Arquivo para 11 de janeiro de 2009

AMAZONINO CASSADO NEO-NEPOTISTA EM CONFÚCIO

Confuzonino

Confuzonino

É sabido que as perturbações atuais dos homens tem suas causas históricas em tempos quase imemoriais. O próprio morticínio executado em Gaza, neste momento pelo estado de Israel é um exemplo. São perturbações fundidas sobre bases irracionais que, de acordo com a tradição, se transformaram em hábitos aceitos por todos que existem sob seu jugo.

Se por um lado, em seus passados, serviram aos objetivos intencionados por aqueles homens, hoje, por outro lado, deveriam, observando a lógica das transformações, ter pouca ou nenhuma atuação na existência dita pós-moderna.

Excluindo as devidas ressalvas históricas, culturais e nacionalistas, estamos presenciando em Manaus, no neo-nepotismo de Amazonino Cassado em primeira instância pela denodada juíza Maria Eunice Torres do Nascimento, uma versão manoniquim do pensamento do sábio chinês que viveu entre 551 e 479 a.C., Kung-Fu-Tez. Confúcio, para os íntimos ocidentais.

AMAZONINO CASSADO EM CONFÚCIO

Confúcio, embora seja um moralista, para muitos é considerado filósofo, e há até quem avente ter sido ele um crítico político. Seus juízos-morais serviam também para auxiliar no conhecimento e na construção da sociedade ‘humilde’ que preconizava e desejava, afirmam estes. Entretanto, o que toca de Confúcio em Amazonino, ou de Amazonino em Confúcio, é o que não é filosofia: o aprisionamento na crença exacerba em um passado veemente tradição. Esta a muralha chinesa axiológica (teoria dos valores) enfrentada pela Revolução Cultural na China que Mao pretendia fundar, e fundou, como China Comunista. A dificuldade de mudar os valores de uma tradição fincada no alvorecer da sociedade chinesa, que a tornava presa fácil aos neo-colonizadores. O que os capitalistas pretendiam manter.

Ironia histórica. Amazonino se dizia comunista, hoje é a tradição confucionista, nada comunista, que lhe toca. Confúcio, para defender e manter a tradição cultural da China agrária/pastoril, semi-feudal e também feudal, estabeleceu as Normas das Cinco Relações Humanas.

1 – Relação do príncipe com o súdito.

2 – Relação do pai com o filho.

3 – Relação do marido com a mulher.

4 – Relação entre os irmãos.

5 – Relação entre os amigos.

Amazonino, em seu texto de posse/cassado, citou Sócrates, “comentou” história da filosofia, daí se apresentar duas inquietações: será que Amazonino, ao realizar o neo-nepotismo, sabia das cinco normas de relações humanas difundidas pelo sábio Confúcio? Ou foi mera coincidência? Bem, tentemos entender como simples semi-alfabetizados que jamais chegarão a sábios.

Se Amazonino sabia, não sabia que as cinco normas confucionistas não são modelos a serem operados como substrato do neo-nepotismo. Se foi coincidência, acertou. Porque está servindo de modelo para suas totais indicações de ‘gestores’ que irão lhe auxiliar no cargo municipal, se não for definitivamente cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE. Suas relações humanas se mostram, neo-nepotistamente, entrelaçadas no mais simples súdito até no amigo do amigo do amigo. Tudo dentro das normas.

Todavia, o neo-nepotismo de Amazonino em Confúcio serve para exterminar uma dúvida existencial, pelo menos em Manaus: Confúcio não é um filósofo. É, simplesmente, um moralista que serve para manter a tradição da anti-democracia.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

CURTA CONSIDERAÇÃO SOBRE O RIDÍCULO

Eu sou um homem ridículo. Agora eles me chamam de louco. Isso seria uma promoção, se eu não continuasse sendo para eles tão ridículo quanto antes. Mas agora já nem me zango, agora todos eles são queridos para mim, e até quando riem de mim – aí é que são ainda mais queridos. Eu também riria junto – não de mim mesmo, mas por amá-los, se ao olhar para eles não ficasse tão triste. Triste porque eles não conhecem a verdade, e eu conheço a verdade. Ah, como é duro conhecer sozinho a verdade! Mas isso eles não vão entender. Não, não vão entender”. (Dostoiévski, O Sonho de Um Homem Ridículo).

Se existe algum segmento social que entendeu a força revolucionária do ridículo foram os gays. As plumas e paetês, o espetáculo, o exagero, tudo isso se territorializa num descodificação do Real enquanto força semiótica de interdição das produções sociais.

A ridicularização é a máquina de guerra gay contra a seriedade moral-cristã-burguesa que coloca o segmento como “marginal”. Ou você, leitor@ intempestiv@, acha que foi por acaso que os gays foram ser carnavalescos, estilistas, coreógrafos, cabeleireiros, num tempo em que as forças reacionárias impediam o acesso social deles à profissões ditas “sérias”? O ridículo-revolucionário do mundo gay é ver aquilo que a seriedade hétero desconhece.

Não por acaso, a sapatada bushista não teria a força revolucionária que teve sem o ridículo de ter sido um sapato a arma. Fosse um tiro, jamais teria atingido a consciência social de forma a expor a nudez do império estadunidense.

O ridículo, este recurso usado nas artes, principalmente no teatro, tem a potência desestabilizadora daquilo que se estabelece no plano da semiótica dominante como tendo um valor fixo. Por exemplo, a cruz. Ao inverter o símbolo maior do cristianismo paulino, os chamados darks ou satanistas, sem o perceber, ridicularizam o elemento simbólico e revolvem a domesticalidade do objeto.

Serialidade, ou seriedade, vem de série. “Você não me leva a sério!”, “Como queres ser levado a sério, te comportando desse jeito?”. A seriedade é um universal que captura por vários aspectos. Se sou sério (uma série), não haverá nada em mim que não seja esperado pelo outro. Não há, portanto, surpresas, animosidades. Desaparece o intempestivo. Ao mesmo tempo, a seriedade tem o objetivo de ocultar ou fazer desaparecer a diversidade, e não falamos aqui de diversidade apenas sexual: qualquer tipo de diversidade. Por isso, a seriedade é um modo de existir caro à moral burguesa e às ditaduras: com ela, não há perigo.

Onde se encontra a seriedade nas relações de gênero? Ora, em tudo aquilo que a sociedade estabelece como valor em relação a um e outro. No vestuário, nos gestos, nos dizeres, no uso do corpo, na expressão, nas crenças e valores. A psicanálise, por exemplo, construiu todo o seu complexo de Édipo em cima destes valores, tentando supô-los universais. O homem se realiza enquanto homem ao debruçar-se sobre o mundo. Suas conquistas, seus desafios, tudo está fora. Isso inclui conquistas sexuais e amorosas. A mulher lhe dá o estatuto de homem não menos do que o conhecimento ou uma obra realizada. Já a mulher só encontra o seu ser-mulher no homem. É se debruçando sobre ele que ela encontra a sua “identidade”. Daí o jogo de sedução, para a Psicanálise, se reduzir a uma procura do si no outro, pela armadilha da inversão.

Mas e quando um homem, biologicamente falando – se é que podemos falar em homem biologicamente, e não cremos que seja possível – se utiliza destes adereços, destes gestos, deste uso do corpo, desta semiologia feminina para si? Aí se encontra o ridículo: para a moral, a seriedade, evento intempestivo que só foi capturável, durante muito tempo, pela patologia psiquiátrica. Ali, como força desviante marginal, ele encontrava – à força! – o seu estatuto social. Mas foi justamente o ridículo que transformou e pode transformar a potência comunitária gay em elemento da diversidade, e não da tolerância.

Carnavalescos, estilistas, calebeireiros, figurinistas, atores, cantores, putos, as profissões que tem por objeto de trabalho o corpo ou suas expressões. Claro, não há hoje em dia profissão em que não se encontre um homoerótico bem sucedido, mas disso falamos depois. O que interessa aqui é apontar um caminho: como o ridículo poderia ter passado como elemento condutor – um phylum – para o enfraquecimento da subjetividade moralizante-serializadora?

Primeiro, apontamos uma hipótese: no aspecto ridicularizador dos signos e objetos desta mesma moral. O riso tem uma potência revolucionária. Quando subvertemos um objeto? Quando retiramos dele uma função, uma utilidade que outros nele não viram. Exemplo: o sapato de Muntanar Al-Zaidi. Ao usá-lo contra as forças tirânicas do ocidente travestidas em Bush, ele subverteu duas funcionalidades: uma, a do sapato, que deixou sua função de proteção e conforto aos pés, para se transformar em arma. Outra, subverteu o sentido do sapato no plano social oriental e ocidental, mas principalmente oriental. Naquelas bandas, o sapato é considerado objeto inferior, por pisar o chão e carregar sujeira. Atirá-lo em outrem é considerada ofensa gravíssima. Mas jamais alguém pensou em transportar esse sentido “sujo” do sapato para as relações, digamos, diplomáticas. No dia seguinte, o ato individual, familiar, no máximo entre vizinhos animosos, transformou-se em ato político. O Gestus brechtiano. Num ato, todo o desejo de uma nação. A ridícula sapatada girou o mundo, causando risos, e não a morte, e salvou a vida do atirador sapatístico, Al-Zaidi, que se tivesse usado uma pistola, teria sido alvejado e morto. Pergunta-se: como ficará a segurança estadunidense nas próximas coletivas de imprensa? Ordenará que todos tirem os sapatos?

Outra hipótese: o uso dos objetos de forma ridícula, excessiva, burlesca, uma ópera bufa dos costumes. Um homem que se pinta, como uma mulher, mas de maneira tão excessiva, tão marcadamente mais exagerada, que acaba transbordando o próprio exagero e evidenciando o aspecto de ridículo que existe na própria seriedade. Ao quebrar a série, ele questiona a ela própria. A Parada Gay, em seus primórdios, incomodava a “boa gente” exatamente por isso. Ao pintar a boca num deslumbre em batom rouge, não apenas se desafia o chamado “bom gosto”, mas também desmascara o engôdo que se quer passar como sedução da boca feminina. Desterritorialização / descodificação do recurso amoroso. Descodificação do sexo. Nada mais revelador do que o tesão de um homem hetero, casado e com filhos, de pau babando por uma travesti. O encanto se mantém enquanto as roupas, a maquiagem, os trejeitos, o tom de voz efeminado persistem. E até mesmo é possível, para alguns, suportar e manter o tesão quando o travesti tira a calcinha, e no lugar da xana, um pau. Mas o sentimento de culpa que sobrevém quando “passa a lombra” é devastador. O encanto desapareceu. Resta o ignóbil de ter embarcado na fantasia e ver os signos que lhe garantem o status de macho socialmente esfacelados. Muitos travestis são espancados e assassinados nesta momento.

De qualquer sorte, a laminação que a semiótica da sociedade de consumo tem realizado, a chamada globalização dos costumes, tem arrefecido estas diferenças. Ao menos é o que pensam os desavisados. Se hoje os homoeróticos são mais aceitos, estão, como sucesso, em quase todos os postos de trabalho, não é porque tenha diminuído a discriminação, mas porque a própria sociedade tem sido efetiva no trabalho totalitário de padronização dos costumes, das crenças, e da própria cognição. Não por acaso, nas chamadas “bordas” da sociedade, a homofobia continua fortíssima, a xenofobia, o nazismo, o fascismo continuam, empurrados para baixo do tapete, como se isso fosse o suficiente para bani-lo.

Daí a necessidade de um outro ridículo, o de não aceitar e subverter esse véu de tolerância que se quer passar como progresso. Ele nada mais é do que uma outra forma de capturar a diversidade e eliminar o ridículo da existência humana.

Todas as cartas de amor são

Ridículas.

.

Não seriam cartas de amor se não fossem

Ridículas.

.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,

Como as outras,

Ridículas.

.

As cartas de amor, se há amor,

Têm de ser

Ridículas.

.

Mas, afinal,

Só as criaturas que nunca escreveram

Cartas de amor

É que são

Ridículas.

.

Quem me dera no tempo em que escrevia

Sem dar por isso

Cartas de amor

Ridículas.

.

A verdade é que hoje

As minhas memórias

Dessas cartas de amor

É que são

Ridículas.

.

(Todas as palavras esdrúxulas,

Como os sentimentos esdrúxulos,

São naturalmente

Ridículas.)

Álvaro de Campos, heterônimo Fernando Pessoa.

Ui! E agora vamos ver outros sopros gays (ou não) que passaram no nosso Mundico!

Φ PSICÓLOGO É DEMITIDO POR NÃO ATENDER CASAL GAY. O psicólogo Gary McFarlane, terapeuta sexual, foi demitido pela empresa Relate, em 2008, por se recusar a atender um casal gay. O motivo? O sexo gay é considerado proibido pela sua religião. McFarlane entrou com uma ação no tribunal britânico, mas os juízes consideraram que a demissão se deu por motivos profissionais, e não religiosos. A decisão foi tomada com base na lei da igualdade. Tomou, neném? Por isso essa colunéeeesima defende: se você vai ser psicólogo, seja por inteiro. Não existe isso de ser psicólogo só dentro do consultório. A própria Freudoca já dizia que um terapeuta só pode ir até onde seus próprios bloqueios lhe permitem. Como ser um terapeuta e resolver neuroses que são sintomas da sociedade de consumo, se o próprio terapeuta não resolveu os seus? Ponto para o Estado Britânico, laicidade é isso aí, baby! Sentiu a brisa, Neném?

Φ PRIMEIRO TRAVESTI DOUTOR DO BRASIL É DO CEARÁ. Luma Andrade (páaaara com isso de colocar o nome masculino, horrorosa! Vamos usar o nome social e respeitar a escolha da moça) é a primeira travesti do Brasil a ingressar em um programa de doutorado. Ela conseguiu entrar no Doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará. Luma, 31 aninhos de muito talento, é servidora concursada da Secretaria de Educação, e responsável pela coordenação de uma área onde existem 28 escolas de 13 municípios do interior. No sertão do Ceará, tá pra ti, maninha! A mona é da pá virada! Faz um trabalho lindíssimo por lá, e trabalha contra a discriminação. Luma interveio em um caso de uma diretora que queria proibir um aluno homoerótico de frequentar as aulas porque ele passava batom. “Falei que isso não era certo, que era imoral. É preciso que entendam que a própria Constituição garante o direito de todos à educação, sem discriminação”. Chutou o pau da barraca homofóbia, meu bem! Te lembrou algo? Claro, lá, como cá, existem as Paolas Brachos, cidadãos e cidadãs com direitos iguais. Ao que conhecemos da universidade brasileira, pelo menos do que vemos pela Federal do Amazonas, com sua letargia, Luma não será apenas mais uma doutora. Ela apenas irá validar o título. Porque na escola da vida, na escola da democracia, ela já é doutora. Sentiu a brisa, Neném?

Φ VEREADOR EM MANAUS BRIGA PARA NÃO USAR GABINETE 24. O vereador Reizo Castelo Branco (PTB), filho do casal explorador da miséria social, Sabino Castelo Branco e Vera Lúcia Castelo Branco, recém empossado, no sorteio dos gabinetes ficou com o número 24. Fez careta, beicinho, chorou, bateu o pé, reclamou que os amigos da balada iam zoar com ele, que as gatinhas não iriam mais querer jogar playstation com ele (as reclamações são fictícias, mas o tipo psicológico xuxeado é real), e pediu ao presidente da Câmara Municipal de Manaus que trocasse de gabinete. Em novo sorteio, ficou com o número 13. Insistiu, desta vez, para que o zagallístico número fosse retirado da porta. Uma amostra do nível cognitivo e intelectual de nossos nobres edis. É possível que Reizoca, orgulho do papai, consiga escapar destas armadilhas da moralidade e do sexismo? Não cremos: Reizo não saiu do mais baixo grau do conhecimento. O Grau Zero da Razão. Reizo, como indivíduo, acredita que o céu é azul, que o açúcar é doce, que o número 13 traz má sorte e que o 24 determina a sexualidade. Ideias advindas da superstição, quando a inteligência é levada ao sabor do acaso dos encontros. O filósofo Spinoza afirma que numa cidade que se quer potência democrática, jamais uma pessoa que não saiu do primeiro grau do conhecimento, o mais baixo, pode ocupar cargo público. O que evidencia que a democracia representativa brasileira é falha, e que inteligência não é pré-requisito para ocupar um cargo público. Quanto a Reizo, é apenas mais um exemplar da patologia social do familialismo patriarcal burguês. Como ele, zil Arthur`s netos, bisnetos e trinetos, Harry`s e outros mais. O ato de Reizo é passível de processo, tanto no plano civil quanto no institucional. Ao renegar o gabinete número 24, a lógica seria investigar o motivo. Se realmente se confirmar a discriminação (qual poderia ser, senão este?), o fato seria justificativa para se abrir um processo na comissão de ética da CMM, supondo que exista. De qualquer forma, o fato deveria ser recebido pela comunidade gay de Manaus como uma violentação. Até o momento, no entanto, a resposta tem sido o silêncio. Menos, é claro, desta coluna, que sabe que este tipo de atitude não interessa à democracia. Sentiu a brisa, Neném?

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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