Arquivo para 7 de janeiro de 2009

PROCURADORIA DA CMM DÁ PARECER CONTRÁRIO AO FIM DA MEIA-PASSAGEM E PERGUNTA FICA NO AR

Parecer da procuradoria da CMM, ainda da gestão anterior, assinado na nochevieja (31 de dezembro), dá conta de que a procuradora da CMM, Francy Litaiff, deu parece contrário ao projeto da famigerada Emenda 10, a que retirava 70 passes estudantis por mês da cota dos estudantes, além de acabar com a “domingueira” e outros dos poucos benefícios que a população tem no péssimo sistema de transporte coletivo de Manaus.

Segundo notícias, a procuradora mudou o parecer devido a “falhas no processo de votação”. O parecer ainda precisa ser avalizado pela “nova” presidência da CMM.

Enquanto fica evidente a força de mobilização dos estudantes, que pintaram o Natal dos vereadores e mostraram as pretensões nada democráticas dos edis em fim de mandato, fica a pergunta: o que terá visto a procuradora no segundo exame do processo que não viu na primeira vez?

Se a justificativa aceita pelo TJ/AM para a concessão e manutenção da liminar era o flagrante ataque a um direito adquirido, e isso não foi notado pela procuradora no seu primeiro exame, o que terá motivado-a a uma mudança drástica de opinião quando as luzes da CMM já estavam apagadas? Uma questão que facilmente poderia ser formulada pela OAB/AM, envolvidíssima nas questões políticas da cidade, como pudemos perceber no caso da cassação de Amazonino, a patológica absolvição de Henrique Oliveira, o afastamento da magnânima juíza Maria Eunice Torres do Nascimento, dentre outros casos que mereceram da OAB – Secção Amazonas toda a atenção e importância que o órgão dá a si mesmo.

De qualquer sorte, estudantes, é preciso continuar atento. As forças reacionárias que pretendem eliminar o direito da população ainda estão presentes na composição da “nova” CMM e da Prefeitura Interina. O parecer desfavorável da procuradora – que deu lugar à irmã de Leonel, último presidente da Casa e articulador principal da Emenda 10 – não garante o enterro do malfadado projeto, e é preciso continuar a vigilância contra o poder que representa menos a produção do público engendrada ao Bem Comum do que à corrupção do Bem Comum em favorecimento ao Capital.

BOLSA ATLETA DO MINISTÉRIO DO ESPORTE

O Ministério dos Esportes informa que a partir do dia 12 estarão abertas as inscrições para os atletas que pretendem participar do Bolsa Atleta. O atleta receberá uma bolsa que vai de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 Você é atleta? Então, prepare o físico corra e salte todos os obstáculos para se increver e conseguir esse troféu. Você merece muito mais, mas para quem nunca teve nenhum, por enquanto está valendo. Lembre: O Brasil precisa de seu talento e velocidade. Vai, mano! O Brasil é nosso!

Mais informações no site do Ministério do Esporte, no link:

http://portal.esporte.gov.br/ascom/noticia_detalhe.jsp?idnoticia=5368

05 E 06 DE JANEIRO: OS DIAS DA VINGANÇA RESSENTIDA DOS AMAZONÍNICOS

A vingança é um ato de ressentimento: revela o quão forte é a dependência do vingador em relação ao vingado. Amor travestido em ódio, a vingança, para a psicanálise é um ato que procura aniquilar no outro aquilo que evidencia a minha impotência. Segundo o filósofo Spinoza, a Vingança é o desejo de fazer o mal a alguém que tenha antes feito um mal a mim. É, portanto, uma afecção que caracteriza a servilidade humana, já que, por um afecto exógeno, tem-se uma reação que não é causa de si. Na vingança, o sujeito se desfaz, transforma-se em apêndice do outro. A dor de não existir.

Efetivamente, nestas segunda e terça-feira, os indicados por Amazonino para a Prefeitura Provisória chegaram às secretarias e demais unidades municipais. E, como já adiantado aqui neste Bloguinho, o festival do ressentimento e da vingança aconteceu.

Em uma das secretarias, por exemplo, a encarregada pela “nova” gestão chegou, e ao avistar alguns funcionários da gestão serafinesca ainda presentes, entrou na sala, perguntando por que ainda não haviam desinfetado o lugar. Em outro lugar, funcionários que chegavam eram “gentilmente convidados” a voltar para casa, e aguardar, pois os contratos de quase todos os temporários não foi renovado.

Júbilo do ressentimento, fel escorrendo da boca, era o dia do açoite, da volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar – e muitos nem tinham mandado. Contam à boca grande, que pequena não caberia, a quantidade de agora ex-funcionários, que estiveram de sol a sol, fazendo campanha para Serafim, amontoando-se estes dois dias na antessala das secretarias, a juras com todos os patuás à mão que sempre apoiaram o Interino. Briga não menor para conseguir um “cartãozinho” de apresentação de algum vereador recém eleito, da base de apoio do Prefeito Interino, para mostrar ao novo(a) patrão(oa) – só a palavra não basta, é preciso traficar influência desabridamente – que esteve sempre ao lado do “novo” patrão. Que cartas (ou cartões) terão na mão quando o TSE falar?

SURGE A PROMETIDA META DA PREFEITURA: MEU PIRÃO PRIMEIRO

Do lado dos que ora assumem, ainda que provisoriamente, a dor travestida em prazer (que somente quem nunca o sentiu pode confundi-lo com ela): devolver, como se possível fosse, em dose dobrada, triplicada, a frustração acumulada de quatro anos sem as benesses do cargo. Enquanto a “nova” secretária de educação (?), Theresinha Ruiz, apontava o dedo para uma funcionária e esbravejava que não queria ver a cara dela no dia seguinte, em outros cantos da cidade, funcionários, ex-funcionários e cabos eleitorais corriam atrás daquilo que lhes foi prometido em campanha: um cargo para si e para os parentes. Mais cartõezinhos edis-pianos.

Mas nem todos tiveram a mesma sorte. Em todos os “níveis hierárquicos” da trama de amigos do Prefeito Interino, houve quem tivesse trabalhado mas não levado. Destes, zil lotavam os gabinetes de vereadores e de secretários recém empossados, a fim de gritar em alto som que foram “esquecidos”. Houve quem cantasse a vitória no dia 30 de dezembro, antecipando a “lista de dispensa”, e que teve duplo dissabor: nem viu fora seus desafetos, e nem ficou. Mas nem só de desconhecidos foi feito o fogo-amigo da “nova” gestão: na briga de jornalistas, repórteres, editores de jornal, apresentadores e outros subalternos que usaram concessões públicas abertamente para favorecer o eleito, só podia ganhar um. E quem perdeu mudou de lado com a fugacidade dos fogos do Reveillón.

NEPOTISMO CONTINUA, ENQUANTO IMPRENSA CONFUNDE APANIGUADOS COM ‘POVO’

Enquanto isso, na SEMASC, secretaria de assistência social, seguia a indefinição sobre a indicação nepotista da irmã do prefeito cassado, Marize Mendes, que não teria aceitado o cargo após a noticiação, em nível nacional, do ato nepotista de Amazonino, indicando a irmã e a filha para secretarias municipais.

Como ocorrido na “manifestação” dos “artistas” manoniquins a favor da filha, dezenas de ex-cabos eleitorais e partícipes da campanha de Marize à CMM, foram para a frente da secretaria lutar pelas nomeações prometidas. Ou, como saiu na imprensa: “500 populares reunidos para pedir que Marize assuma a SEMASC”. Coisas da imprensa oscilante. O fato é que Marize assume sem assumir, e Amazonino não deixa de realizar ato contumaz: irregularidade anti-democrática. Se a irmã dele não aceitou, a irmã do vice-prefeito, o também cassado Carlos Souza, aceita sem ruborizar a face. Será a nova subsecretária da pasta. Isso é que é nepotismo cruzado!

Marize Mendes afirmou que “quem sabe” daqui a três meses – quando a poeira midiática baixar – ela possa, enfim, assumir o cargo. Há quem tenha entendido esta atitude da irmã do Prefeito Interino como uma tentativa de se afastar da administração municipal e descolar a sua imagem de Amazonino, prefeito cassado, para evitar o desgaste da decisão do TSE. No entanto, com a ajuda da gentil imprensa obnubilada, o casal parece que pretende mesmo fazer crer que o nepotismo desapareceu num passe de mágica. Demonstração do que imaginam os eleitos sobre a inteligência de seus eleitores e, de quebra, demonstração da imprensa oscilante imagina sobre seus leitores. Imaginam!

ENUNCIADOS DITATORIAIS-DEMAGÓGICOS

Ao afirmar que não pretendia se afastar do cargo de vereadora – ao menos por enquanto – para se dedicar à caridade, Marize cometeu dois erros os quais, à luz da psicanálise, mostram o quão longe está a administração interina de Amazonino de uma democracia.

Primeiro, afirmou: “Eu tenho o poder que o povo me deu”. Não entendeu que a democracia não passa pelo poder, que aliás, é um vazio, produto das estéreis relações de ordem do Capital. Ainda que existisse, jamais, numa democracia representativa, poderia ser “dado”. O poder, constitucionalmente falando, emana do povo, e em seu nome é exercido, jamais cedido ou tomado. Daí as ditaduras civis ou militares, em qualquer lugar do mundo, sejam contrários à democracia. Marize não entendeu essa, e acabou deixando escapar sua crença ditatorial.

A outra: “O meu coração agora é escravo do povo”. Relação de dependência mútua, a relação senhor-escravo se inscreve na patologia das relações sociais, onde a certeza da minha existência depende da ingerência que o outro tem sobre mim. Exemplo: a exploração (sem o patrão para me oprimir, eu não existo, diz o operário alienado / sem o operário para explorar, eu não existo, diz o patrão). Nada a ver com um regime democrático, onde as potências se compõem sem pressões exógenas, mas com a predominância intensiva de elementos necessários ao Bem Comum. Marize, como seu irmão e sua sobrinha, carregam os signos de uma administração que evidencia o quanto é recrudescente a cidade de Manaus como produtora de saberes e dizeres libertadores. E depois reclama quando perde para Belém…

E o que começou no dia 05 e passou pela manhã do Dia de Reis – com muita festa no Nordeste! Enquanto aqui… – promete continuar nos próximos dias. Enquanto os necrófilos se violentam nesta farra antidemocrática que se quer arremedo de serviço público, o povo – o verdadeiro – mais familiarizado com a Democracia, aguarda, observando com humor o desespero dos famintos, que o TSE fale, profetizando o já-visto: a cassação.

OFENSIVA DE ISRAEL CONTRA PALESTINOS: “GUERRA JUSTA”, PORQUE GUERRA NÃO HÁ

Algumas pessoas e mídias ligadas ao ciclo da corrupção que desagrega as comunidades, não somente em termos morais, mas também em seus movimentos políticos e jurídicos, gostam de classificar a ofensiva de Israel contra os palestinos como uma guerra. Contudo, não conseguem nem alcançar a compreensão mais limitada de guerra que reside no confronto real ou virtual entre dois corpos divergentes. Algo que não ocorre no caso em questão. Deste modo a ofensiva israelense contra os palestinos não se constitui como uma guerra. Toda a demonstração do poderio militar, tecnológico e midiático israelense, bastantes superiores aos foguetes e pedras e paus com que contam os palestinos, evidencia bem o quanto não há dois países em confronto, mas, isto sim, um país que está liquidando por completo um outro. A quantidade de mortos, esclarecem ainda mais este fato. Do lado de Israel já foram alguns mortos, entre os quais alguns civis. Do lado dos palestinos já são muitos mortos, entre estes muitas crianças, e estes números tendem a crescer. Embora isto, por si próprio, não determine quem possa estar com a verdade.

Outro fato, esclarecedor da inexistência de guerra neste caso, é o quanto Israel está inclinado em celebrar sua luta como um instrumento ético e de limpeza do mal que se instalou no mundo. Isto se configura como uma celebração mítica-religiosa da guerra e logo em sua banalização. A guerra é secular e laica e foi isto que a modernidade tentou revogar da tradição medieval. Clausewitz definia a guerra como “um ato de violência cuja intenção é compelir nosso oponente a realizar nosso desejo“. Paul Virilio, citando o almirante Friedrich Ruge, diz visar a guerra (total) “destruir a honra, a identidade, a própria alma do adversário”. A guerra é uma força destrutiva, devastadora, intensidade orgânica e inorgânica que pretende abater de vez seu adversário, seja o deixando morto ou o escravizando. Ela nada tem de sacralização.

ISRAEL E SUA BELLUM JUSTAM

Mas, ainda que a ofensiva militar de Israel sobre Gaza não possa ser compreendida como uma guerra, um conceito que remonta às antigas ordens imperiais se adequa a esta situação. Bellum justum, guerra justa. Toni Negri e Michel Hardt dizem que, inicilamente, a guerra justa baseia-se, “primordialmente, na idéia de que, quando um Estado se vê diante de uma ameaça de agressão que pode pôr em risco sua integridade territorial ou sua independência política, tem jus ad bellum (direito de ir à guerra)”. Este conceito tradicional de guerra justa conjuga justamente a banalização da guerra e a celebração da luta como um instrumento ético. No entanto, este conceito de bellum justam surge atualmente de outra maneira. Toni Negri e Michel Hardt dizem:

“Longe de apenas repetir noções antigas e medievais, entretanto, o conceito atual apresenta inovações verdadeiramente fundamentais. A guerra justa já não é, em sentido algum, atividade de defesa ou resistência, como era, por exemplo, na tradição cristã de Santo Agostinho aos escolásticos da Contra-Reforma, como necessária à “cidade mundana” para garantir a própria sobrevivência. Ela se tornou uma atividade justificável em si mesma. Dois elementos distintos combinam-se neste conceito de guerra justa: primeiro, a legitimidade do aparelho militar desde que eticamente fundamentado, e segundo a eficácia da ação militar na conquista da ordem e da paz desejadas.”

Por mais que possam existir, ou Israel insista em dizer que seu ataque militar contra a Palestina tenha motivos de defesa de sua soberania, seus interesses estão em ressonância com a ordem capitalística. Senão por que o estado de passividade dos líderes de países envolvidos no Capitalismo Imperial, que insistem em ser ineficazes e anêmicos em suas ações para um cessar-fogo. De outra forma, Israel estaria apenas sendo usada pelo Império.

O IMPÉRIO

Deste modo, a guerra justa é um dos sintomas da ordem estabelecida, ou melhor, da ordem desejada pela subjetividade capitalística imposta pelo império. O conceito de império caracteriza-se por colocar em movimento uma dinâmica ético-política. O império se fudamenta pela ausência de fronteiras. Ele não tem limites e sua temporalidade é posta como eterna. Por esta razão, sua ordem é engendrada com a subjetividade capitalística, pois a sua dinâmica ética-política necessita abarcar os valores universais que foram cristalizados pelo capitalismo. Portanto, há um direito internacional e uma paz universal requisitada pelos países considerados soberanos no atual sistema capitalista. Logo, todos aqueles que não estiverem conscientes de que a “democracia” imposta pela ordem imperial não é a melhor para seu território e seu povo, representam uma radical ameaça. São, portanto, transvestidos de terroristas e perigosos ao equilibrio e plenitude da paz e do direito de todos no planeta. Então o Iraque tem que ser invadido e a ofensiva de Israel contra a Palestina deve ser vista como uma limpeza do mal da Terra. Israel não apresenta um interesse em uma guerra em que a virtude (potência) seja celebrada pelas poiésis marciais e pela força material e imaterial dos homens, ela deseja liquidar os Palestinos, pois este é o inimigo que tem que ser banalizado mundialmente como o que interfere e põe em perigo a ordem e a paz universal.

A FORÇA POLICIAL

A força deve ser evitada no império. Ela, a força, deve surgir como uma esperança. “O império é formado não com base na força, mas com base na capacidade de mostrar a força como algo a serviço do direito e da paz” (Tucídides, Lívio, Tácito, Maquiavel, Negri, Hardt). Bem mais do que um confronto, uma guerra, a força na ordem imperial, é policial. A força policial é que deve assegurar a essencialidade da justiça que garante a paz e os direitos universais. E a força policial deve abranger tudo, dos comportamentos ao erário. Ela deve vigiar, mas também intensificar esta vigilância ao extremo até o controle da regulação de hábitos, costumes e práticas produtivas. Até que o poder passa regular a vida social, acompanhando os detalhes de sua produção. Israel está envolvida nesta rede de regulações da viada social e age como uma espécie de agenciador dessa ordem. Por mais que ele tenha seus interesses particulares de nação, ele já está envolvido na globalização capitalista imperial. Daí Mustapha Barghouthi dizer:

“E eu lerei nos seus jornais, amanhã, que tudo isso não é senão um ataque preventivo, que é somente um direito legítimo, inviolável, de autodefesa. A quarta potência militar do mundo, seus músculos nucleares contra os mísseis de ferro fundido, de papel machê e de desespero. E naturalmente vão me precisar que não se trata de um ataque contra civis e aliás como poderia sê-lo, se os três homens que conversam sobre a Palestina, aqui, no meio da rua, são para as leis israelenses um núcleo de resistência e portanto um grupo ilegal, uma força combatente? se nos documentos oficiais somos marcados como uma entidade inimiga e sem o mínimo freio ético, o câncer de Israel?”


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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