Arquivo para 15 de janeiro de 2009

MANAUS À SOMBRA DA MALDIÇÃO DO CAPACHO

A linguagem como realização da práxis social do homem possui variações sígnicas que ora tentam confirmar representações presentes, indicações da dominância real e ora tentam confirmar representações ausentes. Embora a linguagem seja sempre uma abstração do objeto designado como consciência. Todavia, das variações, existe uma que, quando mostrada com muita ênfase, torna-se mais convincente. Se não, pelo menos, mais inquietante. É a tal variação conhecida como sentido simbólico. Às vezes confundida com metáfora. “Estou falando no sentido simbólico, mas estás me entendendo!” Exclamam alguns em busca de entendimento comunicacional.

Em Manaus, existe um signo que dado seu sentido de degenerescência prática e sua contumácia em exclusivas relações sociais, deixa de ser simbólico para ser real. Um valor. É o capacho. Todos sabem que o capacho é um objeto criado pela cultura árabe colocado na entrada das casas para os visitantes limparem seus pés. Alguns são verdadeiras obras de arte. No senso comum, o capacho é conhecido como tapete, mas tem a mesma função. Observando o valor e o uso do capacho, ou tapete, a função é a mesma. Aí ninguém se engana. Não se encontra na ordem do simbólico.

A MALDIÇÃO DO CAPACHO REAL EM MANAUS

A vida social como produção de matérias transportadoras de corpos necessários às relações concretas dos homens como sujeitos históricos, como disse Marx, se realiza fora das abstrações promovidas pela alienação mística representada pelo medo, a submissão, a avareza, o egoísmo, a hipocrisia; todos os estados apaixonados em que o objeto concreto encontra-se ausente. É daí que se extrai o capacho como um estado apaixonado real. Uma afecção nada simbólica. Como alienação mistificada na forma da subserviência que escolheu, o capacho não se livra da realidade. Não é uma metáfora. É um sujeito apaixonado por sua covarde/bajulação. É irmão gêmeo do arrivista. Esse que quer sempre se dar bem. Alguém pode aventar: “Mas nem sempre o capacho se dá bem”. Engano, sempre ganha, mesmo sendo só a satisfação de se sentir humilhado pelo senhor que escolheu lhe pisar. Dado a sua força real, o capacho se tornou uma profissão, um sacerdócio. Tem uma pedagogia que começa em casa, passa por todos os graus escolares, chega nas profissões e se aloja definitivamente nas relações sociais. “Eu sirvo ao meu senhor, amanhã, como senhor, alguém me serve”, a dialética da subserviência. Engloba pobre, professor, juiz, advogado, médico, comerciante, religioso, o escambau. Nisso é uma maldição.

Essa a maldição que historicamente se espalhou pela cidade de Manaus em todos os seus territórios, instâncias e estados de coisas. O que para alguns obnubilados/cognitivos chama-se de educação e hospitalidade do povo Manô. Que sirva o eufemismo, mas é real capachismo. A educação bajuladora que serve aos seus praticantes. O que sem a prática fragmenta o real.

É por tal afecção impotente que Manaus é uma cidade dolorosamente angustiante. Os capachos inclusos nos governos tendem sempre a direcionar suas reações (nunca ações) a satisfazerem os interesses de seus superiores, preterindo os objetivos reais da cidade. Ilusão fervorosa que assegura para si e seus superiores tranquilidade. Triste entendimento. Os capachos são desesperados, desconfiados, inseguros, infelizes, este o espírito de sua maldição, que disseminam em suas funções. O que perpetua o atraso de Manaus, e sua felicidade quimérica.

E nesse estado apaixonado deprimente, só resta à sociedade, com sua potência construtora, tentar liberar as forças capachistas que aprisionam a cidade, e, então, realizar o processual coletivo do Bem Comum onde nenhuma forma de capacho pode se nutrir. Aí, adeus capachos! E nada de tapetes na entrada da casa. Pode servir de tentação real.

EVENTO: I SEMINÁRIO TRÁFICO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE MULHERES, CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO AMAZONAS.

FÓRUM PERMANENTE DE MULHERES DE MANAUS

CONVITE:

I SEMINÁRIO TRÁFICO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE MULHERES, CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO AMAZONAS.

O Fórum Permanente de Mulheres de Manaus, Convida os grupos feministas, mulheres e pessoas defensoras dos Direitos Humanos a participar do I Seminário “Tráfico e Exploração Sexual de Mulheres, Crianças e Adolescentes no Amazonas“.

Data: sexta-feira, 16 de janeiro de 2009.

Horário: 17h às 22h horas

Local: SARES, Av. Constantino Nery, 1029 – Bairro Presidente Vargas, próximo ao Olímpico Clube e em frente antigo Castelinho da Águas do Amazonas.

Objetivos:

  • Contribuir com empoderamento das lideranças dos movimentos feministas e de mulheres e de outros movimentos afins com conhecimentos aprofundados sobre o Trafico e exploração sexual de meninas e mulheres,

  • Traçar estratégias de combate ao trafico e exploração sexual de meninas e mulheres.

Público alvo: lideranças, multiplicador@s e interessad@s dos movimentos feministas e de mulheres, de promoção dos direitos de crianças e dolescentes e dos direitos humanos, conselheir@s dos conselhos de direitos a fins.

Pedimos a confirmação de sua presença.

Atenciosamente,

A Coordenação do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus

Ana Maria, Dorothea, Francy Júnior, Florismar, Marta Valéria

Contatos:

SECRETARIA OPERATIVA

AV. JOAQUIM NABUCO, 1023 – CENTRO – MANAU – AM

CEP: 69020-030 – FONE: 3212-9030

fpmdemanaus@yahoo.com.br / francy_junior@yahoo.com.br

CINEMA BRASILEIRO FORA DO OSCAR?

O mais incauto dos estudantes de filmes sabe que filmar é visar através de uma lente/câmara um objeto exterior que será revelado posteriormente como representação/cópia deste objeto exterior filmado. Portanto, o filme, em sua linguagem copiadora, afastados seus elementos químico/físico, não é nada mais do que a cópia do objeto que nós temos como real. Seja como matéria orgânica ou matéria social. Assim, o filme tem como meio e fim a representação do que foi filmado como modelo dado à sensibilidade da câmara e à revelação em laboratório. Sempre o que está consignado no mundo objetificado. O que é tomado pelo realismo ingênuo como realidade.

Mas, talvez, o que o mais incauto dos estudantes de filmes não saiba é que o cinema, embora use a câmara, os elementos quimo/físico da película, o laboratório de revelação, decupagem, montagem, etc, ele não representa no écran (tela) uma cópia da realidade. Ele não é uma simples reprodução do que já se encontra representado no mundo exterior como objeto já visto.

O cinema, sendo arte do ver, põe no mundo novos signos/imagens a serem vistos. Signos/imagens que não são confirmações perceptivas e cognitivas já testemunhadas pelo público. Aí, como afirma o filósofo Deleuze, a relação do cinema com a filosofia. Enquanto a filosofia põe no mundo novos conceitos filosóficos, o cinema põe novas imagens. O não visto tornado visível pela criação do cinegrafista/filósofo. Como criaram Godard, Antonioni, Herzog, Bergman, Pasolini, Fellini, e outros poucos, considerados passados do neo-cinema, e outros poucos atuais.

Como a estética política/social do cinema não é capturar a ditadura da objetividade, que é dada a ser percebida como produto a ser difundido e preservado como real dominante, alienação da percepção e cognição, mas fragmentar essa realidade reificada como objeto a ser consumido como princípio do prazer, como diriam Marx/Freud, ou como afirmaria o filósofo Adorno, regressão dos sentidos e, consequentemente, deslocamento do pensar, a notícia de que o cinema brasileiro foi desclassificado da pré-lista dos filmes estrangeiros que concorrem ao Oscar é uma puríssima inverdade. O concorrente brasileiro “A Última Parada 174”, de Bruno Barreto, não é cinema. É filme. Como filmes são outros que seguem as mesmas ditaduras da objetividade como “Tropa de Elite”. Como filmes são os concorrentes do Oscar que seguem os códigos determinados pela sociedade fílmica de consumo cujo único objetivo é o lucro e o glamour. Para quem o conceito estético de cinema foi esvaziado para dar lugar ao produto teratogênico do olhar: o vazio da imagem fetichista que imobiliza os sentidos e atrofia o pensamento.

No mais, como o Oscar não expressa cinema e o representante brasileiro também não, a imprensa mais uma vez mostrou sua estupidez: notificou o inexistente.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

NO ÂNGULO – CURTAS DA BOLA

PARA FIFA, “MUNDO” SE REDUZ À EUROPA

Algum jogador, treinador ou jornalista esportivo nutre a ilusão de que, jogando em um time da América do Sul, um jogador algum dia será escolhido pela FIFA como o melhor do mundo? Ou quem sabe, da América do Norte? Ou quem sabe, da distante midiaticamente, África? Ásia e Oceania, então, nem se fala. O prêmio de Melhor Jogador do Mundo FIFA recoloca a questão do Eurocentrismo. E nem adianta afirmar que a maior parte dos jogadores escolhidos nasceu deste lado da Linha do Equador: o capital, verdadeira pátria das chuteiras – ao menos para a FIFA – não tem nacionalidade, e se ainda exibe torneios de seleções, é porque estes interessam ao capital como exibicionismo de um passado recente: hoje, os grandes selecionados são os clubes europeus, e se ainda não houve comoção geral na descoberta de que Manchester United e Barcelona tem mais torcida do que muito time grande brasileiro, no Brasil, é porque tal pesquisa ainda não foi feita ou divulgada. De qualquer sorte, as eleições de Kaká e Cristiano Ronaldo deixam claro os critérios da FIFA – o jogador deve ser destaque na Champions League, preferencialmente no time campeão. Jogador por jogador, Ronaldo nada tem de extraordinário, como Kaká também não o tem. E mesmo que tivessem: se a questão é ser decisivo, em 2008 Cabañas foi tão decisivo para o América do México e para a seleção paraguaia do que Ronaldo o foi para o Manchester e para o selecionado português. Mas há quem acredite. De nossa parte, acreditamos que mundialmente, nos campos de terra batida da África, tem craques muito melhores que o português, ou que o brasileiro. E, dentre os dois, ficamos com Verón, que foi eleito pelo El País em pesquisa como o melhor da América do Sul. Sem pretensões imperialistas.

NACIONAL DE MONTEVIDÉU GARIMPA PÉROLAS DO FUTEBOL CHARRUA

Do grupo de jogadores uruguaios que irão representar a Celeste Olímpica no sulamericano sub-20 que vai acontecer na Venezuela, sete pertencem às categorias de base do Tricolor. Destes, a pérola negra, ou o petróleo tricolor, como está sendo chamado pela imprensa, é o garoto Santiago ‘Morro’ García. Não o vimos jogar, mas ele tem sido ovacionado pela prensa latina como a grande revelação do futebol uruguaio dos últimos anos. Veloz, habilidoso, o atacante tem sido alvo de especulações e tentativas de compra do passe. Como outros craques no contexto do mercado expeculativo do pé-de-obra, ‘Morro’ García pode se transformar em um verdadeiro ativo da bolsa de valores. Seu passe pode ser multidividido em tantas partes, e cada um de seus ‘donos’ ter ingerência sobre seu futuro profissional. É bom lembrar, por exemplo, o caso do atacante Keirrison, que pertence em parte ao Coritiba, e em outra à Traffic, e que por isso ainda não sabe bem onde irá jogar. Ou o meia Marquinhos, que antes do fim do Brasileirão 2008 já sabia que jogaria no Palmeiras em 2009, e por isso foi ‘convidado’ a colocar o pé no freio, na partida decisiva de seu então clube, o Vitória, contra o verdão. No caso do uruguaio, um grupo empresarial brasileiro – nome não divulgado – tentou comprar parte do passe por US$ 1 milhão. O Nacional não aceitou. Houve quem falasse em loucura recusar uma cifra alta para os padrões dos tetracampeões mundiais (dois mundiais e duas olimpíadas, quando não existia a copa do mundo), mas o Nacional não senta à mesa de negociação por menos de 4 milhões. E espera-se que, jogando e se destacando no mundial sub-20, este valor possa se multiplicar. Afinal, não é para isso que existem esses torneios?

EDGAR DAVIDS NA ARGENTINA?

O veterano jogador holandês Edgar Davids, craque do meio-campo, sonha em encerrar a carreira na Argentina. Com 35 anos, o jogador que ficou famoso pelo talento, pelas madeixas e pelo óculos que usa em campo, deixou o Ajax na última temporada e há rumores que procura um grande time argentino para jogar e encerrar sua carreira. Boca, Independiente e Newell`s Old Boys já teriam sido contactados, mas o craque holandês, se real forem os rumores, deve ir para o River Plate. Fica o despeito dos ressentidos bairristas da IEER brasileira: por que não no Brasil, Davids?

A BOLA VIÚVA: CRAQUE BRASILEIRO DE 1950 CUMPRE PENDÊNCIA EXISTENCIAL

Não fosse o talento e a garra da seleção charrua de Alcides Gigghia e Obdulio Varela, Friaça seria o primeiro grande responsável por um título nacional. Partícipe da talentosíssima seleção vice-campeã em 1950, Albino Friaça fez o gol brasileiro naquela finalíssima, e foi peça-chave na campanha brasileira naquela copa. Friaça fez parte do vitorioso time do Vasco da década de 1940, e no ano da finalíssima fatídica, contava com seus 25 anos. Aposentou-se dos gramados em 1958, e foi, junto com outros craques da época, esquecido por um país ressentido com a derrota. Friaça cumpriu sua pendência existencial, falecendo no dia 12 deste mês, aos 84 anos, em Itaperuna (RJ). Neste link para o blogue “Futebol, Política e Chachaça”, você, leitor intempestivo, pode ler um resumo sobre a vida esportiva do craque brasileiro marcado pelo maracanazzo.

CANDIDATURA MANAUENSE À SUB-SEDE DA COPA DÁ SEUS ÚLTIMOS ESTERTORES

Dificilmente a cidade de Manaus sairá vencedora no embate pela indicação da FIFA à sub-sede da Copa do Mundo 2014. Alguns aspectos pesam contra a candidatura manoniquim: a dificuldade logística (acesso, só por via aérea, no trecho mais caro do país), falta de estrutura para receber um evento de grande porte, concorrência com Belém, que tem muito mais força fute-política que a FAF. De qualquer sorte, o governador Eduardo ‘Maria da Penha Nele!’ Braga irá apresentar hoje dois projetos de reformulação do estádio Vivaldo Lima, o Vivaldão, principal estádio do quase-inexistente futebol local. O Vivaldão, anos atrás, foi palco de um acontecimento burlesco do futebol amazonense: em plena gestão do então governador Amazonino Mendes, e com os clubes amazonenses na mesma pindaíba de sempre, com um dos campeonatos mais fracos entre os Estados do Norte, terminou a obra do estádio, quase 40 anos após o seu início, e trouxe, além do seu símbolo personalista imensamente marcado à beira do gramado, para ser visto até pelo Google Earth, e que depois foi retirado, até um placar eletrônico, novidade à época, e que só funcionou em um amistoso da seleção brasileira, sendo sua manutenção caríssima, com cada lâmpada LED queimada sendo substituída somente por uma similar, comprada nos EUA. Dos dois projetos, um pretende reformular o estádio, enquanto o outro prega a sua demolição e a construção de um outro. Quiçá não demore outros 40 anos para ser concluído. De qualquer sorte, a própria candidatura de uma cidade do Norte depende da aceitação da FIFA que a copa tenha 12 sedes. Um aceno favorável foi dado na semana passada, mas a confirmação só deve ocorrer em março. A empresa alemã GMP, além do estádio, apontou falhas de estrutura, saúde, transporte e rede hoteleira. Ainda assim, Braga está exultante. É que, com a improvável escolha de Manaus, ele tem a chance de se tornar o Ricardo Teixeira da administração amazoniquim, usando a copa como chantagem para se eleger ou eleger seus indicados. Por isso, este ‘Chagão!’ recomenda: se queres ver in loco algum jogo da Copa 2014, reserve já sua passagem para Belém


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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