Arquivo para 24 de maio de 2009

GOVERNO DO ESTADO COMEMORA O FRACASSO DA ESCOLA FUNDAMENTAL NO AMAZONAS

O secretário de educação do governo Braga, Gedeão Amorim, diante do resultado da pesquisa divulgada pelo IBGE, que mostra a liderança do Estado no número de jovens a partir de 15 anos matriculados em aulas de alfabetização, comemorou. De acordo com declarações publicadas na imprensa, Gedeão afirmou que este é o resultado do trabalho empreendido pelo governo na educação, e que a meta é chegar a 4% de analfabetos no Estado.

O conceito de analfabetismo propalado pelos governos (inclusive o federal, que começa a modificar este entendimento a partir do novo ENEM) é o de alguém que não dispõe do conhecimento aplicável ao uso de signos gráficos necessários à leitura e à escrita. Recognição, reconhecimento de letras e palavras escritas. E não vai além disso. A leitura, que envolve a decodificação dos signos gráficos do alfabeto, vai muito além: ela engloba o próprio existir e o seu compromisso com a coletividade. Uma leitura da sua própria condição no mundo, para que seja possível pensar um mundo onde tais condições não sejam mais possíveis. Neste sentido, todas as pessoas são escritoras, já dizia o companheiro Sartre. Mesmo quem não dispõe do conhecimento do uso dos signos gráficos.

Daí um governo que se vanglorie de ter o maior contingente de jovens analfabetos e que precisam se matricular em cursos de alfabetização é também um governo que se orgulha (para usar um termo caro ao governo Braga – e ao bolso dos cidadão!) de que suas escolas não estão conseguindo alfabetizar as crianças. E se o governo falha na mínima tafera de propiciar aos seus cidadãos a familiaridade com os signos gráficos, é porque está à anos-luz de proporcionar uma escola organicamente envolvida com a comunidade. E quando a escola abandona a comunidade, o aluno abandona a escola.

ALFABETIZAÇÃO AFINADA NÃO SE REDUZ AO LETRAMENTO

A AFIN, Associação Filosofia Itinerante, tem entre seus vetores intensivos o projeto de Alfabetização de Jovens e Adultos como um processual intensivo de saberes e dizeres, que emanam da potência desejante dos estudantes, envolvidos nas questões da cidade. Trata-se de evidenciar com eles a leitura de mundo que já possuem e que é resultante do processual do existir, inserindo apenas o aspecto técnico da decodificação dos signos gráficos (leitura) e produção de dizeres e saberes na linguagem gráfica (escrita). Desfazendo assim a mistificação hierarquizante da moral capitalística que coloca o chamado ‘analfabeto’ (não existem analfabetos) está numa escala inferior.

A primeira turma de estudantes está concluindo a etapa da leitura e escrita, e escolheu como mote o nome da companheira Damiana, falecida em acidente automobilístico, e que era estudante, não conhecia a técnica das letras e das palavras, mas era conhecedora da leitura-mundo, sabia o que acontecia daqui até o último bastião do universo, e discutia todos os assuntos com a sabedoria que a verdadeira leitura traz. Ela sabia, por exemplo, que só interessam aos governos os números, e que com estes os governantes se contentam, esquecendo que cada número daquela estatística tem sonhos, expectativas, desejos, e precisa comer, vestir, pensar, amar. Entendimento este que não consta no otimismo da secretaria de educação quando vê evidenciada na pesquisa o fracasso do ensino fundamental no Estado do Amazonas.

Embora realize este projeto sem a ajuda de nenhuma entidade governamental ou não-governamental, e conte apenas com o apoio desejante de seus membros, a AFIN, enquanto entidade sem fins lucrativos de agenciamento de fluxos, afectos, perceptos, saberes e dizeres na inteligência coletiva, até topa uma parceria com o governo do Estado para ampliar o projeto de Educação de Jovens e Adultos. Desde que a AFIN entre com a metodologia processual, a concepção do projeto como Novo, o entendimento filosofante dos saberes, dizeres que perpassam os estudantes, e o governo entre apenas com aquilo que lhe compete: devolver os impostos pagos pelo contribuinte em ações efetivas de cidadania ativa.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

Um campo florido, em algum lugar do planeta.

QUE SEXUALIDADE QUEREMOS? – Parte II

Na nossa primeira parte, conversamos sobre o enredamento dos saberes constituídos e que auxiliam na construção de uma sociedade onde o sexo seja atravessado por um discurso que, ao mesmo tempo, lhe institui um estatuto, e lhe interdita a multiplicidade produtiva. Hoje, apresentaremos um toque sobre a questão das normas sociais e de convivência a respeito do sexo, e de como essas normas acabam direcionando para uma moral sexual travestida em sexualidade, que induz comportamentos de acesso e segregação.

O desenvolvimento de um discurso da/sobre a sexualidade chegou a tal ponto de existir uma especialização nesta área: o sexólogo. É interessante notar que o discurso sobre o sexo estabelece uma linha de segregação que sublinha o que é considerado “normal” e os seus desvios. O comportamento homoerótico, durante muito tempo, foi considerado pela própria ciência médica e pelas disciplinas “psi” (psicologia, psiquiatria, psicanálise) como patologia, a inversão, sem que no entanto esta nomenclatura fosse confrontada com o seu oposto. Inversão em relação a quem?

Há uma necessidade obssessiva em determinar, classificar, hierarquizar, rotular, no modo de produção capitalista. Sou gay, és lésbica, ele é bissexual, nós somos transsexuais, vós sois travesti, eles são hétero.

Mas ao examinar o plano das relações, a situação não é tão ordenada e bonitinha quanto se querem as classificações. Como diria um amigo desta coluna, há gays e gays. Quais são os signos que me interessam, e sob quais territorialidades eles se estabelecem? O desejo só se constitui num plano de ação, de imanência. Jamais amo uma pessoa isolada daquilo que ela carrega como modo de existência, como produção existencial, ainda que adesivada pelos clichês da sociedade de consumo.

Se desejo outrem, seja como produto, seja como produção estética original, desejo sempre num horizonte de existência. Nada de isolacionismo. Não se reduz o querer, o amar, a uma determinação biológica/anatômica. Gostas de pau, é gay, gostas de xota, é lésbica. A quem interessam estas normas definidoras do EU e do SI?

Grande parte da homofobia manifesta, seja na família, seja na sociedade, diz respeito exatamente a estas normas estabelecidas, como formas de conduta social normatizadas. É preciso sempre se submeter ao estatuto moral, para ser aceito em convivência, afirma este próprio estatuto.

Uma ilustração: quando a dublê de cantora Claudia Leitte afirma que não é homofóbica, mas diz que não desejaria que seu filho fosse gay, para que ele não sofresse, ela está proferindo uma falação determinada pelo discurso da maioria. Uma perigosa universalização das sentenças, o que o filósofo Kant, grande incentivador da moral e da estética capitalista do consumo, chamou de Imperativo Categórico: age de tal maneira que possas querer que o teu agir se torne lei universal. Submeto-me sem examinar aos ditames sociais, como se fosse um princípio pétreo universal. E por acaso são todos os homoeróticos que sofrem? E por um acaso o fato de ele ser heterossexual o livrará de sofrer outros tipos de frustração? Mas fazer certas perguntas, ainda que simples, é pedir demais da rainha da Axé Music…

Outra ilustração: no Amazonas, um deputado estadual que se vangloria de ter sido o autor da lei que pune a discriminação por orientação sexual ameaçou processar um blogue da direitíssima porque em um dos comentários, foi chamado de gay. Na resposta, ele afirma veementemente que tem sua “opção sexual” (sic) bem definida. É HOMEM (assim mesmo com h maiúsculo). Tivéssemos uma assembléia legislativa com pelo menos uma conexão sináptica ativa, ele próprio poderia ser enquadrado na lei que propôs. Primeiro porque evidencia o desconhecimento sobre a diferença entre opção e orientação. Segundo, porque confunde sexo com gênero: homem ele é, cultural e biologicamente falando, ainda que apêndice da neurose familial. Agora, se é hetero, homo, bi, plus, ultra, é outra história…

Mas o seu erro traz a falsa questão da origem da homossexualidade. Se é opção é porque escolhi conscientemente gostar do mesmo sexo. Abre-se aí um leque de possibilidades, inclusive para a psiquiatrização e pretensa “cura”. Se falo em determinação genética, também posso falar em “cura”, na medida em que descubro uma “falha genética” que induz ao comportamento “anormal”. Eugenia anti-homoerótica. A questão central: a quem interessa determinar o meu sexo?, fica em segundo plano.

Portanto, trata-se de uma determinação daquilo que é considerado certo ou errado do ponto de vista de um universal: e todos nós sabemos que universais não existem, senão como produtos imaginários de uma sociedade patologizada. É preciso fragmentar estes saberes e dizeres que fundamentam a homofobia e que muitas vezes sequer percebemos. Mas, ainda que façamos isso, haverão pessoas que não suportarão existir fora destas determinações. Estas pessoas simplesmente surtam se lhes retiram o solo epistemológico no qual plantaram o seu existir. Por que?

O assunto da subjetivação é papo pra próxima colunéeeeeesima, cerrto, Biscoita?

Ui! E agora vamos ver outros sopros gays (ou não) que passaram no nosso Mundico! A Lôca!

Φ LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DO MOVIMENTO LGBT. Geeente, saiu um importantíssimo estudo sobre a história do movimento LGBT no Brasil. Trata-se do livro “Na Trilha do Arco-Íris: do movimento homossexual ao LGBT”, dos autores Júlio Assis Simões e Regina Facchini. Júlio é antropólogo e engajado no estudo da história dos movimentos sociais, e Regina é estudiosa dos movimentos sociais, de gênero e sexualidade. Imperdível para quem pretende se inteirar sobre as lutas empreendidas pelo movimento LGBT no Brasil, e se jogar de vez na balada do engajamento. Esta colunéeeeeesima já garantiu o seu, que ela nem é besta! A lôca! Para ler um release (gostaram do inglês?), que na nossa terra chama-se resenha, clique aqui e caia de para-quedas no site da Editora Perseu Abramo, baby. Nosotros calientemente recomendamos! E sem jabá! Sentiu a brisa, Neném?

Φ ANTRA TEM NOVA DIRETORIA PARA O BIÊNIO 09/11. A ANTRA – Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros, entidade engajada nos direitos e cidadania LGBT, fundada em 2000, e que conta com a participação da companheira Weydman Lopes na sua atual diretoria, realizou na última quarta-feira eleições para escolher a diretoria para o biênio 2009/2011. E saiu vencedora a chapa liderada pela piauiense Jovana Baby. Desejamos que a nova diretoria componha linhas intensivas de afectos e perceptos, enfraquecendo cada vez mais os blocos rígidos da estereotipagem homofóbica, e que possa efetivamente articular novas formas de existir, pensar e amar. Parabéns! Sentiu a brisa, Neném?

Φ CAMPANHA URUGUAIA CONTRA A HOMOFOBIA DESMISTIFICA BEIJO. “Um Beijo é Um Beijo”. Este é o nome da peça publicitária que estará sendo veiculada nas tevês abertas e por assinatura do Uruguai. Realizada pelas “Ovelhas Negras”, do movimento LGBT charrúa, a peça vem divulgar a nova lei de criminalização da homofobia aprovada naquele país. O filme, de pouco mais de um minuto, desmonta os argumentos de quem ainda acredita na fábula do beijo gay na novela das oito. Despersonalização do beijo significa também a sua libertação. Beija quem quer, goza quem pode. Não importa: o beijo supostamente hétero que ocorre na novela é uma simulação: não encontra referência no mundo real. No Uruguai, no entanto, nem tudo são flores: somente os canais públicos (Canal 5 e TV Ciudad) aceitaram veicular o comercial em horário nobre, sem custo. Os canais 4 e 10, dois dos mais populares, simplesmente se negaram a veicular, e o canal 12 cobrou a taxa de horário nobre, embora só aceite veicular após às 22 horas. A homofobia institucional gerou um contrataque das organizações LGBT, e a Human Rights Watch já se manifestou, pedindo providências à ministra da educação. De qualquer sorte, fica aí um toque para a companheirada LGBT brasileira: os hermanitos uruguaios não esperaram pelas benesses dos canais televisivos e colocaram eles mesmos o beijo escancarado no ar. Entenderam que a tele e radiodifusão pertencem a todos, enquanto concessão pública. E nós? Sentiu a brisa, Neném?

Φ CFP VAI JULGAR PSICÓLOGA HOMOFÓBICA. O Conselho Federal de Psicologia anunciou que irá julgar, em seu conselho de ética, o caso da psicóloga Rozangela Justino. Ela é acusada de oferecer tratamento de “cura” do “homossexualismo”, e tem afirmado em entrevistas que há uma campanha de difamação moral ao casamento e à instituição familiar. Rozangela se autointitula “psicóloga missionária”. Bem, que a Psicologia até hoje briga para se livrar do ranço de disciplina da moral, sem o saber que lá atrás – e muito anos-luz adiante! – Nietzsche já o sabia e já era psicólogo sem guardar relação alguma com essa psicologia do século XX, quem lê esta colunéeeesima já sabia. Bom saber que ao menos este tipo de manifestação não fica sem o devido acento desfavorável do órgão maior da categoria profissional. Mas que seria bem mais interessante ver a tal missionária caindo diante de uma representação argumentativa, isso seria. Independente disso, o exercício legal da profissão lhe deve ser negado, e se quiser ser missionária, e apenas missionária, bem, aí é cada um com a sua loucura… Sentiu a brisa, Neném?

Φ GAROTO DE 09 ANOS ORGANIZA CAMPANHA A FAVOR DA UNIÃO CIVIL NOS EUA. O pequeno Ethan Mc’Namee, da cidade de Denver, nos States, organizou no último sábado, véspera do Dia Internacional de Combate à Homofobia, um manifesto a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ethan tem duas vizinhas que tentaram legalizar a sua união e não conseguiram. Diante disso, ele mobilizou os pais, vizinhos e professores, e conseguiu reunir mais de 200 pessoas numa assinatura coletiva para o documento que pede a liberação do casamento. Uma evidência de que, quando rodeada de estímulos que permitam o discernimento e o incentivo ao pensamento autômono, a criança não desenvolve a chaga social da xeno-homofobia. Uma aula educacional dos Sr. & Sra. Mc`Namee, e da rua onde vive o pequeno Ethan. Sentiu a brisa, Neném?

Φ PREFEITO DE CIDADE NOS EUA RENUNCIA POR RELACIONAMENTO ILEGAL. Uma ilustração sobre a ilegalidade e insconstitucionalidade da proibição à união civil com todos os direitos de um casamento: um dos mais populares prefeitos dos EUA, J. W. Lown, da cidade de San Angelo, no Texas, pediu demissão do cargo. Motivo? Ele teria fugido com o namorado, e estavam em local desconhecido. Mas Lown não fugiu por conta da relação homoerótica. Ele fugiu porque o seu namorado é um jovem mexicano, ilegal no país, e que pode ser expulso caso seja capturado. Lown, por sua vez, pode ser processado por dar cobertura à um imigrante ilegal. Lown é popularíssimo em sua cidade, e conseguiu atingir o grau “Lula” de popularidade (na última eleição, a terceira que levou, que lá não é golpe, abiscoitou 89% dos votos do eleitorado, tá…), mas enfrenta um dos problemas que somente a pressão social sobre o legislativo pode mudar. A falta efetiva de direitos civis para os LGBT. Se fosse possível, Lown e seu parceiro se casariam, e poderiam viver normalmente na cidade de San Angelo. No entanto, o direito à cidadania para estrangeiros que se casam com nativos, nos EUA, não se aplica ao casamento gay. Agora o caso, que repercutiu internacionalmente, pode ser a gota que precisava para transbordar o movimento a favor de uma lei federal de equiparação de direitos dos casais. Esperemos… Sentiu a brisa, Neném?

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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