Arquivo para 4 de janeiro de 2009

ARTISTAS EDIPIANOS UNIDOS PELO NEPOTISMO

Das muitas elaborações culturais que endereçaram o homem a garantir uma certeza existencial, a que mais prevaleceu a partir do final do século XIX, até hoje, foi o Complexo de Édipo, a menina dos olhos da Psicanálise. A filha idolatrada de Freud.

Freud amarrou o homem no infantilismo até que a morte o desamarre. É uma tal de triangulação, pai, filho(a) e mãe. Um tal de odiar o pai e amar a mãe. Substituição fálica do pai, ao mesmo tempo que o ama e o odeia. Medo do pai. Complexo de Castração. “A criança é o pai do homem”. O presente é fantasma do passado. O inconsciente com seu “segredinho sujo”. No final a criança cresce biologicamente, mas permanece presa aos seus conflitos edipianos. É pai/criança. Um adulto/infantil. Fantasia sempre um ser superior. Um Deus, sacerdote, pastor, patrão, professor, juiz ( mesmo de futebol) governante…, o que possa representar a figura simbólica da superioridade protetora. A segurança. A ordem paranóica moral do capitalismo.

A ESTÉTICA ESQUIZA

Mas ninguém é Freud impunimente. Eis que os filósofos Deleuze & Guattari escrevem o Anti-Édipo, e Édipo é abalado. O edipianismo não passa pela infância, fantasmada pelo pai. É um delírio histórico com todos seus campos de investimentos do econômico, político, sociológico, religioso, moral… Saltam as linhas disjuntivas da Esquizo-Análise. Rejeitado Édipo, o inconsciente deixa de ser um passivo sótão para ser transformado em uma usina maquínica. A existência é um continuo devir-poiético produtor de disjunções para que a vida seja criadora e distributiva. Assim, a arte não se mostra mais como uma reprodução do visto, mas movimento dos perceptos, novas formas de ver e ouvir, e afectos, novas formas de sentir. A arte tece seus dizeres estéticos como Vontade de Potência, a poieses reveladora ativadora do novo. A emergência da visibilidade.

NOSSOS ARTISTAS ALIENADOS

A história dos artistas de Manaus é por demais engraçada. Piadista. E a história mais recente, que piada. Sempre re-editando Édipo. Sempre crentes da superioridade estética dos governantes. Talentosos juízes. Indicadores incontestes da beleza. Nenhuma suspeita de que a semiótica dos “políticos”, não serve à arte. Nenhuma desconfiança de que projeto burocrático não é arte. Doce alienação, meu!

Então, o prefeito cassado, Amazonino, não dando bola para o nepotismo, indica sua filha para secretaria municipal de Manaus. Grita nacional. A filha se defende afirmando que não vê nepotismo. Para ela, nepotismo é quando se emprega toda a família. Para dar “aquela força”, esses artistas alienados sócio e politicamente, “lançam” um “manifesto”, sem compreender o que seja um manifesto. O mesmo acontecendo com a mídia que repete a fraude política/lingüística: “manifesto”. Confundem com abaixo-assinado. Reafirmam o que a filha já havia qualificado em si: talentosa e trabalhadora. Ocupou cargo na Fundação Villa Lobos. Produções: meras imitação do já posto, tomado como arte. Nada de perceptos e afectos. Só o mesmo. Nenhum signo-éstético novo.

Alienados, nossos artistas não sabem que nepotismo é contra a lei, e que nenhum abaixo-assinado pode revogá-la. Assim, alienados, não sabem que estão estimulando o desrespeito à lei. Logo, se colocando acima da lei. O que só não é um perigo, porque trata-se de uma reação (reacionária) edipianamente inofensiva. Tal como o que mostram como arte. Os frutos de seus talentos.

Esses artistas não sabem que a estética implica a política e a ética. E que aí a arte é processual democrático.Talvez por isso, quando a ilustríssima juíza Maria Eunice Torres do Nascimento cassou o candidato eleito, Amazonino, e foi ameaçada e penalizada com sua substituição na presidência do pleito de 2008, eles não fizeram um “manifesto” em sua defesa. Observando-os, hoje, o silêncio já era a manifestação da lógica do “meu pirão primeiro”. Coisa de artista da corte. Tudo bem, sem direito a camarote. Mas artista.

NOMEAÇÃO DE SECRETÁRIO EXPÕE GENÉTICA DIREITISTA DO PRESIDENTE REGIONAL DO PT

A divulgação do nome do pedagogo Vital da Costa Melo para a secretaria municipal de trabalho na breve gestão de Amazonino Mendes expõe mais uma vez o PT/AM.

A indicação de Vital para os quadros de uma administração que não guarda rastro nem genotípico muito menos fenotípico com o PT foi bancada, segundo a imprensa, pelo presidente regional, Waldemir Santana. Santana é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas e, pessoalmente, guarda uma semelhança com o prefeito eleito: também está no cargo através de medida judicial.

O próprio Santana, em depoimento publicado na imprensa escrita, teria dado mostras do seu entendimento seletivo do que seja assunto “particular” e “do partido”. Segundo ele, Vital não deve sofrer sanções por atravessar o abismo e abraçar uma administração da direita tradicional amazonense, já que quem foi convidado foi o indivíduo, e não o partido. Ao mesmo tempo, pretende enviar ao conselho de ética do PT o vereador José Ricardo, por ter desobedecido a orientação partidária de apoiar a candidatura de Carijó (PTB) à presidência da CMM. José Ricardo foi o único vereador que não votou na chapa do ex-prefeito tampão.

Interessante notar que Vital, que vai contra o estatuto e a posição histórica de oposição à direita tradicional pregados pelo PT, ao aceitar o cargo na administraçào brevíssima de Amazonino, não é visto como infiel, mas a ação opositora de José Ricardo, que se mantém praticamente como voz única (no plano numérico, é claro. Intensivamente, ele é muitas) destoante de uma câmara destra, deve ser processado pela administração de Santana.

Se fica claro até para o PT “Oh, My Darling!” que os interesses do PT e os de Amazonino não se conciliam nem mesmo na subalternidade carraspanática de Sinésio, Marilene Corrêa e iguais ao governo Braga, então só nos resta perguntar: que interesses terá Waldemir Santana em aproximar-se de Amazonino, através de Vital?

WALDEMIR, ESTRATÉGIAS DITATORIAIS E A FAIXA DE GAZA

Waldemir Santana aproveitou para afirmar que se o vereador José Ricardo quiser “guerra”, ao se opor à nomeação de Vital Melo para a administração breve de Amazonino, deve, palavras dele, “ir para a Faixa de Gaza”.

Segundo a Picanálise, um ato falho é a revelação, através de um ato ou fala inadvertida, das reais crenças e intenções do indivíduo, que o Consciente pretendia manter oculto, mas que é inconscientemente revelado. Diz-se dos atos falhos que são manifestações importantíssimas para que realmente conheça uma pessoa.

Ao afirmar que há uma guerra na Faixa de Gaza, Waldemir Santana revela duas verdades sobre si mesmo, que o aproximam genotipicamente da direita tradicional de Amazonino:

1 – Ignorância quanto ao fato de que uma guerra é o conflito de duas ou mais nações em condições de equilíbrio bélico e com um conflito mútuo. O que não ocorre na Faixa de Gaza, já que trata-se da nação invasora de Israel promovendo um massacre étnico. Revelação de que Waldemir, como sindicalista e como membro de um partido que representa os trabalhadores, é incapaz de realizar uma leitura de mundo para além dos clichês, capturado que está pela força midiática que pretende encobrir a violação de direitos humanos naquela região. O que dirá então, dos direitos trabalhistas, ele que é presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas em regime juridicamente especial?

2 – O (des)entendimento sobre o massacre em Gaza evidencia ainda o uso da palavra “guerra” para se referir ao massacre étnico naquela região. Palavra também usada pelo governo Clinton, nos anos 90, para se referir aos massacres étnicos na ex-Iugoslávia, também usada pelo governo Bush Jr para se referir às invasões do Afeganistão e Iraque, quando nenhum dos dois países declarou guerra aos EUA. Waldemir evidencia sua proximidade genética com a direita tradicional, aqui e lá, quando se apropria de uma palavra (como o fazem as ditaduras), esvaziando-a do seu movimento atômico e adequando-a a uma subjetividade de interdição/repressão do agir e dos direitos humanos. Paradoxal, para um presidente de sindicato.

Se os interesses de Waldemir Santana, presidente regional do PT e do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, passam por estas estratégias de ocultação do Real, caras à direita internacional, então não há dúvidas sobre a fidelidade do presidente. À Direita.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

UM MICROFASCISMO NO MOVIMENTO GAY

Só os homens livres são utilíssimos uns aos outros e se ligam uns aos outros pelo laço mais estreito de amizade e se esforçam, por um movimento de amor igual, por fazerem bem uns aos outros e, por conseguinte, só os homens livres são gratíssimos uns para com os outros” (Spinoza).

A maior ameaça à atuação efetiva de um grupo social não são os grupos e instituições cujos interesses lhes são contrários, mas os microfascismos de grupelho que os próprios movimentos sociais carregam.

O músico-itinerante Tom Zé, no tempo da ditadura, quando fazia shows em centros comunitários e universidades, e se surpreendia com o público que sabia de cor suas canções sem que elas tocassem nem em rádio pirata, costumava referir-se ao conceito de “Hospedar o Inimigo”, atribuído por ele ao filo-pedagogo Paulo Freire. Hospedar o inimigo, nas palavras de Tom Zé significa “de tanto, viver com o inimigo, de tanto ficar perto dele, de tanto conviver com ele, quando temos a chance de fazer algo diferente, a chance de agir sem o julgo direto da força do inimigo… a gente age igualzinho a ele”. Tom Zé se referia aos movimentos de esquerda que, aproximando-se o fim da ditadura e da censura, não apresentava-se como alternativa que se diferenciasse da direita. Já naquele tempo!

O movimento LGBT, como outros movimentos de minoria, sofre todo tipo de violentação social, tanto individual quanto institucionalmente. Como minoria, é clivado socialmente através dos enunciados de capturação das produções culturais em posição semelhante a de negros, mulheres, povos nativos, sem-terra, dentre outros. Minorias que numericamente e intensivamente são maioria, das quais o capitalismo e o Estado Burguês não pode prescindir, mas que adesiva como segmentos “marginais”, que não fazem parte do cerne da sociedade. Daí a atuação institucional – de governos, principalmente, mas não somente – em relação a estes grupos ser quase sempre de caráter repressivo, de interdição.

Mas e quando setores do movimento gay, ou mesmo homoeróticos que não atuam em movimentos sociais são capturados pelo mesmo enunciado laminador discriminatório do qual são alvos, e passam de discriminados a discriminador? Quando o dedo julgador, que atribui valores exógenos e socialmente depreciadores, deixa de apontar para os gays, e parte deles para apontar a um outro segmento, daí temos estabelecido o o microfascismo de grupelhos.

Um viés do enunciado julgador é o que vem de alguns setores das igrejas: o delírio messiânico paranóide que perpassa o Deus da Igreja Católica e derivadas e o Deus dos extremistas islâmicos. Não apenas eles, mas no plano da cultural ocidental, são os dois que predominam. A nenhum homoerótico, mesmo que jamais tenha militado socialmente, é vedado saber que os eva(disa)ngélicos (nada a ver com Cristo), católicos extremados (idem) e islâmicos extremistas (nem todos os islâmicos são homofóbicos) são contrários à sua existência, entendendo como desviante e patológico a orientação sexual/erótica homo.

Por isto mesmo não é vedado a qualquer homoerótico – como de resto, a qualquer pessoa – compreender como esse enunciado se construiu, e de que maneira ele captura as pessoas. Como afirmou Freud, que nestas horas acerta, toda estupidez é produto da repressão. Todo enunciado julgador, da moral de classe, que segrega, classifica, identifica, rotula e discrimina, só encontra porto seguro na ignorância e no medo. Daí pessoas sequeladas na sua própria existência, em geral inseguras, tolhidas na sua infância, adolescência e vida adulta de experiências diversas, serem os principais veículos do enunciado da discriminação. Mais que a exclusão, é a interdição a causa da discriminação.

Igualmente, não há diferenças nem nuances no enunciado da privação/interdição. Negros, pobres, mulheres, gays, muçulmanos, judeus, todos são igualados no ato xenofóbico/paranóide.

Assim, um homoerótico que odeia muçulmanos e se regozija com o massacre em Gaza não é diferente de um muçulmano extremista que se regozija com a morte de gays. Ambos são espíritos (mentes) aprisionadas no enunciado segregador. Não pensam por si, mas reagem, numa condição de infantilização que não é a das crianças, mas a dos adultos “xuxeados”, incapazes de enxergar nuances, realizar abstrações. Daltonismo epistemológico.

No século passado, a condição de miserabilidade social e econômica da Alemanha pós 1a Guerra decidiu que os bodes expiatórios do seu infortúnio seriam os judeus. Mas não deixou de perseguir os negros, os gays. Alguns anos depois, os judeus, capturados pela força tanática de uma religião delirante escolheram os palestinos – em sua maioria, mas não todos, muçulmanos – como bodes expiatórios para a sua condição de povo capturado pela Má Consciência (Nietzsche).

Não será acreditando que “quem faz mal ao meu inimigo é meu amigo” que os gays farão a revolução da aceitação desejante da sua orientação sexual/erótica pela sociedade. Não é com a estupidez que se combate a estupidez. Não é odiando todos os brancos que os negros conseguirão superar a sua condição histórica de explorado pelo capital, mas com medidas afirmativas.

Da mesma maneira, um gay que odeia todos os evangélicos, católicos, muçulmanos, diz mais de si mesmo, de sua condição enquanto aprisionado, capturado, servil, estupidificado, ignorante do próprio corpo e de suas conexões intensivas, simulacro do sexo, do que do próprio movimento gay. É insuportável consequência sem jamais conseguir ser causa, movimento intensivo que enfraquece e efetivamente luta contra a discriminação. Não é sequer gay, já que gay é a alegria que transborda o Si e o mundo naturado. A privação, a interdição não fazem parte do mundo gay.

Significa também que, mais que medidas repressivas – necessárias numa situação social de “desigualdade entre iguais”, como é o caso, por exemplo, da Lei Maria da Penha e do PLC 122/06 – é preciso produzir um movimento intensivo, onda cultural de produção de saberes e dizeres enfraquecedores do enunciado da repressão e do medo. Ou como afirma o psiquiatra anti-psiquiatria, Franco Rotelli:

O que penso é que as coisas podem mudar e que o único caminho correto é a batalha cultural e não legal (leis, códigos). Uma batalha que se combate no interior da relação com jovens gerações, por meio de uma modificação cultural do estado de coisas, das condições dos jovens”.

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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