Arquivo para 18 de julho de 2009

51° CONGRESSO DA UNE. ESTUDANTES REJEITAM COTAS

Como um dos temas principais das discussões sobre as políticas estudantis no Brasil, estudantes de vários estados do país, participando do 51° Congresso da União Nacional dos Estudantes – CONUNE, ontem, dia 17, na Universidade de Brasília, rejeitaram o ponto do Projeto de Lei que estabelece a criação de cotas para ingressos vendidos como meia-entrada para assistirem produções culturais. Projeto que já foi aprovado com facilidade no Senado em função do lobby feito por grande número de artistas, e estabeleceu, com a aquiescência dos estudantes, que as carteiras estudantis sejam confeccionadas pela Casa da Moeda.

Para o deputado federal Chico Lopes (PCdoB/CE),  a facilidade que o Projeto teve ao tramitar no Senado, não encontrará na Câmara. Comentando sobre o tema, ele afirmou:

A mobilização neste Congresso será fundamental. O Projeto é importante porque é a favor da honestidade, o gargalo está no artigo que estabelece as cotas.”

OPINIÕES DE ESTUDANTES QUANTO A POSIÇÃO DA UNE

–  A UNE não se mobilizou suficientemente para impedir a restrição ao uso da meia-entrada.

–  A UNE ficou só na articulação política dentro do Senado.

OPINIÕES SOBRE O PROJETO

–  Alguns querem que o Projeto seja barrado por inteiro.

–  Para alguns, tirando o ponto das cotas, o Projeto pode ser aprovado.

MOBILIZAÇÕES NAS RUAS

Apesar de algumas discordâncias quanto ao Projeto, entretanto, todo acreditam que os estudantes têm que ocupar o espaço da aparência que são as ruas. Devem produzir mobilizações em todas as capitas do país.

As mobilizações têm como principal objetivo, atingir os deputados para que eles tomem posições favoráveis aos direitos dos estudantes. Principalmente, no tocante ao regime de cotas.

Fonte: Agência Brasil.

POR FORA DE FUTEBOL

Eu entro em campo para ser feliz”.

Valdivia. Craque chileno.

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| O |========| O craque não domina a bola. Ele compõe com ela um corpo invisível. Tudo que o adversário não vê.

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/ °     /####### B  DE  BRASILEIRÃO

Brasileirão é Brasil grande. Pode ser entendido como um país continental formado por 5 Regiões. Mas pode também ser entendido como grande de talento, criação construtora de forma outras de viver. Ou, quando se classifica, Brasileirão A, B, C, D,… acontece de se acreditar que são estágios de diferenças talentosas.

Só que no futebol, não há diferença. Portanto, não há motivo para Brasileirões.

000 >> A portuguesa que no ano 2007 fez a proeza de subir nos dois campeonatos, paulista e Brasileiro, mas que desceu para segundona em 2008, não teve nem tempo de sentir o sabor de que tudo é igual, seja A, ou B. Agora,  pretende subir para a primeira divisão, onde várias vezes já esteve. Só que tem dado tremendas bobeiras. Não tem aproveitado jogos em casa. E quando vai visitar a casa do adversário, fica na visita: não quer contrariá-lo. Por isso, perde.

Ontem, na terra do Padim Ciço, levou de dois do Ceará. Bem que poderia ter feito pelo menos 1, para ganhar a bênção do padroeiro arigó, mas respeitou demais o anfitrião.

0000 >>>> Já o Figa, não ta nem aí. Pode até perder fora, mas tem tido vontade de mostrar para sua torcida que a figueira não dar fruto se não quiser. E como ontem ela quis, deu fruto. Jogou 3 figos na rede na rede do Vila Nova, que continua muito ruim das pernas: conseguiu 1.

(0)(0)(0)(0)>>>>> Ipa ipa ipa ipa Ipatinga 5, Brasa brasa,brasa, liense 2. Este teve aspecto de futebol. 7 gols? Nem que não se queira, o não quere, se faz querer. O Brasa até que fez frente, mostrou no começo do primeiro ‘time’ que estava querendo continuar no privilégio da Segundona, fez gol. Só que o Ipatinga, incorporou a ‘tinga’. Correu, tocou, e chutou alem dos 5. Muito mais que os dois do Brasa.

Querendo ou não, alguns mineiros, o Ipa, está se recuperando buscando o começo da tabela. Quer cair pela tabela, mas pela frente.

OOOOOOOOOOO>>>> Imagine um time que em mais de 90 minutos só faz 5 finalizações. Imagine um time que no 1° minuto da partida o goleiro e o zagueiro fazem uma senhora lambança, e o Souza, jogador do Vascão, acredita que dá, vai e toma bola dos dois brincalhões, e bota a Dendeca para se espreguiçar na rede. Agora, imagine um time que não sai do ABC. É isto mesmo que você imaginou. Foi nesta equipe que o time gamado meteu 3. 1 para cada uma. 1 gol para cada letra.

Letra A, Souza 1. Letra B, Adriano 1. Letra C, Elton. Pergunta-se: O Vascão ganhou a partida? Resposta: Não. O time que não foi alfabetizado, perdeu.

Moral vascaína: Nenhuma partida que o Vascão levou, nesta duas últimas semanas, ele ganhou. Os adversários perderam. Mesmo assim, o Vascão poderia está disputando a primeirona. Todos os times da primeirona, com uma jogada, ou outra se assemelham ao Vascão.

+ + + + + + §§§§§§PRECONCEITO DO MANO QUE NÃO É… E AÍ, MANO!

O futebol por transar com muita grana e futilidade midiática, é um esporte sedutor. Sedutor principalmente para o abandonado. Aquele que fareja o território onde pode se sentir seguro. Lá onde o nego vai deixar suas encenações de lado para mostrar o que realmente é.

O técnico do Corinthians, Mano Menezes, quando chegou no Timão, segundão, se apresentou como alguém calmo, obsequioso, fleumático, bom ouvido. Foi levando, mas sempre amparado, e protegido por uma sentinela comunicacional. A mídia calculista.

Veio a subida para a primeira divisão, e ele contido em suas palavras e gestos,. Parecia um lorde tupyniquim. Veio o Ronaldo, jaca que cai, juntamente com um maior império midiático, e mais o campeonato paulista, aí, ele começo a mostrar um pontinha de arrogância e prepotência. Veio a Copa do Brasil, pronto: ele entornou o caldo. A miserável vaidade tomou conta de si. Hoje, é uma torrente glamourosa, no universo da brutalidade futebolística. Está até mais gordo. Tipo físico para acompanhar a arrogância.

Ontem, após a partida, que sofreu para ganhar, contra o Sport, ao ser informado do teor da entrevista do técnico do esporte, Emerson Leão, sentenciou:

Isso é coisa de lavadeira, não de homem”.

Mano, exacerbou na dose. “Coisa de lavadeira”? A lavadeira é chula? É vulgar? É imoral? Mano como sua enunciação mostrou o quanto é fascista. Para atingir uma adversário, lança mão de uma palavra de ordem discriminadora construída historicamente pelas classes dominantes do Brasil colonial. Mostrou toda sua insegurança de um homem sem relação social comprometida. De onde se infere, que se não fosse o futebol não teria outra ocupação.

Mano que não é… E aí, mano?, afirma que “é coisa de lavadeira, não de homem”. Mano se quer homem. Mas não entende nada de homem, Têm homens lavadeiras. Nas beiradas do rio Amazonas, homens lavam roupas junto com suas companheiras. Mano, não entende do ato de dialogar. As lavadeiras em suas conversas analisam as situações em que se encontram. Comentam suas famílias, seus amigos, suas cidades. Cantam. Conversam com a água. Cortam o mundo com suas observações. Mano, nada disso, o Mano, faz. Mano, nada disso, o Mano conhece. Mano, o Mano se quer homem. Porra, mano, o Mano não sabe o que é homem. Como pode saber o que é lavadeira.

Sabe de uma coisa, mano? O Mano merece um Leão.

$$$$$$$ Sabe por que o time de seu coração, o seu pequeno time, vive a míngua? Por que a verba que poderia auxiliar seu time não viver na míngua é desviada para outro lugar que não o futebol.

Os jornais de ontem, publicaram que Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney, que é um dos membros da direção da CBF, desviou verba para campanha de sua irmã, Roseane, em 2006.

É por isto, mano, que seu time vive na pindaíba, e vaia acabar em Sepetiba, vendendo siri na praia.

i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO

@ SARNEY CULPA A MÍDIA PELA ‘CRISE’ INSTITUCIONAL. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB/MA), no discurso de encerramento do primeiro semestre deste ano, afirmou que a mídia é responsável pela crise institucional que assola o senado. Sarney disse que há uma campanha midiática contra ele, iniciada pelo jornal O Estado de São Paulo, e seguida por outros veículos de imprensa. A informação é do próprio jornal. Ele ainda reitera que assumiu por três vezes a presidência da casa “em crise”, e que conseguiu “reergue-la”. O que salta desta alcunhada crise – pois que crise não há, já que não se nota mudança nos códigos e na semiótica do senado, muito menos da imprensa brasileira – é a inoperabilidade dos poderes constituídos, e a irrelevância da atuação política de senadores e da própria imprensa. A despeito de tudo o que vem sendo “denunciado”, a atividade econômica do país não mudou, não mudaram as relações institucionais, não baixou o preço do peixe. A chamada política profissional, com raras exceções, não tem produzido elementos de ordem material ou imaterial que modifiquem significativamente a existência das pessoas, ou quando o fazem, seja para melhor ou para pior, a (re)ação é imediata. Vide o caso do Bolsa Família, entendido pela direita como eleitoreiro, mas que provocou modificações nos estratos sociais brasileiros, imóveis há séculos. Ou o caso do prefeito sub judice de Manaus, Amazonino Mendes, que em pouco menos de seis meses, passou de produto midiático (o ‘herói’ de uma cidade que precisa de heróis) à gestão problemática, evidenciando o vácuo do poder que são as instituições políticas na era do transpolítico. Sarney e a mídia que o acusa estão na ordem do vazio do significante. Não podem, portanto, produzir nada, exceto evidenciar o vazio do poder, que também aparece na fala de um Cristóvam Buarque, quando afirma que o Senado não tem questões para o país, ou mesmo na cena burlesca do discurso do combalido presidente da casa: Sarney discursou para uma platéia de cadeiras vazias. I inda tem françeis…

@ BLOGUEIROS SOFREM CENSURA JURÍDICA NO RIO GRANDE DO SUL. No Rio Grande do Sul, tem ocorrido uma investida jurídica contra os blogues. São processos judiciais que procuram impedir os blogueiros de escrever sobre determinado assunto, alegando-se ofensa, difamação, injúria e outras acusações. É o caso, por exemplo, do blogue Ponto de Vista, escrito pelo professor da faculdade de comunicação da UFRGS, Wladimir Ungaretti, e que está proibido de citar o periódico Zero Hora em suas postagens. Também o blogue A Nova Corja já sofreu três processos, movidos por jornalistas e pelo Banrisul. Mas o caso que evidencia o aspecto censor da justiça é o processo movido pela escritora Letícia Wierzchowski contra o blogueiro Milton Ribeiro. Milton é acusado, dentre outras coisas, de xenofobia, por citar o sobrenome polonês de Letícia, e por fazer uma crítica ao romance. As informações foram produzidas pela agência de notícias Chasque. Com as teletecnologias “engolindo” a inteligência e a capacidade produtiva do jornalismo sequelado das mídias maiores (o que o professor Ungaretti chama de shownalismo), ocorre o fenômeno da mediocrização, laminação epistemológica da atividade jornalística, uma das razões pelas quais as mídias tradicionais, como jornais e a tevê perdem espaço para a internet. Como afirma o filósofo Baudrillard, as máquinas fazem o que o homem ordena, mas o homem, por seu lado, só pode fazer delas aquilo que são capazes de fazer. Daí a impossibilidade de se anular a potência ativa dos blogues – e principalmente de quem os fazem, afinal, nem todo blog é blogue. Tratam-se de semióticas diferenciadas, e a própria justiça reconheceu isso em outro caso, como o da campanha eleitoral no plano internético. Ainda que também um exemplar das teletecnologias, a internet tem uma vantagem. Suas fronteiras são mais ‘elásticas’, e dão passagem à inteligência para além do capital. Coisa que o jornalismo-show não se pode dar ao luxo. I inda tem françeis…

@ NOVA LEI DA ADOÇÃO SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL. Foi aprovada pelo senado a nova lei da adoção no Brasil. A chamada Lei Nacional de Adoção adequa-se ao que rege o Estatuto da Criança e do Adolescente, e deve agilizar os processo de adoção no país. A opinião é de Francisco de Oliveira Neto, vice-presidente de assuntos da infância e juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros. As principais mudanças são: a adoção poderá ser feita por qualquer pessoa, maior de 18 anos, independente do estado civil, ou no caso de casais, casados legalmente ou mantendo relação estável reconhecida; a criação de um cadastro nacional de crianças e adolescentes em condições de adoção, bem como de interessados em adotar; a prioridade para adoção será de brasileiros residentes no país, brasileiros residentes no exterior, e finalmente, estrangeiros. Há ainda uma mudança para reconhecer o aspecto amplo do conceito de família. O abrigamento de crianças e adolescentes só será permitido por no máximo dois anos, e em locais o mais próximo possível de familiares, que podem ser parentes próximos ou familiares diretos. Haverá ainda um viés dialógico para que estes familiares aceitem e acolham estas crianças. No entanto, o cuidado em relação a garantia de que a nova família terá condições sociais, econômicas e psicológicas de cuidar do adotado continuará. Há muito que o conceito tradicional de família desapareceu, e os vínculos afetivos se dão menos por parentesco que por afinidades. Daí a necessidade de desburocratizar este processo, a fim de permitir a casais menos “tradicionais” – como os LGBT, por exemplo – possam adotar. Afinal, o carinho e o cuidado independem da aparência e dos clichês. I inda tem françeis…

Vamos que vamos

Que se não partirmos

Nunca nos encontraremos

Lá fora do outro lado do rio…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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