconhece os ardis do plano de anular a potência escolar para se continuar assentado no trono governamental. Daí que não tem mistério para o Amazonas, o resultado do ENEM: Amazonas o último lugar.

TRANSPORTE COLETIVO AGONIZA E REVELA O VERDADEIRO PREFEITO DE MANAUS

A briga pelo aumento na tarifa do transporte coletivo urbano de Manaus tem, neste final de ano, diversos campos de batalha: de rodoviários até o empresário, dono da Eucatur/Transmanaus, passando pelo prefeito que ora sai, e principalmente pelo que ora entra, travestido de novo. Mas somente uma vítima: a economia da cidade e o transeunte-cidadão.

Num campo da briga de interesses, o presidente do SINETRAM e do consórcio Transmanaus, Acyr Gurgacz, que pretende impedir que os estudantes utilizem a meia-passagem nas férias, alegando que quase 50% da população usuária do TCU (transporte coletivo urbano) paga meia-passagem em Manaus, e ainda contando com a anuência do atual prefeito, Serafim, que ratificou o argumento do empresário e ainda afirmou que esta é uma questão que não diz respeito ao poder Executivo.

De outro/mesmo lado, ônibus parando pela cidade por falta de combustível, e frota reduzida em 80% nos finais de semana, já a algum tempo. Sintomas recentes de uma antiga tática: penalizar o usuário, penalizar o funcionário, conforme este Bloguinho acompanhou, quando fez uma pesquisa entre os funcionários destas empresas.

De um outro/mesmo lado, conta-se com a omissão do atual prefeito, Serafim, e com o providencial silêncio do prefeito eleito, Amazonino, que não deseja “herdar” o problema.

Ainda, o sindicato dos rodoviários, que protesta com razão, mas sem usar a mesma, planejando uma greve que atende menos aos interesses da categoria que os do empresário, já que o presidente desistiu de fazer o protesto pela via econômica (circular com catraca livre), e optou pelo tradicional enclausuramento dos veículos nas garagens, a partir do dia 1o de dezembro, prejudicando a população, jogando a “batata quente” para a prefeitura e não prejudicando em nenhum momento o empresário. Josildo Oliveira, presidente do sindicato, teria afirmado à imprensa que é pago para defender os direitos dos rodoviários, não da cidade.

UM ANO (DESTE CAPÍTULO) DA NOVELA…

Os atuais acontecimentos no TCU de Manaus envolvem uma trama que antecede a eleição municipal em um ano. O prefeito Serafim foi eleito em 2004, e uma de suas bandeiras de campanha era a resolução dos problemas do transporte, sobretudo o malfadado Expresso, não terminado pelo atual ministro e então prefeito Alfredo Nascimento, do mesmo grupo de Amazonino.

Serafim herdou um sistema de transporte inoperante, caro e sucateado, e que no entanto pagava embutida na tarifa, segundo a CPI do Transporte, presidida pelo então vereador Francisco Praciano, 0,22 centavos a mais por passagem individual paga durante oito anos. No início do mandato de Serafim, Praciano tentou emplacar uma fiscalização mais rigorosa por parte da prefeitura e da CMM, inclusive tomando para o IMTU a responsabilidade de gerir o sistema de bilhetagem eletrônica. Serafim vetou o projeto de lei.

Serafim continuou mostrando que fazia uma administração sem diferenças com seus antecessores. No episódio que ficou conhecido como “os baderneiros”, Serafim impediu, via vereadores da sua base, a instalação de uma CPI que visava investigar os acontecimentos ocorridos no centro da cidade.

Depois disso, a malfadada e ainda investigada pelo MPE licitação da concessão do transporte coletivo, que consagrou a única participante, a Transmanaus (Eucatur/Transmanaus), de Acyr Gurgacz. Gurgacz, impossibilitado de participar da licitação com a Eucatur, tratou de providenciar um novo CNPJ e um nome de fantasia, “Consórcio Transmanaus”, que juntava sob sua administração as mesmas empresas que já exploravam o TCU manoniquim. Venceu, e a prefeitura trocou seis por meia-dúzia.

Daí, o episódio do contrato verbal entre Serafim, Gurgacz e o sindicato dos rodoviários, garantindo o congelamento da tarifa por um ano em troca da concessão, “coincidentemente” um ano antes das eleições. E o já anedótico episódio dos “500 Ônibus Novos. Eu Sou Um Deles”, que até hoje não chegaram, já que efetivamente não existe transporte coletivo urbano em Manaus no plano do controle municipal e da efetividade do serviço, ainda que houvessem, numericamente, 5000 ônibus.

No meio desta história toda, ainda houve o episódio do Vírus IMTU/SINETRAM, que o leitor intempestivo acompanhou neste bloguinho.

Um ano depois, nem mais, nem menos, Gurgacz vem cobrar a fatura do contrato de gaveta com a prefeitura de Serafim, que terá de cumprir a sua parte, mesmo que não tenha conseguido nas urnas o que pretendia quando o formulou.

NO QUESITO TRANSPORTE, O “PREFEITO” SEMPRE FOI ELE: ACYR GURGACZ

O homem dos mais de 200 processos judiciais, o homem que pretende assumir mesmo assim a vaga de suplente do senador rondoniense cassado, Expedito Junior (PR-RO), o homem que foi preso na Operação Articulados (que envolveu os 500 ônibus), da PF, e é acusado de crimes ambientais, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, é processado por danos materiais e morais no Amazonas, Pará e Rondônia, já tendo sido condenado a quatro anos e três meses de prisão. Este é Acyr Gurgacz, dono da Eucatur, da Transmanaus, e personagem envolvido no TCU de Manaus desde os tempos do ex-e-agora-de-novo prefeito, Amazonino Mendes.

A Eucatur surgiu em 1964, fundada pelo pai de Acyr, Assis Gurgacz (também preso na Operação Articulados), e cresceu vertiginosamente na região Norte durante a época da ditadura. Em Manaus, a EUCATUR chegou ainda como União Cascavel, e em 1991 inaugurou sua primeira garagem, localizada na Cidade Nova. Um ano antes, Amazonino saía do governo para o senado, ficando lá até 1992, quando foi eleito prefeito da cidade.

De lá pra cá, a União Cascavel/Eucatur, passou pelas administrações de Arthur Neto (1989 a 1992), Amazonino (1993-1994), Eduardo Braga (1994-1997), Alfredo Nascimento (1998-2004), Carijó (prefeito-tampão, 2004), Serafim Corrêa (2005-2008), e muito provavelmente, Amazonino de novo.

Em todos estes mandatos, a Cascavel/Eucatur, em parceria com outros empresários de transporte coletivo, sempre geriu o sistema sem nenhum tipo de inconveniência ou pressão governamental. Fato é que tudo é gerido pelo SINETRAM, que tem atribuições de órgão público, como a emissão de carteiras estudantis, passe-estudantil (quando existia) e cadastro dos estudantes, enquanto o IMTU, que era EMTU, se reduzia a cuidar da organização (?) das vias públicas.

Evidentemente, não se trata de Acyr Gurgacz enquanto indivíduo, mas o seu envolvimento com uma subjetividade anti-democrática, aliado a pessoas que utilizam o poder público municipal/estadual no Amazonas e em grande parte do Brasil para realizar interesses escusos. É esta subjetividade de apropriação dos mecanismos governamentais por parte de pessoas sequeladas, carregadoras da frustração do existir, da dor e do ressentimento, que é necessário enfraquecer.

EMPURRA-EMPURRA DO AUMENTO: A CORDA ARREBENTA NO BOLSO DO CIDADÃO

Enquanto o prefeito Serafim faz de conta que não é com ele, e o futuro prefeito Amazonino aproveita para silenciar, mas torce e pressiona para que o aumento seja dado na administração do rival/igual, só há uma certeza para o transeunte/cidadão. Quem vai pagar a conta de toda esta novela, somos nós.

TEATRO-NEGRITUDE ENGAJADOS – A ARENA CONTA – E CANTA- ZUMBI!

Aproveitando os embalos étnicos-culturais da Consciência Negra, na última quinta-feira, este Bloguinho Intempestivo, após se movimentar pela alegria de Abdias do Nascimento, traz para os leitores-ouvintes intempestivos o símile eletrônico do disco “Arena Conta Zumbi”, vetor teatralizante dos itinerantes Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri.

O TEATRO DE ARENA DE BOAL, GUARNIERI E OS OPRIMIDOS DO MUNDO

O “Arena Conta Zumbi” é uma produção do Teatro de Arena, que foi fundado em 1953, a partir de experimentações com o teatro de arena (no qual a platéia “envolve” o palco, e os atores têm que desenvolver uma dinâmica cênica diferente, sem referencial fixo) e foi ativo disseminador da dramaturgia brasileira. A partir de 1958, com Boal, Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho, Milton Gonçalves, Vera Gertel, Flávio Migliaccio, Floramy Pinheiro, Riva Nimitz, dentre outros, o grupo começa uma fase de apresentação de peças politicamente engajadas, como Chapetuba Futebol Clube, Gente Como a Gente, Fogo Frio, Revolução na América do Sul e O Testamento do Cangaceiro.

Em plena ditadura (1965), Boal e Guarnieri lançam o Arena Conta Zumbi, primeiro de uma série, que contou ainda com Arena Conta Tiradentes e Arena Conta Bolívar. No Zumbi, a dupla conta a história do movimento quilombola e de Zumbi dos Palmares, a partir do entendimento do teatro épico (Brecht), mostrando a resistência dos escravos contra a opressão dos colonizadores portugueses, perigosamente aproximando o tema da opressão do governo militar ao povo brasileiro. Teatralmente, a peça marca o início do uso do Sistema Coringa, elaborado por Boal, e que permite a encenação de qualquer peça com o elenco reduzido, já que qualquer ator pode interpretar quaisquer dos personagens da peça. O sistema também se caracteriza pelo uso da música como elemento-vetor do tema tratado, e a desvinculação estilística das cenas, onde cada uma pode assumir um aspecto diferenciado, como comédia, drama, sátira, etc.

No Arena Conta Zumbi, o aspecto brechtiano está evidente na oposição que a montagem fez entre narração e interpretação. Os atores narram a estória, e não interpretam personagens senão em algumas características, não criando assim empatia com a platéia que possa fazer com que esta “relaxasse” o espírito crítico. O teatro do Arena é um teatro político, de esquerda, engajado, e que pretende convidar a platéia à reflexão dos temas abordados.

Uma versão da peça foi masterizada e transformada, na época, em LP, onde se pode perceber a força política e estética do teatro do Arena, e que depois desembocaria no Teatro do Oprimido. É esta versão, transformada em mp3 e hospedada no site Rapidshare que o Bloguinho Intempestivo traz ao leitor/ouvinte afinante!

BAIXE AQUI O CD “ARENA CONTA ZUMBI” (ATUALIZADO!!!).


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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