Arquivo para 4 de julho de 2009

O OLHAR VIGILANTE DA PREFEITURA E O OLHAR DOS ESTUDANTES

A prefeitura irregular de Manaus, em gestão sub judice e conflituosa da dupla Amazonino e Carlos Souza, apresenta uma nova ferramenta da “educação”: agora os pais dos alunos da rede pública e particular de ensino poderão, se desejarem, acessar via internet quais as rotas de ônibus que seus filhos tomaram nos últimos 30 dias.

O dispositivo, antes usado somente pela força policial para elucidar situações de crime agora será colocada à disposição e deleite paranóide de pais e educastradores em toda a cidade.

Evidência de que a gestão da dupla Amazonino/Souza tem menos um viés de interesses particulares sobrepondo-se sobre o público do que a patologia social do tirano. As duas vertentes, aliás, andam juntas. No entanto, a uma gestão patológica, amplamente contraditória a qualquer senso democrático, não basta criarem situações que facilitem a subtração do bem público a interesses privados: ela pretende submeter a cidade a uma enunciação de controle absoluto, de imobilidade e impossibilidade criadora. O panóptico. “Podes fazer de tudo, mas Eu saberei”, enunciado capturador que se encontra já na teologia cristã-paulina, e que é atualizada nas novas teletecnologias por governos cujo entendimento de mundo passa pela mesma má consciência que elaborou um deus ciumento e vingativo.

Nada, portanto, de educação. A ponto de revelar para qualquer estudante de primeiro período de qualquer curso de Psicologia, até da UFAM, a psicologia educastradora da SEMED, quando a sua psicopedagoga vai a um jornal local afirmar que a ferramenta “educativa” (as aspas são nossas) é útil, mas não substitui o diálogo familiar. Ignora a psicopedagoga que, em uma sociedade onde predominam elementos de ordem da democracia efetiva, o diálogo é condição de existência na medida em que seja produtor de novos dizeres e saberes, e que não se reduz à família, mas transborda por todo o social. Comum Unidade. Se não há diálogo, não há democracia. Se há democracia, ferramentas de controle não só não seriam úteis; elas simplesmente não seriam necessárias.

A ausência do diálogo que constrói da democracia já se encontra em cada escola, em cada secretaria do município e do estado, e se evidenciou claramente no conluio entre Executivo e Legislativo municipais, imprensa domesticada e setores reacionários do movimento estudantil, ao subtrair o direito à meia-passagem dos estudantes, beneficiando os interesses do empresário e prefeito vitalício de Manaus, Acyr Gurgacz. Acyr, aliás, como prefeito, já teria até anunciado a desativação dos terminais I e II (Constantino Nery e Cachoeirinha) sem que o IMTT ou a assessoria de imprensa da prefeitura viessem desmentir a informação.

O OLHAR DOS ESTUDANTES SOBRE A PREFEITURA NÃO É PANÓPTICO…

De seu lado, os estudantes, subtraídos em seu direito constituído, mas no exercício do seu direito constitutivo, vão às ruas, se mobilizam e lançam a campanha pedindo o impeachment do atual prefeito e de seu vice.

Uma evidência de que o olhar estudantil nada têm de controlado e embotado, e que, diferente do olhar institucional da gestão Amazonino, consegue vislumbrar uma cidade para além da cidade. Os estudantes sabem que um tirano controlador é antes uma consciência controlada e insegura, incapaz de lidar com produções coletivas que engendrem a potência democrática. Daí, o olhar crítico e clínico dos estudantes desejarem a subtração deste corpo que não carrega com a democracia nenhuma noção comum, e que só consegue compor, há mais de três décadas, afetos tristes, que impedem o surgimento da democracia de fato.

MILTON HATOUM: ESCRITOR INDIFERENTE SE QUER ENGAJADO

Milton Hatoum, escritor amazonense descendente de árabes que conseguiram no Amazonas feitos econômicos capazes de constituir famílias respeitadas. É professor do Departamento de Letras da Universidade do Amazonas, viveu parte de sua adolescência na Avenida Getúlio Vargas, em Manaus, local de habitação da classe média manauara. Como filho de classe média, onde a maioria da população era pobre, manteve sempre relações projetivas com os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Viveu em Paris, onde foi, nos finais da década de 70, correspondente da revista Isto é. Já com o tino de escritor de mercado, manteve relações com os grupos midiáticos, principalmente com a família Frias, proprietária da Folha de São Paulo.

Tomando sua filiação oriental como eidos literário, se dedicou a escrever os rastros árabes no Amazonas, subjetividade cultural nunca explorada pela literatura manauara. Movido por este mote, escreveu Relato de Um Certo Oriente, romance com nuances de realismo com ficção, onde o realismo é mantido no anódino predicado da ficção. Como quando troca o nome do estudante Delmo, assassinado por motorista de Manaus, por Selmo, concebendo-lhe uma representação a-social e despolitizada. Quando foi o crime mais sádico cometido contra um manauara com a complacência da indiferença do medo social. O mesmo acontecendo com o real Dr. Dourado, fundador do Hospital Tropical, próximo dos ditadores, que é colocado, no romance semi-realista, como um boníssimo médico de família.

A INDIFERENÇA ENGAJADA DE HATOUM

Como diz o filósofo Deleuze, que estes escritores que escrevem com suas neuroses são os grande mantenedores da força opressiva do Estado despótico, porque são vozes que ecoam, em suas literaturas, as vozes de comando da imobilidade molar representadas no reconhecimento do mercado, assim Milton Hatoum se fez um grande representante desta mercadoria, livro, que serve aos concursos literários. Daí sua vasta premiação.

No entanto, ontem, dia 3, dia em que a Portuguesa, em pleno Canindé, ganhou de 1 a 0 do Paraná, o Goiás empatou em 0 a 0 com o Guarany e o ABC empatou em 1 a 1 com o Ipatinga, o escritor Milton Hatoum, participando da 7ª Edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), deu uma entrevista à Agência Brasil, como um verdadeiro escritor engajado nas causas políticas sociais, arrogando-se a cobrar posicionamentos do governo para melhorar a condição da população pobre, que não tem acesso a livros. Logo ele que, em Manaus, é indiferente ao que acontece na cidade, onde que o único ato social que se envolveu foi ser contra a derrubada de uma árvore em frente ao local que mora. E que, existindo escotomizado, como todos os chamados artistas e intelectuais locais, em um Estado em que todas suas decisões não passam por um debate coletivo, dado a indiferença que predomina nesta fálicas forças, não compreende que sua ausência auxilia na irracionalidade dos governos.

Mas Hatoum, que cultua a ilusão da re-cognição, e não aprendeu com Foucault que se escreve para não ter fisionomia, mandou seu panegírico de si mesmo:

Eu, que ando por esse país, observo que os livros do Ministério da Educação estão chegando às escolas e às bibliotecas. Isso é um alento para quem escreve, para quem dá tanta importância à leitura. Mas política pública tem que ser feita no miúdo, nos municípios.

Mas é um absurdo, para não dizer um crime, você não permitir o acesso à leitura a milhões de crianças pobres do Brasil. A política do livro deve ser uma prioridade de qualquer governo. Não há cidade sem leitura.

O Brasil de hoje ainda é desigual e injusto, mas há avanços pontuais que prometem uma mudança futura. Eu sinto falta de uma mudança mais estrutural, ética. Veja o que acontece no Senado.”

Observemos algumas citações rebeldes de Hatoum:

Eu, que ando por esse país.” Em que país Hatoum anda? Se for o Brasil, pior: compromete a si mesmo, já que não é um sujeito atuante. Mas um bom menino cordato para a “crítica” passiva.

Os livros estão chegando nas escolas e bibliotecas. É uma alento para quem escreve.” E para quem lê? Serve? A literatura de Hatoum serve para auxiliar na criação de novos saberes e dizeres dos pobres? Pobre conhece, Hatoum? Hatoum conhece pobre?

É um absurdo, para não dizer um crime, não permitir acesso à leitura.” Acesso a que literatura? Quem deixou de ser escritor para escrever? Quem faz uma literatura de disjunção, como Kafka, Lawrence, etc?

Não há cidade sem leitura.” Toda cidade tem escrita, mas só há leitura quando se escreve sem escritor. Quando a literatura deixa de ser uma mera reprodução da imagem dogmática do pensamento do Estado. Quando ela cria fissura, cortes, dobras, movimentos esquizos, devires-loucos, nada do que Hatoum adesiva como literatura, que ele entende como necessária aos pobres. O que serve aos seus concursos literários segmentados pela lei do mercado.

Falta de mudança estrutural, ética.” Se ele deixar de ser escritor, como pensa Foucault e Deleuze, acontece a mudança e a fundação da Ética como a arte de compor bons encontros democráticos.

No mais, a literatura continua como o que acontece no Senado: a subjetividade do mercado. E tome Jabuti…

i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ A DIREITA E A GRANDE MÍDIA CASAM-SE. sempre quando há um espetáculo do qual ambas pretendem tirar proveitos e/ou proventos. No Senado, um dos quase sempre escolhido, pela verborragia, é Arthur Neto (PSDB-AM). No início da semana, como colocamos aqui neste blog, ele passava “de acusador a acusado”. Ontem, incoerentemente, ele tentava manter-se como acusador, dizendo, entre outras, que o presidente Lula é “refém” do PMDB, “precisa de muletas”, tem “visão caolha” (confira na Agência Brasil). Enquanto isso, somente nos últimos dois dias, o blog Amigos do Presidente Lula colocava quatro denúncias contra o senador amazonense: a primeira sobre os conluios de Arthur com Ricardo Noblat; a segunda sobre o reembolso que ele deve fazer ao Senado devido a um funcionário fantasma de seu gabinete; a terceira sobre a mentira de Arthur ao dizer que pagou o empréstimo a Agaciel Maia com restituição de IR; e a quarta diz respeito à ausência de imóveis na declaração do IR. Diferentemente da grande mídia, as incoerências do senador repercutiram na blogosfera, o que está em coerência com sua atuação, que pode ser notado por exemplo num texto no vi o mundo (blog do Azenha), no qual Sônia Montenegro aponta os principais arautos da destra moralidade utilizados pela mídia, onde o maior parágrafo, que reproduzimos agora, está reservado a: Arthur Virgílio é o rei da cara-de-pau. Bradava contra o caixa 2 do PT, que chamam de “mensalão” apenas para dar uma impressão de maior gravidade, mas em entrevista ao Jornal do Brasil em 19/11/2000, reconhece que “foi obrigado” a fazer caixa 2 na campanha para o governo do Amazonas, e que podia reconhecer o fato publicamente porque o crime já prescrevera. Quando foi prefeito de Manaus, teve nada menos que 46 operações e obras classificadas de irregulares, por uma auditoria no Tribunal de Contas do Município (TCM) JB 18/3/92. Recentemente, divulgou-se que seu assessor pediu a Agaciel US$10 mil, garantindo que um rateio entre “amigos” quitou o empréstimo. Agaciel nega ter recebido. Por atos secretos do Senado, contratou seu professor de jiu-jitsu, 3 filhos de seu subchefe de gabinete Carlos Homero Nina Vieira, um deles morando na Espanha, e ainda a mulher e a irmã de Nina Vieira, sem contar os gastos R$ 723 mil com despesas médicas de sua falecida mãe, em 2006.” I inda tem françeis…

@ ANISTIA AOS IMIGRANTES “ILEGAIS” SANCIONADA POR LULA é uma notícia muito importante não apenas como demonstração humanística do atual governo federal. É principalmente uma posição democrática que vai na contracorrente de grande parte de países europeus que, a partir da derrocada do Colonialismo, ora se utilizava dos imigrantes numa exploração desumana ora demonizava-os como culpados de todos os males do paraíso eurocêntrico. Essa segunda visão, em época de alcunhada crise, vai se consolidando brutalmente em países como a França (de Sarkozy) e a Itália (de Berlusconi). Sacamos a notícia do blog do Nassif, no qual Marcelo Carneiro da Cunha dá a notícia com euforia. Mas nos comentários há uma indicação para o blog do Sakamoto, que analisa a forma como os imigrantes são explorados, principalmente na forma do trabalho escravo, e quais os entraves que ainda irão dificultar a anistia aos imigrantes, como a taxa cobrada para se receber o documento de anistia e a obrigatoriedade de registro de emprego. Estes franceses ficam alegres com Marcelo, mas não concordam quando ele chama o fado português (e há quem diga que o fado é brasileiro e o frevo é que é português) de melancólico, e, principalmente, concordam com Sakamoto, que já está vendo a questão além, forçando uma melhoria das condições mínimas de existência, o que é uma necessidade não apenas dos imigrantes, mas de grande parte da população brasileira. Mas com certeza é uma alegria ver o governo Lula dando um passo fundamental como esse. I inda tem françeis…

@ MALÁRIA VEM COM MAIOR INTENSIDADE EPIDEMIOLÓGICA NESTA VAZANTE, NA REGIÃO AMAZÔNICA. O registro de casos de malária na região amazônica tem aumentado antes da época considerada normal para este tipo de incidência. A informação é do INPA, que monitora as alterações no regime climático. As alterações no regime de cheia e vazante dos rios amazônicos e o aquecimento global estão aumentando o período propício à proliferação do Anopheles Darlingi, vetor da doença. A incidência de exemplares do mosquito multiplicou em progressão geométrica em relação ao ano anterior. Embora o INPA verifique a situação a partir de um quadro biologizado, a questão política e a manutenção das condições atuais de existência no planeta passam por esta e outras situações. O modo de produção do capital, em seu atual estágio de desenvolvimento, tem provocado alterações no funcionamento dos regimes climáticos no mundo inteiro. Como a natureza que o homem compreende não é exatamente a natureza como potência-ativa, na realidade o homem não destrói a natureza, como erroneamente pensam alguns ecologistas: ele destrói a si mesmo. A natureza, que nada tem de humana, permanece. E com os governos amazônicos, principalmente em Manaus e no Amazonas, é preparar o mosquiteiro e o óleo de andiroba para tentar escapar da maleita. Enquanto isso, o mosquito só… I inda tem françeis…

@ INTERNAUTAS AJUDARÃO A FAZER O BLOGUE DO PLANALTO. Como já anunciado neste bloguinho, o governo federal pretende lançar uma plataforma de comunicação via internet em formato de blogue, chamado Blog do Planalto. E como mais uma evidência de um outro entendimento do que é comunicação social que carrega este governo, não compactuando com as forças reacionárias tradicionais, a chamada mídia sequelada, convida os internautas a participar da confecção do blogue. Desde o conteúdo até os softwares de código aberto que irão compor o portal, tudo será decidido em um fórum virtual, com participação livre. É o entendimento do público transbordando nas ondas virtuais da rede, a partir do entendimento democrático da comunicação social do governo federal. Quem quiser participar da construção coletiva, pode acessar diretamente o site http://www.planalto.gov.br/consultablog/. I inda tem françeis…

Vamos que vamos

Que se formos não chegaremos

Mas também não ficaremos…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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