Arquivo para 6 de fevereiro de 2009

PROCESSO SELETIVO SEDUC/AM – VAGAS PARA PROFESSORES EM MANAUS AINDA CONTINUAM VAGAS

Inserimos aqui os links para abrir a listagem completa do Processo Seletivo da Seduc-Am:

ENSINO MÉDIO:

http://www.seduc.am.gov.br/2008/adm/imgeditor/File/pss_2009_ens_medio.pdf

ENSINO FUNDAMENTAL:

http://www.seduc.am.gov.br/2008/adm/imgeditor/File/pss_2009_ens_fundamental.pdf

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Devido aos inúmeros educadores que estão à espera do resultado do processo seletivo para professores da Seduc-Am, e que entraram em contato com este bloguinho a partir de comentários no texto que publicamos sobre o Processo Seletivo Seduc-Am, entramos em contato ontem com a Secretaria e nos informaram que não tem data certa nem previsão para a divulgação dos resultados.

Estaremos atentos à morosidade da Seduc-Am e qualquer notícia que nos chegar estaremos divulgando aqui neste bloguinho.

E quem souber de qualquer novidade ou algum fato que coloque em suspeição a lisura desse processo seletivo, envie-nos que estaremos publicando aqui.

DOS DESENTENDIMENTOS DE EDUCAÇÃO DA SEDUC-AM

Mais um ano letivo começa nas escolas da Princesinha do Norte, mas desde o início mais uma vez é mera repetição dos entendimentos dos gestores educacionais do des-governo Eduardo“Guerreiro de Sempre”Braga e da in-gestão do secretário de educação Gedeão Amorim:

  • escolas com infra-estrutura precária;

  • escolas em reforma, com previsão para iniciarem somente em maio (sabendo-se que reformas de escola dificilmente terminam no prazo previsto);

  • alunos sem opção de escolas próximas de onde moram;

  • quadro de professores drasticamente reduzido, o que geralmente não é solucionado a não ser meses depois e de forma precária, sendo comum alunos terminando o ano letivo com várias disciplinas inexistentes;

  • falta de planejamento educacional que contemple a totalidade da vida dos educandos e sem abrangência à comunidade escolar.

Muitos outros problemas podem ser acrescentados de forma particular, levando-se em conta a realidade das escolas do Estado e Município. E, por enquanto, a única “novidade”apresentada pelo governo é a vinda de uma empresa de consultoria dos Estados Unidos para auxiliar na gestão das escolas estaduais. Vovó Kika torceria o beiço e exclamaria: “Novidade!” Isso lembra quando Eduardo Braga importou, a uns sete anos atrás, uma secretária de edução de Curitiba, e que, numa distância com a realidade local e falta de entendimento dos processos educacionais, foi o início do des-serviço público educacional de seus governos.

DAS MOVIMENTAÇÕES EDUC-ATIVAS

Entre os inúmeros comentários que recebemos, alguns tocam pontos já muito conhecidos nas escolas de Manaus, como o desvio de funções magisteriais, como observa o intempestivo blogante Derley:

Tenho licenciatura plena em filosofia e me escrevi para tal processo. Sabemos que é carente de pessoas formadas nessa área, por isso que tenho um pouco de esperança de ser selecionado para atuar. Mas minha preocupação maior é porque não tenho experiencia e fico com medo de colocarem outra pessoa na no meu lugar que seja formado em outras áreas, como acontece no Brasil a fora, um montão de professores “tampa buraco de sala de aula” (porfessor de física tampa buraco dando aula de filosofia; professor de educação física dá aula de filosofia só pra tampar buraco, pra dizer que tem professor de filosofia em tal colégio, e assim por diante). Penso que para o ensino de filosofia ser de qualidade e significante, o professor de filosofia tem que assumir seu compromisso de ministrar as aula, não outros que estão para tampar lacunas. Creio eu que ainda não entenderam a importância e o significado da filosofia na sociedade hodierna, principalmente na formação intelectual e humana dos nossos alunos, ou melhor dizendo, a filosofia quer abarcar o ser humano holisticamente para que ele (ser humano) se descubra, descubra os outros e a sociedade a qual pertence!!!”

Hoje, outro blogante intempestivo, Saulo, compartilhou seus comentários sobre as mesmas desconfianças e colocou uma proposta de interesse coletivo tanto para quem participa desse processo coletivo em andamento, como também para quem crê na possibilidade de uma educação diferente da que vem sendo feita há séculos em Manaus:

Sou bacharel em Sociologia, participei do processo seletivo de 2006 e até hoje não fui chamado. Na época conheci alguns estudantes da UFAM que também não foram chamados, esses alunos fizeram um levantamento nas escolas estaduais das zonas Norte e Leste de Manaus (essa realidade é sentida em todas as zonas da cidade) e constataram aquilo que sempre é negado pela Secretaria Estadual de Educação: professores de Química, Biologia, História, Matemática, Física e Geografia ministrando as disciplinas Sociologia e Filosofia. Isso é grave e fere diretamente a classe dos profissionais da educação.

A educação não é um mero negócio onde podemos fazer arranjos para satisfazer nosso fetichismo, desta forma, senhores, minha sugestão é que nos fortaleçamos e juntos possamos dar início a um Fórum de Discussão e Fiscalização do andamento desse processo seletivo e que aborde não só as disciplinas acima citadas, mas todas as outras que também sofrem com o descompromisso daqueles que estão a frente dos mecanismos de educação desse Estado e dessa cidade.”

Só há uma forma de modificar esse estado de coisas, que é construído ativamente nas escolas outras possibilidades de governos. Por isso este bloguinho segue a sugestão de Saulo e, como serviço público, interessa-se por contribuir nesse trabalho político educacional e, por isso, deixa aberto este espaço virtualizante para atualizar outras sugestões ou encontros para debater a questão e intervir como for possível (real) e necessário para fragmentar o descaso educacional e a violentação epistemológica promovida por estes des-governos.

TORNEIO PELADÃO DO JORNAL A CRÍTICA PODE AJUDAR MANAUS FICAR FORA DA COPA

Um dos poucos jornalistas do Brasil a exercitar a profissão como serviço público e disciplina cívica, Jânio de Freitas, o único coerente do quadro do jornal reacionário Folha de São Paulo, ao comentar a intenção da Copa do Mundo em 2014, no Brasil, classificou o fato como leviandade. Não há o que contestar. Um país com tantas emoções tristes, frutos de sua miséria, não necessita, mesmo em 2014, de emoções induzidas que jamais liberarão estas emoções dolorosas. Até depois do ano festeiro futebolisticamente, o que o país precisa mesmo são de políticas públicas e novas formas de experiências para que seu povo seja feliz.

Mas deixemos o nobre Jânio de Freitas e passemos para o cômico que se apoderou de alguns seguimentos privados da cidade de Manaus, a tal da telúrica batalha para conseguir vingar Manaus como uma das sedes da Copa do Mundo. Como poderia afirmar o ex-blogueiro, o íntegro jornalista Mino Carta, até os minerais sabem que em Manaus não existe futebol. E se tratando de futebol, no sentido real do profissionalismo, muito menos. O que se quer dizer é que não há o que mostrar aos cartolas da FIFA e da CBF. Gol de letra da ineficiência futebolística de Manaus. Com direito a Placa. Nessa linha de fundo, o jornal A Crítica resolveu salvar a ‘taba sem chuteiras’: mostrar seu projeto, para ela , vitorioso, reconhecido mundialmente até pela tele-revista National Geography: o Peladão. Torneio de peladas que antes, no começo dos 36 anos, só congregava times de peladeiros dos bairros, os excluídos das quadras e gramados dos bairros em função de suas inexistências fomentadas pelos descasos dos antigos e novos governantes.

A CRÍTICA ESQUECEU QUE A BOLA É DE SERNAMBI

Sabedora da vinda dos cartolas nacionais e internacionais para “analisar” a situação do futebol baré, o jornal resolveu vestir sua trupe esportiva com o uniforme do Peladão e imprimiu uma Edição Especial — com editorial em inglês e tudo, talvez desconfiando que algum cartola não lesse em português —, carregado no ufanismo telúrico. Para estabelecer um sólido argumento que a Copa tem que ser realizada em Manaus, dada a sua riqueza natural, uma bênção do deus do futebol, diferente dos deuses de Belém e Rio Branco, publicou comentário de índio aculturado a favor do evento na barelândia, escreveu sobre a adesão variada de torcedores ao Sport Bretão ‘peladesco’, gente alegre que sai das barrancas, dos igapós, igarapés, vilas — quiçá do ventre da piraíba — para, em uma verdadeira comunhão ‘peladolátrica’ coletiva, assistir aos vibrantes e reveladores ‘rachas’. Uma apoteose do futebol-várzea. Uma escada para o céu do futebol europeu?

Só que o jornal, em seu afã-heróico de tornar excelso, e elevar aos píncaros do Olímpio seu Peladão, e, assim, agradar os cartolas — lançando às favas a opinião do ilustre Jânio de Freitas —, cometeu um equívoco e um erro.

O EQUÍVOCO — Não escreveu sobre a existência, bruxuleante, mas existência, dos míseros clubes da triste história do futebol baré. Nenhuma linha para Fast, São Raimundo, Rio Negro, Nacional, América, Sul América, times deploravelmente usados para eleger de governadores a deputados, passando por vereadores. Assim, como o Peladão serviu para eleger seu representante maior junto ao jornal, Messias Sampaio. Nem o bom e amigo Carlos Zamith foi lembrado. Nota nenhuma aludindo à distância que durante anos os governantes mantiveram do futebol, auxiliando com esta distância, a chegar ao fracasso em que hoje se encontra.

O ERRO — Este tira o time de campo. Não serve à CBF e muito menos à FIFA. O Peladão é Amador, torcida brasileira! Não serve de modelo ao esporte menina dos olhos da FIFA, para quem o futebol segue a ordem dogmática do mercado neo-liberal: The Wordl is Money! O mundo é dinheiro, peladeiros! É este o amor da FIFA. É nesse amor que os apaixonados amantes corporativos financeiros se entrelaçam. É aí que se embalam as companhias de hotelarias, bebidas, cigarros, eróticas, aviações, etc. As fragrância dos Dolores. Quando a torcida do Peladão opina, ela emite opinião quanto o torneio ser amador. Com todos os seus adornos e signos ritualistas de uma festa cara a cara, direta, com seu próprio cheiro, sua cor e sua performance. Uma festa, que no pior, serve para aproveitadores serem eleitos, mas, no melhor, não possibilita lucros calculáveis pela FIFA. Nem os calculáveis pela FAF — Federação Amazonense de Futebol. Uma festa sernambi! Muito diferente da apoteose da borracha!

Mas de qualquer sorte foi boa a intenção do jornal. Pelo menos para Belém e Rio Branco.

NOTÍCIA DA PARAÍBA PARA AMAZONINO CASSADO NÃO LER ANTES DE DORMIR O SONO DOS JUSTOS MANAUENSES

Como diria o filósofo Nietzsche, só pode dormir quem já esteve acordado. Este bloguinho, que segue madrugada a fora tentando forçar a linguagem democratizante para além do signo significante autoritário a adesivar o rosto de Amazonino como prefeito eleito e assumido na “mais bela cidade da América do Sul”, convida os intempestivos leitores para compartilharem seus entendimentos, a partir de suas singularidades, numa proximidade de aumento da potência de agir da cidade pensada a partir da razão.

O convite é para todos, até para Amazonino Cassado, apesar do título; mas é que achamos injusto atrapalhar o sono dos justos. Suponhamos que seja difícil ajustar o sono seja com psicotrópicos, seja com terapias fantasiosas. Quantos não são os motivos que levam uma pessoa a necessitar de fármacos ou naturais para poder dormir? Na cartografia esquizoanalítica que tecemos, não queremos induzir ninguém, ao contrário. Muito menos, Amazonino. Portanto…

DA PARAÍBA PARA MANAUS, NOVIDADES SOBRE “CASSAÇÃO”

No site do Ministério Público Federal, nos deparamos com a notícia de que o ex-prefeito de Remígio (PB), José Passos da Costa (do ex-PFL, atual DEM), foi condenado por captação ilícita de votos, decorrente de ter fornecido materiais de construção em troca de votos na campanha eleitoral de 2004.

O caso é semelhante à captação realizada por Amazonino a partir da distribuição de combustível na última eleição para prefeito de Manaus.

Foram duas penas: a primeira a partir da “ação de investigação judicial eleitoral”, que já no início de 2005, fez José Passos ser destituído do cargo pelo TRE-PB, sendo realizadas novas eleições, que contaram, inclusive, apesar do Ministério Público tentar impedir o absurdo, com a candidatura do prefeito cassado.

Para a opinião pública, que acompanhou o caso da liminar que concedeu a Amazonino ser diplomado e empossado, embora cassado, o TRE-AM foi posto em suspeição e não seguiu (e ao que tudo indica não seguirá) o veredicto do tribunal paraibano e o caso deverá subir ao TSE, que faz o sonho de Amazonino Cassado tornar-se pesadelo.

A outra condenação contra José Passos, “ação penal eleitoral”, só veio a ser finalmente promulgada na última segunda-feira (2), que o condenou a “pena privativa de liberdade de dois anos, um mês e 15 dias de reclusão e oito dias-multa. A referida penalidade foi convertida em duas penas restritivas de direito, especificamente, uma de prestação de serviço à comunidade ou a entidades públicas (pelo mesmo período da privativa de liberdade) e outra de prestação pecuniária (no valor de cinco salários mínimos, em conformidade com o artigo 45, parágrafos 1º e 2º do Código Penal)”.

Se tal vier a dar-se para Amazonino Cassado, finalmente o levará a realizar seus desígnios democráticos para a cidade: será preso. Ou preferirá pena alternativa de prestar serviços comunitários? Tentará também ele, tal qual o prefeito paraibano, e como não fez em relação à multa de 2004, pagar sua dívida em forma pecuniária?… Se assim se der, seu despertar não aliviar-lhe-á o pesadelo.

DO SIMPLES SONHO DEMOCRÁTICO

Há quem possa, supersticiosamente, achar um exagero acreditar que um texto, uma brincadeira como essa possa atrapalhar o sono de homem tão justo e poderoso. Isso é um falso problema; a questão não é de discurso, mas sim de prática: se Amazonino Cassado leu e dormiu, ou se não leu e dormiu, tanto faz, pela manhã a justiça há de despertá-lo e mostrar-lhe que é vazio o poder no sono destes homens e que homens assim são muito justos para a democracia. Só então, leitores intempestivos, podereis, como diria o filósofo alemão, dormir o sono, que não é justo ou injusto, pois como a justiça, não se ajusta e segue no caminhar por outras terras, outras cidades…

Clique aqui para ler sobre o caso de Remígio (PB) no site do MPF.

O MEDO DA MÍDIA-MAIOR E O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL

Passado o período do Fórum Social Mundial, FSM Amazônia 2009, eis que a mídia-maior, a chamada grande imprensa, continua procurando razões para desqualificar o evento.

Mesmo com o seu término, os jornalões e a grande mídia se esmeram em mostrar que o fórum foi um “fracasso”. No Estadão, por exemplo, questionou-se até as barracas e o lixo produzido pelo fórum. Tudo o que foge do padrão ou nega numa superficialidade os propósitos do fórum serve aos interesses. A questão é: por que?

O SIGNIFICANTE DESPÓTICO E O PAVOR DA MÍDIA-MAIOR

Presa a uma linguagem laminada, a imprensa afeita aos melindres do capitalismo é vítima da limitação semiótica: capturada pelo significante despótico, a ela só resta a repetição ad infinitum do mesmo discurso capturado pela ordem do ilocutório. Uma linguagem limitada, feita menos para comunicar do que para ordenar. Palavra de ordem, não comunicação.

Daí o pavor diante de elementos semióticos que rompam com esta ordem. Ou como afirma o filosofante Michel Serres: quando um átomo-letra entra na composição e provoca a declinação, temos outro texto, outra textura, outra realidade.

Daí a textualidade em rede semiótica do Fórum, com sua pluralidade linguística, seu liames, suas linhas de força, suas declinações, seus enunciados sem sujeitos, representarem uma ameaça à própria condição de existência da mídia-maior.

Como noticiar um acontecimento que foge aos parâmetros da sua limitada linguagem? Daí o pavor da mídia, que usa aquilo que conhece: procurar descaracterizar o adversário ao invés de seus argumentos.

Noticiar o Fórum Social Mundial é muito mais complexo do que noticiar o Fórum de Davos, mesmo em tempos de crise. É que a crise não evita que lá os códigos continuem os mesmos. Familiaridade epistemológica, ainda que reduzida.

É impossível para a mídia-maior compreender que os fluxos intensivos produzidos no FSM são elementos da polivocidade maquínica, incapturáveis pela codificação tradicional. Igualmente, para desespero deles, estes códigos-fluxo carregam uma potência democrática que transbordam o social de forma muito mais eficiente do que a grande mídia. Algo relevante ocorre, por exemplo, entre os blogues midialivristas e os grandes jornais e tevês: enquanto a diferença se marcar pela semiótica, os blogues levarão vantagem. O outro mundo possível já existe.

Daí a relevância de um fórum que não tem na seriedade uma de suas “virtudes”. Ao contrário, é contra a seriedade da sociedade de consumo que ele existe. Ainda que, para isso, certos signos desta sociedade sejam subvertidos pela caosmoticidade do Fórum Social Mundial.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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