Arquivo para 1 de fevereiro de 2009

KINEMASÓFICO APRESENTA: PRÍNCIPES E PRINCESAS, DE MICHEL OCELOT

A noite chega,

Deixando-nos viver

Nosso cinema imagiário.

Se você fosse isso,

Se você fosse aquilo,

Se você desenhasse,

Se você decidisse.

E se nós inventássemos,

E se nós atuássemos…

É hora da ação!

“E SE EU FOSSE UMA PRINCESA…”

Foi neste clima que sexta-feira (30/01/09), a AFIN, em sua sede, realizou mais uma sessão do Kinemasófico com o cinema Príncipes e Princesas (Princes et Pricesses, 1999), do animador francês Michel Ocelot.

Este cinema é composto por seis histórias criadas e encenadas por um velho e dois jovens, no seu “cinema imaginário”. Num trabalho considerado artesanal, por renunciar às tecnologias da indústria hollywoodiana de animação desde o seu primeiro longa-metragem Kirikou et la Sorcière (1998), Príncipes e Princesas tem como base e inspiração o teatro de sombras.

A festa contou com a participação das crianças da comunidade, que não se colocaram numa posição passiva diante da tela, mas que deram uma contribuição fundamental no desenvolvimento da atividade.

Após a pipoca e a conversa iniciais, as imagens começaram a ser projetadas.

O desenrolar das histórias causou espanto para alguns e estranhamento para outros, pois elas não se seguram numa moral – à la Bruno Bettleheim dos contos de fada – a ser interiorizada nas crianças, como parte da “educação exemplar”. Nas seis histórias contadas pelo autor Ocelot o fundamental é a quebra com os padrões disney estabelecidos, que geralmente se encontra nas infantilizadas imagens na tela da tv. Aqui não há exemplo para o caminho a ser seguido, nem o dualismo bem X mal, muito menos o padrão do amor nos contos de fada.

O Príncipe prefere a Bruxa, a Princesa beija o Príncipe e ele vira um sapo…

Após a projeção do cinema, a animação ficou por conta do afinado “tio” Biscoito e sua equipe, que chamou a criançada para criar seus desenhos a partir do que viram, sentiram e perceberam na exibição do cinema.


As crianças se sentiram à vontade e com autonomia, elas “têm a sua própria lógica, que nos escapa” (Truffaut), e na segunda parte da atividade – que seria um bate-papo sobre planos – quem deu a aula foram as crianças, os adultos apenas assistiram espantados tentando lembrar do tempo em que tinham facilidade para criar…

O “cinema imaginário” continuou rolando e as crianças apresentaram suas produções em meio ao furdunço de quem agora de certa forma saía do papel de invisibilidade para o primeiro plano em sua história.

A próxima sessão já está sendo organizada e faremos o anúncio no bloguinho. Lembrem-se que elas não estão restritas apenas aos comunitários do Novo Aleixo, convidamos pessoas de todos os bairros para participar deste encontro.

RUMORES CORREM E OS UFANISTAS CONTAM COM O OVO DA COPA ANTES DA GALINHA BOTAR

Foi só o jornalista Juca Kfouri afirmar, com ares de pitonisa, que a cidade de Manaus já é a sub-sede da região Norte para a Copa 2014 para o ufanismo manoniquim tomar conta da ala governista e de alguns desavisados.

Juca Kfouri, em 25 de janeiro, em seu blogue, afirmou que a cidade de Manaus já estava praticamente confirmada como sub-sede da Copa, unicamente por ser a “capital amazônica mais conhecida no mundo”.

Como do sério jornalista Kfouri não podemos esperar ironia, é de se acreditar que ele esteja realmente apostando suas fichas em Manaus, certamente com informações internas, as chamadas fontes. Mas mesmo assim, inadvertidamente, Kfouri fez uma ironia: se for realmente escolhida como sub-sede da copa 2014 em detrimento de Belém e de Rio Branco, suas concorrentes, Manaus terá sido escolhida apenas pelo acaso geográfico e por questões de ordem marketística. Futebusiness.

Que a Copa do Mundo há muito se organiza em torno dos lucros, em total inobservância do aspecto esportivo, não é novidade. Como afirma em seu livro, “Como Eles Roubaram o Jogo”, o jornalista inglês David Yallop, desde antes da era Havelange – de quem Blatter é discípulo – as escolhas seguiam rigorosos critérios: a compra de votos para a eleição da FIFA, conchavos, mimos e outras benesses. Um jogo da seleção brasileira em qualquer país é garantia de benesses para a classe política do local, bem como votos e vantagens para a cúpula da FIFA.

De qualquer forma, se a questão esportiva pesasse, certamente Belém e até mesmo Rio Branco teriam vantagem. Em Manaus, a despeito do talento dos meninos craques que desfilam pelas ruas e campinhos de terra batida, o futebol aqui não resiste à sanha eleitoral e exploratória dos dirigentes locais sobre as verbas governamentais, e praticamente não existe no âmbito profissional.

Porém, mesmo no aspecto financeiro, Manaus não leva vantagem. Ainda que o futebol tenha se tornado um negócio menos esportivo que midiático, ele requer métodos e critérios de gestão mínimos. Em outras palavras, em matéria e desvios, subornos, benesses e outros mimos, tem que saber fazer. Como faz a FIFA.

O absoluto amadorismo dos dirigentes futebolísticos brasileiros aparece até em organizar um campeonato organizado enquanto negócio, no qual lucrariam mais do que com as atuais estruturas arcaicas, ou como classifica o jornalista Franklin Foer, “o futebol no Brasil é pré-capitalista”. Em Manaus, é pior ainda. É possível que este amadorismo pré-capitalista seja desfavorável à princesinha do Norte na hora da escolha da FIFA.

Os argumentos de que a vinda da Copa poderia alavancar o futebol local beiram a puerilidade, na medida em que se ignora que os investimentos em nenhum momento passarão pelos clubes, que nada têm a ver com o estádio Vivaldo Lima, por exemplo. Além do que, dinheiro nenhum é capaz de dar competência administrativa a quem não a tem.

Mesmo assim, a curta nota do blogue do jornalista fez com que a torcida amazonense, do tipo “só visto a camisa depois que o time é campeão” saísse da toca. Vide os comentários em um outro post deste bloguinho. Até nisso perdemos para Belém, já que lá a torcida pelo recebimento da copa por lá é bem mais crítica.

Enquanto lá o projeto ficou na casa dos milhões, por aqui a cifra chegou a seis bilhões, colocando a proposta amazonense sob a ótica do “vale tudo”. Perigosamente danosa à democracia. O quanto essa escolha será usada por candidatos nas próximas eleições, como argumento chantagista na hora de disputar o voto? O que restará para a cidade enquanto infra-estrutura de uso efetivo após os dois, três jogos, se tanto, da copa?

Enquanto isso, Belém vai se dando bem em receber visitantes de todas as partes do mundo para o Fórum Social Mundial. A despeito dos problemas estruturais e o ressentimento da imprensa oficial, o evento está sendo um sucesso.

Por aqui, não se viu da parte do governo uma negociação da garantia de espaço nas arquibancadas para o povo amazonense. Sabe-se que os ingressos para jogos da Copa são poderosos estimulantes para políticos, juízes, patrocinadores, restando bem poucos para quem é realmente torcedor. Neste sentido, parece-nos que o equívoco abrange as três candidatas. Ninguém ousa questionar a toda-poderosa FIFA.

Não se trata de defender desabridamente a candidatura de Belém ou Rio Branco, mas de levantar um questionamento democrático sobre um investimento de longo prazo em uma cidade. É no mínimo estranho que tantos bilhões sejam desembolsados assim rapidamente para construir uma estrutura para três jogos, quando os clubes da cidade e do estado amargam um certame regional esvaziado e a quarta divisão do campeonato nacional.

No entanto, o assunto traz à tona irracionalidades quase insanáveis, em todas as cidades candidatas. Aqui, teve jornal que acreditou até em notinha da revista Veja citando que Lula teria pedido a Josef Blatter que escolhesse Belém. Quem acompanha o futebol para além das 4 linhas sabe que Blatter faz fumaça midiática, mas quem decide mesmo é o comitê da FIFA, bem menos afeitos a pressões políticas. Ainda assim, o governador Eduardo ‘Schwarzenegger’ Braga deu até prêmio ambiental para o presidente da FIFA.

Belém pode até perder esta disputa, pelos critérios já colocados até pelo jornalista Kfouri, mas em outro quesito, ela já perdeu a batalha. A criticidade a projetos faraônicos e inócuos do ponto de vista da melhoria nas condições de existência das pessoas aqui é zero. E mesmo que a copa venha, tudo indica que isso não vai mudar.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

UM OUTRO MUNDO GAY É POSSÍVEL

Um arraso a participação de grupos de todo o Brasil e do exterior no Fórum Social Mundial. Identidade, Matizes, Liga Brasileira de Lésbicas, Arco-Íris, Contranaturas e tantos outros que fizeram do protagonismo LGBT no Fórum uma explosão em cores e idéias.

Daquilo que esta colunéeeesima acompanhou – foi muita coisa ao mesmo tempo, maninha! – ficaram alguns questionamentos, em nossa opinião, importantes para se debater em nível nacional. Um deles é a questão da fragmentação do movimento. O outro, um certo “isolamento”. Nenhum dos dois pode ser recusado de cara: igualmente, são situações com as quais os movimentos devem aprender a lidar.

A fragmentação do movimento diz respeito, grosso modo, à divisão LGBT. Lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais e travestis têm sim, demandas diferentes, embora a agenda se encontre em algo essencial: o reconhecimento na prática dos direitos civis. Enquanto os travestis encampam a luta pelo reconhecimento da sua transgenitalidade, no campo da saúde e dos direitos civis, os gays, tem como demanda a igualdade de direitos como o casamento e a adoção. Ambos corretíssimos em suas solicitações.

Quanto ao “isolamento”, trata-se de uma acusação a que se fazem ao movimento LGBT em geral: o não-envolvimento com outras questões, supostamente fora do sem âmbito de atuação, como se o movimento LGBT fosse isolado do contexto social em que vive.

Acreditamos que as discussões ocorridas no FSM tocaram bem o assunto. No entanto, um aprofundamento é necessário. De forma pedagógica, é preciso ampliar sim o plano de atuação.

A “setorização” do movimento é de certa forma benéfica, na medida em que abrange temáticas mais amplas. É preciso, no entanto, manter o foco. A luta dos travestis para incluir nas políticas públicas da saúde a cirurgia de redesignação sexual é importantíssima, e deve constar da pauta de todos os outros movimentos LGBT, como aliás, já o é. Da mesma maneira, a visibilidade lésbica, já que elas sofrem um preconceito diferente, talvez mais intenso, por parte da subjetividade falocrática-homofóbica. Acreditamos, portanto, que os rumos poderiam apontar menos para uma “identitatização” dos grupos, e mais para um enfraquecimento das identidades sexuais padronizadas e universais. Em bom português vulgar, que cada caso seja um caso, e que cada um possa fazer so seu corpo uma potência estética do ser, um modo de existir mais saudável para si. Assim, o setorismo de movimentos, que prevêem a lógica do “meu pirão primeiro” seria enfraquecida. É bom lembrar que essa lógica da exclusão é a mesma que seleciona, rotula e hierarquiza as relações, criando espaço para a discriminação. Mas não acreditamos que este seja um problema do movimento em geral, embora existam grupos que ainda não tenham conseguido se libertar desse buraco negro.

Quanto ao isolacionismo, é de certa maneira uma falsa questão. O que percebemos nos encontros em que participamos foi uma preocupação em geral para que os movimentos LGBT não se desprendam da agenda geral de todos os movimentos sociais. A demanda dos sem-teto, dos sem-terra, é tão importante e urgente quanto a dos “sem-casamento”, por exemplo. É preciso, neste sentido, convocar o filosofante Spinoza e sua filosofia democrática: quanto maior for a potência e o grau de perfeição dos habitantes de uma cidade, tanto maior o será a potência democrática desta cidade. Ainda, e do mesmo lado, envolver-se como voz ativa em outras questões é incluir-se pela única via válida: a do engajamento existencial. Ou vocês preferem ser reconhecid@s apenas como consumidor@s, bonecas?

Ou, em bom português engajado, como afirmou uma belíssima companheira da Liga Brasileira de Lésbicas: “aqui nós também somos a sociedade. Nós não queremos privilégios, queremos apenas os nossos direitos. E quando uma minoria é beneficiada, toda a sociedade se beneficia”.

A brisa no FSM Amazônia 2009 virou furacão, menina! Ui!

Ui! E agora vamos ver outros sopros gays (ou não) que passaram no nosso Mundico!

Φ GOIÁS E PARÁ AVANÇAM NOS DIREITOS LGBT. Goiás terá o primeiro conselho estadual LGBT do país. O conselho terá 12 representantes do governo estadual e mais 12 da sociedade civil, e trarará de temas como: políticas de diversidade de gênero e promoção da igualdade racial, assistência social e trabalho, dentre outros. No mesmo compasso, o Pará – território do FSM – criou a Casa dos Conselhos, que reunirá os mesmos num mesmo fórum permanente de direitos humanos. Nele, funcionará o Conselho Estadual da Diversidade Sexual. Passos importantes, espaços públicos que devem ser ocupados e aproveitados, e uma evidência fortíssima de que algo já mudou na sociedade brasileira, a despeito do preconceito. Uma belíssima emersão de dizeres e de fazeres ocorridos na recorrência histórica. Pobre daquele que acreditou que, enquanto a globolálica não mostrar beijo gay na novela das oito, o mundo gay não se estabelecerá. Enquanto ele sonhava, na cozinha, zil outros trabalham para que os beijos gays sejam possíveis não na telinha laminadora, mas realidade desejante em qualquer lugar da coletividade. Ou como afirma o roqueiro engajado, Neil Young: “The world is turnin’, and I hope It don’t turn away”. Sentiu a brisa, Neném?

Φ CORTE MÁXIMA DA COLÔMBIA RECONHECE DIREITOS A CASAIS GAYS. Nem tudo é reacionarismo na Colômbia de Uribe, o último órfão de Bush. Lá, a Corte Constitucional reconheceu para os casais homos direitos que antes eram restritos aos casais heteros, como pensão para companheiros de militares e servidores públicos, direito à financiamento de moradia em parceria, além de cidadania a companheiros estrangeiros. Em caso de morte ou desaparecimento do parceiro, o outro será o responsável pelos bens do casal. A decisão apenas mantém o que o legislativo colombiano já havia garantido em 2007. Bom saber que cada vez mais, em todos os países, leis tem aparecido para dirimir as enormes injustiças que ocorrem com casais homos. Oras, se o amor é o mesmo – muitas vezes até na lezeira – porque não os direitos? Hunf!! Sentiu a brisa, Neném?

Φ 29 DE JANEIRO: DIA DA VISIBILIDADE TRAVESTI. Foi um sucessaço! Contabilizadas pela ABGLT e pela ANTRA, 39 atividades comemorativas em todo o país. Em Belém, infelizmente não obtivemos contato com a associação local para a cobertura do evento, e em Manaus, o dia foi comemorado com a protocolação do pedido para a inclusão do nome social nas escolas municipais e estaduais, nas respectivas secretarias. Mas que comemorações, uma grande movimentação em torno da visibilidade da população trans. É preciso, como o próprio movimento já percebeu, que esta visibilidade se dê no plano político, e não apenas midiático. Que se possa construir e fortalecer um território de diálogo, de inteligência e solidariedade. E isso, meu bem, os trans têm de sobra. Sentiu a brisa, Neném?

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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