Arquivo para 20 de fevereiro de 2009

TRÊS MARCHINHAS E TRÊS NOTINHAS

.“Sempre é Carnaval! Sempre é Carnaval! Vamos embora pessoal!”

Em tempo de carnaval no Brasil saltam borbulhanças mil quanto ao que é ou não é carnaval original. A força mais próxima a Dionísio e seu Sátiro com suas vibrações plásticas/motoras/sonoras.

Uns dizem que carnaval mesmo é samba. Outros que é frevo. Outros que é axé. Outros que são Marchinhas. Outros, maracatu. Opiniões sempre com lastros ditas de bom gosto e inteligência, ou não. No caso das marchinhas, seus defensores se consideram mais inteligentes que outras opiniões, algumas até consideradas, por estes, de baixo valor, coisa da ralé. Entretanto, estes ‘marcheiros’, quando opinam opiniaticamente, não percebem e nem entendem que, embora as marchinhas tenham se mantido como signo de um tipo de carnaval, elas são de proveniência unilateral. São produtos exclusivos das enunciações da classe média urbana. A classe detentora da informação definidora de comportamento burguês, um ponto que coloca em suspeição a inteligência e bom gosto destes ‘marcheiros” classistas.

Mas as marchinhas mesmo, com seus pruridos burgueses, nos permitem alguns balançados graciosos que provavelmente seus ‘marcheiros’ não “bodejariam’ tal suas notinhas quase sempre, sutilmente, preconceituosas e discriminadoras dissimuladas como humor da época. Para outros opinantes, pseudo humor, e com patético intelectualismo. Tomemos três marchinhas, e vejamos se estes têm razão, ou não com suas notinhas.

NOTINHAS

Primeira Marchinha e a Notinha Cabeleira do Zezé, de Roberto Faissal e João Roberto Kelly.

Olha a cabeleira do Zezé

Será que ele é? Será que ele é?”

Para seus examinadores, um claro preconceito homofóbico de João Roberto Kelly que, segundo conta a lenda urbana carnavalesca, escreveu para se vingar de um garçom que tirara uma graça com sua mulher. Uma espécie de tentativa de sublimação da insegurança sexual de Kelly.

Segunda Marchinha e a Notinha O Teu Cabelo Não Nega, de João Valença, Lamartine Babo e Raul Valença.

O teu cabelo não nega mulata

Porque és mulata na cor

Mas como a cor não pega mulata

Mulata eu quero o teu amor”

O adversários examinando, pela ótica da discriminação racial, perguntam: “E se a cor pegasse? Os tais ainda queriam seu amor?”

Terceira Marchinha e a Notinha Maria Candelária, de Klécius Caldas e Armando Cavalcante.

Maria Candelária

É alta funcionária

Desceu de para-queda

Caiu na letra O,O,O,O,O”

Aqui os adversários aplaudem os compositores. Examinam os privilégios concedidos pelos governantes aos seus apaniguados que os faziam funcionários públicos, verdadeiros barnabés da inutilidade pública, caindo de para-queda em seus cargos sem qualquer concurso. Hoje, privilégio conhecido por “entrar pela janela”. Funcionários cabos-eleitorais, que garantem as eleições de seus indicadores. Apesar de saltar um preconceito com cheiro de “mulher burra”, a tal da Candelária, que não queria nada com o trabalho, só com a futilidade. Finalizam os compositores: “Que grande vigarista que ela é”.

GOVERNO FEDERAL NA FOLIA DO CARNAVALCOMBATE A EXPLORAÇÃO INFANTIL E ADOLESCENTE SEXUAL

Mesmo que a dogmática queira, no carnaval a “carne não vai”. Se ela vai, não há festa: o corpo se ausenta e com ele também os sentidos. O carnaval precisa dos sentidos que se emaranham pela carne como vibração, pulsação, embriaguez dionisíaca, transcendência caosmótica. Ruptura da representação constituída apolínea. No carnaval, o corpo canta em frenesi coletivo. Dionísio, com seu Sátiro, toma as medidas apolíneas para desmedi-la no canto criativo de Tragos, a força plástica/sonora da Alegria.

Mas nas ondulações dionisíacas do carnaval, há aqueles que desde tenra idade tiveram suas carnes dilaceradas pela intervenção castradora de uma ordem moral perversa que negou a possibilidade de um crescimento sexual. Foram transformados em pervertidos sensório-sexual. Estes foram, por obra de adultos perversos, transmutados em pedófilos. Os agentes do medo da sexualidade vivificadora. Violentados que foram por estes adultos, foram moldados como sofridos do gozo fálico como fantasia transgressora infantilizada. Estes se aproveitam da folia para exercerem sua pulsões-traumáticas, pavores genitais, procurando seduzir crianças e adolescentes e, então, alucinarem em vazias satisfações.

O governo federal, em sua perspectiva oficial, ingênua, mas necessária, para tentar evitar a exploração sexual infantil e adolescente nesta quadra momesca, começa hoje a prática de seu marketing esclarecedor. Está distribuindo aos foliões camisetas, abanadores e fitas com enunciações referentes ao combate à exploração sexual.

Os foliões, ou não-foliões, do bom senso, sabem que não são enunciações morais-sexuais adesivadas em objetos que vão garantir a não violência sexual contra crianças e adolescentes; entretanto, o cunho pedagógico do recurso pode auxiliar estes do bom senso na observação sobre os pervertidos-sexuais. O que os torna menos livres para agirem. Infelizmente um olhar policialesco destes do bom senso.

Na falta de uma política que envolva o Estado, os pais, professores, psicólogos, sociólogos, assistentes sociais, vizinhança, todos pertencentes a uma comunidade que possa criar afetos e cognições nas crianças e adolescentes que as tornem seguras em suas existências, o que diminuiria a facilidade de ação dos pervertidos, já que as crianças e adolescentes saberiam identificar e se defender contra seus algozes, a medida do governo cai como folia. O que nos obriga a um compromisso geral com as crianças e os adolescentes para que durante o carnaval a folia seja só de Dionísio e seu ajudante Sátiro.

A MORDAÇA DO SISTEMA EDUCACIONAL

Provavelmente toda educação consiste em duas coisas: em primeiro lugar conter o assalto impetuoso da criança ignorante para a verdade e em seguida iniciar, de modo suave, imperceptível, gradual, a criança humilhada na mentira.” Franz Kafka

A professora Júlia, da Escola Municipal Padre João D’vries, na zona Leste de Manaus, não conseguindo conter a “bagunça” de dois alunos, resolve colar fita adesiva na boca de ambos. A Secretaria Municipal de Educação – SEMED afastou-a por tempo indeterminado e abriu um processo administrativo para investigar sua conduta.

Mais do que um caso particular ocorrido no início do ano letivo numa escola de Manaus, essa punição expõe a disciplina sofisticada e liga-a ao suplício moral-exemplar, demonstrando as três primeiras partes da obra de Michel Foucault, Vigiar e Punir. Mas como o evento aí se cristalizou, ao contrário do que gostaria a secretária de Educação, Terezinha Ruiz, vamos analisá-lo a partir de Manaus.

AS CRIANÇAS INSUBORDINADAS

Passa pelo corpo de uma criança (mas também pode ser de uma mulher, de um velho, etc) um devir, um movimento contínuo, uma linha de movimentação intensiva, criativa, nômade, imperceptível e incapturável. Devir-Criança (Deleuze e Guattari). A família começa seu papel de domesticação, impondo sutilmente (às vezes, nem tão sutil) time, religião, opção sexual. “Meu campeão!” É preciso senilizar o velho, a mulher, a criança. Infantilização. A cada dengo-chantagem, a cada mimo-chantagem, ou pode ser também a cada beliscão, a cada verdadeira sessão de tortura a criança embranquece os cabelos, como diria Nietzsche, e passa a jogar o jogo-do-não-jogar. Crianças que com dois anos de idade dão um show de malabarismos sociais para a família reunida num domingo à tarde. É por isso que Simone de Beauvoir diz que “é muito fácil transformar uma criança num macaco”. Ou, ao contrário, crianças mudas, intimidadas. E eis que, de uma forma ou de outra, a criança está apta a galgar uma etapa. Vai à escola. E é enganosamente que lá dir-lhe-ão: “Você não está mais em sua casa.” Como assinala Foucault, a linha é a mesma. Mas, de alguma forma, a criança resiste. Formas essas inumeráveis e imperceptíveis (ainda bem!) para a maioria dos professores, e que muitas vezes transparece na chamada “bagunça”. Uma criança, duas crianças que não se submetem à ordem de “parar” numa escola na periferia de Manaus. É uma guerra; ou melhor, é um massacre. “Mata-se uma criança.” Por isso: pular, gritar, conversar, brigar, correr, chorar, jogar papel…

A EDUCASTRAÇÃO

Primeiro, o esquadrinhamento do tempo e do espaço. “Meu lugar”, horário de entrar, rezar, urinar, merendar, brincar, sair, etc. Havendo desvios e porventura sempre os há —, coloca-se na parede ou na acústica ambiente toda uma pedagogia pautada em palavras de ordem monossilábicas em cores gritantes ou gritos fulminantes: “Você pensa que eu sou sua mãe?” “Sente-se!” “Não saia da fila” “Atenção!” “Saia!” “SILÊNCIO!” Quem já conviveu no dia-a-dia de uma escola de Manaus (e tememos que em muitos outros lugares daria no mesmo) sabe que o que de mais comum existe nesse espaço é professores gritando contra os alunos, principalmente crianças das primeiras séries. Mas as crianças percebem as mudanças legais, sabem e passam a fazer uso dos substitutivos de leis que as protegem antes mesmo que os adultos percebam. De vez em quando uma professora não consegue ser eficientemente autoritária pela suave disciplina ou seja, não consegue lançar uma armadilha “premiada” ou interceptar a trajetória do devir — e extrapola o limite da punição, das sanções normatizadoras, levando-a aonde sempre esteve ligada: o suplício, que se diferencia da punição pela violência física impingida a um determinado corpo. “A fita adesiva foi uma brincadeira com eles. Não fiz de uma forma proposital. Foi um gesto impulsivo”. Mas as técnicas de suplício, sejam as execuções medievais ou o amordaçamento de uma criança, tem um efeito contrário do pretendido pelas instituições, que é o do exemplo moral, ao contrário, os vitimados por essas técnicas passam a gozar de uma certa excentricidade perante os outros. Nesse momento, a punição, que deveria “ter efeitos mais intensos naqueles que não cometeram as faltas” (Foucault), foi reorientada e passa a exercer um fascínio, expondo a impotência do corpo docente e do sistema educacional instituído. Pela indisciplina, pela insubordinação, pela bagunça a criança escapa, instintivamente, como um bicho escapa da jaula.

O SISTEMA EDUCACIONAL INSUPORTÁVEL

Para além do microfascismo cotidiano nas instituições escolares públicas e particulares por todos os recantos do Brasil e outras partes do mundo na relação professor-aluno, há um macrofascismo do sistema educacional com todos. A situação física das escolas. A ausência de concepções educacionais reais. Em Manaus, Terezinha Ruiz é a eterna secretária de vários governos e sempre fez e faz parte disso. A formação dos professores é tíbia e não tem continuação de fato, como aponta o estudo do movimento Todos pela Educação: “A formação continuada que é oferecida a esses professores é dada em geral por universidades que estão desacopladas da realidade da escola pública. Não há diretrizes claras entre o que está sendo formado durante a capacitação e aquilo que deve ser ensinado na sala de aula, há um completo hiato entre a formação e a preparação real.”

As crianças, vitimadas. “As crianças são vítimas muito fáceis”, diz o cinema de Hadja Bharadwaj, Closet Land. A professora, vitimada. “A sala tem 35 alunos.” Uma criança, duas numa casa às vezes colocam pais em desespero, imagina 35 em espaço fechado e com reduzidos atrativos. O caso da professora Júlia é apenas um que emergiu à luz da notícia na Folha de São Paulo, para o qual a professora apenas informou: “Não tenho nada para falar”. A frase não deixa de ser irônica, ela, que amordaçou as crianças é que não tem nada para dizer. O que falar para a sequelada Folha, que tem num Gilberto Dimenstein o supra-sumo do entendimento pedagógico? Na verdade, grande parte dos professores nunca falaram nada, nunca sequer professaram nada, apenas repetem, enquanto tristes sujeitos sujeitados, as verdades do sistema educacional degradado/degradante.

Já a SEMED, prontamente falou por ela: “Foi uma atitude agressiva porque as crianças sofreram maus tratos. Agora falta saber os motivos dela. Nesse primeiro momento, pode não ter sido uma atitude deliberada e, sim, motivada por fatores como estresse.” E a chefe do Núcleo de Serviço Social da secretaria, Graça Cardoso, afirmou que as crianças terão acompanhamento psicológico. Quer dizer que um dos três psicólogos concursados da SEMED será disponibilizado particularmente para esse caso? A questão não é psicológica, é de ordem prática em um realidade constituída que atravessa os séculos da instituição escolar.

A quarta e última parte de Vigiar e Punir está reservada à prisão, que é o caso da detenção de um menor, caso ele não se submeta às leis da sala de aula, da fábrica, da miséria física e/ou epistemológica, ou de uma professora, que abandonará a sala de aula por um hospital com a depauperação das cordas vocais de tanto gritar ou acometida por distúrbios psicológicos. Jamais o sistema educacional será responsabilizado pela ordem constituída, apenas reorganizará suas forças a cada caso que saia das sombras momentaneamente para a luz. É isso que apresenta a volta de Terezinha Ruiz à SEMED em Manaus, com a temporária prefeitura de Amazonino.

TSE MOSTRA QUE EM BRASÍLIA, O DIREITO NÃO SOCORRE AOS QUE DORMEM

O TSE, através do Ministro Arnaldo Versiani, manteve a cassação do candidato eleito em Monte Alegre dos Santos (RS). Onilton João Capelini (PP) foi acusado pelo ministério público de prometer dinheiro e cargos públicos em troca de voto.

Lá, a justiça eleitoral cassou o registro, mas por meio de uma liminar, o candidato foi diplomado e empossado. No entanto, por ter apresentado o recurso liminar fora do prazo, o recurso não deveria ter sido aceito. Ao julgar o mérito, o ministro Versiani deixou claro que “segundo jurisprudência do TSE, o prazo a ser contado para interposição de recurso diante de decisão de juiz auxiliar é o de 24 horas, de acordo com a Lei das Eleições, e não o de três dias, estabelecido no artigo 258 do Código Eleitoral”.

DÉJÀ VU ELEITORAL PARA AMAZONINO

Para o candidato cassado e prefeito interino, Amazonino Mendes, a “jurisprudência” só é amistosa dentro das fronteiras da cidade de Manaus. Somente assim foi possível ao desembargador Domingos Chalub, que foi indicado ao cargo pelo governador Braga logo após defender o ex-deputado Antonio Cordeiro, na Operação Albatroz, na qual Braga também está envolvido – blindar Amazonino, dando a ele o último suspiro antes do TSE.

Se recordarmos que à época da cassação de Amazonino, enquadrado no artigo 41-A do Código Eleitoral, também houve atraso na apresentação da defesa, e que somente com a intervenção direta da desembargadora Graça Figueiredo e do juiz Agliberto Machado é que Amazonino conseguiu ser diplomado e empossado, é de se imaginar o que acontecerá quando o processo chegar à Brasília. É bom lembrar que o Ministério Público Federal declarou, em recente pedido de suspensão da liminar, que o “atraso” dos advogados de Amazonino na entrega da defesa foi menos por descuido que por estratégia de tentar burlar a lei e escapar aos seus desígnios.

Resta saber quais serão os próximos movimentos do MPF, já que para Amazonino, o que podia ser feito, já o foi. A blindagem, neste caso, é tão eficiente quanto usar papel-manteiga como colete à prova de balas.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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