Arquivo para 8 de maio de 2009

DIÁLOGOS CONSTRUTORES DA REIVINDICAÇÃO ESTUDANTIL

Há diálogos que servem tão somente para manter as representações estabelecidas como imobilidade de não ir e não vir. Há pretensos diálogos que se querem tomados como transfiguradores, mas não passam de ficções que encobrem seu suporte comum: a definição conceitual da identidade fixa. Há diálogos potências criadoras aptos a estremecer a ordem do princípio de equilíbrio das representações imóveis emergindo como voz singular do falante. Nada da infelicidade da fala que fala pelos outros e pela representação das coisas. Estes os diálogos que se têm ouvido de estudantes que reivindicam um direito legal que lhes pretende subtrair. Um caso que mesmo que não fosse lei 120 passes-estudantis , historicamente, como classe estudantil, é um direito Republicano/Democrático dos estudantes deste Brasil varonil (no sentido épico).

DOS DIÁLOGOS

Conversa Política da Filha com a Mãe

Filha, apressada:

Mãe, já vou.

Mãe, contente:

Vai comprar meu presente do dia das mães?

Filha, convicta:

Não! Vou para reivindicação estudantil.

Mãe, preocupada:

Como? Este ano tu não vais me dar presente?

Filha, didática:

Mãe, pensa bem. Quem me dá dinheiro para as passagens és tu. Os caras reduziram os passes de 120 para 44, significa que tu vais gastar mais comigo. Se eu não lutar por nossa classe, tudo vai ficar como está. Mas se a gente reivindica, que é um direito nosso, nós podemos ganhar a batalha. Aí tu vais gastar menos, me dar mais dinheiro, e vou poder te dar presente o ano todo. Sacou, coroa. Não é um dia sem presente que faz um mãe ser menos mãe. Tô indo! Beijos!

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Dois Clichês Necessários

A jovem estudante fala ao colega:

Não sei como tem gente que vota nestes caras reacionários.

O colega responde com o primeiro clichê:

E o pior, não é que eu sou um destes”.

A jovem adverte com o segundo clichê:

Nunca é tarde para se arrepender”.

* * *

A Parcialidade da Mídia

Viu que a informação que a mídia está passando para população é toda tendenciosa?

Claro que é tendenciosa. Ela tende para seu lado de empresa. Não há governos que transformam o bem público em privado? Estas mídias tendem a estes governos por identificação.

* * *

A Lógica do Andar e dos Sapatos

Estas caminhadas estão acabando com meus sapatos.

Não lamento. Lembra do provérbio: “Uma grande caminhada começa com um passo”. A nossa grande caminhada vai além dos sapatos. Ela é nossa auto-estima, o que nos conduz à cidadania.

* * *

Coisas do Amor

Puxa, como tu estás alegre hoje. Ontem tu estavas na luta, mas com uma cara triste.

É que ontem eu estava muito preocupada. Com a redução dos passes para 44, eu só ia te ver uma vez por dia lá no colégio. Agora, como eu acredito que nós vamos levar esta batalha, eu vou poder te ver mais. Nas pesquisas na biblioteca, nas entrevistas para as matérias, no cinema, teatro… Vamos poder nos beijar mais vezes.

Este que é o barato da vida: lutar para ser feliz.

* * *

Os Afetos Construtores

Olha, motora, desculpa pela paralisação do trânsito, mas é que nós estamos lutando por um direito nosso que estão querendo nos tomar.

Fica frio, garotão. Eu tô entendendo. Também tô com vocês. Tenho três filhos que pagam ônibus, sem falar nos filhos de meus amigos. Em tempo de crise esse ato dos vereadores e prefeito é uma violência que atingem todos nós. Só ficam contra vocês os que estão numa boa curtindo seus privilégios.

* * *

Quando a Conversa Chega nos Bolsos

Eu não sei o que vou fazer. Com o salário que eu ganho não vou puder dar mais dinheiro para tu e teu irmão fazer as tarefas da escola fora do horário das aulas. Assim não tem trabalhador que aguente. É melhor se suicidar.

Não precisa chegar ao extremo, pai. É só na próxima eleição não votar em nenhum desses caras, em hipótese alguma. Pai, o voto é um ato de razão e não de emoção. Olha aí, tu votaste pela emoção, agora tá colhendo o fruto da ilusão.

A MANIPULAÇÃO ACRÍTICA CONTRA OS ESTUDANTES DE MANAUS

Enquanto os estudantes de Manaus faziam uma das maiores movimentações dos últimos anos na cidade de Manaus, com paralisações por todas as partes da cidade, todos os jornais deram ênfase aos ludíbrios de Amazonino Cassado, que utiliza, assim, dos jornais, para tentar fazer passar a idéia de que as mobilizações dos estudantes está sendo organizada por partidos políticos infiltrados no movimento. Dentre todos, o mais tendencioso, completamente acrítico quanto ao significado e significante das manifestações, é o jornal A Crítica, que, antenado com a Rede Calderaro de Televisão, embora colocando a foto do Terminal 1 tomado de estudantes, com parcialidade tamanha, o título da matéria é “Ação politiqueira”. Enquanto isso, a matéria anunciada abaixo da matéria principal é justamente a homenagem que a CMM deu ao jornal A Crítica. Mais uma vez a mídia sequelada, como em todo o Brasil, alia-se à direita mais canhestra, tentando descaracterizar a potência movimentos populares democráticos autênticos e dinâmicos.

Alguns pontos para desmontar a tentativa de manipulação de A Crítica/Amazonino Cassado:

  1. As manifestações ocorrem há vários dias, por todas as zonas da cidade, quase todas sem que exista nenhuma programação agendada previamente.

  2. As manifestações programadas são organizadas democraticamente discutidas com os participantes, por entidades estudantis conhecidas e reconhecidas pela luta em prol da manutenção dos direitos dos estudantes,

  3. A maioria dos estudantes não é filiado a partido político algum, sendo que grande parte nem observa questões partidárias devido principalmente ao conluio dos grandes partidos com o grande capital privado, como nesse caso da redução das meias-passagens.

  4. Seria bom que existissem partidos de esquerda em Manaus que conseguissem mobilizar tanta gente. Se assim o fosse, o próprio Amazonino, pela sua enlameada biografia, jamais teria ainda sido eleito, mesmo com os artifícios ilícitos que empregou na campanha.

  5. Ao contrário, como demonstramos no artigo abaixo, as ditas lideranças estudantis que se reuniram com Amzonino Cassado não tem nenhuma representatividade junto aos estudantes; sendo que o mesmo não se pode dizer em relação a Amazonino Cassado.

  6. Não existe nada que impeça que membros de entidades estudantis sejam filiados a partidos políticos, desde que não utilizem as massas estudantis como massa de manobra. O que não seria possível. Se Amazonino Cassado assim o pensa, é porque duvida da inteligência dos estudantes.

  7. Não há nenhum problema que políticos, como o deputado federal Francisco Praciano e o vereador José Ricardo se aproximem para se juntar aos estudantes. A autoria do Projeto de Emenda à Lomam que dava direito aos estudantes às 120 meias-passagens é de Praciano quando vereador e, atualmente, é José Ricardo quem luta na Câmara Municipal para restabelecer o direito aos estudantes.

  8. Da mesma forma que ludibriou os kombeiros, Amazonino Cassado não assinou nenhum documento que revogasse a lei de redução à meia-passagem. Não sabemos sequer se ele tem esse poder ou se é apenas mais uma jogada no jogo do não-jogar em se encontra a Prefeitura “Vazia” de Manaus. Mesmo que houvesse um documento, de Amazonino, como diz o ditado: “O que se escreve não se lê”.

  9. Não são somente os estudantes que estão em mobilização. São também os taxistas, os kombeiros, os rodoviários que, inclusive, farão greve na segunda-feira , além do descontentamento geral da população. Enquanto da Prefeitura o que se houve são comentários sobre as crises de histeria de Amazonino Cassado e a mudança secretários, que geralmente não chegam a um mês na pasta.

Ou seja, o que está existindo em Manaus é um verdadeiro levante popular, como nunca se viu, porque a situação da cidade, que já era precária desde as outras eras de Amazonino, com o seu retorno se tornou insuportável. Pelo visto só haverá melhorias na cidade quando ele renunciar, como se comenta por todos os pontos da cidade, ou quando o TSE cassá-lo definitivamente.

Por todos esses pontos que elencamos, e que poderiam ser 10, 300 ou mais, os estudantes precisam continuar essa luta, senão com certeza serão ludibriados.

Quanto ao acriticismo do jornal A Crítica, ainda bem que os grandes jornalões sequelados, como Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, etc, estão fadados à falência. E, pelo desserviço que fazem à população, já vão tarde e apenas ficarão na história, se muito, pelo retrocesso que representavam. E ainda querem colocar a culpa na internet e nos blogues. Pode?!

E atenção! Confira daqui há pouco neste bloguinho a verdadeira Passeata dos Estudantes, que foi a maior de todas que houve na semana, e, justamente essa, depois que Amzonino Cassado se pronunciou, todos os jornalões da cidade fizeram a menor cobertura. Mas desses, os estudantes já sabem o que esperar: Nada.

MEIA-PASSAGEM ESTUDANTIL: IMPRENSA DE MANAUS NÃO VÊ E NOTICIA LUDIBRIO DE AMAZONINO

Na última terça-feira, o apresentador do programa “Ponto Crítico”, o jornalista Roberto Mendez, encerrou a edição diária do programa, que trouxe o assunto dos protestos estudantis pelo fim da meia passagem, com a seguinte frase: “espero que os estudantes não façam protesto na Avenida André Araújo, em frente à TV A Crítica, porque nós funcionários não temos nada a ver com isso”.

A frase do jornalista, que se diz crítico sem saber que a crítica examina o enunciado decompondo os seus elementos constituintes e examinando as suas relações causais, a fim de determinar a sua funcionalidade e intencionalidade, é ilustradora do entendimento que ele carrega do jornalismo: “somos funcionários”. Uma corruptela do fenômeno observado pelo arguto jornalista Mino Carta – desculpe, Mino, por usar a palavra ‘jornalista’ para se referir à você e à imprensa manoniquim – que afirma ser o Brasil o único país onde o dono do jornal é tratado como colega de profissão pelos seus subordinados.

Relegando a si mesmo a posição de funcionalidade – aos interesses financeiros da família Calderaro – Mendez não nos interessa senão como sintoma de um jornalismo que seria mau feito se fosse apenas comprometido com interesses anti-democráticos. Na realidade, é um jornalismo que ignora a função básica do seu fazer: uma disciplina cívica, como afirma Ignácio Ramonet. Mais que moral, o problema é epistemológico.

Fosse contaminado ao menos com o germe da disciplina jornalística como exercício da intelecção envolvida na relação com o outro, Mendez jamais proferiria a frase-mor da postura blasé do jornalismo de colunismo social: “não temos nada a ver com isso”. Pergunta-se: existirá, para um jornalista arguto, examinador do mundo em que vive, algum assunto que com o qual ele não tenha a ver?

A mesma sintomatologia da estreiteza intelectiva do jornalismo manoniquim se viu, por exemplo, no programa Alô Amazonas, quando um sufocado prefeito sub judice dava entrevista, colocando sobre a gestão anterior a responsabilidade sobre o pretenso caos no transporte coletivo. Ignorando que o referido prefeito cassado já teve outros cinco mandatos, tanto na esfera municipal como estadual, e que as empresas de transporte coletivo, bem como as irregularidades no sistema de transporte existem desde que ele iniciou a sua carreira no poder executivo, é de se supor que um jornalismo minimamente bem feito perguntar-se-ia se não seria um caso em que o herdeiro receberia de si próprio a dita herança maldita. No entanto, o apresentador, não importa o nome senão a ele mesmo, aproveitou para reafirmar a prestidigitação política, repetindo que a responsabilidade sobre a confusão entre mototaxistas, estudantes, empresários, taxistas, kombeiros, lotações e passageiros era exclusivamente da gestão anterior. Esse é o jornalismo de mãos dadas… com quem mesmo?

QUANDO A IMAGEM DESMENTE O TEXTO

A foto em questão é do jornal Diário do Amazonas, da última quinta-feira, 07. A um jornalismo intelectivamente despojado, ela serviria apenas como ilustração, acessório a um texto igualmente empobrecido.

No entanto, a um jornalismo engajado, e que não precisa sequer de grandes malabarismos de deslocamento espaço-temporal, a foto é, como dizem, emblemática.

Em todos os jornais, a notícia é a de que Amazonino se reuniu com os representantes dos estudantes, e teria “resolvido” o problema da meia-passagem. Essa afirmação, no entanto, não sobrevive a dois segundos de curiosidade do leitor-cidadão.

Primeiro, porque um leitor-cidadão saberá que um prefeito empossado por liminar e condenado com trânsito em julgado pelo artigo 41-A do Código Eleitoral (compra de votos) jamais estará do lado dos estudantes. Segundo, porque a foto exibida na matéria do jornal, à luz de uma análise superficial, desmente a frase.

Segundo: na foto, iluminado por uma seta vermelha, ao lado de Amazonino, um pretenso representante dos estudantes. É Marcelo Generoso, filiado e afiliado ao DEM (com DNA de PFL), que antes de ser estudante – sequer será aluno? – é amigo e admirador de Amazonino, como pode-se observar no seu perfil público no site Orkut. Generoso, em seu perfil, traz outros indícios do seu envolvimento com a questão do transporte coletivo. Abaixo, na imagem capturada pelas lentes do bloguinho intempestivo na noite desta quinta-feira, aparece como uma das comunidades a que pertence o generoso Marcelo, a Eucatur/União Cascavel. Como brinde ao leitor, Generoso mostra também que tem boas relações no meio político: é amigo do deputado Wallace Souza.

Na mesma foto, mais ao fundo, aparece, destacado pela seta em amarelo, o aluno Rodrigo Guedes. Rodrigo teve destacado papel na campanha de Amazonino, como mostra o Malfazejo Benigno, em seu blogue. No seu perfil no Orkut, em destaque, a comunidade “Sou Amazonino Mendes”.

Difícil imaginar estes dois representantes estudantis efetivamente representando uma categoria que levou mais de 15 mil pessoas às ruas, gritando “Fora Amazonino”, ao vivo para todo o país via Record News? Não para a imprensa local, que não percebeu o fato, e fez o que na gíria jornalística se chama “barriga”. Noticiou o que não aconteceu.

O que realmente aconteceu foi uma reunião onde Amazonino criticou a posição dos estudantes, fez elogios rasgados ao texto da Emenda 10 (a emenda dos pintados), e suspendeu os efeitos da redução da meia-passagem até a regulamentação da emenda pela CMM. Na prática, nada mudou e nenhum direito está garantido. Daí a pressão estudantil pelo trâmite rápido da emenda proposta pelo vereador José Ricardo (PT), que devolve aos estudantes o direito efetivo e irrestrito do uso dos 120 passes por mês.

O real acontecimento, o envolvimento de pais, estudantes, trabalhadores, cidadãos, em torno de uma gestão que não pode ser considerada ruim porque sequer começou, e não pode começar porque prefeito não há, este acontecimento não se torna notícia na mídia manoniquim, não apenas pelos interesses financeiros das famílias midióticas. É que elas simplesmente não compreendem o que acontece, e reduzem tudo à lógica empobrecida do capital.

Enquanto isso as mídias transbordantes, os blogues, só…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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