Arquivo para 8 de dezembro de 2008

CONCURSO PÚBLICO NO MEC

O Ministério da Educação com o objetivo de ampliar o quadro de Pessoal das Instituições Federais da Educação Profissional e Tecnológica, oferecerá 5.912 vagas em concurso público distribuídas em dois concursos para professores e técnicos

DO PRIMEIRO CONCURSO

O primeiro concurso com 2.086 vagas, apresenta como fator fundamental, a contratação imediata, ainda em dezembro, dos aprovados. Os cargos encontram-se discriminados na Portaria Número 370, publicada pelo Diário Oficial de sexta-feira, dia 5.

DAS VAGAS E OS PROFISSIONAIS

Professores de Educação Básica, Técnica e Tecnologia – 856 vagas.

  • Técnicos Administrativos em Educação Classe C – 78 vagas

  • Técnicos Administrativos em Educação Classe D – 677 vagas.

  • Técnicos Administrativos em Educação Classe E – 475 vagas.

DO SEGUNDO CONCURSO

O lançamento do Edital para esse concurso tem prazo de seis meses. Contará com 3.826 vagas para Educação Profissional e Tecnológica

DAS VAGAS E OS PROFISSIONAIS

Profissionais da Educação Básica, Técnica e Tecnológica – 2.332 vagas.

  • Técnicos Administrativos Classe C – 99 vagas.

  • Técnicos Administrativos Classe D – 745 vagas.

  • Técnicos Administrativos Classe E – 650 vagas.

    A abertura dos editais com as regras do concurso é da responsabilidade das instituições referidas.

CONCURSO PÚBLICO NA FUNASA

O ministro Paulo Bernardo, do Ministério do Planejamento, determinou a abertura de edital para concurso público na Fundação Nacional de Saúde – FUNASA, até março de 2009. Maiores informações no site da Funasa.

PIS AINDA NÃO RECEBIDO

A Caixa Econômica informa que mais de um milhão e seiscentos mil trabalhadores ainda não receberam seu abono salarial como benefícios do calendário atual. Desses trabalhadores, 12% correspondem o benéfico de R$ 415.

O que está esperando moçada? Olha o Natal e o Fim de Ano! Não quer sacar agora? Tudo bem! Mas não esqueça que o prazo de recebimento é até junho de 2009.

Fica guardado, mas olha a memória do calendário.

RUMORES VASCAÍNOS SOBRE A ALEGRIA FLAMENGUISTA

Comenta-se nos bares, lares e outros “ares” de Manaus que a alegria dos flamenguistas de ver o Vasco da Gama rebaixado está sendo maior que ver o Flamengo na Libertadores 2009. Até aí, nenhuma novidade no reino do ressentimento e dos amores embrutecidos deste futebol. O problema é que os vascaínos já teriam descoberto a verdadeira razão da alegria flamenguista, e de quebra, o fato de que o time rubro-negro não teria entregado o jogo para o Atlético Paranaense.

Segundo alguns vascaínos, tranquilos por que sabem que a segunda divisão não é o inferno, já que inferno era o próprio Vasco, quando comandado por Eurico, o Urubuzaço entrou no campo do furacão crente que era superior, e que entregaria o jogo para rebaixar o rival, já que não acreditava em tropeços de Cruzeiro e Palmeiras. Quando o jogo já ia em 2 – 0 para o Furacão, os jogadores souberam pelo rádio que Cruzeiro e Palmeiras perdiam suas partidas, e resolveram acabar com a palhaçada e abiscoitar a vaga no torneio continental. Fizeram um gol, dois, mas o Atlético acabou com a ilusão carioca. Final: 5 – 3, e a certeza de que não foram os cariocas que entregaram o jogo, mas os paranaenses que foram – e muito! – superiores.

Quanto à alegria rubro-negra, disfarçada de cornetagem aos novos rebaixados, na verdade seria o alívio do trauma, já que os torcedores, jogadores e diretoria do Mengão podem passar 2009 tranquilos, com a certeza de que não reencontrarão nenhum gordinho paraguaio no seu caminho.

ÉTICA E POLÍTICA*

Só alguns estão satisfeitos com o

mundo assim como ele é.

Só alguns poucos acreditam

que eles possam transformar este

mundo. O primeiro grupo é feliz

mas deve ser meio maluco.

O segundo só pode ser mesmo maluco”.

Hans TenDam

Hodiernamente, exige-se a impostergável eticidade e moralização das atividades estatais, em suas três funções básicas: legislativa, executiva e judiciária. Na Política, este movimento, também está se tornando uma realidade.

Por ser a ética e a moralidade imprescindíveis ao desenvolvimento harmônico e global das relações humanas e sociais, na própria Carta Magna incorporam-se princípios e normas inatacáveis de moralidade no serviço público, para o pleno exercício consciente da cidadania.

No contexto da Política, a ética desempenha um importante papel pois deve nortear a conduta dos gestores do dinheiro, dos bens e valores públicos, de forma independente, técnica, rigorosa e sistemática, objetivando salvaguardar o Estado Democrático de Direito e harmonia da vida social.

A ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, ou seja, é a ciência de uma forma específica de comportamento humano. […] A ética é a ciência da moral” (VÁSQUEZ, 2005, p.23).

Segundo Tugendhat (1996) no latim o termo grego éthicos foi então traduzido por moralis. Mores significa: usos e costumes. Isto novamente não corresponde, nem à compreensão de ética, nem de moral. Na ética aristotélica não apenas ocorre o termo éthos (com ‘e’ longo), que significa propriedade de caráter, mas também o termo éthos (com ‘e’ curto) que significa costume, e é para este segundo termo que serve a tradução latina.

Ser ético… Não basta dizer, importa em ser.

É, sobretudo um estado de nobreza, é despir-se de preconceitos e da exacerbada vaidade do exercício do poder.

O homem enquanto subjaz ao poder econômico do coronelismo, prática cultural do passado e do presente, o intelecto terá dificuldade em se impor.

O objeto que se depreende do exercício da política é o sentimento individualista, característica assente na vida do brasileiro. Deve por isso ser esse o objeto estudado diante da compreensão do direito como sentimento coletivo, como diz Rudolf Von Iherign:

O direito é caráter do homem que vê em si mesmo uma finalidade e esquece tudo mais quando se sente ofendido no núcleo de sua finalidade”.

Ao se posicionar sobre a política e a ética Ribeiro Júnior (2001) afirma que há entre a política e ética a mesma diferença que há entre prudência e Justiça. Sendo a prudência subordinada a Justiça, assim a política deve ser subordinada à ética. Ao diminuir o respeito ao limite ético, a política se transforma em astúcia, abuso, corrupção ou violência.

Nenhum seguimento da sociedade deve ficar silente, o idealismo é um caráter do direito, devendo se observar os valores da ética e da moral, valores intrínsecos a função do homem público, para o aperfeiçoamento da democracia que tem por fim a liberdade, igualdade e a dignidade, pois o homem sem emprego é mendigo, o que o deixa desprovido de tais valores. A fome do outro deve ser medida de igual modo, sem tal sentimento não há que se falar em ética.

Martin Luther King resume o individualismo do homem dizendo: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons”.

A riqueza de uma nação perpassa pelo fenômeno fundamental da educação do seu povo e do reconhecimento de sua cultura, visto que, nestes direitos subsistirá a ética, então ter-se-á a conquista da felicidade, fim único da vida. Impõem se aqui a responsabilidade de todos os seguimentos da sociedade com a efetiva participação da imprensa voltada para o bem comum.

A aplicação do direito terá por fim, sempre, o aperfeiçoamento da democracia. A tal exercício o profissional do direito não poderá se furtar sob pena de gerar insegurança jurídica das leis eleitorais, uma das maiores conquistas dos últimos tempos em benefício do eleitor, que lutou pela lisura do seu voto, a conquista do Estado democrático de direito.

Agradeço a todos que lutam pela igualdade social e que abraçam a campanha contra a corrupção em sua plenitude.

Ao Cosmo que me fez acreditar na quebra dos paradigmas, mostrando ser capaz de minimizar a derrocada moral que hoje impera e historicamente vem sendo responsável pela decadência da democracia.

Diante de tal sentimento, para compreender é necessário apreender o objeto de estudo, percebe-se que ainda é forte a política do coronelismo em grande escala, contudo, ela tende a enfraquecer diante da justiça especializada.

Deixo, portanto, a certeza do dever cumprido citando Henfil – Diretas Já:

Se não houver frutos valeu a beleza das flores. Se não houver flores valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas valeu a intenção da semente”.

DEDICATÓRIA – HOMENAGEM

Ao Presidente do TSE

Ministro Carlos Ayres Britto

Ao Presidente do TRE Desembargador

Ari Jorge Moutinho da Costa

Ao Presidente da Associação dos Magistrados

Brasileiros (AMB)

Airton Mozart Valadares Pires,

Ao Ministério Público da “Campanha contra a

Corrupção” por terem possibilitado e

incentivado o Movimento pela Ética na Política.

Maria Eunice Torres do Nascimento

Presidente do Pleito 2008.

* – Texto referente ao “Movimento Pela Ética na Política”, promovido pela AMB, do qual a juíza Maria Eunice Torres do Nascimento é membro. O mesmo foi escrito antes do resultado das eleições. Amazonino não leu.

MORAL DE BORGES DO S. PAULO MOSTRA “POLÍTICOS”

Fim do primeiro tempo do entrave futebolístico entre Goiás e São Paulo. O repórter da TV Bandeirantes entrevista Borges que fez o gol para o São Paulo.

Repórter – “Borges, você estava impedido na hora gol?”

Borges (arrogante) – “Eu não estou preocupado com impedimento. Eu fiz o gol”.

Repórter – “Mas você não sentiu na posição em que você estava, que estava impedido?”

Borges – “Não estou preocupado com impedimento. Eu fiz o gol”.

Dizem que jogador de futebol tem o mais baixo grau de inteligência. No Brasil é quase regra. Não fosse uns poucos Afonsinho, Paulo César “Caju”, Sócrates, Vladimir, Marcial, Raí, e outros poucos, a regra não teria exceção. Entretanto, no universo futebolístico, não são só os jogadores os limitados epistemologicamente: jornalistas, repórteres, comentaristas, apresentadores, juízes, bandeirinhas, dirigentes, etc, também contribuem para esta quase regra.

Mas não é só no futebol que a limitada inteligência possibilita a revelação da moral dos frustrados. Dos infelizes inferiores reativos. O alcunhado mundo político está repleto de “Borges”, onde a moral do “ganhar” de qualquer forma é a regra.

Políticos” ameaçam, chantageiam, compram votos, para lá na ponta afirmarem que o que importa é “ganhar” as eleições. Não importa como. Como o jogador Borges, para eles o que importa é usufruir do resultado do feito, pois o mundo é dos “vencedores”.

Este o bom exemplo de Borges em um mundo que fantasiosos afirmam criar a comunhão entre os povos, entre os torcedores. Um mundo inofensivo que auxilia na produção de cidadania. Precisamos de futebol. Precisamos de vitória. Precisamos de “políticos”. Precisamos de “democracia”.

No cômputo geral este futebol, Borges, não é de todo ruim. Pelo menos nós constata que a ameaça à democracia, como cartografia cognitiva/afetiva/ética/estética, não encontra-se somente perpetrada pelos jogadores de futebol, mas também por outros profissionais, e para a democracia, pelos “políticos”.

Borges, seus companheiros e mais a diretoria do São Paulo, comemorando o campeonato com um gol fraudado, ou melhor, corrompido, pois é corrupção, mostra o quanto é desafiante a aventura do educar. O quanto o Brasil precisa ser educado para que um gol não anulado não seja usado para fortalecer a lógica do “que importa é vencer”. E para isso não importa como, se moral ou imoralmente. Da mesma forma como candidatos “Borges” estão neste momento no Brasil a fora comemorando suas “vitórias”. Com uma diferença: enquanto, é sabido que a CBF e a FPF não vão tentar um exame do fator Borges, o TSE encontra-se analisando e julgando os candidatos eleitos com os mesmos recursos do Borges.

Incrível! Como em todas as instâncias sociais existem lutas para de “craques”.

A TORCIDA DO SÃO PAULO COMEMORA. NO ENTANTO, AS RECORRÊNCIAS…

Embora os torcedores do São Paulo esteja comemorando o terceiro título seguido do clube, e o sexto na história dos campeonatos nacionais, pela segunda vez consecutiva o título tricolor fica em segundo plano diante de outras recorrências. Explicamos.

O futebol, pela ótica do torcedor, só vale quando carrega elementos afetivos-afetantes que colocam a conquista como uma ação coletiva que movimente elementos corporais e incorporais dentro das normas do próprio jogo, sejam elas dentro ou fora do riscado: a democracia no futebol.

Daí, quatro recorrências, neste momento, trazerem ao torcedor brasileiro – incluindo o são-paulino – outros elementos, que acabam enfraquecendo, diminuindo a potência-afetante do acontecimento tricolor.

  1. Recorrência histórico-normativa: há indícios de favorecimento ao tricolor paulista, não apenas na última rodada, como também nas anteriores. Na partida contra o Vasco, não obstante o ausente elenco vascaíno, o gol primeiro do São Paulo surgiu de uma falta inexistente. O estilo de jogo do São Paulo se beneficia da conivência arbitral, que só marca falta quando o jogador é ostensivamente deslocado, e não pune o jogo do agarra-agarra, praticado pelos tricolores. Na penúltima rodada, um penal a favor do Fluminense poderia modificar a história do certame, mas o árbitro, mais uma vez, não marcou. Na última partida, a punição ao Goiás, a transferência do jogo para o Bezerrão, favorável ao São Paulo, a taça que a federação goiana antecipou ao time paulista, o caso do envelope de dinheiro e o suposto suborno ao árbitro Wagner Tardelli, que rendeu a substituição deste, mas curiosamente não havendo substituição aos bandeiras, com o gol do tricolor tendo saído em claríssimo impedimento. Este caso, inclusive, pode fazer do São Paulo o Amazonino do Campeonato Brasileiro: leva, mas não assume. Tudo porque o Ministério Público entrou na jogada e descobriu que o autor da denúncia do envelope com um “mimo” ao árbitro posteriormente afastado foi o presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, que agora terá que se explicar e provar o que afirmou. Caso prove, o tricolor entra na berlinda, e o Grêmio promete não deixar a batata esfriar.

  2. Recorrência esportiva-histórica: com todas essas suspeitas pairando sobre o céu tricolor, e que dificilmente serão desvendadas, o caneco são-paulino carregará a mancha dos títulos moralmente questionáveis, fazendo do Grêmio, que lutou até o fim sem suspeita de uso destes recursos ilícitos, o legítimo “campeão moral” de 2008, tal como o Internacional o foi de 2005. E não adianta aos torcedores mais afoitos e apegados ao pragmatismo capitalista afirmarem que título moral não tem valor. A Holanda jamais conquistou um título, mas é considerada a seleção mais importante das copas de 74 e 78. O Brasil em 1978 declarou-se campeão moral, após o jogo entre Argentina e Peru, que até os próprios portenhos questionam a lisura. Título e reconhecimento moral nem sempre andam juntos. Do mesmo lado, a empáfia do jogador Borges, que afirmou em entrevista, no intervalo do jogo, que “não estava nem aí” se fez o gol em impedimento ou não. A Lei de Gérson poderia bem neste caso ser atualizada para Lei de Borges, com a diferença de que o craque – que jogou no São Paulo – disse a frase num comercial de tevê, enquanto Borges realmente revelou o (des)entendimento moral sobre o que é vencer no futebol, pelo visto, a qualquer preço. Estará no clube certo?

  3. Recorrência econômica-antiesportiva: a relação da torcida são-paulina com o clube, e do clube com a torcida, é menos afetiva (no sentido do vínculo desejante) do que econômica. O torcedor são-paulino, com raras exceções, não enche o estádio, e só posa com a camisa do clube depois que o time chega à liderança. O próprio clube admite que a torcida só comparece quando o time está na liderança. Bem diferente de Flamengo, Vasco, Corinthians, times de grande torcida. A maior parte dos torcedores tricolores acreditam que Raí foi o maior ídolo do clube, e talvez nem conheçam Friedenreich, Canhoteiro, Leônidas da Silva, Pedro Rocha. O clube, por sua vez, tem uma relação de marketing com os torcedores, e aproveita a paixão como vetor de consumo, não indo além disso.

  4. Recorrência intensiva-predominante: no Brasil, neste momento, predomina muito mais, em termos numéricos e intensivos, o rebaixamento do Vasco da Gama do que o título tricolor. Recorrência que também ocorrera no ano passado, quando a torcida do Corinthians (e a anti-corintiana) predominaram em relação ao título tricolor. Ao rebaixamento do Vasco, toca às torcidas do Vasco, pela dor, e do Flamengo, pela alegria ressentida da dor do rival compondo com a própria dor de não ir à Libertadores. O fator político, de que a torcida vascaína presente no estádio de São Januário tenha gritado a plenos pulmões que a culpa pelo rebaixamento é de Eurico Miranda torna o acontecimento ainda mais importante ao futebol. A conquista do São Paulo fica restrita aos são-paulinos. Aí, não é futebol.

Embora nenhum desses argumentos negue o fato do São Paulo ter chegado ao final do campeonato em condições de disputar o título, e não seja responsável pela incompetência dos adversários, que entregaram de bandeja pontos importantes nesta briga, a análise não pretende reduzir a mediocridade do campeonato brasileiro ao seu time campeão, mas tão somente pontuar elementos nocivos ao futebol, e que acabam predominando graças à subjetividade mercadológica que tenta se sobrepôr à futebolística. Infelizmente, para alguns torcedores são-paulinos, flamenguistas, gremistas, e de outras agremiações, a bola não se mancha jamais.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

* 6 3 3 * (e umas cositas más…)

CAMPEONATOS NACIONAIS

O campeonato brasileiro de 2008 terminou, e deixou algumas observações:

MEDIOCRIDADE DOS TIMES

Como é possível um time como o Grêmio, fraco tecnicamente, arrancar na dianteira, abrir 14 pontos de vantagem, para entregar tudo nas últimas rodadas? Como é possível que um time abaixo da crítica, como o Palmeiras, que vende seu único jogador razoável, chegar em quarto lugar e abiscoitar uma vaga na Libertadores? A resposta é simples: todos os times são nivelados, mediocrimente nivelados. Não houve um destaque no campeonato que valesse a pena a menção, não houve um time de grande jogadas, e o campeão, além do bandeirinha e das ajudinhas nas rodadas finais dos homens do apito, precisou mais da ajuda dos adversários diretos, que se auto-aniquilaram do que propriamente de seus méritos.

O QUE É QUE O SÃO PAULO TEM? NADA, MAS…

Há quem diga que é uma boa diretoria ou um bom técnico, mas na realidade a diferença entre o São Paulo e os adversários é somente a marcação. O São Paulo tem uma forte marcação, mas que é menos técnica que truculenta. Seus jogadores não medem esforços para parar as jogadas, e é especialista em não deixar o adversário jogar. No mais, não tem grandes méritos na frente e se aproveitou da fragilidade defensiva dos adversários. A própria defesa do São Paulo não é boa, mas o meio-campo garante que a bola não chegue por lá. Afirma-se que o tricolor é um time solidário, que quase todos os jogadores já fizeram gols. O são também na defesa. Se houvesse um limite de faltas cometidas, como existe no basquete, o time inteiro teria de ser substituído antes do intervalo. E não adianta procurar nas estatísticas: o São Paulo é especialista naquele tipo de falta que o árbitro não marca. Aquela que não derruba o adversário, mas desestabiliza a ponto dele perder a bola. O jogo contra o Goiás foi uma evidência disso. Daí o time ter dificuldades contra adversários de melhor porte físico, como o Fluminense.

LAMBANÇAS DIRETORIAIS E EMPRESARIAIS

O campeonato brasileiro não se tornou previsível e monótono apenas por conta da mediocridade dos elencos e do tri são-paulino. Na realidade, a possibilidade de se vencer um campeonato está nas mãos de poucos clubes, justamente aqueles que têm relações com empresas e empresários de jogadores. Dois exemplos: na penúltima rodada, o Palmeiras encarou o Vitória, e o meia Marquinhos, já negociado com a Traffic, “parceira” do verdão, tirou o pé, após o futuro colega Kleber discretamente lembrá-lo que uma boa partida pelo atual time pode prejudicar o futuro. Antes disto, o Flamengo, quando foi encarar a Portuguesa, vetou a participação de dois jogadores rubro-negros emprestados à Princesinha do Canindé. Desaparece o esporte, entra um negócio. E como em todo negócio, o risco deve ser minimizado. Preparem-se para ter sempre os mesmos times na ponta do certame. E se por acaso pintar outro, é porque a força do dinheiro chegou também por lá.

NA FALTA DE UM CRAQUE, VAI O LATERAL MESMO…

Quantos dos times que chegaram disputando título ou vaga na Libertadores depende dos seus laterais para chegar ao ataque? Flamengo, São Paulo, Palmeiras, times que, tendo suas laterais bem marcadas, desaparecem ofensivamente. Um pouco menos o São Paulo, que jogou predominantemente no contra-ataque (a defesa do técnico, que afirma que o time é ofensivo por ter o melhor ataque é pífia: gol de contra-ataque também entra na estatística), bem mais ilustrativo o Flamengo, que simplesmente desaparecia em campo quando seus laterais não eram acionados. Na ausência de um craque que componha o meio-de-campo e faça funcionar o time como um todo (como Verón, no Estudiantes, e D`Alessandro, no Inter), a correria desenfreada tomou conta do certame. Correria que é, como diria aquele clichê futeboleiro, “o elo de ligação que une” a Premier League e o Peladão. No campeonato brasileiro, que é exportador de pé-de-obra para o mundo, e que vende o jogador como craque assim que ele acerta dois passes de mais de 5 metros, por um preço que não cobriria os cordões das chuteiras de um Nilton Santos, a realidade não é diferente. Vive-se uma época estéril em talentos em todas as áreas do conhecimento humano. No futebol brasileiro, não é diferente.

A QUEDA DO VASCO PODE NÃO SER O NAUFRÁGIO DE DINAMITE

No intervalo da partida entre Vasco e Vitória, quando os baianos venciam por 1 – 0, a tevê Globo filmava na arquibancada o ex-presidente do clube, Eurico Miranda. Quem sabe, para a emissora, o pretenso salvador do clube no ano que vem, já que a ela não interessa um Vasco estruturado e pronto a brigar por um aumento das cotas de tevê. Sem contar que debaixo do paletó dos Marinho, há uma camisa rubro-negra mal disfarçada. No entanto, com 2 – 0 no placar, e o time efetivamente rebaixado, a torcida vascaína, que elegeu duas vezes Eurico para o parlamento nacional, se manifestou, gritando que a culpa pelo rebaixamento era de Eurico. Pergunta: por que neste momento a emissora não focalizou o citado, como faz a tevê italiana que dá close até em Berlusca quando o Milan está perdendo? O grito da torcida evoca dois entendimentos que podem se materializar como reais no ano que vem: um, a confiança do torcedor vascaíno no fato de Dinamite não ter tido tempo hábil nem condições para reverter o estado de miserabilidade que a administração euriquiana deixou e outro, que ser rebaixado deixou de ser “o fim dos tempos” para os grandes, desde que o Corinthians foi lá e mostrou que é possível lucrar também na série B (como aliás, já tinham feito Botafogo e Palmeiras, em menor escala).

Confira abaixo os resultados da derradeira rodada do Brasileirão, a classificação final e a listagem da artilharia.

Artilheiros:

Kléber Pereira – Santos: 21 gols.

Keirrison – Coritiba: 21 gols.

Washington – Fluminense: 21 gols.

Alex Mineiro – Palmeiras: 19 gols.

Guilherme – Cruzeiro: 18 gols.

38ª Rodada Série A – 07/12

Cruzeiro 4 – 1 Portuguesa

Figueirense 3 – 1 Internacional

Vasco 0 – 2 Vitória

Sport 4 – 3 Coritiba

Atlético/PR 5 – 3 Flamengo

Santos 0 – 0 Náutico

Goiás 0 – 1 São Paulo

Grêmio 2 – 0 Atlético/MG

Fluminense 1 – 1 Ipatinga

Palmeiras 0 – 1 Botafogo

Classificação Final do Brasileirão 2008

São Paulo  –  75

Grêmio  –  72

Cruzeiro  –  67

Palmeiras  –  65

Flamengo  –  64

Internacional  –  54

Botafogo  –  53

Goiás  –  53

Coritiba  – 53

Vitória  –  52

Sport Recife  –  52**

Atlético/MG  –  48

Atlético/PR  –  45

Fluminense  –  45

Santos  –  45

Náutico  –  44

Figueirense  –  44

Vasco  –  40

Portuguesa  –  38

Ipatinga  –  35

* Em azul, os classificados para a Libertadores ’09; em verde, os classificados para a Sulamericana ’09, e em vermelho, os rebaixados para a série B. ** Classificado para a Libertadores como campeão da Copa do Brasil 2008.

* * *

Copa do Brasil de Futebol Feminino: as semifinais serão realizadas nesta terça-feira, mas a amazonense Nilton Lins não enfrentará as leoas do Recife. É que a escalação irregular da atleta Vanda Pantoja Sena, no jogo contra o Boa Vontade, em São Luís, no Maranhão, rendeu ao time a desclassificação. A escalação irregular já havia desclassificado o Corinthians, nas oitavas-de-finais. Agora, quem vai encarar o Sport Club do Recife é o Boa Vontade, que assumiu a vaga.

CAMPEONATOS AMÉRICA DO SUL

Apertura Argentino’ 08: O Boca queria abocanhar o título do Apertura já neste domingo, diante do Gimnasia La Plata, na casa dos adversários. Bastava uma vitória dos comandados de Carlos Ischia, e um tropeço do Tigre, que visitaria o Rosario Central. Mais distante, mas com chances, o San Lorenzo encararia o Independiente. Pois bem, o Boca conseguiu se complicar, e não saiu dos zeros com o Gimnasia. Melhor para o Tigre, do artilheiro Martín Morel, que saiu perdendo por 2 – 0 nos primeiros dez minutos de partida, e conseguiu a virada. Mas rindo à toa mesmo ficou o San Lorenzo, que goleou o Independiente e assumiu a ponta do torneio, que termina no próximo final de semana. O Ciclón pode garantir a taça com uma vitória simples. Caso seja o Tigre o campeão, será o primeiro caneco na primeira divisão de sua história. Tudo indefinido no certame, e a única certeza é a de que o River Plate perdeu a sua 9a partida em 18 disputadas, e deve ter como técnico – se ele aguentar o rojão, o ex-jogador Gorosito. O River pode terminar em último no campeonato, o que seria um feito histórico. Na artilharia, José Sand, do Lanús, tem agora 15 gols. Resultados:

18ª Fecha Apertura’08 – 05, 06 e 07/12

Vélez 0 – 2 Lanús

Banfield 2 – 2 Argentinos

Racing 0 – 0 Gimnasia Jujuy

San Martín (T) 2 – 0 Newell’s

River Plate 1 – 2 Godoy Cruz

Arsenal 1 – 0 Huracán

Gimnasia La Plata 0 – 0 Boca Jrs

Rosario Central 2 – 3 Tigre

Colón 0 – 1 Estudiantes

San Lorenzo 4 – 1 Independiente

Classificação

San Lorenzo  –  36

Tigre  –  36

Boca Juniors  –  36

Lanús  –  34

Newell’s Old Boys  –  28

Estudiantes La Plata  –  27

Gimnasia La Plata  –  26

Vélez Sarsfield  –  26

Arsenal  –  25

Colón  –  23

Argentinos Juniors  –  23

Banfield  –  23

Racing Club  –  22

San Martín (T)  –  20

Gimnasia Jujuy  –  20

Independiente  –  18

Godoy Cruz  –  17

Huracán  –  17

Rosario Central  –  15

River Plate  –  13

* * *

Apertura Uruguaio’ 08: e a bola finalmente voltou a rolar oficialmente no Uruguai! E no cumprimento da 12a rodada, o Danubio se segurou na ponta do campeonato, seguido de perto pelos rivais Nacional e Peñarol. Os tricolores fizeram um jogo de seis gols contra o Cerro, enquanto os aurinegros não saíram do 1 – 1 com o River Plate. Enquanto segue o enterro da primeira divisão, o recém rebaixado Fénix garante o título do Apertura ‘B’. Willian Ferreira, do Defensor Sporting e sergio Leal, do Danubio, com seis gols cada, lideram a artilharia. Resultados:

12ª Fecha Apertura’08 – 06 e 07/12

Liverpool 2 – 1 Central Español

Juventud 1 – 1 Cerro Largo

Nacional 3 – 3 Cerro

Defensor 3 – 2 Wanderers

Villa Española 2 – 0 Rampla Jrs

Bella Vista 0 – 2 Danubio

Tacuarembó 1 – 1 Racing

River Plate 1 – 1 Peñarol

Classificação

Danubio – 27

Nacional – 26

Peñarol – 23

Cerro – 23

Racing – 22

Liverpool – 22

Defensor Sporting – 21

Central Español – 16

River Plate – 15

Rampla Jrs – 13

Bella Vista – 13

Tacuarembó – 12

Villa Española – 09

Wanderers – 08

Cerro Largo FC – 08

Juventud – 05

CAMPEONATOS EUROPEUS

Ligue 1 Temporada 2008-2009: Rodada 17, os cinco primeiros são: Lyon (34), Marseille (31), Rennes (30), Bordeaux e Paris Saint-German (29). Resultados: Nantes 2 – 1 Lyon, Marseille 2 – 1 Nice, Caen 1 – 1 Rennes.

* * *

Bundesliga 2008-2009: Rodada 16, os cinco primeiros são: TSG Hoffenheim e Bayern Munique (34), Bayer Leverkusen (31), Hertha Berlin e Hamburg (30). Resultados: Bayern 2 – 1 Hoffenheim, Borussia Mönchengladbach 1 – 3 Leverkusen, Schalke 04 1 – 0 Hertha Berlin.

* * *

Premier League 2008-2009: Rodada 16, os cinco primeiros são:Liverpool (37), Chelsea (36), Manchester United (31), Arsenal (29), Aston Villa (28). Resultados: Blackburn 1- 3 Liverpool, Bolton 0 – 2 Chelsea, Manchester United 1 – 0 Sunderland.

* * *

Liga Sagres 08/09: Rodada 11, os cinco primeiros são: Benfica (25), Leixões* (23), Sporting Lisboa (22), FC Porto e Nacional (20). Resultados: Marítimo 0 – 6 Benfica, Estrela Amadora 1 – 3 Sporting, Vitória de Setúbal 0 – 3 Porto. * – Joga hoje, contra o Vitória de Guimarães.

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La Liga BBVA Espanha 2008/2009: Rodada 14, os cinco primeiros são: Barcelona (35), Villareal (29), Sevilla e Valência (27), Real Madrid (26). Resultados: Barcelona 4 – 0 Valencia, Villareal 3 – 3 Getafe, Real Madrid 3 – 4 Sevilla.

* * *

Série A Itália Calcio 2008/2009: Rodada 15, os cinco primeiros são: Internazionale (36), Milan e Juventus (30), Napoli (27), Fiorentina (26). Resultados: Lazio 0 – 3 Inter, Milan 1 – 0 Catania, Lecce 1 – 2 Juventus.

* * *

Eredivisie Holanda 2008/2009: Rodada 14, os cinco primeiros são: AZ Alkmaar (32), Ajax (29), FC Twente (27), NAC Breda (26), PSV Eindhoven (25). Resultados: AZ Alkmaar 2 – 0 Heracles Almelo, Volendam 1 – 2 Ajax, NAC Breda 0 – 4 ADO Den Haag.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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