Arquivo para 3 de julho de 2009

SARNEY E A CASA DE R$ 4 MILHÕES

O presidente do Senado, ameaçado de perda do cargo, José Sarney (PMDB-AP), acrescentou mais um peso ao seu baixo-astral, que já se encontra tão baixíssimo. Desta vez, é a propriedade de uma casa em um dos bairros mais nobres de Brasília, na Península dos Ministérios, no Lago Sul em valor da bagatela de R$ 4 milhões.

Ora, ora, não seria nada demais se Sarney não fosse ‘político’ profissional de longas datas no ramo. Ramos antes da ditadura, ditadura (que bom para si ), e pós-ditadura que continuam a florescer. Não seria nada de mais se o “impoluto” senador não tivesse deixado de declará-la em duas eleições à Justiça Federal. As eleições de 1998 e de 2006.

Sentindo o lombo parlamentar cada vez mais se curvar, quase chegando ao estágio cruel de total impossibilidade de locomoção senatorial, o senador Sarney publicou nota afirmando que foi equívoco de seu contador que declarou à justiça Federal em 2006 a lista de seu bens de 1998. Na mesma nota, como forma de defesa, Sarney escreve que a casa não foi declarada em 1998 porque foi comprada em leilão em 1997, e o pagamento fora feito em parcelas. E que o registro de contrato de compra e venda foi lavrado em cartório em setembro de 1997, cuja formalização só ocorrera em escritura executada em 2007. E que no período antes de 2007 o imóvel esteve em domínio do proprietário antigo, o que permitiu que não fosse incluída na declaração de Imposto de Renda em 1998, e a Justiça Federal não fosse informada.

Qualquer brasileiro, por mais simplório que seja, quanto às questões da alcunhada política brasileira, sabe que toda esta marola que a direita parlamentar está remando, tendo na orla o senador “Orgulho do Amazonas”, Arthur Neto, o mais estereotipado dos senatoriais, e Heráclito Fortes, o “bom companheiro”, os ilustres do PSDB e PFL, o casamento mais perfeito da história reacionária do Brasil, tem um único objetivo: tentar sujar o governo “teflon” de Lula, onde nada gruda. Por isto, não é por menos que a mídia-sequelada baba tanto. Mas, convenhamos, Sarney, embora se queira “impoluto”, não está acima de qualquer suspeita. Um homem que serviu muito bem à ditadura, consegue ser ‘escritor’ e ‘político’, e ainda ter duas regionalidades, Maranhão e Amapá, por onde é senador, não é de se desprestigiar, mano. Ninguém tem o patrimônio que Sarney tem sem tanto talento, mano. E ninguém esquece que tem uma casa de R$ 4 milhões sem uma boa memória, mano.

UNIÃO HOMOSSEXUAL CONSTITUCIONALMENTE LEGAL

Compreendendo que os casais heterossexuais têm garantias constitucionais em suas uniões sexuais e afetivas como situação estável protegida pelo Estado, e para os homossexuais esta mesma possibilidade é negada sem qualquer justificativa aceitável, a procuradora-geral da República, Débora Duprat, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a Corte declare obrigatório o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo e que sejam dadas a elas os mesmos direitos e deveres dos companheiros em uniões estáveis.

A procuradora Débora Duprat, encaminhou uma arguição em cumprimento do preceito fundamental, com um pedido de liminar e da realização de audiência pública.

Em defesa de sua posição quanto à união dos casais homossexuais, a procuradora assim declarou:

Se deve extrair diretamente da Constituição de 88, notadamente dos princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade, da vedação de discriminações odiosas, da liberdade e da proteção à segurança jurídica, a obrigatoriedade do reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar.”

Sobre a ausência de regulamentação legal que tem impedido os direitos dos homossexuais:

Que se vêem impedidos de obter o reconhecimento oficial das suas uniões afetivas e de ter acesso a uma miríade de direitos que decorrem de tal reconhecimento.”

Sobre a redação do artigo da Constituição:

Reconhecida a união estável entre homens e mulheres como entidade familiar, devendo a lei facilitar a sua conversão em casamento, não impede o reconhecimento da união entre dois homens e duas mulheres. A constituição é uma sistema aberto do princípios e regras, em que cada um dos elementos deve ser compreendido à luz dos demais.”

Espera-se daí um grande passo para a realização democrática da união homossexual.

CURIÓ VAI TER QUE CANTAR

Sebastião Rodrigues Moura, vulgo Major Curió, que na época de maior recrudescimento da ditadura militar, quando se prendia, torturava e matava, era a personagem repressiva mais poderosa no norte do Brasil, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, afirmou possuir documentos secretos de seu acervo pessoal em que confirma a morte de 41 presos políticos da Guerrilha do Araguaia. Baseada no conteúdo da entrevista, a Procuradoria Regional da União da 1ª Região protocolou dia 2, ontem, na 1ª Vara Federal de Brasília um pedido de intimação para Curió.

Observando a petição como elemento jurídico procedente, a Advocacia-Geral da União acredita que Curió pode possuir documentos referentes à Guerrilha do Araguaia, fundamentais para o cumprimento da sentença que determina a localização dos restos mortais daqueles que participaram deste movimento político pela defesa da democracia brasileira.

Entendo a participação de Curió nas frentes ditatoriais repressivas no período tenebroso da história recente do Brasil, a sociedade brasileira espera que, agora, novos documentos possam esclarecer o que ocorreu realmente nesta parte do Brasil, quando se tem sinais de grandes atrocidades contra a dignidade humana.

ECONOMIA DOMÉSTICA ― NO BALANÇO DOS PREÇOS

Caldeirada por você.

Vó Juracy (canta preparando a comida):

Oh! Menina varre o terreiro!

Com a vassoura de algodão!

Oh! Menina varre o terreiro!

Com a vassoura de algodão!

A barra do boi é branca!

E não pode arrastar no chão!

A barra do boi é branca!

E não pode arrastar no chão!

Dona Irene: Oh!, Juracy! Oh!, Juracy! Cadê você, mulher?!

Vó Juracy: Entra! Estou aqui na cozinha, mulher! Tá vindo de onde?

Dona Irene: Da escola da Jacira.

Vó Juracy: Gostou da Festa de São João?

Dona Irene: Gostei mesmo! Foi lindo! Foi lindo! Lembrei de nossa terra! Nosso Maranhão!

Vó Juracy: E o que houve na escola?

Dona Irene: Não teve a greve! Pois então, não deixaram a Jacira entrar na escola, porque ela tinha chegado atrasada. Além disso, perdeu a avaliação.

Vó Juracy: Essa diretora não deve morar em Manaus. Ela não conhece a precariedade do transporte coletivo na cidade, que está interferindo na vida de todos nós.

Dona Irene: E ela falou para mim que a professora disse que não tinha nada a ver com a greve, e que a obrigação deles era chegar no horário, e se quisessem fazer a prova tinham que trazer um atestado médico, ou então pegar uma autorização com o Pedagogo. Pode isso, Juracy?!

Vó Juracy: Como pode existir uma educação onde o direito de estudar é tirado pela ausência de uma administração que só produz a tristeza, e não a alegria? Ah!, meu São João! Meu São João!

Seu Pixa (entra com as crianças cantado):

Meu São João!

Meu São João!

Meu São João!

Eu vim pagar a promessa

De trazer esse boizinho

Para alegrar sua festa

Olhos de papel de seda

Com uma estrela na testa

Chora, chora, Boi da Lua

Vem pedir uma esmola

Pra aquela boneca de anil

Mamãe eu vi Boi da Lua

Dançar no planeta do Brasil

Mamãe eu vi Boi da Lua

Dançar no planeta do Brasil”

Dona Irene: Viva São João! Viva São João! Viva Nosso Bumba-Meu-Boi!

Vó Juracy: As crianças aprenderam muito com a festa! Viva São João! Viva São João! Viva Meu Boi de Raça!

Tiquinho e Jacira: Viva Boi da Gente! Viva Boi da Gente!

Vó Juracy: E o peixe pra caldeirada, comprou?!

Seu Pixa: A Candeia disse que o mercado tava alagado de bosta. E tá mesmo!Tem gente dizendo que é o novo mercado, Mercado Flutuante! Projeto de revitalização turística para a Copa de 2014! Vai ter até catraia! Nos íamos trazer tambaqui, mas tava de 20, de 25, de 30, de 70, de 90, de 100 e 120 paus! E a Boiúna já tá o rio para alagar a canoa desses preços…

Tiquinho: Vem-que-vindo! Vem-que-vindo! A Boiúna no remanso esse preço alagar! E nadar no rio de bosta nem pensar, não é, vó?

Vó Juracy: É mesmo! E o pirarucu, deu para comprar?

Jacira (canta para todos): Sai Boiúna! Sai Boiúna! Sai! Sai de seus domínios!Com seus olhos prateados encantar esse preço, menino! Dona Jura, tinha de 25 e 28 tocos o kg seco, o fresco de 17 a 18 o kg. Pirarucu só se for pra rico!

Dona Irene: Deixa que a Boiúna vai encantar… Não tinha pacu de pobre?

Seu Pixa: Só de rico. Dez por 10 do graúdo, que ainda não graúdo, e dez por 20. Pacu na folha da bananeira, nem pensar…

Vó Juracy: Matrinxã, não deu pra comprar não?

Tiquinho: Vó, a Boiúna vai comer esse preço! Duas por 10, três por 10, quatro por 10. Se eu tiver que nadar eu nado!

Dona Irene: O tucunaré, que dá um delicioso caldo, deu para comprar?

Seu Pixa: Ó, rainha dos rios, devora esses preços. Tem de 5, de 6 , de 7, de 8, de 10 tocos o kg. Vai?

Vó Juracy: Na passagem pelos igarapés, ela vem trazendo muito peixe! Muito peixe! E o preço, como vai ficar? E a prima da matrinxã, a curimatã?

Tiquinho: A “curica”, graúda, tava cinco por 10, sete por 10, onze por 10, doze por 10, dezesseis por 10, vinte por 10, e o monte 10 tocos.

Dona Irene: Olha o olho da Boiúna prateado encantando esse preço! Não tinha aracu? Frito é uma delícia!

Seu Pixa: Tem o grande de dois por 10, três por 10, e de quinze por 10, o preço sobe.

Vó Juracy: E o nosso delicioso jaraqui, deu para comprar?

Jacira: Ei, Pixa! Da para acordar a Boiúna, que tá adormecida debaixo dessa cidade, para ela engolir esse preço? O “jaraca”, frito, cozido, é muito gostoso com um tucupi. Mas tinha de dez por 10, dez por 15, dez por 30. A cheia vai trazer fartura. O graúdo, dez por 20.

Dona Irene: Eu vou com você! E o mapará, tinha não?

Seu Pixa: Tinha numa só banca de cinco por 15 tocos. Boiúna, sobe o rio e devassa esse preço!

Vó Juracy: Eita preço brabo! Vou pegar meu balaio; o Pixa, sua tarrafa; Irene pega a zagaia, que vamos sair para pescar com as crianças, para a gente na alegria da pesca desencantar esse rio de preço alto.

Jacira: Posso cantar e encantar vocês com a lenda da Cobra Grande!?

Dona Irene: Claro! Conta, enquanto a gente se prepara para a pescaria. Conta, o tiquinho ta doido para ouvir.

Jacira: “Conta a lenda que numa tribo indígena da Amazônia uma índia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas que na verdade eram cobras. Um menino, que recebeu o nome de Honorato ou Nonato, e uma menina chamada de Maria. Para ficar livre dos filhos, a mãe jogou as crianças no rio. Lá no rio, eles, como cobras, criaram-se. Honorato era bom, mas sua irmã era muito perversa, prejudicava os outros animais e também as pessoas…”

Tiquinho: Como os governantes dessa terra, não é, Jacira?

Jacira: É mesmo. “Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades…”

Vó Juracy: Com amor, diálogo e amizade a gente acaba essa perversidade.

Jacira: Acaba mesmo! “Honorato, em algumas noites de luar, perdia o seu encanto e adquiria a forma humana, transformando-se em um belo rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra. Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita coragem para derramar leite na boca da enorme cobra, e fazer um ferimento na cabeça até sair sangue. Ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme mostro. Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato da maldição. Ele deixou de ser cobra d’água para viver na terra com sua família.” Boiúna!, encanta os maus versadores das coisas públicas.

Tiquinho (abraça carinhosamente Jacira): Essa lenda é de origem da região norte do Brasil, Pará e Amazonas. E boiúna quer dizer, no tupi, boi = “cobra” e una = prata. Não é, Jacira?

Jacira: É sim! Agora vamos todos cantar (todos se reúnem para cantar):

Vem Boiúna! Vem!

Vem Boiúna! Vem!

No remanso encantar

Vem Boiúna! Vem!

No remanso encantar

Os políticos que dessa terra

Não sabem cuidar

Os políticos que dessa terra

Não sabem cuidar

Embaixo dessa terra

Vive adormecida

Traz no brilho dos seus olhos

A luz prateada do Luar

Vem Boiúna! Vem!

Vem Boiúna! Vem!

No remanso encantar

Vem Boiúna! Vem!

No remanso encantar

Os políticos que dessa terra

Não sabem cuidar

Os políticos que dessa terra

Não sabem cuidar

Encanta quem produza

A miséria desse lugar

Que na falta d’água

Do transporte coletivo

Do bem estar na escola

Saúde e moradia

Faz essa gente penar

Vem Boiúna! Vem!

Vem Boiúna! Vem!

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol

“Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdívia, craque chileno

Trave oooOOOO“Flamengo joga amanhã

|  | oooOOOO…….E eu vou pra lá

|  | oooOOOO…….Vai haver mais um baile

|  | oooOOOO…….No maracanã.

.

|  | oooOOOO…….O mais querido

|  | oooOOOO…….Tem Zico, Adílio e Adão

|  | oooOOOO…….E eu já rezei pra São Jorge

|  | oooOOOO…….Pru Mengo ser campeão.”

Com este time do Mengão não precisava rezar para São Jorge. Os craques resolviam a parada aqui na terra mesmo. Sem precisar da interferência do Santo Guerreiro. Dizem que quem precisa de São Jorge é o Corinthians.

Recordar é viver, diz o velho ditado”. Não é. Quando um flamenguista recorda esta máquina que era o Mengão, não vive no presente, suas vitórias. Hoje, o Mengão não é nem fantasma do que se recorda.

Trave ######CRUZEIRO SE LIBERTA DO GRÊMIO E VAI À FINAL

Cruzeiro cruzou os pampas, libertou-se do Grêmio, e vai ‘estudiantar’ na terra de Don Dieguito. Ao contrário de Bolívar, Libertadores não é para libertar alguém sob o julgo de outro. É para alguém se libertar de outro. A grande vitória é quando não tem mais ninguém para este alguém se libertar, Este, o sentido da Libertadores. Foi este o grande feito de ontem à noite de Dona Raposa. Se liberto da gauchada. Agora só tem um para poder respirar aliviado, olha para trás sem ansiedade, vendo que ninguém lhe persegue. Realizou a Libertadores. Por tal, todo time que participa da Copa e ficou pelo caminho não se libertou. Assim, não participou da Libertadores. Só o campeão participou.

No mais, o primeiro jogo – houve jogo – em Belô, com as duas equipes mostrando um bom de futebol, a Raposa saiu da toca e empurrou 3 no Grêmio. Por sua vez, a gauchada economizou e só empurrou 1. Neste segundo jogo – houve novamente jogo – o Grêmio precisava tirara a diferença. Foi pra cima. Chegou na área, lançou na área, chutou, cabeceou, mas foi o Cruzeiro quem fez.

Kleber, o insinuante, pegou uma Dendeca desguiada, deu-lhe o trato, como a donzela merece, deu as costas para o zaga, que ambicionava tomá-la, foi à linha de fundo, com um drible, chegou quase na esquina da pequena área, lançou para frete da zona do agrião, e quem estava lá? O cara ex-botafoguense: Wellington Paulista mandou ver, e o goleiro viu a Dendeca arreganhada na rede, querendo mais amar. O Cruzeiro satisfez seu desejo. Quase três minutos depois, cruzamento da esquina da grande área para o centro da mesma, e quem estava lá? Ele, mano. Ele que, de peixinho – o jaraqui tá caro, pela hora da vida –, acaricou a Dendeca, e lá foi a deusa novamente se arreganhar. O Grêmio cambaleou. Terminou o primeiro ‘time’.

Aguinha prus garotos, muito mijo, falação dos professores e vamos pro jogo.

Segundo ‘time’. A coisa tá preta pro Grêmio, mas ele quer cair honrado. Vai pra cima. Acua a Raposa. A Raposa sente os Libertadores. A Raposa quer fugir. Todos os flancos estão fechados. Os gaúchos atacam. Vacilo próximo à toca da Raposa. Vacilo. Um cruzador pega a Dendeca, cruza para além do meio do campo pela esquerda, Wagner vai amá-la, Adilson, com ciúme, dá-lhe uma traulitada, a Dendeca escapa, mas o cruzado está rolando em campo. Eram 14 ‘mínites’, mano. Que horror. Gaúchos com 1 a menos. Não se deram por vencidos, foram para a toca. Escanteio, lá vem a Dendeca da esquerda, esvoaçante, linda, maravilhosa. Rever a beija com a cabeça, Fábio olha. Dendeca, minha Dendeca, dorme em sono perfeito. Grêmio agora tem que fazer só 4. E tome tricolor, e tome tricolor, e tome tricolor… Souza pela esquerda, fora da grande área, não acredita em Fábio, e dá um trato legal na Dendeca… Tá lá: golaço, mano! Faltam só 3. Os gaúchos vão para cima, numas dessas, quase os cruzados fazem pelo menos uns 2. Mas os gaúchos vão pra cima. O tempo, o senhor da peleja: não há mais o que fazer. Fim do ‘time’. A Raposa administrou bem sua vantagem, e estamos conversados. Com gripe ou sem gripe, a Argentina espera ver o baile da Raposa.

Trave ########…………….GRIPE PRA QUÊ TE QUERO?

Com a gripe suína, os times do São Paulo e do Nacional foram beneficiados: não jogaram contra seus rivais mexicanos, que na época eram tidos como os produtores da gripe. Medo de contaminação, times ganharam por WxO, sem jogar. Mas, para a moral do futebol, foram desclassificados. Agora, no pique da gripe ma Argentina, com ministro da Saúde pedindo para se evitar ir para terra do tango, Nacional do Uruguai foi, e a Raposa vai. Sem tapetão.

Trave °°° ooo OOO | ****$$$$**** E O CARLOS ALBERTO, MEU?

Carlos ‘Alaberto’, ex-jogador do Vascão, dá continuidade a sua profissão de caixeiro viajante: vai fazer negócios em outras plagas. Mesmo depois de dar entrevista afirmando que gostou muito do Vascão, fez grandes amizades, era o capitão do time, e ia ficar. Falas de mercador. Isso que se chama de ‘euricagem’.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.243.263 hits

Páginas

Arquivos