Arquivo para 12 de junho de 2009

DIA DOS NAMORADOS TOCANDO DE LEVE EM SANTO ANTÔNIO

A sociedade dita humana é marcada, antropologicamente, por rituais. Pontuações cronológicas nascidas de fatos históricos concebidos como produções materiais, e pontuações engendradas pela imaginação, muitas em formas de superstições. Manifestam-se em datas comemorativas. Uma referentes à história política da sociedade, feitos sociais, econômicos, esportivos, artísticos, etc; outra referente à alegorias, festividades religiosas e familiares.

Tratando-se do Dia dos Namorados, o mesmo se aloja no tipo de segunda pontuação cronológica. Uma data com o sumo sabor capitalista-comercial. Momento para possível melhora nas vendas. Data em que as formas de relações entre casais, ou mais, estão vinculadas a venda, compra e lucro. Muitas vezes até como lucro de fortalecimento dos namorados. Daí poder ser sintetizada para o comércio em: “Amar é dar presente!”

De formas, que a mercadoria, seja ela de que forma for, representa o elemento intermediário por excelência do acordo enamorante. É exatamente neste sentido calculista do namorar que apresentamos histórias tocando de leve em Santo Antônio, o Santo apanhado pelo capitalismo como seu garoto-propaganda. Disfarçado como aquele que une os casais em enamoramento. Ou, quem sabe, em casamento.

UMA AMOR MALOGRADO*

Ele, como jovem, carregava duas inquietações perversas para sua idade. Uma, não ter um emprego. Outra, não ter uma namorada. Para ele, a segunda estava intricadamente ligada à primeira. Sem emprego, nada de salário. Sem salário, como arranjar uma namorada? Uma namorada, além de afetos, implica relações materiais, como pegar uma tela, dar uns rolés de busão, comer pipoca na praça, ir a uma balada, tomar um sorvete, tudo que só é possível com o vil metal. E quantas garotas ele via desfilando em sua frente sempre que ficava de bobeira no Shopping. Quantas, quando uma só poderia ser sua namorada. Fantasia que esmaecia quando passava sua carteira de estudante na catraca do busão, que o condizia para a escola e para casa.

Certa tarde, precisando comprar uns objetos para a mãe, foi ao Shopping. Comprou os objetos e aproveitou para ficar de bobeira olhando as gatas. Perambulando no ventre do capitalismo psicodélico, não prestou atenção a uma voz chamando-o. Em seguida, como saindo de um quadro surrealista, percebeu que uma mulher, na porta de uma loja, chamava-o. Ele se aproximou, a mulher perguntou o nome dele, o que ele fazia, ele respondeu. Nisso, ela perguntou se ele não gostaria de trabalhar na loja. O coração disparou, um frio na boca do estômago, olhou para os lados, todas as gatas magicamente se transformaram em uma beleza só. Efusivo, respondeu que sim. A mulher confessou que alguns dias já vinha observando-o, e seu tipo físico era ideal para a função de vendedor de sua loja, que investia na beleza jovem, por isso o escolheu.

Começou a encarar a batalha, muito dedicado, amigo com os outros funcionários, logo formou um novo laço de amizade. Uma tarde, uma jovem entrou na loja para comprar um objeto. Ele foi atendê-la. Ela olhou para ele e disse que o que queria comprar poderia ser comprado em qualquer loja, mas que escolhera aquela por que pretendia conhecê-lo. Há alguns dias o tinha sacado. Ele sorriu tímido, mas feliz. Ela sorriu e pegou em sua mão. Deste momento em diante se enamoraram.

O dia do primeiro pagamento correspondia à véspera do Dia dos Namorados. Depois do trabalho, os dois se encontraram na Praça de Alimentação. Ele, então, disse que gostaria de lhe dar um presente no Dia dos Namorados, e perguntou o que ela gostaria de ganhar. Ela sorriu maravilhada, e exclamou que era o que estava esperando que ele lhe perguntasse. Aí, pediu que ele cortasse os cabelos. O rapaz sorriu pensativo, balançou a cabeça verticalmente, olhou firmemente nos olhos dela, inspirou em silêncio, e disse que não faria isto. Ela ficou surpresa, e argumentou que agindo desta forma ele mostrava que não a amava. O rapaz calmamente disse que se ela se enamorou dele com os cabelos grandes, e ele se auto-estimava com esta imagem, se cortasse os cabelos, ele passaria a ser outro, e como outro não mais a amaria, e ela estaria apaixonada por este outro dos cabelos curtos, não ele. E se ela tivesse se aproximado dele com o propósito de que no futuro ele cortasse os cabelos, como no momento estava acontecendo, ela, quando o viu com os cabelos grandes, e até aquele momento, não o amava. Amava sim uma imagem produzida nela pelo preconceito de adultos muito antes de ela nascer. Diante das considerações do rapaz, ela se amuou, levantou-se e saiu dizendo que ele quem perdera, pois ela tencionava no Dia dos Namorados apresentá-los aos pais. Da sua parte, ele sorriu, enquanto por suas costas uma garota passava puxando de leve seus cabelos.

A ADIVINHAÇÃO

Desde meninota, nas festas de Santo Antônio, ela gostava de participar das adivinhações ao Santo Casamenteiro. Chegada aos vinte anos, com as amigas, casadas e solteiras, falando que ela estava chegando na idade do caritó, entrou na ansiedade de querer casar. Só que queria casar com o rapaz certo. E ninguém mais indicado para apontar um partido certo do que Santo Antônio. Por isto, esperou ansiosa o dia do carequinha.

Chegado o dia, entre os festejos, as comilanças, os foguetes e as músicas, chegou a hora das adivinhações. Eufórica, ela escolheu logo a que mais acreditava: a faca na bananeira. Faca enfiada na bananeira, apreensiva, mas feliz foi dormir.

No outro dia, bem cedinho, foi até a bananeira. Bem de levezinho tirou a faca, olhou a lâmina, e tentou decifrar o nome do futuro marido. Seu corpo se arrepiou todo. Lá estava escrito, para seu entendimento, o nome: Aldino. No mesmo momento recorreu à memória para ver se encontrava algum Aldino, entre seus conhecidos. Nada. Não tinha ninguém com este nome. Para se confortar, falou para sua expectativa não entrar em desespero, é só esperar, que Santo Antônio era o “bicho” em casos de casamento. Pelo menos o nome do amado ela já sabia.

Ocorreu que varias vezes ao pegar o ônibus para ir ao emprego, duas paradas à frente, um rapaz gentil, sentara ao seu lado. De tantas coincidências, ataram uma relação de passageiros, ao ponto dela já esperar sua entrada no ônibus. Algumas vezes frustradas: ora já havia alguém sentado na poltrona, ora um estranho sentava ao seu lado, antes do passageiro-amigo.

O certo é que um belo dia ela ariscou perguntar seu nome, ele respondeu amigável: Aldino. Ela quase morre. Era o enviado de Santo Antônio, e logo apertou a mão do rapaz, que adorou.

Como a amizade encontrava-se muito bem engatada, passar para o namoro foi um passo, e menor que um passo, para o casamento. Casaram-se, e como ele fora transferido para outra cidade, lá foram os dois viver seus paraísos.

Aconteceu de terem que comprar uma casa financiada pela Caixa, que exigia dos documentos fidelidade. Foi, então, que ela viu, quando ele assinou um papel, que o nome de seu amor não era Aldino, e sim Aldiro. Desmaiou. Nome produto do misto de Aldiléia e Ronildo, segundo revelação dele logo após o desmaio.

Já em casa. Ele explicou que os colegas lhe chamavam de Aldino, porque achavam Aldiro muito feio. Ela abraçou-o, chorando, e contou toda sua história antoniona. Desesperada, abraçou-lhe mais forte, e disse que era preciso eles se separarem para ela sair em busca do seu Aldino. Ele analisou que se eles se amavam tanto, nada era mais importante. Mas ela, inquebrantável em sua opinião, tomou-se resoluta em ir ao encontro de seu Aldino. Como estava perto do dia de Santo Antônio, ele sugeriu que ela tentasse de novo a adivinhação, e, sem qualquer ânimo, só para não magoá-lo, ela aceitou.

Chegou o dia do Santo, e com ele a noite, e os dois foram até uma bananeira. Ela enfiou a faca. No outro dia, ansiosos, os dois foram ver que nome deu. Triste, ela, leu: Aldino. Foi, então, que ale pegou a faca e leu com atenção. Lá estava escrito, Aldiro. Ela, dominada pela ânsia de casar, não percebeu que o n de Aldino não era n, era r. R de seu grande amor: Aldiro.

*Malogro é um termo usado pelo filósofo Sartre para significar uma existência inautêntica. Uma existência como consequência, e não como princípio que se faz como subterfúgio, atalhos, a Má-Fé burguesa.

PREFEITO INTERINO EMPENHADO EM ACABAR COM A MEIA-PASSAGEM, E A INTELIGÊNCIA SUBSERVIENTE DOS VEREADORES DE MANAUS

Prefeitura e Sinetram andam em conformidade e sob o princípio da identidade. Se até este momento, ainda havia quem não acreditasse que o prefeito vitalício de Manaus, no quesito transporte coletivo (mais precisamente, na ausência de um), é o empresário e campeão de processos na justiça, Acyr Gurgacz, dono da Transmanaus e presidente do Sinetram, agora fica claro.

Com a movimentação midiática amestrada em torno do projeto de lei que regulamenta a meia passagem enviado à CMM pelo executivo, que na prática institui a subtração dos direitos adquiridos dos estudantes realizado no final do ano passado (a “emenda dos pintados”), a gestão municipal quer fazer crer que defendeu o direito dos estudantes. Imprensa domesticada e a base aliada do prefeito na CMM aproveitaram para tecer loas ao projeto, o que não constitui um engôdo, já que efetivamente o projeto contempla os interesses em jogo. Não, é claro, o da população e dos estudantes.

Enquanto a mídia local e subserviente focalizou a retomada do controle sistêmico da meia-passagem por parte do IMTT (ex-IMTU), os vereadores igualmente subservientes ao prefeito vitalício de Manaus aproveitaram para desfilar a sua inteligência e compromisso democrático no site da CMM(os grifos e comentários são nossos; as falas, deles):

O vereador Roberto Sabino (PRTB) sequer conteve a desfaçatez, ao defender os direitos de quem efetivamente representa com seu mandato: A proposta do Executivo vai uma lei que resolverá o problema da meia passagem, pois ela traz a melhor forma de acabar com as fraudes que tanto reclamam os empresários“.

O vereador ignora que, se a prefeitura e o IMTT, enquanto órgão do poder público municipal responsável pelo transporte coletivo, tem por função precípua a organização do mesmo, deve, pois, também ser responsável pela fiscalização, e que não se pode eliminar um direito social adquirido sob a justificativa de que o próprio poder público é omisso na fiscalização das irregularidades.

A proto-feminista Socorro Sampaio (PP) deixou evidente a ausência do olhar arguto do cidadão, característica mínima necessária para o exercício da cidadania, ainda que não fosse eleita representante do poder legislativo. Ao afirmar: “Fiquei feliz por que os estudantes participaram da elaboração desse projeto”, ela ignora que enquanto os verdadeiros estudantes, sem liderança ou representação hierárquica vertical, carregando a potência da multidão, estavam protestando contra a subtração antidemocrática de seus direitos, Amazonino se reunia fantasiosamente com Marcelo Generoso e Rodrigo Guedes, que na realidade são cabos eleitorais e assessores informais do atual prefeito sub judice. e nada têm a ver com o movimento estudantil (como o leitor intempestivo, e a própria Socorro, se puder, pode constatar aqui).

O edil Elói Abreu (PTN), debutante nos corredores da CMM, evidencia a estreiteza intelectiva, e o desconhecimento sobre o que vem a ser educação, ao enunciar um entendimento interdito, que coaduna com as práticas educacionais de países e sociedades ditatoriais: “Se o aluno realmente quer estudar e comprovar isso vai ter direito a quantas passagens forem necessárias”. A um estudante que não se quer aluno, caberia perguntar ao excelentíssimo vereador Elói qual será a instância administrativa ou de especialidade que irá fiscalizar se realmente o aluno está estudando. Certamente, não a CMM. Caberia perguntar também ao vereador Elói, que deve ser um arguto observador da condição do sistema escolar de Manaus, se com as gestões anteriores e a atual, que é continuidade das anteriores, é possível, caso queira, a um aluno realmente estudar com as escolas e o modelo de ensino que lhe são oferecidos pela dupla siamesa SEMED/SEDUC. Ou ainda, mais adaptável ao grau de entendimento do edil, se é possível capturar e confinar no espaço da escola o ato de aprender, que não obstante, qualquer especialista, mesmo formado em UFAM ou suas irmãs particulares, sabe ocorrer em qualquer lugar ou situação em que se dê a reflexão e a experiência humanas. Isso num conceito tradicional de educação…

Para fechar a tarde de loas ao ato prefeitural (de Amazonino ou de Gurgacz? O estudante atento sabe a resposta!), o líder do prefeito, vereador Isaac Tayah (PTB), afirmou categoricamente que “agora o estudante está com o seu direito adquirido pelo ato do prefeito”.

JOSÉ RICARDO DESMONTA A FARSA MIDIÁTICA DA MEIA-PASSAGEM

Embora seja uma reivindicação antiga dos vereadores efetivamente ligados às questões estudantis, a retomada do controle da emissão e uso da meia-passagem por parte do IMTT (ex-IMTU) junto ao Sinetram não ocorre como deveria. Unidos como estão pelo princípio da identidade e devoção ao capital, o recurso na prática não muda nada. Evidência disso foi a reação do presidente do Sinetram e prefeito vitalício de Manaus, Acyr Gurgacz, que afirmou não ver problema na medida, desde que “a receita continue entrando”.

O vereador José Ricardo (PT), juntamente com o deputado federal Francisco Praciano (PT) defendem o uso irrestrito da meia-passagem, a partir do entendimento de que educação não ocorre apenas no ambiente escolar. Também defendem o controle total do sistema de bilhetagem eletrônica por parte dos órgãos públicos, desde que o princípio da identidade e de devoção ao capital não prejudiquem a isenção nesta gestão, o que é impossível com o atual prefeito.

Ricardo e Praciano defendem ainda que o poder público fiscalize o uso inadequado das carteirinhas de estudante, a fim de que se possa efetivamente garantir o bom uso do direito sem penalizar os estudantes.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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