Arquivo para 26 de fevereiro de 2009

ESCOLA DE SAMBA “GRANDE FAMÍLIA” GANHA CARNAVAL DE MANAUS COM ENREDO “VENEZUELA”, ONDE O POVO E CHAVES INEXISTEM

Em tempo de carnaval quando as escolas de samba apresentam seus enredos, dois tipos de foliões mostram-se interessados. O folião que espera encontrar no enredo um ritmo de samba contagiante capaz de estimula seu corpo em suas linhas sensório-motriz, e aguçar suas fantasias em sua subjetividade ficcional. E o folião politizado que examina, além da força musical do samba, as enunciações políticas e sociais que possam saltar do enredo. A escola de samba como uma espécie de instrumento pedagógico dionisíaco-cognitivo. Assim, como fez a escola “Salgueiro”, campeã carioca.

A VENEZUELA APOLÍTICA DA “GRANDE FAMÍLIA”

Com a “vitória” da escola de samba do bairro de São José, “Grande Família”, apresentando o samba-enredo, “Venezuela”, predominou o gosto do primeiro folião apresentado acima: o folião apolítico. Para não dizer alienado.

A letra do enredo simplesmente se ateve a descrever ingenuamente características geográficas do país, citando o petróleo, e para não deixar o povo todo de fora, fez referência a mulher venezuelana. O povo, com sua atuação produtiva de uma nova realidade política e social, e  mais a direção autônoma de seu presidente Hugo Chaves, ficaram de fora. Desta forma, o que se viu e ouviu, no sambódromo, foi mais uma Venezuela para confirmar a alienação dos comentaristas, que não pouparam elogios amenos à escola, e a comprovação da indiferença social dos jurados no quesito “carnaval é alegoria: o que se encontra oculto”, já que não viram o óbvio de uma nova América do Sul que a alegoria da escola procurou ocultar.

De qualquer sorte, parabéns aos bons moradores do bairro de São José, que talvez nenhuma influência tenham nos endereçamentos da escola, e muito menos nas decisões de seus dirigentes, possivelmente, ligados à aproveitadores “politicofastros’.

KINEMASÓFICO CARNAVALIZANTE: SASSARICANDO

Ô Abre alas que eu quero passar…

Foto12 por você.

Aproveitamos o clima carnavalesco para mais uma apresentação do Kinemasófico, que aconteceu nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, na sede da AFIN. Desta vez foi exibido o espetáculo Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha.

capa_DVD por você.

Um musical apresentado em 2007, com os cantores Alfredo Del-Penho, Pedro Paulo Malta, Eduardo Dussek, Juliana Diniz, Sabrina Korgut e Soraya Ravenle, e lançado pela gravadora Biscoito Fino, conta a uma certa história do Brasil por meio das marchinhas de carnaval, que animavam o carnaval, no tom galhofeiro e caricatural, até serem “substituídas” pelos sambas de enredo.

sassaricando por você.

Há controvérsias nessa história de origem da marchinha, representada pela rixa entre Rio e São Paulo, mas o que fica é a importância de algumas dessas composições para a animação do carnaval, sem esquecer a crítica política.

Foto1 por você.

Foto2 por você.

Desta vez foi diferente! Apresentamos o kinemasófico na calçada da sede da AFIN, sediada à Rua Rio Jaú, bairro Novo Aleixo, para que as pessoas que passavam pudessem chegar e participar da festa.

Daqui não saio…

Foto8 por você.

A partir de agora, o Kinemasófico, que era apresentado esporadicamente, vai a público todos os domingos, às 19h, na sede da AFIN. Além disso, não ficará restrito apenas à projeção de filmes, mas será acompanhado de uma oficina prática sobre os processos de técnicos e subjetivos do cinema. Portanto, no próximo domingo (01/03), aguardamos a sua presença.

Foto7 por você.

INSS CONVOCA 354 PARA O CENSO PREVIDENCIÁRIO

Atenção aposentado, pensionista e procurador/representante legal! O INSS quer saber se vocês realmente existem no plano da realidade aparente. O censo previdenciário irá publicar amanhã, nos jornais brasileiros, 354 nomes de convocados, que deverão comparecer ao INSS para atualização de cadastro. O prazo é de 30 dias a contar da data da publicação. A notícia é da Agência Brasil.

O objetivo é eliminar aqueles que, no rastro da imagem do pensamento do Estado, não mais existem no plano biofísico, mas que burocraticamente continuam recebendo benefício. Neste caso, vale também a máxima popular: “tenho mais medo dos vivos do que dos mortos”, já que em nome dos que já cumpriram a pendência existencial, existem muitos por aí recebendo indevidamente.

Portanto, é um dever cívico e de cidadania comparecer. Primeiro, para não perder o suado benefício recebido, e colaborar com o saneamento financeiro da Previdência Social, lembrando que, se você ainda não é beneficiário dela, um dia o será.

PRORROGADO ATÉ O DIA 4 DE MARÇO O CADASTRO DOS CANDIDATOS DA SEGUNDA CHAMADA DO ProUni

ATENÇÃO: o Ministério da Educação anunciou hoje (25) a prorrogação dos candidatos pré selecionados na segunda chamada do ProUni — Programa Universidade para Todos. Os candidatos têm até o próximo dia 04 de março para comprovar seus dados cadastrais informados no ato da inscrição.

Segundo a Agência Brasil:

De acordo com o MEC, os 57 mil pré-selecionados devem comparecer à instituição na qual pretendem estudar, para comprovar os dados cadastrais. O ProUni oferece bolsas integrais ou parciais de 50% da mensalidade. A lista dos documentos necessários está disponível na página do programa.

Ainda: no dia 11 de março será divulgada o resultado da terceira chamada do ProUni. O resultado pode ser consultado no sitio do MEC informando o nº de inscrição do Enem ou o CPF. Informações também podem ser obtidas pelo telefone 0800 616161.

DOS FAZERES E DIZERES DA ECONOMIA MENOR

Os pobres se esquivam pelas barreiras e

cavam túneis que enfraquecem as muralhas.”

(Toni Negri, filósofo italiano)

CARLOS: NA COMPOSIÇÃO CRIADORA COM A CHUVA DE BELÉM

Dizem os moradores da cidade das mangueiras que os encontros vespertinos se marcam “antes ou depois da chuva”. Empiricamente, este bloguinho comprovou. Dos 12 dias lá passados, apenas em um não choveu rigorosamente entre as 14h e 15h. Oportunidade de fazer uma composição entre trabalho, emprego e renda para o companheiro Carlos. Vindo do interior do Pará, autodidata na sua arte, ele fez do conserto da sombrinha, ou guarda-chuva, em algumas regiões, o seu ganha-pão.

Saque filosofante de quem se esgueira por entre as privações do mercado de trabalho do grande capital, e não se permite reduzir à mão-de-obra passiva. Carlos fala de seu ofício com a convicção de quem fez seu caminho, e de quem sabe que quanto maior o bloco, maiores são as brechas por onde as linhas intensivas do criar podem passar. Contra ele, nem os tecnocráticos japoneses puderam!

Bloguinho Intempestivo – Como é o teu nome?

Carlos – Meu nome é Carlos.

BI – Com o que tu trabalhas?

C – Eu trabalho consertando sombrinhas. Eu fiquei desempregado há nove anos, não arrumei mais emprego, aí eu vim aqui para a praça, arrumei este ponto e comecei a trabalhar. E até hoje, graças a Deus, eu estou me dando bem.

BI – E tu és daqui de Belém?

C – Não, eu sou paraense mas não sou de Belém, eu sou de Salinas.

BI – O que tu fazias antes de consertar sombrinhas?

C – Eu trabalhava na praia, de pescador.

BI – E o mar não estava para a tarrafa?

C – A vida de pescador é muito ruim. E eu cheguei aqui a fim de trabalhar. Procurar mais uma condição de vida. Só que eu não arranjei emprego, e as condições que eu achei de viver em Belém foi aqui, consertando sombrinha.

BI – E como tu aprendeste a consertar sombrinha?

C – Essa profissão eu aprendi ainda lá em Salinas. Lá tem a Praia do Atalaia e o pessoal vende muita mercadoria na beira da praia, negócio de peixe, carangueijo. Então existe o pessoal da barraca, e o pessoal que trabalha na beira da praia com chapéu de sol. E foi nessa ocasião, trabalhando como garçon de areia, que é como o pessoal chama lá, que eu aprendi a consertar sombrinha. Eu consertava o meu guarda-sol, que eu tinha, quando quebrava eu mesmo consertava. Então eu aprendi assim por curiosidade. Aí quando eu vim pra Belém que eu me especializei, porque já veio bastante conserto de sombrinha, o pessoal começou a chegar comigo e eu comecei a consertar.

BI – E tu conserta qualquer tipo de sombrinha? Tem muita diferença de um tipo para o outro?

C – Qualquer tipo. Tem, sim. Tem a manual, que é mais fácil, tem a automática, e tem a japonesa, que vende por aí e é pior ainda. Porque a japonesa é tudo por dentro do cabo, tem um tipo de sombrinha japonesa que a gente não consegue consertar o cabo dela. Só faz modificar de um cabo para o outro, porque não consegue endireitar.

BI – E com esse teu fazer tu sustentas toda a tua família?

C – Eu sustento a família toda. Quando eu comecei aqui, era só eu que sustentava a minah esposa e meu filho. Somos só três, eu, a minha esposa e meu filho, que agora tem 21 anos. Mas quando eu cheguei pra cá ele tinha apenas 09 anos.

BI – E tem outros consertadores de sombrinha por Belém?

C – Olha, eu conheço um lá em Entroncamento, e outro aqui na Pedro Álvares Cabral. Agora deve ter muitos por aí, porque às vezes chega serviço aqui de pessoas que mandaram fazer em outro lugar e e não consertam, só fazem amarrar com arame, e acabam trazendo pra cá. Tem muito consertador que não tem o material todo. Por exemplo, a sombrinha japonesa é difícil de encontrar peças dela. Pra gente adquirir, tem que comprar toda ela, e desmontar para usar as peças no serviço da gente.

BI – E o que mudou na tua vida depois que tu começaste a trabalhar de consertador de sombrinha?

C – Ah, mudou muito. Quando eu vim pra cá eu não tinha casa, morava alugado. Eu consegui a minha casa, graças a Deus, e tudo o que eu tenho dentro dela eu consegui com esse serviço aqui, de consertar sombrinha.

BI – E como tu sentes a mudança no mercado das sombrinhas de lá pra cá?

C – No começo, quando eu cheguei pra cá, era melhor do que agora. Agora não, baixou um pouco porque tem muita gente por aí que conserta, mas eu tenho aqui a minha freguesia formada. Eu trabalho aqui em inverno e verão, não tem esse negócio de ser só no inverno não.

BI – E em qual das duas estações tu vendes mais? Tem diferença?

C – Com certeza. No verão é muita a diferença. No verão eu passo aqui o dia todo pra ganhar 20 reais. No inverno, do mês de janeiro pra frente, até maio, eu tiro numa base de 50, 60 reais por dia.

BI – Quanto custa uma sombrinha nova?

C – Olha, tem vários preços. Depende do tipo da sombrinha.

BI – Mas essas sombrinhas descartáveis, de 5 reais, que vende por aí, esse mercado do descartável prejudicou a tua renda?

C – Não, não prejudicou, porque, por exemplo. Você compra uma sombrinha agora, usa, ela quebra bem ali, você não vai jogar ela fora pra comprar outra. Então você leva no conserto, que é 2 reais, por aí, depende do tipo do conserto.

BI – E a qualidade das sombrinhas, do tempo que tu começaste pra cá, melhorou ou piorou?

C – Eu acho que piorou. Evoluiu mais, do tipo de sombrinha que eu comecei, porque naquela época não existiam essas sombrinhas japonesas, as automáticas que têm agora por aí. Hoje não, cada vez mais que vai passando o tempo vai evoluindo… Tem tipo de sombrinha que às vezes eu passo uma hora, meia hora, só pensando como é que eu vou fazer ela, porque é fora do meu alcance esse tipo de serviço, aí eu tenho que ver direitinho pra poder conseguir. Eu tenho que desmontar ela todinha, e prestar bastante atenção, pra poder montar de novo.

BI – E tu trabalhas com outra coisa, além de consertar sombrinha?

C – Eu sei trabalhar como encanador, eletricista, pintor, mas nada profissional. O meu ganha-pão e a minha especialidade é mesmo o conserto de sombrinha. Quem precisar, pode me procurar aqui na Praça da República, que aqui eu conserto é na hora, não tem esse negócio de deixar pra outro dia não. É isso.

*……….::::: CHAGÃO! :::::……….*

DE PRIMA (RAPIDINHAS)

AINDA A SEMIFINAL DA TAÇA GUANABARA

Em geral, o jogador brasileiro, com raras e honrosas exceções, tem na estreiteza epistemológica um lugar-comum. Desde tempos imemoriais, passando pelos recentes Cafu e Kaká, dois são-paulinos e milanistas que acreditam em fadas, gnomos e na dissociação entre política e futebol (paradoxalmente, fazendo sucesso no clube de Berlusconi, precisa dizer mais?), os jogadores de futebol, mesmo convivendo na Europa, com outras culturas e outro tipo de informação, quase que em unanimidade, não modificam o seu modo de compreender o mundo. Mas, mesmo nesse mar do Mesmo, às vezes escapa algo, um buraquinho por onde a Inteligência Coletiva passa, e algo acontece. Evidência de que os saberes não são imóveis, nem estáticos. Ao final da partida entre Flamengo e Resende, pela Taça Guanabara, o Flamengo tendo perdido por 3 a 1, um repórter da Rádio Globo chega no lateral-esquerdo do urubu, Juan, e pergunta: “Cansado, Juan?”. Ante à pergunta profundamente perturbadora da sua estrutura neuronal – como se fosse possível responder não depois de correr por 45 minutos – o jogador sentencia: “Sim, cansaço é normal jogando nessa porra de horário que a televisão obriga agente a jogar, essa porra de televisão que coloca esse horário!” (continua na próxima notinha).

O DESAPARECIMENTO DO ESPORTE NO HIPER-REAL DA TELINHA E DA TECNOLOGIA

Na esteira do televisionismo que engoliu o futebol, o ex-piloto de Fórmula 1, Niki Lauda, que quase morreu em um acidente e teve o rosto queimado e posteriormente reconstruído através de cirurgias plásticas, disse, falando sobre o campeão atual, o inglês Lewis Hamilton: “Antes a morte era uma possibilidade real, agora estes pilotos não têm ideia de nada. Não sabem fazer mais nada a não ser acelerar e mover o volante e não desenvolvem sua personalidade. O único carisma de Lewis Hamilton é sua noiva”. Devagar com a sentença reativa: o que nos interessa da fala de Lauda é a desrealização do esporte enquanto empreendimento humano e atuação ético-estética no plano do cuidado de si e da expressão social do corpo. Assim como a tecnologia transformou o piloto num autômato e eliminou o fator humano daqueles que podem decidir uma corrida ou um campeonato, no futebol, a televisão faz desaparecer o real e as condições de existência do esporte. Não a televisão em si, embora a sua tecnologia propicie este efeito no social, mas o uso deste aparelho a serviço do lucro. Na Fórmula 1, por exemplo, desenvolve-se um programa para que, em breve, pessoas, diretamente de suas casas, possam se conectar a um grande servidor e correr, “em tempo real”, uma corrida juntamente com os pilotos ao vivo. No futebol, o jogador é cada vez mais dispensável enquanto elemento criador. São operários, sem pátria, sem opinião, sem voz ativa. Daí ser, ao mesmo tempo, cada vez mais difícil o surgimento de craques: é a inteligência e não o talento, por si só, que fazem os grandes. E eles só podem existir no real. Na simulação, não se cria o Novo.

LIBERTADORES DA AMÉRICA 2009

Aqui você acompanha os resultados, às quintas e domingos, grupo a grupo, rodada a rodada, jogo a jogo. Resultados e enquete:

Grupo 1:

.

LDU Quito – 03

Sport Recife – 03

Colo Colo – 00

Palmeiras – 00

.

LDU Quito 3 – 2 Palmeiras

Colo Colo 1 – 2 Sport Recife

Palmeiras – Colo Colo – 04/03

Sport Recife – LDU Quito – 12/03

Colo Colo – LDU Quito

Sport Recife – Palmeiras

LDU Quito – Colo Colo

Palmeiras – Sport Recife

Palmeiras – LDU Quito

Sport Recife – Colo Colo

LDU Quito – Sport Recife

Colo Colo – Palmeiras

.

Grupo 2:

.

Deportivo Cuenca – 03

Deportivo Táchira – 03

Boca Juniors – 03

Guaraní – 00

.

Guaraní 1 – 2 Deportivo Táchira

Boca Juniors 1 – 0 Deportivo Cuenca

Deportivo Cuenca 4 – 0 Guaraní

Deportivo Táchira – Boca Juniors – 04/03

Deportivo Táchira – Deportivo Cuenca – 11/03

Deportivo Cuenca – Deportivo Táchira

Guaraní – Boca Juniors

Boca Juniors – Guaraní

Deportivo Táchira – Guaraní

Deportivo Cuenca – Boca Juniors

Guaraní – Deportivo Cuenca

Boca Juniors – Deportivo Táchira

.

Grupo 3:

.

Nacional – 06

River Plate – 03

Universidad San Martín – 00

Nacional (PAR) – 00

.

Nacional 2 – 1 San Martín

River Plate 1 – 0 Nacional

Nacional (PAR) 1 – 3 Nacional

San Martín – River Plate – 05/03

San Martín – Nacional (PAR) – 12/03

Nacional – River Plate

Nacional (PAR) – San Martín

River Plate – Nacional

San Martín – Nacional

Nacional (PAR) – River Plate

Nacional – Nacional (PAR)

River Plate – San Martín

.

Grupo 4:

.

Defensor Sporting – 03

Independiente Medellín – 01

São Paulo – 01

América de Cáli – 00

.

Defensor Sporting 1 – 0 América de Cáli

São Paulo 1 – 1 Independiente Medellín

Independiente Medellín 0 – 0 Defensor Sporting

América de Cáli – São Paulo – 05/03

América de Cáli – Independiente Medellín – 10/03

Independiente Medellín – América de Cáli

Defensor Sporting – São Paulo

São Paulo – Defensor Sporting

Independiente Medellín – São Paulo

América de Cáli – Defensor Sporting

Defensor Sporting – Independiente Medellín

São Paulo – América de Cáli

.

Grupo 5:

.

Deportivo Quito – 01

Universitario de Sucre – 01

Cruzeiro – 00

Estudiantes – 00

.

Univ. Sucre 1 – 1 Dep. Quito

Cruzeiro 3 – 0 Estudiantes

Dep. Quito – Cruzeiro – 25/02

Estudiantes – Univ. Sucre – 26/02

Univ. Sucre – Cruzeiro

Dep. Quito – Estudiantes

Cruzeiro – Univ. Sucre

Estudiantes – Dep. Quito

Estudiantes – Cruzeiro

Dep. Quito – Univ. Sucre

Univ. Sucre – Estudiantes

Cruzeiro – Dep. Quito

.

Grupo 6:

.

Chivas Guadalajara – 04

Caracas FC – 03

Everton – 03

Lanús – 01

.

Lanús 1 – 1 Chivas

Everton 1 – 0 Caracas

Caracas 3 – 1 Lanús

Chivas 6 – 2 Everton

Caracas – Chivas – 03/03

Everton – Lanús – 11/03

Chivas – Caracas

Lanús – Everton

Caracas – Everton

Chivas – Lanús

Everton – Chivas

Lanús – Caracas

.

Grupo 7:

.

Boyacá Chicó – 03

Grêmio – 01

Universidad de Chile – 01

Aurora – 00

.

Aurora 0 – 3 Boyacá Chicó

Grêmio 0 – 0 Univ. Chile

Univ. Chile – Aurora – 04/03

Boyacá Chicó – Grêmio – 11/03

Boyacá Chicó – Univ. Chile

Aurora – Grêmio

Grêmio – Aurora

Univ. Chile – Boyacá Chicó

Univ. Chile – Grêmio

Boyacá Chicó – Aurora

Aurora – Univ. Chile

Grêmio – Boyacá Chicó

.

Grupo 8:

.

San Lorenzo – 03

Libertad – 03

Universitario – 00

San Luis – 00

.

San Lorenzo 4 – 1 San Luis

Libertad 2 – 1 Universitario

Universitario 1 – 0 San Lorenzo

San Luis – Libertad – 26/02

Libertad – San Lorenzo – 05/03

Universitario – San Luis

San Lorenzo – Libertad

San Luis – Universitario

Universitario – Libertad

San Luis – San Lorenzo

San Lorenzo – Universitario

Libertad – San Luis

.

LIGA DOS CAMPEÕES – OITAVAS-DE-FINAL

O Real Madrid do mata-mata da Liga 2009 é o mesmo da liga 2008, o que foi eliminado pelo AS Roma: inseguro, inerte, ineficaz. Diante do retraído Liverpool, pouco pôde fazer e efetivamente pouco ameaçou. E no segundo tempo, com a saída do lateral/ponta Marcelo, ex-Fluminense, o time perdeu o pouco de chegada ao ataque que possuía. Resultado: foi castigado no finalzinho do jogo com um gol de cabeça do israelense Benayoun, após falta na linha de fundo, à direita. Parece que os merengues mais uma vez vão ficar pelo caminho… O que deixa no ar a pergunta: se a dupla Re-Ba arrebenta no quintal de casa, porque não faz o mesmo na Champions? O futebol espanhol está em decadência? A rodada de volta ocorre daqui duas semanas. Resultados:

Liga dos Campeões – Europa

Rodada de Ida – 24 e 25-02

Atlético de Madrid 2 – 2 Porto

Chelsea 1 – 0 Juventus

Sporting Lisboa 0 – 5 Bayern Munique

Real Madrid 0 – 1 Liverpool

Internazionale 0 – 0 Manchester United

Villareal 1 – 1 Panathinaikos

Lyon 1 – 1 Barcelona

Arsenal 1 – 0 Roma


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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