Arquivo para 16 de junho de 2009

VÍRUS DA GRIPE SUINA É ISOLADO

A cientista Terezinha Maria de Paiva, juntamente com sua equipe do Instituto Adolfo Lutz, no final do mês de abril, conseguiu isolar o vírus da gripe suína. O seqüenciamento do material genético da estirpe brasileira, que o isolamento do vírus proporcionou, está sendo realizado pela cientista Cecília Luiza Simões dos Santos.

De acordo com o Instituto Adolfo Lutz, “a nova estirpe passou a ser denominada A/São Paulo/1454/H1N1”. Ainda segundo o Instituto, a investigação da epidemiologia molecular do vírus para se saber se o padrão viral se mantém ou já se diferenciou dos encontrados em outras regiões do mundo, contribuir para produção da vacina e a avaliação de respostas aos antivirais, tem seu fundamento na caracterização genética. Daí a importância científica para o mundo do ato de isolamento do vírus pela equipe da cientista Terezinha Maria de Paiva.

PRODUÇÃO EXTRATIVISTA RECEBE IMPLEMENTO

Com o objetivo de incluir as populações extrativistas no programa do governo federal e dos sistemas produtivos para que possam gerar renda e fazer com que a floresta seja usada sustentavelmente, os ministros Carlos Minc, do Meio Ambiente e Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, assinaram hoje, dia 16, uma portaria para implementar o Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade.

Como a castanha é responsável por 95% da produção mundial, o objetivo do governo federal é incluir, em seu programa, as famílias que trabalham com esta cultura.

Comentando sobre esta cultura e o programa, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, afirmou:

Ao logo dos anos estiveram fora dos programas de governo, especialmente programas de acesso a mercados, como é o caso do programa de aquisição de alimentos, do programa de garantia de preço.”

Já o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, comentou:

Quando a gente fala em cadeia produtiva são vários aspectos envolvidos:tem que incentivar a pessoa a poder viver mantendo o seringal em pé, a castanheira em pé, a floresta em pé. Se ele não tem recurso ele vai cortar e vender, vai deixar o gado entrar dentro da unidade de conservação.”

Também, com a finalidade de tornar o Plano mais eficaz, o presidente Lula assinou portaria garantindo preço mínimo de R$1.05 o preço do quilo da castanha. A portaria também envolve no programa além dos ministérios o da Casa Civil como grupo de coordenação que vai definir as ações do governo para implementação do plano e selecionar as cadeias prioritárias de produtos.

Fonte: Agência Brasil.

ECONOMIA DOMÉSTICA ― NO BALANÇO DOS PREÇOS

Frutas

SUBINDO NO PAU DE SEBO

Tiquinho (entra em casa a cantar): Boi! Boi! Boi… Boi! Boi… Bumba-Boi!Arreda, Arena… Deixa meu Povo passar! Arreda, Arena… Deixa meu Povo passar! Arreda… Arreda… Deixa meu Povo passar!

Vó Juracy: De boa! Que folguedo!

Tiquinho: Seu Pixa começou a ensinar os cantos para a Festa Junina!

Vó Juracy: Ainda bem que na rua em que moramos os traços culturais que cada um trouxe para a nossa comunidade são alegres!

Tiquinho: É mesmo! Tem paraense, piauense, maranhense, cearense…, que mantém seus laços culturais para não se deixar envolver com as falsas políticas do governo! Quando eu estava a meio caminho da feira, encontrei Dona Dalva, ela falou que ia à escola do Caneca!

Vó Juracy: O que foi que aconteceu?

Tiquinho (coloca a sacola da feira na mesa): É que na escola dele, ela foi chamada, porque lá o estudante até recebe a farda do governo, mas o pai e a mãe tem que assinar um termo de responsabilidade comprometendo-se de comprar a farda sugerida pela escola. É o tal de Centro de Excelência, vó!

Vó Juracy: Eles estão impedindo as realizações concretas do existir do estudante, fazendo se afirmar o blefe que é a educação no estado do Amazonas!

Tiquinho: Dona Candeia me disse uma vez: “Educação é movimentar, elevar a potência criadora, partindo do já conhecido para além dele. É que isso vai possibilitar as construções de situações constantes de cidadania”. E é o que menos ocorre nessa cidade, não é, vó?

Vó Juracy: É mesmo! E aí, como foi na feira? Comprou as frutas para nos ajudarmos a fazer o “Pau de Sebo” para a brincadeira de Santo Antônio!

Tiquinho: Vó, se depender da cheia, santo vai ficar sem “Pau de Sebo”! O maracujá, a senhora disse que era 15 tocos o cento, agora tá 40. Não deu para comprar…

Vó Juracy: A cheia tá fazendo o preço subir no “Pau”. E o mamão, vai ter?

Tiquinho: Ainda tá subindo no “Pau”. Era 1 real, foi a 1,50, e agora é 3 tocos. E agora, vó?

Vó Juracy: A cheia vai subindo no “Pau”. E a laranja, comprou?

Tiquinho: Tinha a Paulista, de 28 a 30 tocos; a regional, de 14 foi a 15, depois a 20, e agora é 25 o cento. Não deu para comprar.

Vó Juracy: Não tinha tangerina?

Tiquinho: Andei muito! Encontrei de R$ 3,30 a R$ 4,50 a dúzia. O cento era R$ 25,00. O pessoal se aproveita, não é, vó?

Vó Juracy: Esse “Pau” vai ficar pobre! E a goiaba?

Tiquinho: Tá em falta. Agora que industrializaram, só na polpa batizada. Quando encontrei, foi de 2 tocos a 3. Cheia na goiaba, não é, vó!

Vó Juracy (canta na cozinha): “Sou eu, Rosa Menina da Folha da Jussareira, da Folha da Jussareira! Eu, Rosa Menina da folha da Jussareira! Da folha da Jussareira! Da folha do Jussara!” Vamos passar bastante “sebo” para ver se o preço escorrega. E abacate, tinha?

Tiquinho: Só o de fora, R$ 2,19 o kg ,vai a R$ 2,50 e tem de R$ 2,80, de R$ 3,00, e ficou R$ 3,70. O regional, quando tinha era de 2 a 3 tocos. Só se for na mesa da lembrança do sabor! Passa “sebo”, vó!

Vó Juracy (começa a cantar): “Meu balaio! Meu Balaio de Guaimã! Meu balaio!Meu balaio de Guaimã! Que eu deixei no Maranhão! Ai! Ei! Meu Balaio! Ai! Ei! Meu Balaio!” O biribá, a graviola, jenipapo, bacuri, piquiá, uixi coroa, uixi liso… subiram também no “Pau”?

Tiquinho: Subiram? Não! Sumiram, vó! E não foi o Curupira!

Vó Juracy: E o abacaxi para fazer o aluá, deu para comprar? Seu Pixa perguntou de mim se ia ter o aluá, que ele conseguiu destilar uma cachacinha, e queria apurar o aluá. Além da música, pediu para cada um de nós contarmos uma lenda no dia da festa. Você já sabe sua lenda?

Tiquinho: O aluá vai ficar sem a cachaça! E a cachaça vai ficar sem o aluá. O preço vai de 1 real a 2,50. E só vende se for de 50 unidades.

Vó Juracy (os dois começam a dançar): “É Pau Pereira! É Pau Pereira! É o Pau de opinião! Todo pau dobra o galho! Só o Pau Pereira não!” Vamos falar com a vizinhança para ver se eles ajudam. Quando viemos para cá, muitos de nós plantamos árvores dessas frutas, e com certeza com a alegria dessa gente essas frutas vão aparecer nesse “Pau de Sebo”! A gente é Pau Pereira! Pau de Opinião!

Tiquinho: A Lenda que estudei é a do Bumba-Meu-Boi!

Vó Juracy: Vou me alegrar! Conta! Peraí, vou pegar o pandeiro para acompanhar! Vai, começa…

Tiquinho: SOBRE O BUMBA MEU BOI!

O bumba-meu-boi é uma das mais ricas manifestações do folclore brasileiro, ou da nossa cultura popular, como preferem outros.

É uma festa popular, de grande sensibilidade cultural, cujo conteúdo varia entre os inúmeros grupos de bumba-meu-boi, existem quatro principais formas de dança: o Boi de Orquestra, Boi de Pindaré, Boi de Zabumba e o Boi de Matraca, mas, basicamente, desenvolve-se em torno da lenda do fazendeiro que tinha um boi de raça, muito bonito, e querido por todos e que, inclusive, sabia dançar.

Na fazenda trabalhavam Pai Chico, também chamado negro Chico, casado com Catirina, tem o Cazumbá, Amo, os vaqueiros, o rapaz do Amo, o Diretor dos índios, os índios. E ainda tem o Gavião Real!

Catirina fica grávida e sente desejo de comer a língua do boi. Pai Chico fica desesperado. Com medo de Catirina perder o filho que espera, caso o desejo não seja atendido, resolve roubar o boi de seu patrão para atender ao desejo de sua mulher.

O fazendeiro percebe o sumiço do boi e de Pai Chico e manda os vaqueiros procurá-los, mas os vaqueiros nada encontram. Então o fazendeiro pede para o Diretor dos Índios que ajude na procura.

Os índios conseguem encontrar Pai Chico e o boi, que neste intervalo havia adoecido. Os índios levam Pai Chico e o boi à presença do fazendeiro, que interroga Chico e descobre porque ele havia levado o boi.

Os pajés (ou doutores) são chamados para curá-lo, e após várias tentativas conseguem curar o boi, que se levanta e começa a dançar alegremente. Então o fazendeiro perdoa Pai Chico e tudo termina em festa. Mas, vó, o Seu Pixa disse que o mijo da Catirina é que salva o Boi?

Vó Juracy: Valeu! Lindíssimo! Esse seu Pixa! É porque ela era a mulher mais bonita da fazenda! É sobre o Ciclo do BUMBA-MEU-BOI. Aprendeu?

Tiquinho (a vó continua a tocar): Aprendi! Escuta só! Os ensaios iniciam por volta do mês de maio. Nessa época, o “couro” do boi, que na verdade é um veludo, já está sendo bordado, e só pode ser visto pelas pessoas por quem está sendo bordado. É um segredo guardado a sete chaves, até que o boi seja batizado e consagrado a São João. A religiosidade está presente todo o tempo na brincadeira do bumba-meu-boi.

Os ensaios continuam até 13 de junho, dia de Santo Antônio, quando ocorre o último ensaio. Dia 23 de junho, véspera do dia de São João, o boi é batizado e o novo “couro” bordado e montado na armação de madeira em forma de touro. É mostrado para todos.

A partir daí o boi passa a apresentar-se, frequentemente, até por volta do mês de setembro.

Uma vez convidado, o grupo apresenta-se defronte a casa de quem o convidou. A apresentação começa um pouco antes da casa, quando o amo do boi canta a toada inicial, chamada Guarnecer, organizando o grupo para a apresentação.
Depois do
Guarnecer, é a hora do Lá Vai, que é uma toada para avisar o dono da casa e demais que o boi já está indo. Depois do Lá Vai, é cantada a Licença, quando o boi pede licença para se apresentar.

No decorrer da apresentação, cantam louvores a São João, São Pedro, ao boi, ao dono da casa e vários outros temas, como a natureza, lendas da região, amores, política, etc. Em determinado momento começa o auto, quando apresenta a história básica de Catirina e Pai Chico, que, no entanto, pode variar muito de um grupo para outro. Também é cantado o Urra do Boi e a toada de despedida. E a apresentação termina.

As apresentações sucedem-se até por volta do mês de setembro, quando ocorre a morte do boi. Para a morte do boi, é preparado um grande mourão no centro do terreiro, todo enfeitado. Defronte ao altar de São João reza-se a Ladainha. A matança do boi dura três dias ou mais, com muita festa e dança.
No final, o boi é morto simbolicamente, onde o vinho representa o seu sangue. O “couro” que envolvia a armação de madeira é retirado. Para o próximo ano, outro “couro” será bordado, novas toadas serão compostas e o ciclo recomeça.

Vó Juracy (abraça o Tiquinho): Lindo! Lindo! É a potencia de agir de uma criança na construção dos seus afetos comunitários alegres! “Se o boi morrer, o que será de mim?”

Tiquinho (canta): Vai morrer não, vó. Vai morrer não! Vou por a mão no regador, não vou deixar meu boi queimar…

Ele não sabe que seu dia é hoje,

Ele não sabe que seu dia é hoje,

Ele não sabe que seu dia é hoje,

Ele não sabe que seu dia é hoje.

.

O céu forrado de veludo azul marinho,

Veio ver devagarinho,

Onde o boi ia dançar,

Ele pediu pra não fazer muito ruído,

E o santinho distraído,

Foi dormir sem se rezar.

.

E vem de longe o eco surdo do bumba, sambando,

A noite inteira encurralado batucando,

E vem de longe o eco surdo do bumba, sambando,

A noite inteira encurralado batucando.

.
Bumba meu Pai do Gambo ô ô,

Bumba meu Boi Bumbá,

Bumba meu Pai do Gambo ô ô,

Bumba meu boi bumbá.

.
Bumba meu Boi Bumbá,

Bumba meu Boi Bumbá.

.
Estrela D’alva lá no céu já vem surgindo,

Despertou quem tá dormindo,

Por ouvir galo cantar,

Na minha rua restam cinzas da fogueira,

Que levou a noite inteira,

Fagulhando para o ar.

.
E vem de longe o eco…

(Boi Bumbá, Waldemar Henrique)


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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