Arquivo para 5 de junho de 2009

O ECO DA DIREITA, JÔ SOARES E SUAS ALIENADAS RECEBEM RESPOSTA DA PETROBRÁS

Em virtude dos comentários feitos no Programa do Jô Soares, no quadro: As meninas do Jô, de quarta-feira, dia 03/06/2009, a Petrobras esclarece que:

Não está correta a afirmação de que a Petrobras “faz 80% das compras sem licitação”, como afirma matéria do jornal O Globo publicada no domingo (31/05). Do total contratado em 2008, cerca de 70% foram por licitações em modalidades previstas no Decreto 2.745 e 30% por dispensa ou inexigibilidade de licitação.

As contratações realizadas pela Petrobras seguem estritamente o que a legislação determina. Elas se amparam no decreto-lei 2.745, de 1998, instituído para dar maior agilidade para contratação de bens e serviços, em um ambiente de livre competição.

O Decreto 2.745/98 possui uma estrutura idêntica à da Lei 8.666/93. Em ambos a licitação é a regra e tanto o decreto como a lei prevêem, em determinados casos, a dispensa de licitação. São as mesmas modalidades de licitação (concorrência; tomada de preços; convite; concurso; e leilão). São os mesmos tipos de licitação (melhor preço; melhor técnica; e técnica e preço).

A diferença está na simplificação do procedimento, em especial no que se refere a prazos (por exemplo, o prazo entre a divulgação da licitação e o recebimento das propostas é menor no Decreto 2.745/98) e na escolha da modalidade das licitações.

Ainda que contestado pelo Tribunal de Contas da União, este decreto-lei vem sendo referendado pelo Supremo Tribunal Federal, que já concedeu dez liminares favoráveis à Companhia.

Uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, e a quarta maior em reputação entre todos os segmentos de negócio, a Petrobras tem suas contas analisadas de forma permanente e contínua, por auditorias internas e externas, através da Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de cumprir todas as exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da lei Sarbannes-Oxley e da Securities and Exchange Commission (SEC), tendo seus balanços auditados e aprovados em todas as instâncias.”

Fonte: BLOG DA PETROBRÁS

AMAZONINO E A MÁGICA DE DESTEMPORALIZAÇÃO DA HISTÓRIA

Em plena exultação festiva pela  indicação de Manaus como sede da Copa de 2014 pelas multinacionais, Sony e Coca-Cola, ecoada pela multinacional do futebol,FIFA, o prefeito cassado, Amazonino, afirmou que vai administrar Manaus em 4 anos como se fosse 40 anos. Um soluço JK manoniquim.

Esta afirmação desdobra-se em alguns questionamentos epistemológicos e afetivos que deságuam nas áreas políticas-administrativas. No primeiro entendimento questionador, salta a inquietação, se Amazonino é mágico. Mágico para destemporalizar a História, desativar o tempo histórico para colocar outro conteúdo histórico em seu lugar. Visto que sua afirmação dos 40 anos saiu como um feito administrativo à moda JK, que em 4 anos de presidência realizou 50 anos de produtiva administração nacional. Inferência saída em modelo comparativo dos 50 anos passados de História do Brasil em que o país viveu em atraso, principalmente industrial. Nada que Amazonino possa tomar como referência, já que em suas administrações, enquanto governador, por três vezes, e prefeito por duas vezes, não se encontra esta positividade de gestão pública, nem pela força do pensamento mágico.

Outro entendimento é quanto a fazer em 4 anos. Quando o prefeito cassado, Amazonino, afirma que vai fazer em 4 anos uma transformadora gestão, ele crê que não está cassado em Primeira Instância pela insigne juíza Maria Eunice Torres do Nascimento, ao mesmo tempo que acredita que seus processos no Tribunal Superior Eleitoral – TSE, não vão dar em cassação. Portanto, ele está livre para ensaiar lances mágicos. Fazer em 4 anos leva a entender que tudo vai começar agora. Mas o prefeito cassado encontra-se no sexto mês de sua angústia administrativa. Não tem mais 4 anos ao dispor de seus fluídos mágicos. E a se analisar estes seis meses, os 4 anos esfumaçaram-se.

DA MAGIA FICCIONAL DE NOSSA “POLÍTICA”

Como as enunciações encontram-se na ordem mágica, pode-se aventar um discurso ficcional. Sim, porque destemporalizar a história e desrealizar seus fatos passados é pura ficção. Mas entremos no trilho da ficção e acreditemos que é possível realizar em 4 anos o que só pode ser feito em 40 anos. Imaginemos que alguém que foi administrador público quase 20 anos e não produziu as políticas públicas como determina a organização do Estado, agora, vendo-se na condição de poder realizar o não realizado, procura mudar todos seus saberes e entendimentos que lhe impossibilitaram de ser um bom administrador. Este alguém procura outra prática discursiva, seguimento epistemológico novo, novas composições afetivas que lhe permitam tecer uma cartografia democrática Ética. Neste novos princípios ontológicos, este alguém é agora um ser democratizante.

Todavia, a forma como Amazonino se conduziu no período eleitoral, com o mesmo senso populista, e as alianças que contraiu, com a parte mais anti-democrática de Manaus, a mesma de seu passado, a forma de indicação de seu secretariado, e estes seis meses perdidos, não expressam mudanças epistemológicas e afetivas. O texto é o mesmo. Daí que nesta euforia futebolística, dos 40 em 4, nem a ficção lhe ajuda. Só lhe tira da marca do pênalti.

ESPANTALHO MINC ENJAULADO NA SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Não foi à toa que a senadora Marina Silva (PT-AC) preferiu deixar a pasta do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e retornar ao senado. Lúcida e afeita ao debate de idéias, ela estava isolada, deslocada, engessada, para empregar uma palavra utilizada amplamente nas simulações/ausências políticas. O ministro Carlos Minc já entrou com o tom que manteve e o manteve até hoje à frente da pasta do Meio Ambiente: “Tremei, poluidores!” Na época, pressentimos a disposição do ministro como um tanto ingênua e espalhafatosa; mas passado um naco de tempo, percebemos que era a única forma que ele poderia empregar, e que, na verdade, fora escolhido apenas para cumprir o papel de espantalho da Floresta Amazônica.

Talvez pela proximidade com Lula, Marina Silva não quis criar uma indisposição, ou talvez nem isso fosse mais possível, com o lombrosiano ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, e a questão ficou mais conhecida em especulações. Agora, os embates estão em campo aberto pelo desmatamento, e, além de Unger, entraram também pelo calor das queimadas incontidas, Reinhold Stephanes (Agricultura) e Alfredo Nascimento (Transportes). Mais além ainda, somam-se contra Minc parlamentares estaduais do governo e a-posição. A mídia continua a especular sobre tudo isso. Os únicos que vão agindo no plano real, não carregando “machadinhas do diabo”, como disse Minc, mas sim imensas foices remote control que ceifarão, até a última árvore, até o último homem, acelerando a rápida passagem da existência humana no planeta errante Terra.

CRISTO NÃO VIRÁ NO DIA DO JUÍZO; MAS UM DIA APÓS O DIA DO JUÍZO, QUANDO NÃO FOR MAIS NECESSÁRIO”

Esse enunciado, sacado de Kafka por Jean Baudrillard, pode ser tomado em relação ao impotente discurso ambientalista de Minc e das ONG’s envolvidas com a questão ambiental. Primeiro porque a rubrica Meio Ambiente universaliza uma divisão binária entre interior e exterior, estando o homem, todos os homens, pela ecologia ambiental, como pastores do lado de fora do campo virgem intocado, por isso suas ações são tão pífias diante dos ruralistas, que invadem o campo, violando-o, enquanto os pastores assistem, estatelados, do lado de fora da cerca infinita.

Segundo porque o que os ambientalistas defendem, da mesma forma que é trabalhado nas universidades, enquanto se seguram em um fio de arame para não se despregar da Terra, não é um ambiente real, mas apenas uma holografia denominada Meio Ambiente. Nunca viram sequer uma árvore. Só a Natureza Naturada, antropomorfizada até a exaustão e até os primórdios da humanidade.

Terceiro porque essa ecologia ambiental, se tomada de forma isolada, impede a visualização de outras formas de ecologia — a saber, a ecologia social e a ecologia mental —, as quais Félix Guattari conceitua, quando indissociáveis, de ecosofia:

Uma ecosofia de um tipo novo, ao mesmo tempo prática e especulativa, ético-política e estética, deve a meu ver substituir as antigas formas de engajamento religioso, político, associativo…”

Portanto, Minc está cumprindo muito bem o seu papel de porraloca, sem capacidade de inteligência de defender-se dos mais baixos e preconceituosos tratamentos dados pelos outros ministros. Diz-se que numa fusga entre ele e Alfredo Nascimento, que vai exigindo, absurdamente, que o selo ambiental das obras de construção da BR-319 sejam dados somente no final da obra, este afirmou, o que foi ouvido inclusive por outros ministros: “Eu ando dizendo por aí que você é viado, para você falar mal de mim?” (Sobre a homofobia contida no enunciado de violência de Alfredo, leia a coluna Mundo Gay domingo).

Até o deputado estadual Sinésio Campos, do apequenado PT-AM, estufou seus verborrosos preconceitos contra Minc: “Se tem uma guerra, se o ministro Minc gosta de fumar um baseado, e a única vez que ele veio ao Amazonas foi para ir tomar o (chá) do Santo Daime lá em Boca do Acre, o único lugar que ele conhece, mas ele não conhece o Amazonas, não mora aqui, não pisa na lama, como o povo de lá. Eu me refiro especificamente à BR-317.”

O que fará Minc? Reunir-se-á com a “miss do desmatamento”, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), talvez para pedir-lhe desculpas por querer-se um espantalho corajoso: “A boa aliança é com o meio ambiente, com a preservação. Os ruralistas encolheram o rabinho de capeta e agora fingem defender a agricultura familiar. É conversa para boi dormir. Não se deixem enganar. Não é a CNA [Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil] que fala em nome da agricultura familiar, é a Contag e outros movimentos sociais” (Agência Brasil).

Minc está cumprindo muito bem o seu papel: o de um espantalho que tem medo. Até então, assim como comemoraram a saída de Marina Silva, a Bancada Ruralista, a UDR, o CNA estão adorando. Talvez ele tenha sido colocado no MMA apenas para cumprir esse papel. Independente se ele conseguirá fazer alguma coisa além disso, a Natureza não colocará uma lágrima pela espécie humana e continuará no seu curso contínuo, ininterrupto, pelo meio

Porque é da Natureza

(Cátia de França e Abel Silva)

Uma cobra obra um ovo

Bem menor que o da ema

Mas cada um tem sua gema

Que começa a ser de novo

O veneno de outra cobra

O galope de outra ema

Porque é da Natureza recomeçar

Porque é da Natureza recomeçar

.

Já com o vírus acontece

Uma coisa bem estranha

Se tira um pedaço dele

Outro pedaço ele ganha

O pedaço extirpado

Outro vírus vai formar

Porque é da Natureza recomeçar

Porque é da Natureza recomeçar

.

O amor que tu me deste

Sempre vive à mina d’água

Quanto mais eu bebo dele

Mais aumenta a minha mágoa

Tudo posto nessa mesa

Não se importa plantar cedo

Porque é da Natureza

Matar quem morre de medo

Para baixar o disco de Cátia de França, clique:

Cátia de França – Estilhaços (1980)


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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