Arquivo para 22 de junho de 2009

ARTHUR NETO LEVANTA SUSPEITA SOBRE SENADORES

O senador Arthur Neto, 5% “Orgulho do Amazonas”, levantou, veladamente, suspeitas sobre os senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Suplicy (PT-SP) e Cristóvam Buarque (PDT-DF). Sempre em sua performance marcada por adornos e maneirismos da lavra dos estereótipos, o senador afirmou que os três senadores fogem quando se fala do caso de corrupção envolvendo o ex-diretor do Senado Agaciel Maia, porque eles estão sendo chantageados por Agaciel. E que vai denunciar na tribuna do Senado esta chantagem que o autor dos atos administrativos secretos vem perpetrando.

Para comentar sobre a chantagem, e, dissimuladamente, deixando um rastro de suspeita sobre os três senadores, Arthur recorreu, para descrição do fato, aos termos “besteira” e “bobagem”. Assim, ele diz que Agaciel ameaça Simon, porque o senador viajou com a mulher com verba do Senado. E acrescenta, “besteira”, ato legal. Cristóvam sente a ameaça, porque teve a mulher contratada para um cargo no parlamento. Uma “bobagem”. Quanto a Suplicy, este sente a ameaça, porque teve a namorada em viagem com verba, também, do Senado. “Besteira”. E para empurrar os três para zona da suspeita, afirmou que é tudo “besteira” que a mídia publicou.

Ainda, envolto em seu manto clichê modelo intrigante, o senador “Orgulho do Amazonas” propaga que Agaciel está criando toda essa confusão, porque foi ele, Arthur, que começou com a denúncia. E ele espera que o ex-diretor chegue nele. E completa afirmando que não votou em Sarney para presidente do Senado, pois sabia que o maranhense não iria “mudar os costumes políticos da Casa”. Mas deixa escapar uma auto-descrição: diz que Agaciel lhe ajudou quando de uma viagem à Paris em 2003, e seu cartão, do Banco do Brasil, ficou preso. E enquanto a situação era resolvida um funcionário do Senado depositou dinheiro em sua conta, mas que logo pagou. Talvez uma “besteira”.

A BESTEIRA DE SUPLICY

Por sua vez, perguntado sobre a disseminação performática de Arthur, O senador Suplicy rebateu:

Não sofri nem nunca relatei nenhum tipo de pressão do senhor Agaciel Maia. Nunca tive nenhuma relação próxima com ele.”

Mostrando que tem agido conforme os espírito democrático do Senado, Suplicy, comentou:

Tomei uma série de medidas contra a edição dos atos secretos, cobrei a nulidade desses atos, pedi e cobrei providência do presidente Sarney.”

Desta forma, de “besteira” em “besteira”, e “bobagem” em “bobagem”, o senador 5% “Orgulho do Amazonas” vai tentando ensaiar sua campanha para 2010, só que no mesmo gênero fanfarrão, o que não combina com a democracia. A não ser de seu partido, PSDB.

ECONOMIA DOMÉSTICA ― NO BALANÇO DOS PREÇOS

Feioada

O PREÇO DO PORCO NO DES-GOVERNO DA CHEIA

Dona Candeia (entra na cozinha de Dona Juracy): Oh!, Juracy! Oh!, Juracy!Trouxe os ingredientes para preparar a feijoada para a festa!

Vó Juracy: Que bom! E a cheia continua fazendo o preço subir?

Dona Candeia: Tá mesmo! Além do preço subindo no “pau de sebo”, para entrar no mercado tem que pular por cima de pontes improvisadas pelos comerciantes! O rio já encheu muito, e tá empurrando de volta toda bosta que os prefeitos fizeram em Manaus! É a Iara que não quer mais seu rio poluído! Cadê o Tiquinho?

Vó Juracy: Manaus não tem tratamento de esgoto! O Tiquinho tá lá no fundo do quintal com o seu Pixa, ensaiando o Bumbá-Meu-Boi! Já sabe qual a lenda que vai contar na festa?!

Dona Candeia: Já sim! Depois quero contar ao Tiquinho! (Entra com seu Pixa na cozinha, cantando e dançando):

Eu tô soltando toada!

Mexendo com a ilha

Confirmando meu valor…

Eu tô soltando toada!

Mexendo com a ilha

Confirmando meu valor…

Garoto traz o mexiquerador!

Eu vou dar matacá neste cantador!

Garoto traza o mexiquerador!

Eu vou dar matacá neste cantador!

Vó Juracy: Que beleza essa toada! Só o Pixa para fazer a gente se lembrar de nossos laços culturais com nossa terra! Ah!, meu Maranhão!

Seu Pixa (continua a dançar com o Tiquinho): E a feijoada, vai ter?

Dona Candeia: Fui comprar feijão! Encontrei o feijão Preto de 4 tocos a 4 e meio, vai 5 tocos. Não da pra comprar não!

Tiquinho: O Curupira vai falar com Iara pra baixar as águas do rio e junto com ela o preço, não é, vó?

Vó Juracy: Vai mesmo! E o feijão carioquinha, deu pra comprar?

Dona Candeia: Pensei em comprar, mas tava R$ 2,50, encontrei de R$ 3,00, foi a R$ 4,00, e tem até de R$ 5,00. Vai na feijoada?

Seu Pixa (noutra toada): Curupira, cadê Meu Boi?

Ê, meu Boi!

Curupira, cadê Meu Boi?

Ê, meu Boi!

Deixar soltar o Urro!

Nos cantos e encantos da Natureza!

Para essa gente acordar!

Tiquinho: Curupira vai falar! Curupira vai falar com a Mãe das Águas pra fazer o preço baixar, não é vó?

Vó Juracy: Vai mesmo! E o feijão rajado, subiu no preço?

Dona Candeia: O preço era R$ 3,70, foi a 5 tocos e quem pode comprar de 6 reais vai pular o banzeiro de bosta!

Seu Pixa (pega o aluá e começa a servir a todos): Vai uma dose de aluá?

Curupira vai deixar meu boi urrar na floresta!

Urra! Urra!, meu boi bonito!

Vó Juracy (prova o aluá): Ei, tá! Até a festa isso vai tá uma beleza! E o feijão branco e o manteiguinha, nem esses deu pra comprar?

Dona Candeia (dá uma talagada): O aluá tá bom mesmo! Docinho! Docinho!Porque o preço do feijão branco é amargo, de 5 e 6 tocos; o manteiguinha, de 6 a 7. Vai feijoada sem feijão?

Tiquinho (cantando): Iara, Mãe dos Rios!

Houve o Curupira encantar!

Iara, Mãe dos Rios!

Houve o Curupira encantar!

(perguntando) Não, é vó?

Vó Juracy (passa a mão no rosto do tiquinho): A Iara vai escutar sim, meu Tiquinho! E a farinha branca, subiu nas águas?

Dona Candeia: Subiu também! E não é culpa da Iara! Muito menos do Curupira! Vai de 2,50 a 3,00 reais a seca, e a surui, 4 reais. Não tem como comprar mesmo.

Seu Pixa: Peraí! Curupira não deixa o porco sumir no preço! Feijoada sem feijão é brabo. Feijoada sem “leco leco”, tô lascado! Vai baixar o rio, minha Mãe Iara?

Vó Juracy: Vai, diz logo o preço, que eu vou tomar uma dose de aluá para aguentar a subida do preço!

Dona Candeia: Deixa eu tomar mas uma também! A orelha do “leco leco”, 8 tocos o kg; pé, também 8 tocos o kg; um rabinho (Rhuuuu!) 8 tocos o kg, a língua, que não é a que a Catarina gosta, tá 12 reais o kg.

Tiquinho: Ainda bem que a Catirina só gosta dá do boi.

Dona Candeia: Coitado do Chico se ela desejasse a do porco!

Seu Pixa: A costela da Eva, vai ter?

Dona Candeia: Da Eva pode até ser! A do “leco leco” tá de 10 tocos, vai a da Eva ou a do porco?

Vó Juracy: Linguiça, paio e bacon para dá um gosto, vai ter não?

Dona Candeia: Tudo um preço só 12 paus, e só é vendido em duas bancas. Deu não, minha amiga! Deu não!

Tiquinho: Candeia! Não vende tudo misturado não?

Dona Candeia: Tem, meu filho! Mas quem vai comprar de 9 tocos o kg.

Vó Juracy: Não vamos desanimar! A alegria faz parte dessa comunidade, e a festa vai ter assim mesmo, não é, Pixa?! Manda um canto para compor a alegria de estar com vocês. E, Candeia, conta a tua lenda! Vai! Eu e o Tiquinho acompanhamos com o pandeiro e o checo-checo que ele aprendeu a tocar!

Dona Candeia: Eu começo! E o Pixa canta no final da lenda!

Seu Pixa: Enquanto isso, eu aqueço com o aluá!

Tiquinho: Ei, quero pedir uma coisa à Candeia. De tanto falar na Iara, dá pra contar a lenda sobre ela?

Dona Candeia: É ela que vou contar agora. Vai, Jura, toca esse pandeiro! Lá na Paraíba li um livro que dizia que: “A Sereia européia – e grega – encontrou no Brasil duas mitologias dos povos formadores de nossa nação, onde há uma entidade feminina ligada à água possuidora de dotes maternos, e beleza capaz de enamorar o incauto que vagueie em seus domínios. Assim é Iemanjá, Dona Janaína, Princesa de Iaocá, Rainha do Mar, dos cultos afro-brasileiros, dominando mares e amando Xangô. Mãe e amante dos afoitos pescadores e mestres de saveiros dos mares do norte. Assim é a Iara dos indígenas, habitando rios e enamorando-se dos bravos e solitários guerreiros das tribos amazônicas. A mitologia indígena é constituída de deuses – Heróis míticos, criadores e civilizadores, que deram origem às tribos, que deram origem às primeiras coisas aos homens – e demônios ou gênios maus – com poderes quase idênticos aos deuses – que maltratam e perseguem índios. A estes, como aos primeiros, seguem os selvagens prestam culto, com cerimoniais que incluem canto, dança e oferendas.” Deixa eu tomar um pouco de aluá para continuar o canto!

Vó Juracy: Cuidado, Pixa! A Irara vai te encantar!

Seu Pixa: Vou já para a beira do rio!

Dona Candeia: Olha o encante, Pixa! “A Mãe das Águas, Iara, é uma personagem do nosso folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos. A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. [Olha o encante, Pixa!] As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. [Tá vendo o que acontece com os homens, Pixa?] Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé – chefe religioso indígena, curandeiro – pode livrar do feitiço.” Nem o mijo da Catirina te salva!

Vó Juracy: Ainda vai pro rio, Pixa?

Seu Pixa: Vou mesmo! Vou tomar aluá com ela no fundo do rio! Conta sua origem para o Tiquinho saber!

Dona Candeia:Contam os índios da região amazônica que Iara – [Ouviu, Pixa?] – era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.”

Tiquinho: Então Iara significa “aquela que mora nas águas”, não é, vó?

Vó Juracy: Belíssimo! Belíssimo!, Candeia! É mesmo, Tiquinho! E ela vai baixar as águas para a gente festejar São João! Mas espero que ela encante todos os maus políticos que dizem cuidar dessa terra!

Seu Pixa: É que é para eles serem comidos pela pirará lá no fundo do rio!Posso cantar?!

Dona Candeia: Pode mesmo! Canta logo, home, que a noite já vai chegando, e a Iara vai tá te esperando!

Seu Pixa: Deixa ela me encantar!

Ô dona da casa, deixa meu boi entrar!

Ô dona da casa, deixa meu boi entrar!

Que no som da matraca ele possa sua casa alegrar!

Que no som do Zabumba ele possa sua casa alegrar!

Urra, meu boi, na alegria da canção!

Urra, meu boi, na alegria da canção!

JOSÉ SARAMAGO E O LIVRO-BLOG

SaramagoO escritor português, Prêmio Nobel, José Saramago, no auge de seus oitenta e cinco anos, vai lançar um livro com seus textos publicados em seu blog http://caderno.josesaramago.org, com sua produção dos seis primeiros meses de blogueiro, com o título de Cadernos de Saramago. O lançamento ocorrerá no dia 25, em Lisboa. Para o acontecimento, o escritor contará com blogueiros e internautas de todo mundo.

Em sua entrevista ao jornal O Clarin, de Buenos Aires, o escritor português manifestou algumas considerações sobre seu uso deste vetor virtual, e sua importância para o mundo. Manifestação esta que, segundo o escritor, concebe ao recurso do uso do blog como importante na sociedade pós-moderna.

Quanto ao uso de blog como veículo político cultural, Saramago apresentou alguns enunciados.

Sobre o descaso com o que se escreve:

A prática do blog levou muitas pessoas a escrever. Pena que muitas delas pensem que não vale a pena se preocupar com a qualidade do que se escreve.”

Sobre seu ato de escrever em blog:

Pessoalmente cuido tanto do texto de um blog como de uma página de romance.”

O blog como sismógrafo:

Os sismógrafos não escolhem os terremotos, reagem aos que vão ocorrendo, e o blog é isso, um sismógrafo.”

Sobre idéias no blog:

Não destino nenhuma idéia em particular.”

Sobre a influência do blog em quem escreve:

Se o blog é um espaço para a reflexão não deve surpreender que ilumine aquele que escreve.”

Ao entender os comentários de Saramago, fica a certeza que ‘blogar’ “é preciso, viver não é preciso”. Ou: “Viver não é necessário, o que é necessário é criar”, como afirma o patrício, Fernando Pessoa. O precursor dos Argonéticos.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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