Arquivo para 28 de junho de 2009

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave SELECIONA O SELECIONADO QUE O CANARINHO É “AMARELO”

Então, ‘meu cumpadi”, os gringos entraram em campo jogando à la contra a Espanha. A seleção é só amarelo: nada ‘dê’ ‘futebó’. Ta lá, 12 caras se dizendo ‘brasileiro’. 11 no campo e 1 na margem. E os gringos, rolando a Greta, em total garbo. E os canarinhos, amarelados. ‘Cumpadi’, 8 e qualquer coisa, cruzamento da direita, um gringo na área, toquinho de esguelha, tá lá, Greta, toda garbosa amada por Dempsey, pelos ‘fundos’ esquerdo do guarda-meta amarelo. Coisa de ianque: chama os adversários pra cima, e manda ver.

Greta rola, rola Greta, Greta rola… Disparada gringa pela esquerda, dois amarelos fingindo combate, gringo da esquerda cruza para gringo da direita, da direita dá queda de corpo no amarelo da direita, guarda meta amarelo, sai todo arreganhado, gringo da direita completa os 28 minutos: tá lá a Greta, novamente garbosamente, desta vez amante de Donovan. E a gringada, ‘cumpadi’, comemora com euforia fúnebre.

De formas, ‘cumpadi, que o estádio era azul e branco, com uma pequena nesga vermelha, contrastando com o amarelo ‘dungado’.

Cumpadi’, num queira crer. Veio o segundo ‘time’, ‘las vem’ os ‘amarelo’. E os gringos? Nada. O árbitro do apito esperou, esperou, esperou, e os gringos não deram as caras. ‘Então, ‘vamo pru jogo’, deve ter falado o árbitro do apito. Sem time, gringo em campo, foi uma mamata. ‘Aos 1 minuto’, os amarelos, na pessoa do irritado e não confiável L. Fabiano, empurrou a Paquita, que em rebolado comercial fez pose depois das traves. Chegou, se arrastando os 29 e nada, novamente o não confiável, bateu na Paquita, e lá foi ela se exibir em busca de um contrato na Globo. Aos 4…, escanteio pela direita, Elano e o grosso, ‘destrambelhado’, Lucio, sobe arreganhado, e a Paquita é contratada, ‘cumpadi’.

Segundo informação, ‘cumpadi’, ‘extra-oficiar’, os gringos não voltaram para o segundo ‘time’, porque acreditaram que era uma partida de um só tempo. Mas há quem afirme, ‘cumpadi’, que eles não voltaram para o segundo ‘time’, porque eles já estavam satisfeitos com a vitória no primeiro ‘time’.

Esperto estes gringos, não, ‘cumpadi’?

Trave#### Pergunta por fora de futebol: Você confia em um homem que chora por que ganhou uma partida de futebol? Confia? E se este homem que chora depois de uma partida de futebol tem na frente da camisa a frase: “Eu amo Jesus”? E atrás da camisa a frase: “Eu te amo, Ivone” (deve ser sua esposa, ou filha). Meu, se você confia, você confia no zagueiro grosso, Lúcio, ao mesmo tempo que não gosta de futebol, porque está por dentro do futebol, e, de quebra, não acredita em Jesus, porque Jesus não serve para estas presepadas.

O OLHAR DO GANDULA

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Alguns ingênuos do futebol acreditam que os que sabem mais sobre uma partida de futebol são os jogadores e os técnicos. Necas de pitiririca. Quem sabe mesmo são os gandulas. Eles conhecem o campo e todas suas regras espaciadas que alguns jogadores habitam, ou não. Os gandulas não são meros ‘boladeiros’. No estádio eles são mais do pensam seus patrões. Eles entendem de todas as nuances do futebol. Seja de peladeiros ou de craques. Em razão deste douto conhecimento futebolístico, eles são responsáveis pela condição das posições dos jogos nos campeonatos ou amistosos. Por este conhecimento, eles criaram signos indicadores das partidas. São eles. Partida bárbara de sofrível: º, partida reduzida em um bolinha. Nada de futebol. Partida regular: o, bolinha maior. Partida boa: O, partida bolão. Pura pelada: 0, partida com bola oval.

Assim, os jogos seguirão esta classificação dos gandulas.

CAMPEONATO BRASILEIRO

Pelejas de Sábado e Domingo

Atlético Mineiro e Barueri. 2 para os da terra do grande escultor Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e 4 para a revelação do futebol paulista. Jogo quente. Não pelos seis gols, mas muito pela atuação do Barueri. Time que vem se mostrando peitudo. Encarador. Joga como time de muito tempo na elite. Já o mineiro, ainda em primeiro, jogou o suficiente para validar a vitória do ‘Bar”.

Gols para o Atlético: Diego Tardelli.

Gols para o Barueri: Thiago Humberto (doiszão), Fernandinho e Marcos Pimentel.

Cotação da partida: O.

No embate na arena da baixada, deu A. Paranaense. Na partida pela Copa do Brasil o A. meteu 3 a 2 no Timão, mas perdeu em Sampa. O jogo de sábado foi 1 para os paranaenses e ‘zerô’ pata o timão, com direito a lances de total abstinência futebolística dos paulistas. O que deu aos atleticanos motivo para ensaiarem superioridade.

Cotação da partida: o.

Palmeiras e Santos no Palestra, seu Zé, não houve embate, só cumprimento do contrato profissional. 1 gol para cada lado e ficaram conversados. Obina e Robson. O periquito/porco (com gripe suína de futebol) teve sob comando o técnico interino Serginho, mas foi o mesmo que como fosse com ‘Luxembuste’. O mesmo futebolzinho profissional.

O peixe, por sua vez, com Mancini, preocupado com puxadores de tapete, se segurou para não cair. No mais, não teve mais.

Cotação da partida: º.

Cruzeiro e Avaí, Zé Carlos cruza e lá vai um gol no Avaí. 1 gol para o Cruzeiro deu para o gasto, como dizem, para quem foi ao campo imaginando o Grêmio quinta-feira pela Libertadores.

Cotação da partida: o.

FluFla. Foi um fru-fru maneiro. Zero pra ti, zero pra mim. Clássico que vive do passado. “Recordar é viver, diz o velho ditado”, é engodo temporal. Os dois times não vivem os bons clássicos do passado. Do passado só têm a marcha fúnebre de quem um dia viveu.

Cotação da partida: °.

Não dando a menor pelota para a quadra fogueirante, o Bota não está botando nada, muito menos fogo. Nem Santo Antônio, nem São João, e sequer São Pedro acenderam o fogo do ex-time do Mané. Levou couro do Goiás, que fez 4, contra 1 do foguinho.

Cotação da partida: o.

O Vitória viu em sua casa um Santo André parado no ABCD do futebol, com Marcelinho, sem pé de anjo, perder uma penal. Vitória levada ao quadrado.

Elkeson, Uellinton e Roger (2) os acarajés e Moraes para os metalúrgicos.

Cotação da partida: o.

Na Ilha do Retiro, o Sport de retirou da linha de rebaixamento pelo Grêmio. Tentando nostalgicamente apresentar um ‘futebó’ semelhante ao da Libertadores, os ‘frevoeiros’ meteram 3 contra 1 dos pampeiros. O frevo ficou a critério de Fabiano, Élder Granja e Fumagalli. E o chimarrão, por conta de Jonas.

Cotação da partida: o.

Ainda no embalo de quem perdeu o embalo. E embora com técnico novo, o São Paulo, no Morumbi, se apresentou para o gasto. Empurrou 2 nos pernambucanos, que não empurraram nada nos paulinos. Na tristeza futebolística, Jean Roet e Hernanes acertaram o caminho dos travessões.

Cotação da partida: o.

CAMPEONATO AMAZONENSE

Depois de empatar em 1 gol na primeira partida da final, com o time da vila, o Nacional, o América, do técnico imortal do livro dos recordes, Amadeu Teixeira, tornou-se campeão ontem, ao abater, sem dor e piedade, o mesmo time da vila por nada mais que 3 gols a ‘zerô’.

O futebol amazonense, que no panorama nacional se encontra na série D, é, no momento, uma ilusão do governador Eduardo Braga e o jornal A Crítica, como possível mercadoria de sustentação ilusória para Copa de 2014, com micro exibição em Manaus.

Apesar dos pesares, valeu, Diablo Rublo!

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|   | ###### No meio do caminho havia uma bola. Havia uma bola no meio do caminho. Ele passou, nem ligou, e foi ser doutor. Hoje torce pela seleção do Dunga.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O ORGULHO É UMA ARMADILHA

Vamos combinar uma coisa? O movimento LGBT no Brasil, em geral, é um movimento alegre, vivo, atuante, que carrega elementos de desestabilização da ordem moral estabelecida. Enfraquece a moral do rebanho a partir da liberação de outros signos de uso e produção estético-existencial do corpo e do público.

Se é assim, então pra quê continuar usando a palavra “orgulho”?

O orgulho, como já comentamos aqui, é um afeto triste. Não triste no sentido psicológico do termo, designando um estado emocional. Triste no sentido em que diminui a potência de agir, capacidade de produção ético-estética no plano da existência. O orgulho é um sentimento que paralisa, porque quem é orgulhoso, tem uma idéia de si maior do que realmente se é. Geralmente, a partir do olhar do outro. Uma idéia inadequada, solapada.

Se a atuação do movimento LGBT é resultado direto dos agenciamentos coletivos de enunciação, das potências de agir de seus membros, engendrando uma potência-ativa política, então não se pode falar em orgulho. Mas sim em honestidade. Conhecer as próprias qualidade e defeitos, suas potencialidades e limitações, auto-impostas ou não. Entrar na armadilha do orgulho significa abrir mão daquilo que se conhece de si mesmo e acreditar num engôdo. O que não precisa nenhum movimento social que se queira efetivamente movimento.

Entende-se que em algum momento da história se quisesse usar o termo ‘orgulho’ para se afirmar como significativo numa ambiência social hostil, mas se trata de má consciência. Auto afirmar-se um valor a partir do olhar dominante não liberta o dominado. Antes o envolve ainda mais na teia da relação patológica. Afirmar-se orgulhoso de ser algo só porque o outro carregou esta identidade negativamente não liberta do jugo semiótico. Assim, não é necessário ter orgulho de ser gay, como de resto, ter orgulho de nada. Bem diferente é ter consciência das conquistas, das vitórias, da produção existencial, de ser atuante e ativo no plano da socialidade. Mas aí, o orgulho torna-se não apenas desnecessário; ele é impossível.

Portanto, garotada, façamos a parada gay, mas sem orgulho. Orgulhoso é aquele que não conhece a si mesmo para além do olhar dominador do outro. Nada que interesse a um movimento autônomo e criador. E vamos pras paradas!

Ui! E agora vamos ver outros sopros gays (ou não) que passaram no nosso Mundico! A Lôca!

Φ CURITIBA SEDIARÁ ENCONTRO DA ILGA-LAC. O 5o encontro da Associação Internacional de Gays e Lésbicas para a América Latina e Caribe acontece este ano, entre os dias 24 e 26 de setembro, na bela cidade de Curitiba. A candidatura ao evento, definida no encontro anterior, em Lima, Peru, foi articulada pelo grupo Dignidade, que organizará também eventos preparatórios e paralelos ao encontro. A ILGA-LAC é uma entidade internacional que promove a defesa dos direitos da população LGBT em todo o mundo. Uma grande oportunidade de conhecer trabalhos do mundo inteiro sobre o movimento, além de dar uma força para o ativo movimento uritibano, que tem pressionado as autoridades quanto aos assassinatos com teor homofóbico que tem ocorrido. Esta semana o bloguinho publicou a nota de condolência do Dignidade pela bárbara morte do companheiro Gabriel Furquim, no último domingo. Como lá, a violência, um dos principais problemas que atingem a população LGBT, precisa estar na pauta. Nada mais oportuno do que aproveitar uma conferência internacional. Então, é mãos à obra com Dignidade! Sentiu a brisa, Neném?

Φ CENSO DOS EUA CONTARÁ COM CATEGORIA CASAL HOMOSSEXUAL. Maninha, o Estado não pensa: nós temos que pensar por ele. Assim, as mudanças incorporais e intempestivas que vão ocorrendo no plano da socialidade só se manifestam, para o Estado, a partir do momento em que entram na sua ordem burocrática. Daí a inclusão da categoria ‘casal homossexual’ no próximo censo norte-americano ser a materialização – bucrocrática, claro – do avanço dos direitos LGBT naquele país. Serão considerados casais homos aqueles oficialmente casados (nos estados cuja legislação permite) ou que oficializaram através de união civil. De qualquer sorte, este número, que não emerge do nada, mas é resultado dos movimentos intensivos e da luta social dos diversos grupos e pessoas ligadas ao movimento LGBT naquele país, é un indício de que a temática entrará definitivamente na pauta de políticas públicas dos States, morena. Além disso, trará um panorama socioeconômico destas famílias, como são, o que fazem, quais direitos lhes são assegurados e quais lhes são negados. Um exemplo que o IBGE podia muito bem copiar. Já que no tempo do governo PSDB – e ainda hoje, para as ‘zelites’ “esclarecidas” – a moda é copiar a matriz colonizadora, pelo menos nisso seria de bom alvitre copiar. Mesmo que há algum tempo um tal Sapo Barbudo tenha declarado a independência econômica e política da terra das stars and stripes. Sentiu a brisa, Neném?

Φ PROFESSORA TRANSSEXUAL É DISCRIMINADA PELO GOVERNO DE RONDÔNIA. A homofobia dentro do ambiente escolar é um sintoma da ausência da potência ativa do educar na instituição do ensino público. Não apenas a homofobia, como outras formas de discriminação odiosa são o resultado de uma sociedade que elege como valores morais aqueles que determinam uma segregação e um domínio de uma classe sobre a outra. O regime da decadência, má consciência. Daí a necessidade, para aqueles que compreendem a patologia social, se manifestar a cada vez que ela mostre a sua força coercitiva. Esta colunéeeeeeesima já havia tratado aqui sobre a homofobia e a neutralidade homofóbica do corpo de professores de uma escola de Manaus, quando do caso de constrangimento e violentação dos direitos da queridíssima Paola Bracho, do bairro Jorge Teixeira IV. Agora, no Estado de Rondônia, mais uma manifestação que precisa chegar ao plano nacional. Trata-se da situação da companheira Victória Bacon, professora da rede pública daquele estado, da disciplina Educação Física, e que tem sofrido, segundo ela própria, constantes ameaças e impedimentos ao exercício do seu trabalho. Victória, encontrando-se impossibilitada de recorrer à instâncias legais dentro daquele estado para auxiliar na garantia de seus direitos, elaborou uma carta, contando toda a sua situação, e traçando um breve panorama da situação da homofobia institucional na secretaria de educação. A carta, na íntegra, retirada do site Tudo Rondônia 2008, segue abaixo. Divulguem!

CARTA ABERTA DENUNCIANDO A SEDUC/RO.

A falta de apoio da SEDUC e de políticas públicas de inserção de professores pertencentes à classe GLBT é notória e muito evidente. Digo, por experiência própria.

Com 27 anos de idade, graduada em Letras e Física, mestra em educação e recentemente aprovada em doutorado, com 7 (sete) anos de experiência no magistério, abandonei toda uma história de vida e família deixando o Estado do Paraná e iniciando uma nova vida em Rondônia, desde 2004. Neste Estado tão carente de bons professores e, principalmente, na disciplina de Física, onde 70% das salas de aula de ensino médio rondoniense não têm o privilégio de terem um profissional formado e habilitado na área, estou sendo veemente perseguida por ser TRANSEXUAL.

Em todas escolas que executei atividades docentes, percebia desde o instante que tomava posse a não aceitação dos diretores, professores e alunos. Estes, começando pelos diretores, alegam que uma pessoa transexual ou travesti não possuem as devidas condições sociais de atuarem em sala de aula. A questão de nos travestirmos como mulher acaba afetando a moral e o costume de uma cidade que com uma altíssima porcentagem de evangélicos acaba sendo o nosso “calcanhar de aquiles”. Na última escola que estive lotada, Risoleta Neves, no bairro Tancredo Neves, faltou-me total apoio e, um grupo isolado de alunos, maquinados intelectualmente pela vice-diretora juntamente com seus pais, alegavam que eu não seria um bom exemplo para seus filhos pelo fato de eu vestir-me como mulher e ser transexual. Cheguei a levar a conhecimento da direção da escola que esquivando-se dos fatos, preferiu deixar os acontecimentos emergirem e acabando toda a culpa cair sobre mim. Fizeram-me um relatório difamatório e encaminhando à representação de ensino da SEDUC a pedido do senhor representante, percebi que não tive o direito de defender-me e este grupo mínimo e isolado de alunos que julgam-se superiores e homofóbicos conseguiram derrubar-me da escola.

Até o instante, desde o dia 10 de junho, estou aguardando comunicado do setor de lotação da SEDUC e a mesma esquiva-se em lotar-me, pois a discriminação e a homofobia são claros nesta secretaria que nunca apoiou a inclusão social de transexuais ou travestis que são professores, creio que em todo Estado de Rondônia, só haja eu, motivo este que estou sendo o “bode expiatório” desta terrível experiência.

Fiz duas provas através de concurso PSS aprovada em primeiro lugar com mérito. E o direito de lecionar está sendo me tirado por ideologias malditas e preconceituosas de pessoas que pensam ser superiores em relação a nós. Agora fica a pergunta: Quantos professores que com medo da reação desta sociedade podre e maldita formada por um grupo isolado de pessoas evangélicas que se rotulam donos da verdade têm medo de revelar sua opção sexual e serem feliz da forma como eles querem? Eu já vim como transexual. Sou feliz assim, vestida e trajada fisicamente como mulher. Antes de me julgarem pela minha vida sexual de ser transexual, deveriam olhar meu perfil profissional que com certeza quem tende a ganhar é a sociedade e todo Estado de Rondônia já tão carente de professores de física (disciplina da qual leciono) e principalmente de baixos níveis em educação.

Sempre me preocupei com a qualidade da educação pública deste Estado. Aqui resido há 5 anos. Deixei, como disse no início deste desabafo de vida, toda uma história de vida e família para trazer meus conhecimentos de vida e de formação acadêmica aos filhos de Rondônia… Vejam o que eu recebo??? É triste saber que em pleno século XXI isto ocorra. Como Rondônia quer atingir sua modernidade seja material, econômica, industrial sem que a intelectual e a social ainda encontra-se inerte no tempo. Não me calarei a vontade destas pessoas medíocres, formada por alunos, pais, professores, diretores e a própria SEDUC que não querem pessoas pertencentes à classe GLBT atuando nas salas de aula. Pagamos impostos, votamos, temos uma identidade e principalmente uma vida toda a enfrentar toda esta sociedade podre e maldita, é importante que mais irmãos que estejam na mesma situação também se manifestem.

Contatei diversos jornais, deputados, senadores e outros meios de comunicação em Rondônia e fora do estado e todo momento venho recebendo manifestação de apoio. Precisamos lutar pelos nossos direitos, como os negros lutaram para terem um espaço na sociedade e as mulheres serem reconhecidas como cidadãs há décadas atrás. É nossa vez. Pagamos o preço por divulgar abertamente nossa escolha de vida que imposta pelo destino e pela genética fomos conduzidos. A vida de sermos transexual, de sermos travestis de sermos gays. Não serei mais uma a ter de ganhar a vida na prostituição ou tendo que ser humilhada pela a vida sexual que possuo. Para isto estudei, fiz 2 graduações, especialização e mestrado. Recentemente fui aprovada no doutorado em educação. Isto prova o quanto tenho capacidade e o quanto posso ensinar aos filhos de Rondônia.

Chega de preconceito. Basta a homofobia.

Professora Victória Bacon

Porto Velho- Rondônia

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Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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