Arquivo para 25 de março de 2009

LANÇADO POR LULA O PROGRAMA ”MINHA CASA, MINHA VIDA”.

Hoje, dia 25 de março, foi lançado pela manhã pelo presidente Lula o Programa Habitacional “Minha Casa, Minha Vida”. O programa, que faz parte das ações políticas de inclusão social do Plano de Aceleração do Crescimento – PAC, de acordo com o pronunciamento da ministra Dilma Roussef, tende a diminuir o déficit habitacional no Brasil, que, segundo pesquisa do IBGE, corresponde a 91% nas famílias com renda de zero a três salários mínimos. Assim, o programa irá construir 1 milhão de moradias.

DO PROGRAMA “MINHA CASA, MINHA VIDA”

O governo federal investirá R$ 34 bilhões para realização do plano que atingirá algumas regiões do Brasil. Sendo que a região que receberá mais investimento será a Sudeste.

Desta verba, R$ 16 milhões serão destinados à construção de 400 mil moradias para famílias com renda de zero a três salários mínimos, que pagarão a prestações de R$ 50 reais.

Mais R$ 10 milhões serão destinados à construção de 400 mil moradias para famílias que ganhem de três a seis salários mínimos, cuja prestação será corresponde a 20% do orçamento familiar.

As outras 200 mil moradias serão construídas para famílias que ganham de seis a dez salários mínimos.

De acordo com a avaliação do presidente do sindicato dos Sem Teto, é um bom começo para tirar a população mais pobre da dependência do aluguel. Já para os empresários do ramo da construção civil, o programa é muito importante, e o governo federal pode contar com a participação dedicada da classe.

COMBATE À CORRUPÇÃO? CHAME FERNANDO HENRIQUE

É notório, é público, e popular até para o mais alienados políticos que a década de 90 não existiu no Brasil, assim como os anos 2000-1 que correspondem à “administração” do governo Fernando Henrique. E é também notório, público e popular que neste período no Brasil o neo-liberalismo deitou e rolou com todas suas nuances capitalísticas de mercado e, principalmente, as nuances mais pútridas, as da exploração financeira ilegalmente, o que contribuiu para a inexistência da década somada ao governo FH.

Pois não é que o “príncipe” sem reinado, portanto, com descendência nobre somente pela exacerbação/fálica de seu Egozito, foi palestrar (entenda-se, na linguagem da juíza e ex-deputada Beth Azize, “marocar”) na Federação de Comércio de São Paulo — ninho de plumagens reacionárias, leito suave para deitar loas afinadas com a prosa dos ouvidos semelhantes —, e soltou seu trinado rancoroso contra o governo Lula, afirmando que está cheio de cupins que prejudicam a administração da política pública.

Mas esta não é a parte mais biliosa da “principesca” paródia existencial. O mais humorístico (FHC é um gênio no gênero humor babão, quem duvida?) foi ele afirmar: “A corrupção existe em todos os governos, mas eu nunca me compadeci dela.” Lindo! Lindo! Lindo! Torcida brasileira. Este Fernando é muito Henrique.

BREVÍSSIMA AMOSTRA HUMORÍSTICA A LA NOEL ROSAS

Onde foi que nasceu o mensalão? No governo Fernando Henrique.

Onde foi que a Constituição Brasileira foi rasgada para a reeleição de Fernando Henrique? No governo do próprio, e, segundo suspeitas, com ajuda, de além de seu comparsa Sérgio Motta, com ajuda do hoje prefeito de Manaus cassado pela insigne juíza Maria Eunice Torres Nascimento, Amazonino Mendes.

Onde foi que começou a corrente corrupta do maior inimigo das finanças do público brasileiro, Daniel Dantas? No governo de Fernando Henrique.

É pouco? Só mais uma?

Vamos fechar com o coro humorístico do Zé da Lombra.

Perguntado por um participante da marocagem, como acabar com os cupins? Sua “nobreza” respondeu: “A insatisfação vai depender do voto popular.” Voto popular? Baixa a cortina, Bonates! O público precisa descansar!

PARA NÃO ESQUECER O DELEGADO PROTÓGENES

O delegado da Polícia Federal, Protógenes, que comandou a Operação Sathiagrara que resultou na prisão e indiciamento do banqueiro, acusado como o maior corrupto das finanças públicas, Daniel Dantas, em encontro com a bancada do P-SOL no Senado, comentando sobre sua ida à CPI dos Grampos, dia 1º de abril, afirmou que não tem medo de ser preso. Nada do que teme Daniel Dantas, como já foi deixado claro pelo próprio banqueiro.

Em meio as altercações jurídicas/policiais, Protógenes, sentenciou:

Tenho notícia que os membro da CPI têm fragmentos da Operação e se, por ventura, me forem apresentados, vou dar nomes, individualizar condutas e dizer o papel que cada pessoa tem no esquema criminoso montado pelo banqueiro Daniel Dantas condenado pela justiça.”

Pelo que se sente e vê, 1º de abril não será o dia da mentira. Pelo menos para Daniel Dantas. Tudo que ele queria que fosse, já que a corrupção é a grande verdade que anula a democracia real.

PROCESSO DE CASSAÇÃO EM TOCANTINS ANTECIPA A QUE OCORRERÁ EM MANAUS

A Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) já fez o seu relatório e repassou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarando-se a favor da cassação do governador de Tocantins, Marcelo de Carvalho Miranda (PMDB), e seu vice, Paulo Sidnei Antunes (PPS), pelo uso da máquina pública e abuso de poder econômico.

No recurso, impetrado pelo segundo colocado nas eleições de 2006, afirma-se que, entre outras condutas eleitoralmente irregulares, Marcelo de Carvalho Miranda “prometeu vantagens a eleitores; preencheu cargos públicos que ele mesmo criou; distribuiu bens e serviços custeados pelo serviço público; utilizou-se indevidamente dos meios de comunicação; distribuiu, gratuitamente, milhares de bens como casas, óculos e cestas básicas; e realizou consultas médicas e doações de 14 mil cheques-moradia”, o que lhe valeu a reeleição.

O vice-procurador-geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho, responsável pelo parecer, por sua vez, afirmou que nem todos os atos apontados são ilícitos, estando alguns dentro da legalidade. No entanto, na maioria está comprovadamente explícito o uso da máquina pública e, por isso, a PGE se mantem favorável à cassação: “Pelo elevado número de ações praticadas pelos recorridos no sentido de transparecer a efetiva participação em programas sociais, restou comprovada a ocorrência de abuso de poder, sendo que as condutas praticadas irregularmente tinham capacidade e potencialidade para, somadas, influenciar no resultado do pleito em favor do governador candidato à reeleição.”

NO TOCANTINS, A DIREITAÇA QUE SE ABRAÇA

As questões eleitorais em Tocantins parece que vão ser até mais longas do que as do Amazonas, em particular, de Manaus. Acontece que o próprio requerente do recurso, José Wilson Siqueira Campos (PSDB), no ano passado já chegou a ser condenado pelo TSE a pagar uma multa de R$ 21,2 mil devido à propaganda extemporânea (fora do prazo). Siqueira Campos, que até já morou no Amazonas; ultradireitista, que votou contra as Diretas Já; que tem na sua trajetória acusações de mando de assassinato e até de falsificação do nome para escapar à Justiça; que chegou a ser acusado, durante a campanha eleitoral de 2006, pelo seu próprio filho, o empresário José Wilson Siqueira Campos Júnior, que fez um dossiê para entregar ao Ministério Público Federal, que à época afirmou: “Não sou nenhum adolescente para ser manipulado. Para mim, seria muito mais fácil ser o filho do Siqueira e usufruir de sua herança. Só de chegar ao estado todos me abrem as portas. Quando vejo no Jornal Nacional um deputado recebendo dinheiro e sendo absolvido no dia seguinte fico revoltado. Se conseguir impedir a eleição de mais um corrupto, estou satisfeito.”

A JUSTIÇA QUE PASSA PELO TSE CHEGARÁ A MANAUS

Afora a dificuldade em uma opção democrática em Tocantins, democraticamente, o TSE está agindo no sentindo de minar as corrupções eleitorais que acabam por eleger candidatos afeitos, além da falta de capacidade administrativa, à subtração do erário público, desvirtuando a gestão, o que acarreta a violentação de toda a população. Assim sendo, a Justiça que vem passando pelo TSE chegará qualquer dia desses a Manaus e alguns serão fulminados em cheio, o que é melhor para a democracia.

KINEMASÓFICO: O MOVIMENTO CRIADOR DO OLHAR

Kinamazófico - A Bela e a Fera 01 por você.

O filólogo/filósofo Roman Jakobson afirmou que “o objeto da ciência literária não é a literatura, mas a “literaridade”, ou seja, o que faz de determinada obra uma obra literária”. Para o Teatro Maquínico da AFIN, o objeto da subjetividade teatral não é o teatro, mas a “teatralidade”, o que faz da existência um entrelaçamento ontológico de saberes e dizeres como devir trágico, a potência do novo. Já o crítico de cinema Barthélemy Amengual, disse que “o objeto da semiologia cinematrográfica não é o cinema, mas a “cinemacidade”, ou seja, aquilo que torna uma determinada obra uma obra cinematográfica”. Pois é exatamente no emaranhado das potências da “teatralidade” e da “cinemacidade”, a atuação ontológica do homem em movimento poiético, que a AFIN vem tentando compor todos os domingos com crianças O Movimento Criador do Olhar. Um Plano seqüência educativo para novas percepções e novas cognições.

Kinamazófico - A Bela e a Fera 02 por você.

Composto o quarto domingo, as crianças sequenciaram os momentos kinemazóficos com os enunciados: as artes. O cinema como arte. As ligações do cinema com as outras artes e cinema como plano Educação. Neste domingo vindouro, elas sequenciarão a linguagem cotidiana, a linguagem das artes, e a linguagem do cinema, já implícita nas práticas anteriores, que elas realizaram quando conheceram os planos e seus significados.

Para as crianças que queiram participar dos encontros dos olhares criativos, basta apenas se mostrar no endereço da AFIN, a partir das 17h, acompanhado da liberação dos pais, ou responsáveis.

Kinamazófico - A Bela e a Fera 04 por você.

A PROJEÇÃO DO CINEMA DO DOMINGO PASSADO

SINOPSE:

A BELA E A FERA, de Roger Vadim

O filme, cujo tema é o conto de fadas A Bela e a Fera, e que já fora também realizado como cinema, em preto e branco, pelo teatrólogo francês, Jean Cocteau, conta a história de um príncipe, enfeitiçado pelas fadas, e transformado em Fera, que vive sozinho na floresta. Depois de ter colocado seu palácio à disposição de uma caminhante, e ainda ter lhe alimentado, condena-o a morte pelo fato dele haver tirado uma flor para levar à sua filha Bela.

Kinamazófico - A Bela e a Fera 03 por você.

Em contrato com a Fera, o pai de Bela, para não morrer, e deixar suas três filhas sozinhas, aceita que Bela vá morar no castelo com a Fera. Com o passar do tempo a Fera se apaixona por Bela, que por sua vez desenvolve uma terna confiança na Fera, e posteriormente se… Assiste o filme.

Realização: 1983. França.

Elenco : Klaus Kinski, impecável como Fera.

Susan Saradon, lindíssima e talentosa como Bela.

Angélica Huston, intrigantemente bem como Marguerite.

Nancy Lenehan, exuberantemente invejosa como Georgette.

Stephen Elliott, amorosamente como bom paizão.

Kinamazófico - A Bela e a Fera 05 por você.

SEGURO DESEMPREGO PODE SER AMPLIADO PARA SETE PARCELAS AOS DEMITIDOS EM DEZEMBRO

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) pode aprovar, em reunião a ser realizada no próximo dia 30, a ampliação de cinco para sete, no máximo, o número de parcelas do Seguro Desemprego.

Segundo Carlos Lupi, ministro do Trabalho, pessoas que foram demitidas em dezembro em 42 setores (estão entre estes setores o das indústrias têxtil, metalúrgica e mecânica) irão receber o beneficio a partir de 1º de abril.

Desta forma, quem tinha o direito de receber três meses do beneficio irá receber cinco e quem receberia cinco, terá sete parcelas para receber. O valor a ser recebido varia de R$ 465,00 (valor do salário mínimo) a R$ 870,01. O ministério estima que o gasto será de R$ 126 milhões.

Segundo a Agência Brasil, “o ministro disse ainda que não espera que seja feita novamente uma nova ampliação do seguro-desemprego porque no mês de fevereiro já houve uma recuperação no número de novos empregos. ‘Se tivéssemos uma média continuada de demissões negativas acima de 30% nos setores, poderíamos solicitar uma nova autorização’, explicou”.

No Brasil, com o governo Lula, o simulacro econômico, alcunhado de crise, está servindo para que uma abissal diferença seja percebida entre os países ricos e os chamados em desenvolvimento: enquanto os ricos exploram cada vez mais as classes menos favorecidas para manterem políticas que garantam a opulência dos responsáveis pelo desespero financeiro atual, o Brasil, como país “em desenvolvimento”, preserva as políticas públicas responsáveis por uma real transformação social.

TÉCNICO DO MILAN DEIXA RASTRO DE RACISMO AO COMPARAR PATO COM BALOTELLI

Existem duas formas politicamente de se compreender o individual e o coletivo no plano das relações políticas: uma intensiva, outra extensiva.

Na forma extensiva, o número: um versus o coletivo. Extensividade num plano da quantidade. Um é menor que dois, dois é menor que dez, mil é menor que um milhão. Assim, é preciso ser sempre mais no plano perceptivo/cognitivo. Agem desta forma as tiranias, ditaduras, formas de governo contrárias à potência ativa da democracia agem e se estabelecem.

Na forma intensiva, desaparecem os referenciais perceptivos/cognitivos: a questão é da ordem da intelecção, das afecções. Não se trata mais do valor numérico, mas do movimento, engendramento de forças imateriais e velocidades, aumento/diminuição das potências de agir. Um regime democrático, um movimento social revolucionário, formas de existir, de comportamento, de sentir que não estão capturadas pelas estratégias de interdição da subjetividade capitalística.

Na Espanha onde predominavam forças reacionárias corporificadas pelo Generalíssimo Franco, por exemplo, havia a personificação do EU da ditadura através do Real Madrid, clube que vencia todas as competições que disputava, e era o baluarte do regime de ultra-direita que matou e violentou todo o país. Contrário à ele, o Barcelona, que nem era tão contrário assim, já que atuava no mesmo plano semiótico (EU x EU), e apenas equilibrava a correlação de forças.

No entanto, ainda no futebol, a torcida do Athletic Bilbao, representante do País Basco, despersonalizava-se, gritava, cantava e falava no dialeto basco, como multidão, sem rosto, dentro do estádio San Mamés. Uma resistência que não podia sequer ser combatida pelo regime franquista. Como lutar com um inimigo que não tem corpo? Como prender e capturar uma força semiótica cultural manifesta em multidão, sem rosto, sem referência? O regime franquista jamais conseguiu eliminar a multidão que cantava em basco nos jogos do Athletic.

Outra ilustração: a Inglaterra conseguiu eliminar os hooligans e implantou um dos mais seguros sistemas de monitoramento de estádios, transformando em menos de dez anos uma combalida liga de futebol no mais bem sucedido empreendimento do futebusiness pós-moderno, que causa calafrios até no todo-poderoso Josef Blatter, que vê o poder da FIFA enfraquecer diante dos oligopólios financeiros que suportam os clubes. Sem brigas, sem feridos, sem mortos. Mas os signos, os enunciados da extrema-direita, da xenofobia, da homofobia, da violência dos torcedores, persiste. Não chegou sequer a se enfraquecer; apenas encontrou outras formas de se manifestar. O que houve não foi uma cura, mas uma operação de assepssia moral e policial.

A XENOFOBIA ITALIANA NO (E PARA ALÉM DOS) GRAMADOS

A resistência espanhola, bem como a operação de ortopedia policial à inglesa não funcionaram no futebol italiano, que perdeu, dos anos 80 e 90 para cá, o status de principal liga nacional européia.

A xenofobia, produto do acirramento das desigualdades sociais de um modo de produção nocivo, naquele país, ultrapassa a questão pontual, e chega aos corredores do alcunhado poder: Berlusconi, ou Berlusca, ou Il Caimano, primeiro-ministro pelo terceiro mandato, traduz tudo o que a direita xenofóbica italiana tem de pior.

No futebol, são comuns os cânticos xenofóbicos, racistas, homofóbicos. As agressões, as violências, a rivalidade fratricida entre o sul pobre e o norte rico se manifestam igualmente nas arquibancadas. Os times grandes, os que disputam o scudetto, são controlados por megacorporações que vêem nele menos uma entidade futebolística que um investimento ou passatempo. Nada a ver com futebol.

Quando é a “torcida” que grita, o que pode fazer um governo, principalmente quando ele próprio é de extrema-direita e dissemina os signos da exclusão? Nada. Pertencem ao mesmo território, carregam os mesmos signos.

Ainda assim, no plano das relações internacionais, é preciso ao menos fazer o jogo do não-jogar, e fingir que combate-se a violência nos estádios. Quando um jogador é hostilizado por uma torcida, pune-se o clube, com multa ou com jogos sem a presença dos torcedores. Mas e quando a xenofobia/racismo vem de um técnico do time do primeiro-ministro?

O técnico do Milan (time que pertence a Berlusconi), Carlo Ancelotti, ao responder a comentários de que o time rossonero não revela jovens talentos, cometeu um equívoco técnico e outro de ordem criminal/discriminatório. Primeiro, citou o avante Alexandre Pato como revelação do clube italiano: os dirigentes e torcedores do Internacional de Porto Alegre discordam veementemente. Ilusão de quem crê ser possível comprar tudo, de reputações ao próprio tempo.

Segundo, e mais grave. Ao comparar o jovem jogador do Milan ao igualmente jovem atacante do Inter de Milão (arquirrivais), Mario Balotelli, filho de ganeses, negro com passaporte italiano, Carlo Ancelotti apelou para uma nem-um-pouco sutil carga racista: “Balotelli? Não. Ele não é nem parecido com o Pato”.

Apenas uma comparação futebolística, diria a imprensa esportiva epistemologicamente reduzida. Racismo nada dissimulado, diria quem consegue fazer ao menos uma conexão sináptica.

Fosse futebol o assunto, Carlo Ancelotti teria usado de outros argumentos, ou não seria técnico de futebol. Não se compara o talento de dois jogadores sob hipótese alguma, principalmente evocando a aparência, como o fez Ancelotti. Trata-se de racismo, chamar a atenção para as diferenças de cor e de etnia.

Ancelotti, com esta atitude, não apenas se iguala ao patrão, mas também ao primeiro-ministro, aos torcedores e à maioria que elegeu Berlusconi como o representante do ódio a si mesmo e ao outro que predomina politicamente na Itália e na maior parte do mundo, bem como à subjetividade intercessora que asfixia o futebol como manifestação livre do homem em coletividade.

Quem se encarregará de puni-lo?


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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